"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

AS ARMAS DE NOSSA MILÍCIA

Jamais teríamos condições de conhecer os ardis do nosso adversário, sua astúcia e forma de combate. Mas Deus sabe como ele trabalha e o que devemos fazer para destruir seus dardos inflamados.

TODA E QUALQUER ESTRATÉGIA MILITAR para uma guerra, ainda que de pequena dimensão, inclui o conhecimento do poder de fogo do adversário. Disso depende o êxito da empreitada.

Faz-se necessário também conhecer de antemão os pontos fracos e fortes do inimigo. As nações mais poderosas do planeta usam satélites espiões que informam qualquer movimento do adversário. Com isso, avaliam a conveniência de atacar pelos flancos, pela direita, pela esquerda, pelos ares, por terra ou pelas águas. Se o inimigo possui lançadores de mísseis de longo alcance, urge que essas fortalezas sejam destruídas logo no início do combate. O aparato bélico precisa ser mortífero, com poder de destruição superior ao do inimigo. Assassinos dispostos a matar ou morrer, munidos de AR-15, não podem ser enfrentados com policiais armados com revólveres 38.

A Igreja de Cristo trava uma batalha constante contra o diabo, nosso adversário invisível e poderoso: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1 Pe 5.8). A sobriedade (sóbrio = grego sõphrõn) diz respeito ao autodomínio, equilíbrio, mente sã.

A batalha está deflagrada desde o princípio. Não há como fugir a essa realidade. A partir do momento em que nos alistamos como soldados de Cristo, assumimos a posição de combate e de firme resistência. O adversário “busca a quem possa tragar”.

Os leões, por instinto, possuem uma estratégia para atacar uma manada. Espreitam aquela caça desprevenida, descuidada, menos atenta, mais afastada do rebanho. E atacam com fúria e certeza de sucesso. O diabo busca as presas mais vulneráveis.

Jamais teríamos condições de conhecer os ardis do nosso adversário, sua astúcia e forma de combate. Mas Deus sabe como ele trabalha e o que devemos fazer para destruir seus mísseis incendiários.

“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo”(Ef 6.11). Ele age com astúcia, isto é, pela força do engano, como hábil enganador.

A armadura precisa ser completa: “toda a armadura”. Não apenas uma parte dela. Um soldado não enfrenta um bandido armado apenas com o cassetete, ou apenas com uma arma de fogo. Deve usar a armadura no seu todo, como faziam os antigos soldados romanos. É assim que Deus quer que façamos. O inimigo é perigoso. Não fosse, Deus não nos faria advertência tão cuidadosa.

“Porque não temos que lutar contra carne e sangue; mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes as trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”(v.12). A nossa luta não é contra pessoas visíveis. Seria até mais fácil. O conflito espiritual é contra Satanás e uma multidão de espíritos malignos. Estamos engajados nessa luta.

“Porque as armas de nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas” (2 Co 10.4).

A nossa vitória foi obtida na cruz, pelo próprio Cristo, que nos redimiu do domínio do maligno. Porém, trava-se dentro de nós uma luta contra os desejos corruptos, os prazeres ímpios do mundo, as tentações e contra as forças do mal. Deus nos indica a estratégia que devemos seguir. Precisamos estar com a verdade e a justiça; ter a fé como escudo para apagar “os dardos inflamados do inimigo”; usar a “espada do Espírito, que é a palavra de Deus”, vigiando e orando. (Ef 6.14-18).

Temos nessa relação armas de defesa e de ataque. A espada, simbolizando a Palavra, é arma de ataque e de defesa. No deserto, Satanás usou da palavra para tentar dobrar Jesus. Com a mesma Palavra, Jesus rebateu e o expulsou de sua presença (Mt 4.1-10). Portanto, convém que saibamos manejar bem essa espada. Os soldados conhecem suas armas por dentro e por fora: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.15).

O poder das trevas é constituído de uma multidão muito bem organizada. É o império do mal com suas categorias e ordens. Cristo nos livrou desse poder, “em que noutro tempo andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência” (Ef 2.2).

Cristo outorgou poderes à Igreja para em Seu nome expulsar demônios (Mc 16.17). Agimos por procuração. O poder está no outorgante. Para os que crêem, o nome de Jesus tem efeito devastador; é como uma bomba lançada sobre as hostes inimigas. Agimos como soldados sob as ordens do Leão da Tribo de Judá, o Senhor dos senhores:

“Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo” (2 Tm 2.3). Como soldados, estamos dispostos a sofrer, a enfrentar adversidades; a viver uma vida de renúncia, de rígida disciplina e de árduo trabalho. Não há como retroceder. Só os fracos fogem à luta.

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 3 de maio de 2017

AS ARMAS DE NOSSA MILÍCIA

Jamais teríamos condições de conhecer os ardis do nosso adversário, sua astúcia e forma de combate. Mas Deus sabe como ele trabalha e o que devemos fazer para destruir seus mísseis incendiários.

TODA E QUALQUER ESTRATÉGIA MILITAR para uma guerra, ainda que de pequena dimensão, inclui o conhecimento do poder de fogo do adversário. Disso depende o êxito da empreitada.

Faz-se necessário também conhecer de antemão os pontos fracos e fortes do inimigo. As nações mais poderosas do planeta usam satélites espiões que informam qualquer movimento do adversário. Com isso, avaliam a conveniência de atacar pelos flancos, pela direita, pela esquerda, pelos ares, por terra ou pelas águas.

Se o inimigo possui lançadores de mísseis de longo alcance, urge que essas fortalezas sejam destruídas logo no início do combate. O aparato bélico precisa ser mortífero, com poder de destruição superior ao do inimigo. Assassinos dispostos a matar ou morrer, munidos de AR-15, não podem ser enfrentados com policiais armados com revólveres 38.

A Igreja de Cristo trava uma batalha constante contra o diabo, nosso adversário invisível e poderoso: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1 Pe 5.8). A sobriedade (sóbrio = grego sõphrõn) diz respeito ao autodomínio, equilíbrio, mente sã.

A batalha está deflagrada desde o princípio. Não há como fugir a essa realidade. A partir do momento em que nos alistamos como soldados de Cristo, assumimos a posição de combate e de firme resistência. O adversário “busca a quem possa tragar”.

Os leões, por instinto, possuem uma estratégia para atacar uma manada. Espreitam aquela caça desprevenida, descuidada, menos atenta, mais afastada do rebanho. E atacam com fúria e certeza de sucesso. O diabo busca as presas mais vulneráveis.

Jamais teríamos condições de conhecer os ardis do nosso adversário, sua astúcia e forma de combate. Mas Deus sabe como ele trabalha e o que devemos fazer para destruir seus mísseis incendiários.

“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo”(Ef 6.11). Ele age com astúcia, isto é, pela força do engano, como hábil enganador. A armadura precisa ser completa: “toda a armadura”. Não apenas uma parte dela. Um soldado não enfrenta um bandido armado apenas com o cassetete, ou apenas com uma arma de fogo. Deve usar a armadura no seu todo, como faziam os antigos soldados romanos. É assim que Deus quer que façamos. O inimigo é perigoso. Não fosse, Deus não nos faria advertência tão cuidadosa.

“Porque não temos que lutar contra carne e sangue; mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes as trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”(v.12). A nossa luta não é contra pessoas visíveis. Seria até mais fácil. O conflito espiritual é contra Satanás e uma multidão de espíritos malignos. Estamos engajados nessa luta.

“Porque as armas de nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas” (2 Co 10.4).

A nossa vitória foi obtida na cruz, pelo próprio Cristo, que nos redimiu do domínio do maligno. Porém, trava-se dentro de nós uma luta contra os desejos corruptos, os prazeres ímpios do mundo, as tentações e contra as forças do mal.

Deus nos indica a estratégia que devemos seguir. Precisamos estar com a verdade e a justiça; ter a fé como escudo para apagar “os dardos inflamados do inimigo”;usar a “espada do Espírito, que é a palavra de Deus”, vigiando e orando. (Ef 6.14-18).

Temos nessa relação armas de defesa e de ataque. A espada, simbolizando a Palavra, é arma de ataque e de defesa. No deserto, Satanás usou da palavra para tentar dobrar Jesus. Com a mesma Palavra, Jesus rebateu e o expulsou de sua presença (Mt 4.1-10). Portanto, convém que saibamos manejar bem essa espada. Os soldados conhecem suas armas por dentro e por fora: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.15).

O poder das trevas é constituído de uma multidão muito bem organizada. É o império do mal com suas categorias e ordens. Cristo nos livrou desse poder, “em que noutro tempo andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência” (Ef 2.2).

Cristo outorgou poderes à Igreja para em Seu nome expulsar demônios (Mc 16.17). Agimos por procuração. O poder está no outorgante. Para os que crêem, o nome de Jesus tem efeito devastador; é como um míssil lançado sobre as hostes inimigas. Agimos como soldados sob as ordens do Leão da Tribo de Judá, o Senhor dos senhores:

“Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo” (2 Tm 2.3). Como soldados, estamos dispostos a sofrer, a enfrentar adversidades; a viver uma vida de renúncia, de rígida disciplina e de árduo trabalho. Não há como retroceder. Só os fracos fogem à luta.

“A luta é combate que os fracos abate, que os fortes, os bravos só pode exaltar” (Gonçalves Dias). Não há fraqueza ao que luta destemido nessa batalha. Mas se houver fraqueza, devemos nos gloriar nelas, para que em nós habite o poder de Cristo. E diz o apóstolo: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco então sou forte” (2 Co 12.9-10).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Destruindo fortalezas com Cristo

“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição de fortalezas; destruindo conceitos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando todo pensamento cativo em obediências à Cristo”. (2Co. 10:4-5)

As fortalezas inimigas são invisíveis, mas são reais, elas existem. 

O fato da mente humana ser um dos, se não o maior campo de batalha existencial é comumente aceitos por todos, pastores, obreiros, e demais pregadores e estudiosos da palavra de Deus. Mas, talvez o que não tenha ficado muito claro é exatamente o porque desta afirmação. A resposta é muito simples “A mente é o órgão de controle geral do ser humano, quem a controlar, controlará também todo seu corpo”: 

Definição de Fortaleza inimiga:
“Um padrão forte e resistente de conceitos e valores inconscientes, gerando pensamentos, sentimentos e comportamentos contrários ao plano, propósito e prática de Deus para vida do homem” 

Você precisa saber que você não está desarmado e indefeso nesta guerra; pois as armas que Deus nos deu não são carnais, elas não são físicas, elas são espirituais. Deus projetou o maior, melhor e mais poderoso arsenal de guerra do universo: 

As armas de nossa milícia (guerra). As armas que Deus nos deu são PODEROSAS em Deus. 

Para que? Para destruição de Fortalezas inimigas. 

Vejam, elas são construídas com um objetivo especifico, contra o plano e propósito e prática de Deus para vida do homem 

Onde as fortalezas inimigas se localizam?
Na mente humana! Veja 2Co. 11:3; 4:4; Col 1:21 Nela ou você vence ou é vencido pelo engano do inimigo. 

Independentes de sermos cristãos ou não, todos têm que passar pela renovação da mente, destruindo todas as fortalezas inimigas existentes nela, para que possamos saber qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para as nossas vidas conforme  (Rm 12:1-3) 

O texto de base supracitado diz que Deus nos deu as armas mais poderosas do universo.

Para que? Para destruição de fortalezas inimigas. 

Exemplos de Fortalezas Inimigas:
1) Fortaleza da morte espiritual (Ef. 2:1; Jo 5:24)  
2) Fortaleza Falta de conhecimento ( Mat. 22:29; Os. 4:6b)
3) Fortalezas Prostituição; Adultério; Homossexualismo; Medo;  Insegurança; Depressão; Pânico; (I Cor 6:9; 5:9-11; 10:8; Lev 18:6; Ap. 21:8; II Pe. 2:14)...etc.

Exemplos de uso das Armas Poderosas em Deus: A Palavra de Deus
1) Jesus x Diabo: Mat 4 Disse Jesus diante das investidas do inimigo ESTÁ ESCRITO...
2) Paulo x espírito de adivinhação: At 16:18 ( O Nome de Jesus)
3) Pedro x espírito de Morte: At 9:40 ( O Nome de Jesus)
4) Paulo e Silas na prisão: At 16:25 (Louvor”Deus habita no meio dos louvores)
5) Pedro e João x Aleijado de nascença: At 3:6 (O Nome de Jesus)
6) Pedro x Enfermidade de Eneias: At 9:34 ( O Nome de Jesus)

E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão. (Marcos 16:17-18) 

Conclusão:
Deus disse: Jeremias 31:33; Hebreus 8:10; 10:16  Porque este é o conserto (aliança; pacto; testamento) que farei com a casa de Israel, diz o Senhor; porei as minhas Leis no seu entendimento (mente), e em seu coração (espírito) as escreverei; e eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo

De fato está é a vontade de Deus para vida de seu povo! Mas, é preciso fazer a nossa parte, ou seja, amar a palavra de Deus, nela meditar de dia e de noite. Só então começaremos a crescer, crescer... tornando-nos a cada dia mais parecidos com o Pai

É preciso impregnarmos nossas mentes com sua palavra, afim de que ela possa nos transformar, estabelecendo um novo padrão de pensamentos à semelhança da mente de cristo 

Ev. Adélio Morais 

Por Litrazini

Graça e Paz