"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 19 de março de 2022

REINANDO COM DEUS

No céu os filhos de Deus não terão mais perguntas não-respondidas

Todas as perguntas serão respondidas, todas as dúvidas acabarão. Na luz de Jesus, que a tudo perscruta e em tudo penetra, conseguiremos ver e entender todas as coisas.

Não haverá mais a menor dúvida no céu.

O Senhor Jesus expressa essa maravilhosa realidade com as seguintes palavras: "Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar. Naquele dia, nada me perguntareis" (João 16.22-23).

No céu entenderemos de repente que todas as coisas realmente contribuíram para o nosso bem e que muitos caminhos difíceis pelos quais passamos em nossa vida aqui na terra serviram para o nosso crescimento.

No céu os filhos de Deus receberão suas coroas e reinarão com Cristo

Tudo o que fazemos em vida como filhos de Deus salvos pela graça, em nome do Senhor Jesus, adquire uma dimensão eterna.

Por exemplo, àqueles que amam Sua vinda, Ele promete "a coroa da justiça" (2Tm 4.7-8). A Bíblia fala também de uma "coroa incorruptível" (1Co 9.25), de uma "coroa de glória" (1 Pe 5.4) e de uma "coroa da vida" (Tg 1.12).

No livro do profeta Daniel está escrito que os que conduziram outros à justiça e contribuíram para a propagação do Evangelho irão brilhar como o Sol por todo o sempre (Dn 12.3).

E o Senhor Jesus diz em Mateus 13.43: "Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai".

A Sagrada Escritura fala que os que pertencem ao Senhor reinarão com Ele pelos séculos dos séculos (Ap 22.5).

Extraído do Livro EJesus           

Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

JESUS – GERADO PELO PAI OU COETERNO COM O PAI?

“Porque a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, e ele me será por Filho” (Hb 1.5)

“HOJE TE GEREI” não significa ter sido criado, de vez que o Filho existe desde o princípio, isto é, antes de todas as coisas criadas (Jo 1.1,2, 14). O próprio Filho declara: “E, agora, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha comigo ANTES que o mundo existisse” (Jo 17.5).

Além de ser “o Filho de Deus” (único na relação com o Pai), Ele é o “Unigênito do Pai” (Jo 1.14), “Deus Forte” e “Pai da Eternidade” (Is 9.6).

Jesus não se tornou “o Filho de Deus” no seu nascimento. Daí haver sido chamado “Deus Forte” muito antes de vir à luz.

Jesus declara a sua eternidade também aqui: “Antes que Abraão existisse, EU SOU” (Jo 8.58). “Eu Sou” – também usado por Deus (Êx 3.14) é declaração de eternidade. Ele não foi nem seria. Ele é.

“TE GEREI” -… Esse ter. 1 Rs 1.32-34, onde Davi assim fez com Salomão). A expressão em Hebreus 1.5 “refere-se à proclamação pública de Jesus como Filho de Deus e à sua unção como profeta, sacerdote e rei (ver Mt 3.12; At 13.33; Hb 1.5; 5.5; 7.28)” (Comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 9 de maio de 2017

JESUS, O DOADOR DA VIDA

Estes [sinais] foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome. (João 20.31)

João nos diz que seu objetivo último em escrever seu Evangelho foi o de que seus leitores recebessem vida através de Jesus Cristo. E para que recebam vida através de Jesus Cristo, eles devem crer em Cristo; e para que creiam em Cristo, João selecionou certos sinais que dão testemunho de Cristo. Desse modo, o testemunho leva à fé; e a fé, à vida.

Na verdade, João vê seu Evangelho principalmente como testemunho de Cristo. É quase como se o seu Evangelho fosse o cenário de um tribunal e Cristo estivesse sendo julgado.

Uma sucessão de testemunhas é chamada, começando com João Batista. E o julgamento continua com a apresentação de sete sinais milagrosos; cada um deles é uma declaração dramatizada.

1. Jesus transformou água em vinho, declarando inaugurar uma nova ordem.
2. e 3. Jesus realizou dois milagres de cura, declarando dar uma nova vida.
4. Jesus alimentou cinco mil pessoas, declarando ser o Pão da vida.
5. Jesus andou sobre as águas, declarando que os poderes da natureza estavam sob sua autoridade.
6. Jesus deu vista a um cego, declarando ser a Luz do mundo.
7. Jesus ressuscitou Lázaro dentre os mortos, declarando ser a ressurreição e a vida.

Há ainda outro lado do testemunho de João acerca de Jesus. Os sete sinais, registrados na primeira metade de seu Evangelho, são sinais de poder e de autoridade.

Na segunda metade de seu livro, no entanto, João registra sinais de fraqueza e de humildade — primeiro no lavar dos pés dos discípulos e então na cruz, que João vê como a glorificação de Jesus.

Para resumir, o Evangelho de João possui duas partes: a primeira parte é o Livro dos Sinais; e a segunda é o Livro da Cruz. Em ambos, no entanto, por todo o Evangelho, João está dando testemunho de Jesus a fim de que seus leitores creiam nele e recebam dele a vida.

Para saber mais: Jesus, pois, operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. João 20.30-31; Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém. João21.25 

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

PAI, PERDOA LHES

O diálogo daquela manhã de sexta-feira foi amargo.  

DOS ESPECTADORES,“Desça da cruz se você é o Filho de Deus!” 

DOS LÍDERES RELIGIOSOS, “Salvou outros, mas não pode salvar a si mesmo”. 

DOS SOLDADOS, “Se você é o rei dos judeus, salve-se a si mesmo”

Palavras amargas. Cheias de sarcasmo. Odiosas. Irreverentes. 

Já não era suficiente ele estar sendo crucificado? Já não era suficiente ele estar sendo envergonhado como um criminoso? Os pregos não eram suficientes? A coroa de espinhos era muito suave? A surra foi muito breve? 

Para alguns, parece que sim... 

De todas as cenas ao redor da cruz, esta é a que mais me irrita. Que tipo de pessoa, eu me pergunto, zombaria de um homem que está morrendo? Quem seria tão baixo a ponto de despejar o sal do desprezo em feridas abertas? Como é baixo e pervertido zombar de alguém atormentado pela dor... 

As palavras lançadas naquele dia tinham a intenção de ferir. E não há nada mais doloroso do que palavras que têm a intenção de ferir... 

SE VOCÊ SOFREU OU ESTÁ SOFRENDO POR CAUSA DAS PALAVRAS DE ALGUÉM, VOCÊ FICARÁ FELIZ EM SABER QUE HÁ UM BÁLSAMO PARA ESTA LACERAÇÃO. Medite nestas palavras de 1 Pedro 2.23: 

 “Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça”. 

VOCÊ PERCEBEU O QUE JESUS NÃO FEZ? 
Ele não revidou. Ele não reagiu com raiva. Ele não disse, “Eu vou te pegar!” “Venha aqui e fale isso na minha cara!” “Espere até depois da ressurreição, camarada!” Não, estas declarações não foram encontradas nos lábio de Cristo. 

VOCÊ PERCEBEU O QUE JESUS FEZ?
Ele “entregava-se àquele que julga com justiça”. Ou dizendo de um jeito mais simples, ele deixou o julgamento para Deus. 

Ele não assumiu a tarefa de procurar a vingança. Ele não exigiu um pedido de desculpas. Ele não contratou caçadores de recompensas e não enviou um bando armado. 

Ele, espantosamente ao contrário, falou em defesa deles.“Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”(Lucas 23.34)... 

“NÃO SABEM O QUE ESTÃO FAZENDO”. 
E quando você pensa sobre nisso, eles não sabiam. Eles não tinham a menor ideia do que estavam fazendo. Eles eram uma multidão louca e agitada, bravos com alguma coisa que não conseguiam ver eles descontaram, de todas as pessoas, em Deus. Mas eles não sabiam o que estavam fazendo. 

Sim, o diálogo daquela manhã de sexta-feira foi amargo. As pedras verbais tinham a intenção de ferroar. Como Jesus, com um corpo destruído pela dor, olhos encobertos pelo seu próprio sangue e pulmões ansiando por ar, pôde falar em favor de alguns bandidos cruéis vai além da minha compreensão. 

Nunca, nunca vi tamanho amor. Se alguém já mereceu vingança, foi Jesus. Mas ele não se vingou. Ao invés disso morreu por eles. 

Como ele pôde fazer isso? 

Eu não sei. Mas sei que de repente minhas feridas parecem menos doloridas. Meus rancores e ressentimentos são repentinamente infantis. 

Às vezes eu me pergunto se não vemos o amor de Cristo tanto nas pessoas que ele tolerou como na dor que ele suportou. 

Maravilhosa graça. 

Autor: Max Lucado 

Por Litrazini
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Graça e Paz


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Jesus, o Filho de Deus


Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo. Hebreus 1.1-2

Os primeiros dois capítulos de Hebreus formam um conjunto admirável, pois enquanto o capítulo 1 apresenta Jesus Cristo como o Filho de Deus, o capítulo 2 retrata-o como ser humano. Hebreus 1 fala da singularidade de Jesus, mencionando cinco verdades principais sobre Cristo:

Primeiro, Jesus Cristo é o clímax da revelação de Deus.
Deus certamente se revelou na história através dos profetas, mas foi uma revelação parcial e progressiva, ao passo que sua revelação em Cristo foi final e completa. Assim, a última palavra de Deus ao mundo foi dada através de Jesus Cristo.

É inconcebível que possa surgir uma revelação mais elevada ou plena que a que ele nos deu em seu Filho encarnado. Jesus Cristo é o clímax de sua revelação.

Segundo, Jesus Cristo é o Senhor da criação.
Deus o constituiu “herdeiro de todas as coisas” (v. 2), uma vez que o universo foi feito por meio dele. Assim, ele é o princípio e o fim, a fonte e o herdeiro de todas as coisas; é ele quem sustenta “todas as coisas por sua palavra poderosa” (v. 3).

Terceiro, Jesus Cristo é o Filho do Pai.
Ele é “o resplendor da glória de Deus” (luz da luz, um em essência com o Pai) e “a expressão exata do seu ser” (distinto do Pai como uma estampa é distinta do selo) (v. 3).

Quarto, Jesus Cristo é o Salvador dos pecadores.
Tendo concluído sua obra de purificação dos pecados, ele se assentou à direita do Pai.

Quinto, Jesus Cristo é adorado pelos anjos.
Na verdade, ele se tornou “tão superior aos anjos quanto o nome que herdou é superior ao deles” (v. 4). Anjos são, indubitavelmente, seres magníficos e gloriosos, mas não se comparam a Jesus Cristo.

A seguir, o autor passa a citar vários textos do Antigo Testamento que falam, de diferentes maneiras, acerca de sua supremacia.

Por exemplo, “todos os anjos de Deus o adorem” (v. 6). O autor conclui esta parte nos advertindo solenemente a prestar muita atenção à mensagem dos apóstolos, para não corrermos o risco de nos desviarmos dela. (2.1-4).

Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas. [...]Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram;Testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade? (Hebreus 1.1-2.4)

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)


Por Litrazini

Graça e Paz