"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O QUE VOCÊ FARIA SE FOSSE JULGAR O PRÓPRIO FILHO?

Imagine se você vivesse na Roma Antiga, e fosse pai de Nero - um dos homens mais cruéis da História. Ele assassinou a própria mãe e mandou incendiar Roma, culpando por este último delito os cristãos.

Imagine, agora, que Nero estivesse no banco dos réus. E, você, além de pai, tivesse de atuar como o seu juiz. Que terrível dilema! Na qualidade de magistrado, teria de condená-lo; como pai, seria impossível deixar de amá-lo. De que forma aplicar a justiça sem ferir o amor? Condenando a seu filho, você resolveria o problema da justiça. Mas não lhe teria dado nenhuma prova de amor.

Como resolver esse impasse?

Foi exatamente isso que aconteceu quando Adão quebrantou a ordenança divina no Éden. Em conseqüência de seu pecado, caber-lhe-ia uma única sentença: a morte. Porém, o Justo Juiz não queria que o homem se perdesse. Como, pois aplicar a justiça a quem se ama tão profundamente?

Como pai e juiz de Nero, você só teria uma saída. Condená-lo. E, em seguida, oferecer-se para cumprir a pena em lugar dele. Mas, e se Nero continuasse a praticar seus crimes? Seu sacrifício não teria valor!

Deus agiu precisamente assim. Por justiça, condenou o pecador. Porém, ofereceu a Jesus Cristo, seu Único Filho, para morrer em lugar do homem.

Jamais houve maior prova de amor do que esta.

Porque Deus amou a mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).

Este é o Plano de Salvação que a Bíblia nos apresenta. Você e eu somos pecadores e, por isso, merecemos a morte. Todavia Jesus morreu em nosso lugar.

E, para livrar-se da condenação eterna,  precisamos:

1 - Reconhecer que é um pecador;

2 - Crer na morte expiatória de Jesus;

3 - Confessá-lo como seu Único e suficiente Salvador.

Esta é a sua grande oportunidade. A DECISÃO É SUA. O VEREDICTO É DE DEUS.

Transcrito

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quarta-feira, 27 de março de 2013

Páscoa? O que é a Páscoa de fato


Páscoa no hebraico é pessach que significa passagem ou passar por cima: “... é a páscoa do Senhor"(Ex.12:11), "Porque o Senhor passará para ferir os egípcios..."(Ex.12:23), "É o sacrifício da páscoa ao Senhor que passou por cima das casas dos filhos de Israel..." (Ex.12:27). Primeiro ela foi instituída pelo próprio Deus – Êxodo 12.

A Páscoa é na verdade uma festa comemorativa para lembrar do tempo em que Deus livrou o povo de Israel do cativeiro egípcio.

A história é magnífica, conta que estando o povo de Israel cativo no Egito, Deus enviou a Moises para libertar ao seu povo. Mesmo tendo sido Moises criado com o Faraó, este não permitia que o povo de Israel fosse solto, após o Senhor Deus enviar dez pragas sobre o povo egípcio, ainda assim o Faraó não quis libertar o povo, então o Senhor Deus mandou o sétimo e último flagelo sobre os egípcios, onde o anjo da morte viria fazer justiça, matando os primogênitos do Egito, e passaria por cima da casa dos israelitas e o mal não lhe atingiria. Desde que, aspergissem o sangue de um cordeiro novo e limpo, sobre os as portas das casas.

Os elemento da Páscoa eram:

1. O Cordeiro – representa o próprio Senhor Jesus que foi morto e derramou seu sangue por nossos pecados.
2. Pães Asmos – Pão sem fermento, fala da necessidade de separação das contaminações.
3. Ervas amargas – Faz menção que quando se estava sob o jugo do diabo, nossa vida eram amargas.

A PÁSCOA DOS CRISTÃOS

Os Judeus tem a sua maneira própria e sagrada de comemorar a Páscoa, pois para eles a Páscoa representa uma lembrança viva de que eles são o povo escolhido por Deus.

Em comparação ao que houve com o povo de Israel, para nós cristãos, esta Páscoa fala da redenção que nos dá o Senhor Jesus, livrando-nos do jugo e da escravidão de Satanás.

Assim como um cordeiro foi sacrificado no dia da páscoa para a libertação dos judeus do Egito, Cristo foi sacrificado para a libertação dos nossos pecados:  “... Ele salvará o seu povo dos pecados deles" (Mt.1:21); "...pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados" (Ap.1:5); "...Cristo, nosso cordeiro pascal, foi imolado" (I Co.5:7). Cristo se fez oferta pelo pecado.

Há uma perfeita identificação entre o pecado do crente e a oferta pelo pecado (Jo.3:14). Esta identificação é ainda mais evidente no Antigo Testamento, pois "a palavra hebraica hattâ't usada para traduzir pecado é derivada de uma forma verbal que significa purificar, de modo que o substantivo significa um sacrifício que obtém a purificação.”

A páscoa foi realizada na sexta-feira. Três dias depois os judeus deveriam comemorar a festa das primícias (Lv.23:12). Esta festa indicava a ressurreição após três dias. O primeiro molho de trigo que fosse colhido, isto é, as primícias, deveria ser movido perante o Senhor (Lv.23:10,11). Este mover do trigo era símbolo da vida que, ao contrário de um animal morto, inerte e sem movimento, se expressa pelo mover da vida (At.17:25,28).

Na ressurreição o corpo de Cristo que estava inerte no túmulo foi movido por Deus e a terra se abalou (Mt.27:51-54; Mt.28:2; Hb.12:26,27). Cristo foi vivificado no espírito (IPe.3:18). Mas a oferta só poderia ser feita após três dias depois da páscoa. Isto tem a ver com a ressurreição que ocorreu somente três dias depois da morte de Cristo.

O local exato da morte de Cristo não se sabe. As Escrituras mencionam o lugar onde Cristo foi crucificado, que se chamava Calvário (Lc.23:33). Em hebraico (aramaico) o nome é Gólgota (Jo.19:17) que significa Lugar da Caveira (Mt.27:33).


Jesus Cristo não poderia ser crucificado fora da Judéia, muito embora tenha sido crucificado fora de Jerusalém (Hb.13:11,12; Jo.19:20; Mt.21:39). A Judéia, local do templo de Salomão, era o local onde Deus havia escolhido para habitar (I Rs.9:3). Com isto Deus queria mostrar que só há um Caminho para a salvação.

Os sacrifícios da páscoa não podiam ser realizados em qualquer lugar, mas somente naquele lugar onde Deus havia determinado.

Os sacrifícios e adoração fora de Jerusalém eram considerados pecado (I Rs.12:25-33; I Rs.13:9,10; I Rs.8:29,33,38,44; Dn.9:3; Jo.4:20).

Walter Souza Borges

Por Litrazini

Graça e Paz