quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Jesus, o Filho de Deus


Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo. Hebreus 1.1-2

Os primeiros dois capítulos de Hebreus formam um conjunto admirável, pois enquanto o capítulo 1 apresenta Jesus Cristo como o Filho de Deus, o capítulo 2 retrata-o como ser humano. Hebreus 1 fala da singularidade de Jesus, mencionando cinco verdades principais sobre Cristo:

Primeiro, Jesus Cristo é o clímax da revelação de Deus.
Deus certamente se revelou na história através dos profetas, mas foi uma revelação parcial e progressiva, ao passo que sua revelação em Cristo foi final e completa. Assim, a última palavra de Deus ao mundo foi dada através de Jesus Cristo.

É inconcebível que possa surgir uma revelação mais elevada ou plena que a que ele nos deu em seu Filho encarnado. Jesus Cristo é o clímax de sua revelação.

Segundo, Jesus Cristo é o Senhor da criação.
Deus o constituiu “herdeiro de todas as coisas” (v. 2), uma vez que o universo foi feito por meio dele. Assim, ele é o princípio e o fim, a fonte e o herdeiro de todas as coisas; é ele quem sustenta “todas as coisas por sua palavra poderosa” (v. 3).

Terceiro, Jesus Cristo é o Filho do Pai.
Ele é “o resplendor da glória de Deus” (luz da luz, um em essência com o Pai) e “a expressão exata do seu ser” (distinto do Pai como uma estampa é distinta do selo) (v. 3).

Quarto, Jesus Cristo é o Salvador dos pecadores.
Tendo concluído sua obra de purificação dos pecados, ele se assentou à direita do Pai.

Quinto, Jesus Cristo é adorado pelos anjos.
Na verdade, ele se tornou “tão superior aos anjos quanto o nome que herdou é superior ao deles” (v. 4). Anjos são, indubitavelmente, seres magníficos e gloriosos, mas não se comparam a Jesus Cristo.

A seguir, o autor passa a citar vários textos do Antigo Testamento que falam, de diferentes maneiras, acerca de sua supremacia.

Por exemplo, “todos os anjos de Deus o adorem” (v. 6). O autor conclui esta parte nos advertindo solenemente a prestar muita atenção à mensagem dos apóstolos, para não corrermos o risco de nos desviarmos dela. (2.1-4).

Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas. [...]Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram;Testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade? (Hebreus 1.1-2.4)

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)


Por Litrazini

Graça e Paz



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