"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

Mostrando postagens com marcador vitórias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vitórias. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de junho de 2025

CORAGEM E PERSISTÊNCIA

Uma pessoa que crê em sua vitória tem no rosto um sorriso de otimismo.

Seus lábios não pronunciam palavras de derrota.

A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto. (Pv 18.21)

Que a sua boca seja um canal para profetizar as promessas de Deus.

Quem confia no Senhor mantém o espírito tranquilo, animado, e não é egoísta.

A confiança em Cristo reflete a determinação nos propósitos.

Porém, há pessoas que não têm esperança.

Consideram que a vida tem mais derrotas do que vitórias.

Desejam segurança espiritual, emocional, física e material, mas não lutam para conquistá-la. 

O ser humano deve compreender que o seu destino está em suas mãos.

Independente de ter sido ou não o responsável pelas suas derrotas no passado:

Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Fp 3.14).

Seja persistente, corajoso, e tome decisões que o levem a uma vida melhor.

Para se sentir realizado nas áreas espiritual, emocional, física e material, é fundamental ter coragem para dizer não à mentira, inveja, egoísmo, preguiça, ao desânimo, incredulidade, falsidade, falta de perdão, prostituição, adultério, legalismo, mau exemplo, ao ciúme;

Coragem para admitir erros, aceitar críticas construtivas e adotar novos métodos de conduzir a vida, desfazendo-se de hábitos nocivos.

É preciso ter coragem para aprender a relacionar-se e ser quem você é, não quem gostaria de ser. 

Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. (1Tm 1.7)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 30 de novembro de 2024

PERDENDO PARA GANHAR

Muitas guerras têm acontecido, algumas muito longas, mas há uma que pode durar toda nossa vida.

É a constante batalha entre nós e o Senhor.

Em nosso coração, desejamos servir e agradar a Deus, mas há algo que nos impede e que luta contra isto.

Quando nos voltamos para o Deus que habita em nosso coração, almejamos ser fiéis e submissos a Ele todo tempo.

Todavia, quando nos voltamos para alma, nossas próprias coisas parecem ser tão importantes, que nossa vontade se torna até mais forte que a do Senhor.

Nesta hora é fácil trocar o Senhor por qualquer outra coisa.

Essa guerra tem a duração da vida da alma e de cada um de nós;

É cheia de batalhas, ora com vitórias para o Senhor, ora com vitórias para nós.

É lógico que queremos vencer.

Porém nesta guerra só vence quem é derrotado pelo Senhor.

Por isto precisamos prosseguir, almejando ser derrotados por Ele;

Desejando que nossa vontade, nossa opinião e nosso querer sejam totalmente subjugados por Deus.

A cada manhã é preciso renovar nossa posição nesta batalha, assumindo que os derrotados devem ser nós, e que o único e absoluto vencedor é Deus.

“Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento...” (Rm 7.19,20)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

A INTIMIDADE COM DEUS GERANDO BÊNÇÃOS E VITÓRIAS

Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. (Pv.3.5-6)

A intimidade com Deus em oração gera bênçãos e vitórias.

Dois termos nesta passagem são especialmente significativos: caminhos e reconhecer.

A palavra caminho (hebr. derek) significa uma estrada, um curso, ou um modo de agir.

Ela sugere oportunidades específicas que uma pessoa pode encontrar repetidas vezes.

A oportunidade que nos aparece mais frequentemente é a experiência de cada novo dia.

É como se essa passagem sugerisse que em todos os nossos dias devêssemos reconhecer a Deus, e ao agirmos assim, Ele dirigiria os nossos caminhos.

De igual importância é o termo reconhecer (hebr. yada).

Em outros lugares, yada é traduzido por saber, com o significado de conhecer através da observação, investigação, reflexão ou originalmente, experiência.

Mas o nível mais elevado de yada está em contato íntimo, direto.

Refere-se, assim, à intimidade de toda uma vida, como num casamento.

Aplicado a um contexto espiritual, sugere uma intimidade com Deus, através da oração, que concebe e faz nascer bênçãos e vitórias.

Do texto de Provérbios podemos concluir que, se mantermos yada (contato íntimo com Deus) em todos os nossos dias, Deus promete dirigir os nossos caminhos a esforços frutíferos e vivificantes.

Fonte: Bíblia Plenitude

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

ALCANÇANDO GRANDES VITÓRIAS

Em momentos de angústia, devemos ter fé para confiar no Senhor e na sua resposta.

Precisamos crer em um Deus que age em favor dos seus servos, que intervém na história dos homens, que é fiel às suas promessas, que socorre seus filhos que estão em aperto.

Somos por natureza, limitados Mas Deus não o é. Essa é a diferença “Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado” (1 Sm. 17.45)

Devemos agir na dependência absoluta do Senhor.

A palavra impossível não existe no dicionário de Deus, e deveria ser riscada do nosso “Para Deus não haverá impossíveis” (Lc. 1.37). O impossível é a especialidade de Deus.

Se ficarmos parados esperando que algo aconteça, ou se nos atiramos cegamente aos conflitos, demonstramos que não temos certeza da suficiência do Deus a que servimos.

O senso de dependência do Senhor nos leva a uma ação corajosa, equilibrada e vitoriosa. “Por que clamas a mim? Dize ao filhos de Israel que marchem” (Ex. 14.15).

A história do reino de Deus desafia a lógica dos números. O povo do Senhor é sempre minoria. O Império Romano foi evangelizado por apenas doze apóstolos.

Nações pagãs foram alcançadas por missionários solitários. Grandes igrejas tiveram início com uma reunião de meia dúzia de membros.

Na matemática de Deus estar em minoria é a regra, não a exceção. “...Deus escolheu as cousas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus” (1 Co. 1.26-29).

Deus tem colocado soldados e armas em grande número à disposição dos seus filhos. Nós podemos vê-los com os olhos da fé.

“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra” (Sl. 34.7).

Deus livra, Deus liberta! E ele quer fazer isso em nossa vida. Nós podemos encontrar forças na fraqueza e, alcançar grandes vitórias.

Lutamos por coisas muito mais valiosas: a nossa felicidade e a dos nossos amados, a honra e a glória do nome de Deus.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sábado, 27 de março de 2021

SUJEIÇÃO PLENA AO SENHOR

 A fim de experimentarmos verdadeiras e duradouras vitórias. Devemos colocar tudo o que somos e temos inteiramente à disposição do Senhor.

Temos de consagrar tudo totalmente a Deus. Assim estaremos evitando que tais coisas se tornem laço e maldição em nossas vidas, levando-nos ao fracasso e derrota.

Qualquer qualidade que alguém possui só é importante no reino de Deus quando rendida, submetida e inteiramente consagrada a ele.

“... Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do Senhor, que, hoje, vos fará... O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.” (Ex. 14.13,14).

“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana e sim no poder de Deus” (1 Co. 2.4,5).

Isso explica por que muita gente boa, famosa, culta, inteligente, habilidosa, talentosa, importante e influente na sociedade, nem sempre consegue obter êxito na vida cristã.

Muitas vezes, são pessoas bem sucedidas nos negócios, na profissão, nos empreendimentos, mas nunca experimentam o gosto, o sabor, o prazer e a alegria de levar uma vida a Cristo.

Às vezes até falam de Jesus com entusiasmo e eloquência, mas sem a unção de Deus, sem a demonstração do Espírito e de poder. “Sem mim nada podeis fazer”.

É tolice insistir em fazer qualquer coisa, principalmente de cunho espiritual como evangelizar; pregar; cantar; lecionar, orar, etc., sem o aval, a graça e sem a bênção de Jesus e sem a aprovação e unção do Espírito Santo.

Esse trabalho não prosperará. Jesus conquistou a vitória por nós, sujeitemos a ele as nossas armas e a nossa vida, e ele pelejará por nós.

Lamentavelmente a igreja de Cristo não tem obtido maiores vitórias, porque, em muitas vezes, em vez de lutar contra o pecado, o inimigo e o mundo, os cristãos se põe a guerrear contra os irmãos. Falam mal um dos outros, pois discordam da maneira de pensar e agir.

Jesus disse: “... Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa (ou igreja) dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt. 12.25).

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

CUIDADO COM O QUE VOCÊ PEDE


Outro dia ouvi um fiel e puritano seguidor do Nazareno fazer o seguinte pedido: “Ah, eu gostaria de ter a fé de Abraão!”. Feito o pedido fechou os olhos, sorriu sinceramente e suspirou. Toda a dramaticidade das palavras e expressões comunicavam piedade e um desejo sincero por um tipo de fé invencível, heróica e inabalável. Lindo. E preocupante.

A cena que vi não é incomum, muito menos rara. Milhões de cristãos sonham com as vitórias, as conquistas e os milagres contidos nas narrativas bíblicas. Tudo normal e dentro do script para os ideais daqueles que creem. O problema é que histórias inspiradoras são exatamente isso: inspiradoras. Querer repetir o sobrenatural pode vir a ser frustrante.

Exemplos? Vamos lá. Quantas vezes o mar vermelho e o Rio Jordão se abriram? Quantas vezes um carro de fogo e um redemoinho sugaram um profeta? Quantas vezes o sol parou? Quantas vezes uma família construiu uma arca? Quantas vezes um homem de Deus foi transladado? Quantas vezes um homem andou sobre as águas?

E qual o problema em querer ter uma fé como a de Abraão? Nenhum. Ou todos! Para ser coerente com tal pedido, preciso ser coerente com toda a vida do patriarca. Portanto preciso aceitar todo o pacote, senão serei semelhante aos milhões que amam o Jesus Salvador e odeiam o Jesus Senhor, numa escolha que define que o Jesus que salva é bom, enquanto o que ordena mandamentos não é tão bom assim. Percebe a fragilidade de relações pela metade?

Então, ok, pedido atendido, aqui está a fé de Abraão. Mas não se esqueça de todo o pacote: saia da tua parentela, vá para uma terra sem qualquer preparo, apenas confie que farei de ti uma grande nação, te deixarei anos sem que sua esposa possa te dar filho, depois te darei milagrosamente um filho, depois mandarei que você mate este filho e, bem, em vida, você não verá todas as promessas que lhe foram prometidas. E aí, topa? Não sei você, mas acho firmemente que eu vacilaria.

E note, para chegar-se a conclusão que Abraão é o nosso pai na fé, primeiro ele teve que passar por cada prova. Enfim, se deixar levar pela empolgação e fazer pedidos e promessas sem qualquer ponderação, via de regra, é caminho certo para grandes micos. Vide exemplo o grande Pedro: “De forma alguma te negarei ou te abandonarei, Senhor...” Aham!

A fé precisa amadurecer e se assentar em nosso coração. Pode ser pequena, simples, limitada, sem problemas. O que se exige é que a fé, independente de seu tamanho ou força, seja pura. Pura como a minúscula semente do grão de mostarda. Aí, na perspectiva desta pureza podemos e devemos nos inspirar com os fatos bíblicos e, com fé, nos abandonarmos nas mãos de Deus para vivermos nossas particulares histórias.

Edmilson Ferreira Mendes 

Por Litrazini
Graça e Paz