"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sexta-feira, 11 de junho de 2021

ALEGRIA DO ESPÍRITO SANTO EM VOCÊ E POR VOCÊ.

A alegria se expressa em várias formas em nossas vidas. Uma de suas manifestações é a chamada alegria interior, ponto de início de outras manifestações.

Não nos preocupemos em saber se nós ou alguma pessoa está com esta alegria. Ela sai de dentro. É como a tristeza. Uma pessoa triste não precisa dizer que está triste; está na sua cara. Basta que a observemos.

Por isto, quem está alegre espiritualmente canalizará seu contentamento para fora.

Nós experimentamos várias manifestações desta alegria, que não pode ser apenas.

Uma das expressões da alegria do Espírito Santo é um cântico. É impossível a um crente alegre e feliz não manifestar sua alegria e felicidade sem cantar.

Este cântico pode ser até discreto, na forma de um cantarolar ou assoviar, mas será cântico, mas não precisamos ser discretos sempre. Nossa experiência deve ser a do salmista: Senhor, tornaste o meu pranto em regozijo, tiraste o meu cilício (isto é, o saco de cinza própria da hora da dor profunda) e me cingiste de alegria, para que a minha alma te cante louvores e não se cale. Senhor, Deus meu, eu te louvarei para sempre (Sl 30.11,12).

Cantemos louvores a Deus.

Outra manifestação de alegria em Cristo é o sorriso, que é diferente do riso.

Ambos são mais um meio de comunicação e socialização do que um produto de humor. O sorriso se vê; o riso se ouve, mesmo no escuro.

Devemos rir, devemos sorrir. Lembremos que o sorriso/riso no Espírito não ri/sorri dos outros, como se quem ri fosse superior àquele de quem ri; antes, o riso no Espírito é um riso com os outros, pela alegria do encontro e do convívio.

Há uma outra expressão de alegria que é o serviço. Os tristes não dão dízimo com alegria. Os tristes não ajudam os outros com prazer. Os tristes não promovem a causa da justiça.

Como recomenda Paulo, a contribuição para a causa do Reino de Deus deve ser feita com alegria, não com tristeza.

Como ensina Jesus, o serviço ao necessitado deve ser desenvolvido com prazer, como fez o chamado bom samaritano. Como ensina a Bíblia: a execução da justiça é motivo de alegria para o justo (Pv 21.15).

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

DEUS NOS ENSINA COMO PERDOAR AS OFENSAS

 

Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. (Ef.4.32)

Suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. (Cl.3.13)

Antes do apóstolo Paulo mencionar e ensinar a necessidade de perdoarmos mutuamente as ofensas o Senhor Jesus já havia deixado bem claro que esta é uma característica do cristão verdadeiro. Desse modo, o "pão nosso de cada dia" deseja que você pense neste dia sobre a necessidade e o dever que temos de perdoar aqueles que nos ofendem e assim, caso seja necessário, coloque em prática esta marca do caráter do cristão.

Ao ensinar como devemos orar (Mt 6.5-15 – “... E, quando orardes, não sejais como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes...)

Jesus declara que não temos direito de pedir perdão a Deus se não estamos dispostos a perdoar os que nos ofendem.

Você perdoa facilmente os que te ofendem ou magoam?

É necessário encararmos de frente, e com toda sinceridade, todos os ressentimentos que estivermos abrigando contra alguém. O que desejo mostrar é que o perdão vertical (no relacionamento com Deus) só poderá ser alcançado se praticarmos o perdão horizontal (no relacionamento com o homem). Isto não pode ser esquecido.

E para que estejamos motivados a perdoar basta que meditemos sobre como Deus nos perdoa e a medida em que pudermos enxergar o perdão divino a nós dirigido, também teremos capacidade para perdoar os outros. Não podemos inverter a ordem das coisas pensando que o perdão ao semelhante é a base para o perdão divino.

A ação humana de perdoar não dirige a ação divina de perdoar. Por outro lado, quando não perdoamos, o que acontece em nosso relacionamento com Deus? E se Deus não perdoa alguém que não é capaz de perdoar o faz porque é justo. A dinâmica do perdoar exige capacidade de amar.

O amor sim é o que nos capacita a perdoar e nele encontramos as condições para exercer a reconciliação quando somos os ofensores e o perdão quando somos os ofendidos. A responsabilidade cristã de perdoar não está limitada por um número de vezes e o Senhor fica indignado quando nos esquecemos do perdão que Deus nos oferece e não nos dispomos a amar o semelhante através do gesto do perdão. Ele diz que seremos castigados pelo Pai celestial (Mt 18.22-35)

Negar o perdão é uma atitude hipócrita e Deus não ouvirá a oração de um hipócrita.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


domingo, 10 de dezembro de 2017

DEUS NOS ENSINA COMO PERDOAR AS OFENSAS

Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. (Ef.4.32)

Suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. (Cl.3.13)

Antes do apóstolo Paulo mencionar e ensinar a necessidade de perdoarmos mutuamente as ofensas o Senhor Jesus já havia deixado bem claro que esta é uma característica do cristão verdadeiro. Desse modo, o "pão nosso de cada dia" deseja que você pense neste dia sobre a necessidade e o dever que temos de perdoar aqueles que nos ofendem e assim, caso seja necessário, coloque em prática esta marca do caráter do cristão.

Ao ensinar como devemos orar (Mateus 6.5-15 – “... E, quando orardes, não sejais como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes...)

Jesus declara que não temos direito de pedir perdão a Deus se não estamos dispostos a perdoar os que nos ofendem.

Você perdoa facilmente os que te ofendem ou magoam?
É necessário encararmos de frente, e com toda sinceridade, todos os ressentimentos que estivermos abrigando contra alguém. O que desejo mostrar é que o perdão vertical (no relacionamento com Deus) só poderá ser alcançado se praticarmos o perdão horizontal (no relacionamento com o homem). Isto não pode ser esquecido.

E para que estejamos motivados a perdoar basta que meditemos sobre como Deus nos perdoa e a medida em que pudermos enxergar o perdão divino a nós dirigido, também teremos capacidade para perdoar os outros. Não podemos inverter a ordem das coisas pensando que o perdão ao semelhante é a base para o perdão divino.

A ação humana de perdoar não dirige a ação divina de perdoar. Por outro lado, quando não perdoamos, o que acontece em nosso relacionamento com Deus? E se Deus não perdoa alguém que não é capaz de perdoar o faz porque é justo. A dinâmica do perdoar exige capacidade de amar.

O amor sim é o que nos capacita a perdoar e nele encontramos as condições para exercer a reconciliação quando somos os ofensores e o perdão quando somos os ofendidos. A responsabilidade cristã de perdoar não está limitada por um número de vezes e o Senhor fica indignado quando nos esquecemos do perdão que Deus nos oferece e não nos dispomos a amar o semelhante através do gesto do perdão. Ele diz que seremos castigados pelo Pai celestial (Mateus 18.22-35)

Negar o perdão é uma atitude hipócrita e Deus não ouvirá a oração de um hipócrita.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 27 de maio de 2014

Jesus Cristo, o nosso pão diário

Graças ao nosso bom, amado, maravilhoso, majestoso, poderoso e grandioso Deus Pai, Filho e Espírito Santo, declaramos pela fé em Jesus Cristo, nosso Eterno Salvador, que todos os dias seremos renovados, transformados e saciados por meio da Sua Palavra e de Sua presença em nossas vidas. 

Em Mateus 6.9-13 Jesus ensina aos Seus discípulos a oração modelo do Pai- nosso: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos induzas à tentação, mas livra-nos do mal; porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém!

Nessa oração, Jesus Cristo nos transmite ensinos preciosos. Ele nos incentiva a crer que Deus nunca deixará faltar a provisão para nossas vidas, e instrui-nos a sermos totalmente dependentes de Sua pessoa. Assim, devemos confiar que o Senhor nos abastecerá e também a nossa família diariamente. Não faltará nada, pois Ele é o Jeová Jireh, o Deus que supre nossas necessidades física, espiritual, emocional e material. 

Que as experiências que vivenciarmos diariamente com o Senhor nos ensinem a depender, a esperar, a confiar e a descansar em Deus, a exemplo do rei Davi. O Salmo 55, por exemplo, apresenta-nos um Davi aflito e angustiado, mas confiante no Senhor, conforme relata o versículo 22: Lança o teu cuidado sobre o SENHOR, e ele te susterá; nunca permitirá que o justo seja abalado.

Se seguirmos o exemplo do salmista e mantivermos uma atitude de confiança no Senhor, conforme Davi sinaliza, não viveremos excessivamente ansiosos, estressados o tempo todo, nem cederemos à incredulidade, ao medo e à insegurança. A mágoa, o ressentimento, o egoísmo e a mesquinhez não farão parte do nosso ser, pois Deus está no controle de nossas vidas. Pelo contrário, estaremos submissos à Sua vontade e ao Seu senhorio.

Deus é o Senhor dos nossos projetos, dos nossos relacionamentos, do nosso casamento, dos nossos filhos, do nosso ministério, das nossas finanças, da nossa saúde, da nossa alma, do nosso corpo e do nosso espírito. É o que nos aconselha Provérbios 16.3: Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos.

Jesus Cristo, o pão da presença, está conosco em todos os momentos, conforme Ele mesmo assegura em Mateus 28.20: Estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém! Portanto, tudo de que precisarmos para nossa sobrevivência, Ele suprirá, pois cremos que Sua bondade e misericórdia nos seguirão todos os dias de nossas vidas.

Que a cada amanhecer você seja surpreendido pela provisão do Senhor, e que Deus o abençoe com o Seu amor, pois Ele é fiel!

Pra Elizete Malafaia

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz