"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

Mostrando postagens com marcador tesouros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tesouros. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de março de 2022

INTIMIDADE COM DEUS

Algumas das melhores verdades de Deus, como tesouros inestimáveis, acham-se escondidas em profundida­des tais, que muitas pessoas nunca dão o tempo necessário para procurá-las e encontrá-las.

Que per­da para nós! Com paciência e graciosamente ele está à espera para revelar as percepções e as dimen­sões da verdade àqueles que se dispõem ao menos a sondar, a examinar, a meditar.

Tal procura não é simplesmente uma busca inte­lectual. Os caminhos de Deus não são descobertos através dos métodos de pesquisa normais e humanísticos.

Poderás descobrir as coisas profundas de Deus, ou des­cobrir perfeitamente o Todo-Poderoso? Como as altu­ras do céu é a sua sabedoria; que poderás tu fazer? Mais profunda é ela do que o Seol; que poderás tu saber? - Jó 11:7-8 (AR-IBP)

Mesmo sendo tão importantes e intrigantes co­mo as coisas profundas de Deus devem ser, elas resistem totalmente a qualquer tentativa de ser des­cobertas pelos meios naturais de nossas mentes.

Ele reserva essas coisas para aqueles cujos cora­ções são totalmente dele... para aqueles que reser­vam tempo suficiente para buscar sua face. Somente desse modo pode haver intimidade com o Todo-Poderoso.

Porém, só uma preciosa minoria nesta era agita­da e tumultuada tem procurado essa intimidade.

Porém, na maioria dos casos temos nos tornado um grupo de pessoas que se parece mais com o estouro de uma boiada do que com um rebanho de Deus junto a pastos verdejantes e águas tranquilas.

Nos­sos antepassados souberam — ao que parece — co­municar-se intimamente com o Todo-Poderoso... mas e nós, sabemos?

Temos de aprender de novo a pensar em profundidade, a prestar culto de uma maneira significativa, a meditar sem pressa algu­ma.

Ninguém está apto a ir às profundezas a menos que esteja saturado com o superficial.

Extraído do Livro Intimidade com o Todo Poderoso de Charles R. Swindoll

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

JESUS É O LÍDER PERFEITO

Jesus é a chave que abre todos os tesouros escondidos do conhecimento e da sabedoria que vêm de Deus (Cl 2: 2b-3; NTLH). Assim, se quisermos entender o que Deus ensina sobre o tema da liderança, precisamos partir do Cabeça, do chefe da Igreja, que é o líder perfeito.

“Vai lavar os meus pés, Senhor?”, questiona um Pedro escandalizado com seu Mestre e Senhor (Jo 13: 6b). O escândalo de Pedro é explicado pelo contexto cultural de seu tempo. Apenas os servos, os escravos da casa, lavavam os pés dos visitantes.

Nessa cena é muito bom saber que Jesus não precisa vestir a máscara da falsa modéstia com a qual tantos líderes cristãos hoje escondem suas lutas internas contra a própria vaidade. “Vocês me chamam de “Mestre” e de “Senhor” e têm razão, pois eu sou mesmo”, diz Jesus (v.13).

É comum a autoafirmação de nossos líderes apoiada em títulos acadêmicos e ministeriais. Desde “doutores”, “apóstolos” até “reverendos” e passando também pelos que se apresentam como “servos”, “criados” e “seu humilde conservo de Jesus”, extremos em que a Igreja apenas revela sua falta de maturidade no uso devido de quaisquer títulos.

Enquanto muitos ostentam ou escondem-se atrás dessas qualificações, a verdade é que a metade dos pastores no Brasil nunca leu a Bíblia inteira uma vez sequer e apenas 20% dos demais cristãos a leram inteira uma única vez.

Deveria ser inaceitável termos pastores em nossos púlpitos que não fossem profundos conhecedores da Palavra, assim como é obviamente inaceitável termos à mesa de cirurgia médicos que não dominem tesouras, bisturis e pinças.

Para escândalo da Igreja, aquele que realmente É ajoelha-se diante de nós e nos lava os pés cheios dessa sujeira do mundo. E é preciso que façamos o mesmo, oferecendo-nos como exemplo, segundo o exemplo daquele que é Mestre e Senhor.

A autoridade do líder não se encontra nos títulos que apresenta ou no cargo que ele ocupa, mas na vida que ele nos oferece. Se o líder não lê, não estuda, não busca a Palavra de Deus, não é de se admirar que o povo seja tão ignorante das verdades contidas na Bíblia.

Sei que uma leitura esquerdista monopolizou durante décadas a passagem do lava pés como um exemplo subserviência daquele que tem o poder ao que não tem. Nada mais distante e distorcido do que essa interpretação marxista adotada pela Teologia da Libertação.

O lava pés, em seu contexto evangélico, não é o ato de quem se esquece de sua dignidade e posição, nem uma atitude coagida por lei humana ou pelo Estado, mas, ao contrário, é resultado do amor livre de Jesus pela Igreja.

O líder que precisamos dentro de nossas casas, igrejas e Governo é aquele que dá o exemplo a todos por seu próprio sacrifício pelas ovelhas de Cristo. É urgente que tenhamos líderes que lavem os pés da Igreja com a água santificadora do Evangelho.

ENSINO 1: O LÍDER É AQUELE QUE SERVE AO OUTRO, COLOCANDO A SI MESMO COMO EXEMPLO PARA OS SEUS LIDERADOS!

Fábio Ribas 

Por Litrazini
Graça e Paz


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

HABITANTES TEMPORÁRIOS

Uma vez que vocês chamam Pai aquele que julga imparcialmente as obras de cada um, portem-se com temor durante a jornada terrena de vocês. (1 Pedro 1.17) 

Pedro quer dizer: “Por ter um Pai que não tem favoritismo, viva a sua vida durante o tempo da sua peregrinação na terra com temor”. Em outras palavras, você deve temer o Pai. Você não deve temê-lo porque ele o punirá – forma como os ímpios e até mesmo o Maligno o temem. Mas você deve temer que ele o deixe e tire a sua mão protetora, assim como um filho piedoso estaria com medo de deixar o pai irado e de fazer algo que o desagradasse.

Deus deseja que você tenha esse tipo de temor para que se resguarde do pecado e sirva ao seu próximo enquanto viver aqui na terra.

Se você é um cristão sincero, você tem todos os tesouros de Deus e é um filho de Deus. O restante da sua vida na terra é meramente uma peregrinação. Deus lhe permite viver neste corpo e andar nesta terra para que você possa ajudar outras pessoas e possa trazê-las para o céu.

Portanto, devemos usufruir de todas as coisas na terra apenas como hóspedes que viajam para o outro lado do país e ficam em um hotel. Eles passam a noite lá e se utilizam apenas do alimento e dos aposentos do proprietário. Eles não reivindicam que a propriedade do hotel agora pertença a eles.

É assim que devemos lidar com as posses materiais – como se elas não pertencessem a nós. Nós devemos desfrutar apenas do que for necessário para manter os nossos corpos e usar o restante para ajudar o nosso próximo.

De forma semelhante, a vida cristã é como ser um hóspede que veio apenas para passar a noite. “Pois não temos aqui nenhuma cidade permanente” (Hb 13.14), mas devemos ir para o nosso Pai no céu.

Essa é a razão pela qual Pedro diz que não devemos nos comportar de modo descontrolado, mas viver em temor. 

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

A RENÚNCIA É A CHAVE QUE ABRE OS COFRES DE DEUS

A renúncia é a chave que abre os cofres de Deus que contêm os seus melhores e mais profundos tesouros.

Bem, acontece que há algo bastante impopular na geração de hoje! Eu posso até ver quem esteja franzindo as sobrancelhas, e com certa indignação dizendo: "Renúncia? Não brinque comigo!" Quem é que é encorajado a renunciar qualquer coisa nes­tes dias de hoje? Se eu mencionasse algumas áreas, eis as respostas que eu ouviria:

- Renuncie os seus direitos “Você está brincando? Eu vou é entrar com um processo na justiça!”
- Renuncie o seu futuro - “Não dá! Já tomei as minhas decisões.”
- Renuncie a sua vontade - “Não eu! Eu não me rendo a ninguém.”
- Renuncie os seus sonhos - “Nunca! Depois de tanto que eu trabalhei!”
- Renuncie o seu companheiro - “Eu? É a minha vida!”
- Renuncie as suas finanças - “O quê? Tenho planos de me aposentar!”

Nós temos criado uma geração de rapazes e moças que são obstinados, briguentos, indepen­dentes. Renúncia é uma palavra que não está no seu vocabulário. É pena, pois a renúncia é a chave que abre os cofres de Deus que contêm os seus me­lhores e mais profundos tesouros. Com paciência ele espera pela nossa rendição, espera que paremos de lutar contra ele, que permitamos que o seu plano tenha o seu curso normal, que nos voltemos para ele e alcancemos a nossa segurança e realização. Quando ele testemunha o nosso agir assim, passa a revelar-nos a si mesmo e também a sua vontade com uma profundidade muito maior.

Ao longo dos anos eu tenho conhecido o Senhor. Renunciar a minha vontade para me ater ao seu ca­minho era muito mais difícil no início. Quando eu era mais jovem, muitas vezes eu disse que queria que o seu plano se concretizasse; mas eu resistia a ele muito mais do que posso me lembrar, especial­mente quando ele incluía retornos e desaponta­mentos. Finalmente, depois de me cansar de correr atrás das conseqüências de minhas próprias esco­lhas, aos poucos fui percebendo que o caminho de Deus era melhor.

Eu concordei com o que entendi ao ler as seguin­tes palavras num livro que aprendi a apreciar. Até hoje não li nada melhor que descreva a luta do dar e tomar dos meus primeiros anos de vida cristã. São palavras de uma coleção de orações e devoções dos puritanos.

Quando Tu queres me guiar, eu é que me controlo.
Quando Tu queres ser soberano, eu é que dirijo a minha vida.
Quando Tu queres tomar conta de mim, eu me basto.
Quando eu deveria depender de tuas provisões, eu me supro.
Quando eu deveria submeter-me à tua providência, eu faço a minha vontade.
Quando eu deveria ponderar, honrar, e confiar em ti, eu me sirvo.
Eu critico e corrijo as tuas leis para se adequarem a mim.
Em vez de a ti eu busco a aprovação dos homens, e eu sou por natureza um idólatra.
Senhor, o que eu mais quero é levar o meu coração de volta para Ti.

Esta é a confissão honesta de uma vida que ain­da não se rendeu ao Senhor. O que é triste é que, embora estas palavras sejam tão antigas, elas des­crevem a situação de muitos que pertencem à famí­lia de Deus nos dias de hoje.

Extraído do livro Intimidade com o Todo-Poderoso de autoria de Charles R. Swindoll

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

segunda-feira, 16 de junho de 2014

A renúncia é a chave que abre os cofres de Deus

A renúncia é a chave que abre os cofres de Deus que contêm os seus melhores e mais profundos tesouros.

Bem, acontece que há algo bastante impopular na geração de hoje! Eu posso até ver quem esteja franzindo as sobrancelhas, e com certa indignação dizendo: "Renúncia? Não brinque comigo!" Quem é que é encorajado a renunciar qualquer coisa nes­tes dias de hoje? Se eu mencionasse algumas áreas, eis as respostas que eu ouviria:

Renuncie os seus direitos “Você está brincando? Eu vou é entrar com um processo na justiça!”

Renuncie o seu futuro - “Não dá! Já tomei as minhas decisões.”

Renuncie a sua vontade - “Não eu! Eu não me rendo a ninguém.”

Renuncie os seus sonhos - “Nunca! Depois de tanto que eu trabalhei!”

Renuncie o seu companheiro - “Eu? É a minha vida!”

Renuncie as suas finanças - “O quê? Tenho planos de me aposentar!”

Nós temos criado uma geração de rapazes e moças que são obstinados, briguentos, indepen­dentes. Renúncia é uma palavra que não está no seu vocabulário. É pena, pois a renúncia é a chave que abre os cofres de Deus que contêm os seus me­lhores e mais profundos tesouros.

Com paciência ele espera pela nossa rendição, espera que paremos de lutar contra ele, que permitamos que o seu plano tenha o seu curso normal, que nos voltemos para ele e alcancemos a nossa segurança e realização. Quando ele testemunha o nosso agir assim, passa a revelar-nos a si mesmo e também a sua vontade com uma profundidade muito maior.

Ao longo dos anos eu tenho conhecido o Senhor. Renunciar a minha vontade para me ater ao seu ca­minho era muito mais difícil no início. Quando eu era mais jovem, muitas vezes eu disse que queria que o seu plano se concretizasse; mas eu resistia a ele muito mais do que posso me lembrar, especial­mente quando ele incluía retornos e desaponta­mentos.

Finalmente, depois de me cansar de correr atrás das conseqüências de minhas próprias esco­lhas, aos poucos fui percebendo que o caminho de Deus era melhor.

Eu concordei com o que entendi ao ler as seguin­tes palavras num livro que aprendi a apreciar. Até hoje não li nada melhor que descreva a luta do dar e tomar dos meus primeiros anos de vida cristã. São palavras de uma coleção de orações e devoções dos puritanos.

Quando Tu queres me guiar, eu é que me controlo.
Quando Tu queres ser soberano, eu é que dirijo a minha vida.
Quando Tu queres tomar conta de mim, eu me basto.
Quando eu deveria depender de tuas provisões, eu me supro.
Quando eu deveria submeter-me à tua providência, eu faço a minha vontade.
Quando eu deveria ponderar, honrar, e confiar em ti, eu me sirvo.
Eu critico e corrijo as tuas leis para se adequarem a mim.
Em vez de a ti eu busco a aprovação dos homens, e eu sou por natureza um idólatra.
Senhor, o que eu mais quero é levar o meu coração de volta para Ti.13

Esta é a confissão honesta de uma vida que ain­da não se rendeu ao Senhor. O que é triste é que, embora estas palavras sejam tão antigas, elas des­crevem a situação de muitos que pertencem à famí­lia de Deus nos dias de hoje.

Extraído do livro Intimidade com o Todo-Poderoso de autoria de Charles R. Swindoll

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O que buscamos?

Temos que buscar o Senhor, pois nele estão todas as bênçãos mais preciosas. “Em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos.” ( Cl 2. 3.).

Em Colossenses, Paulo apresenta a igreja como um campo riquíssimo. Nesse campo está escondido um grande tesouro. Mas não se trata de um tesouro material, e sim espiritual: Sabedoria e conhecimento.

Quando um recém-convertido ora, normalmente recorre ao trono de Deus em momentos de grandes dificuldades. Assim sendo, buscam a Deus querendo alguma coisa. Isso é bom, e é muito importante.

Deus quer que peçamos a ele as coisas. Contudo, algumas pessoas vêm Cristo apenas como se Ele fosse um armazém, aonde vão com uma lista de compras para obter bênçãos de que precisam.

Entretanto, todos os grandes mistérios, os tesouros de conhecimento, a fonte da alegria total e completa, essência do amor, estão em Cristo, esperando, como um tesouro escondido.

Os que forem sábios venderão tudo que possuem, e comprarão o terreno, para que possam adquirir aquele tesouro.

Moisés afirmou o seguinte: “As cousas encobertas pertencem o Senhor nosso Deus; porém as revelada nos pertencem nós e nossos filhos para sempre.” ( Dt 29. 29.). Existem coisas que todos podem ver nas Escrituras; mas Deus quer levar-nos a uma comunhão tão íntima com ele, que ele possa revelar-nos seus tesouros mais profundos, de sabedoria e conhecimento.

Um tesouro não teria valor algum se fosse de fácil acesso a todos. Assim também, o tesouro espiritual de Deus é alcançado pela busca em oração.

Aprendi já há muitos anos que precisamos esforçar-nos para encontrar os tesouros que Deus deseja mostrar-nos. “Eu amo os que me amam; os que de madrugada me buscam me acharão. Riquezas e honras estão comigo; sim, riquezas duráveis e justiça. Melhor é o meu fruto do que o ouro, do que ouro refinado, e as minhas novidades melhores do que a prata escolhida.” ( Pv. 8.17-19 ).

O cristão preguiçoso não se dispõe a buscar. E nunca penetra nunca plenitude das bênçãos que Deus deseja que ele receba. Para se viver à porta da casa do Senhor é preciso muita disciplina e esforço.

Todos os cristãos sábios devem ter como imperativo para sua vida as seguintes palavras: “Ouvi os ensinos sede sábios, e não o rejeiteis. Feliz o homem que me dá ouvidos, velando dia a dia às minhas portas, esperando à ombreiras da mina entrada. Porque o que me acha, acha a vida, e alcança favor de Senhor. ”(Pv 8.33-35).

Se você não possui uma vida espiritual vibrante, é que ainda não aprendeu a buscar o Senhor.
Se ao estudar a Palavra de Deus não recebe novas revelações da realidade espiritual, então é possível que ainda não tenha entrado na segunda fase da oração: “Buscai e achareis!”

Extraído do livro Oração A chave do Avivamento de Paul Y. Cho

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz