"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 12 de agosto de 2024

QUEM ESTA COM O SENHOR NUNCA ESTÁ SÓ

Na cruz, Jesus sentiu-se desamparado. Paulo viu-se sozinho numa prisão de Roma.

João passou seus últimos dias exilado na ilha de Patmos.

Jesus tinha necessidade de ficar só de vez em quando e procurava lugares desertos para orar.

Nós também podemos ter esses momentos de isolamento, tão propícios ao descanso e reflexão.

Mesmo cercados de muitas pessoas, se não tiver determinada importância ou proximidade conosco, seremos solitários.

“Sou como o pelicano no deserto, como a coruja nas ruínas” (Sl. 102.6).

Ser religioso não deixa ninguém menos só.

Não podemos forjar uma relação com o Senhor para compensar a falta de laços satisfatórios com outras pessoas.

Não seria uma comunhão espiritual saudável, mas uma compensação.

A solidão é um fardo pesado, mergulha-se num estado crônico de depressão, a auto estima desaba, a busca de relacionamentos com ansiedade acaba por afastar as pessoas, originando auto piedade e desespero.

Daí, tentam esconder-se no trabalho, numa vida social intensa, nas drogas, no álcool, alguns, até tentam o suicídio.

Nenhuma solidão resiste a um companheirismo sincero e desinteressado com o Senhor.

Quem está com Ele nunca se encontra totalmente só.

“... Se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá.” (Sl. 27.10).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FECHADO PARA BALANÇO


“Ó Deus, examina-me e conhece o meu coração! Prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum pecado e guia-me pelo caminho eterno” Sl. 139.23-24. 

Vejo com frequência durante o ano algumas placas em estabelecimentos comerciais, tais como: “sob nova direção”, “Estamos em obras” ou “volto logo”, mas só no final de ano e início de um novo observo uma outra placa, “fechado para balanço”. 

Parece que durante o ano o que domina é a ação, a mudança, reformas, ampliações; uma saída rápida até é permitida, mas tem que voltar logo. 

Mas na passagem para um novo ano, depois de toda correria, tem que fechar para balanço. 

Um tempo de avaliação, de contagem, de acertos e de conclusões, positivas ou negativas, de lucros ou perdas. 

Parada necessária, para projetar o novo ano que está começando. Isto me parece muito sensato, sábio e prudente e posso aplicar também na minha vida. 

Depois de um ano de correria, ação, consertos, obras, reformas, conquistas, derrotas, acertos e erros, acho que é tempo de reflexão, tempo de quietude diante de Deus, tempo de sondagem de alma; depois de tanta agitação é bom parar um pouco para pensar, repensar e tomar decisões, e talvez novos rumos, que realmente venham fazer diferença no novo ano, neste momento cabe, seguir o conselho do profeta Jeremias. “Assente-se solitário e fique em silêncio...” (Lm.3.28) 

Pois algumas perguntas precisam ser respondidas neste tempo, entre elas: 

Como vai minha vida com Deus? 

Como vai minha comunhão com meus irmãos? 

Como está minha família? 

O que tenho feito com os talentos e dons que tenho recebido de Deus? 

Que Deus nos ajude a separar um tempo e “fechar” para fazer um balanço, amplo, total e irrestrito de nossa vida, com certeza haverá muita coisa para ser ajustada. 

“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?”Lc.14.28

Espero que tenha um final de ano com muita reflexão para um novo ano de muita ação. 

Pr. Ronaldo Cabrera 

Por Litrazini

Graça e Paz


sábado, 20 de outubro de 2012

O Poder de Deus


Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam [...] a incomparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, conforme a atuação da sua poderosa força. Esse poder ele exerceu em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o assentar-se à sua direita, nas regiões celestiais. Efésios 1.18-20

O primeiro capítulo da Carta aos Efésios pode ser dividido em duas partes. Na primeira, Paulo bendiz a Deus por nos abençoar em Cristo.

Na segunda, ele ora para que Deus abra os nossos olhos para enxergarmos a plenitude dessa bênção.

Louvor e oração devem sempre andar juntos.

Alguns cristãos oram apenas por novas bênçãos, e esquecem as bênçãos que já receberam. Outros enfatizam que já receberam todas as bênçãos espirituais em Cristo, e não se interessam por nenhuma outra. As duas posições são incorretas.

Paulo ora especificamente para que os efésios conheçam (tanto através do entendimento como pela experiência) a esperança para a qual Deus os chamou, as riquezas da sua gloriosa herança e a incomparável grandeza do seu poder.

A ênfase de Paulo está no poder de Deus. Ele tem tanta certeza da suficiência do poder de Deus que emprega várias palavras para expressar a “incomparável grandeza do seu poder”.
 
Como eles conheciam esse poder?

Porque ele foi demonstrado publicamente na ressurreição, na glorificação e na coroação de Cristo. Esse grande poder, que Deus exerceu em Cristo, está agora disponível a nós.

O principal apelo na oração de Paulo é para que seus leitores possam ter um conhecimento completo do chamado, da herança e, de maneira especial, do poder de Deus.

Mas como ele espera que sua oração seja respondida?

Primeiro, por meio da iluminação do Espírito Santo, que é “o Espírito de sabedoria e de revelação” (v. 17) em nosso conhecimento de Cristo.

E segundo, através da reflexão acerca da revelação objetiva do poder de Deus na ressurreição e na exaltação de Jesus.

Podemos notar mais uma vez a saudável combinação de revelação e iluminação, história e experiência, Cristo e o Espírito Santo.

Por isso, ouvindo eu também a fé que entre vós há no Senhor Jesus, e o vosso amor para com todos os santos, Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações: Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos;
E qual a sobre excelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus. 


Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;

E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, Que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos. Efésios 1.15-23

Retirada de A Bíblia Toda, o Ano Todo (Editora Ultimato, 2007).

Por Litrazini



Graça e Paz