"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 23 de setembro de 2024

O PAI, O FILHO E O ESPÍRITO SANTO

O Pai é a Fonte de todas as coisas (1Co 8.6) “...pelo qual são todas as coisas”.

Ele é aquele que planejou e ordenou a redenção. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

A encarnação foi o cumprimento de seu decreto previamente anunciado em Sl 2.7: “Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei.”

Ele também deu-nos o Messias como expiação pelos nossos pecados (Is 53.6,10).

De maneira semelhante, Ele concedeu o Espírito Santo a seu povo (At 2.18; Ef 1.17).

Quanto a Deus, o Filho, foi por meio dEle que toda a obra da criação se realizou (Jo 1.3; 1 Co 8.6);

Significa que Ele era também o Senhor Deus, ao qual se refere o Sl. 90, o Criador que fez as montanhas, as colinas e toda a terra.

Ele é também o Sustentador e Preservador do universo material que Ele criou (Hb 1.2,3).

Ele era a Luz que veio ao mundo para salvar os homens do poder das trevas (Jo 1.9; 8.12) por meio de sua perfeita obediência à lei e sua morte expiatória na cruz (Hb 1.3).

O Espírito Santo é aquela pessoa da Trindade que inspirou a redação das Escrituras (1Co 2.13; 2Pe.1.21), e manifesta o Evangelho aos redimidos de Deus (Jo 16.14).

Ele comunica os benefícios do Calvário a todos quantos verdadeiramente creem e receberam Cristo como Senhor e Salvador (Jo 1.12,13);

Ele penetra em suas almas a fim de santificar seus corpos como templos vivos de Deus (1 Co 3.16; 6.19), após terem nascido de novo pela sua graça transformadora (Jo. 3.5,6).

Ensina aos cristãos as palavras de Cristo, de modo que possam entendê-las e crer nelas (Jo 14.26; 1 Co 2.10), e dá testemunho de Jesus tanto por sinais externos como por convicção interna (Jo 15.26; At. 2.33,38,43).

Ele santifica e congrega os membros de Cristo num organismo vivo, que é o verdadeiro templo do Espírito Santo (Ef 2.18-22) e concede a cada membro dons especiais da graça e do poder (1 Co 12.7-11)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


sábado, 20 de maio de 2023

SOMOS A MENINA DOS OLHOS DO PAI

A alma de uma única pessoa vale mais que o mundo todo

Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma? (Mt. 16.26).

Em Cristo sou sal da terra e luz do mundo

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; (Mt. 5.13,14).

Em Cristo sou um ramo frutífero da videira verdadeira, um canal da vida do Senhor

Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (João 15.5).

Fui escolhido por Cristo, destinado para produzir frutos eternos

Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda. (João 15.16).

Pelo poder do Espírito Santo sou uma testemunha fiel e pessoal de Cristo

Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. (Atos 1.8).

Em Cristo sou templo santo de Deus

Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? (I Co. 3.16).

Transcrito Por Litrazini      

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Graça e Paz 

quinta-feira, 12 de maio de 2022

O PAPEL DO PAI SÁBIO

Na Bíblia, Eli perdeu autoridade sobre seus filhos, não conseguia mais fazer com que respeitassem ao Senhor, pois cedia-lhes todas as suas vontades e isso custou-lhe o sacerdócio: "Porque já lhe fiz: saber que hei de julgar a sua casa para sempre, por causa da iniquidade de que ele bem sabia, pois os seus filhos blasfemavam a Deus, e ele não os repreendeu". (I Sm 3.13)

O pai deve ser o guia para a maturidade, compreendendo a individualidade de cada filho, ajudando a construir valores e conceitos.

O verdadeiro pai é leal e franco com seus filhos, mostrando o limite de seus direitos e deveres, ensinando bons hábitos, incentivando-os a aprender, a se esforçarem para serem alguém na vida, a respeitarem as autoridades e a amar o seu próximo.

O pai que não faz isso, renega seu cargo e deixa essa função para pessoas estranhas, que talvez não estejam tão compromissadas com a formação e felicidade de seus filhos, deixa-os a mercê de uma sociedade fria, cruel e egoísta. "Como flechas na mão dum homem valente, assim os filhos da mocidade" (Sl 127.4).

Depois não podem reclamar se seus filhos errarem o alvo, pois talvez não tenham ensinado o caminho correto, afinal como saberão se não estiveram próximos? "Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; aconselhar-te-ei, tendo-te sob a minha vista". (Sl 32.8)

O pai sábio educa seus filhos usando a sua autoridade, não seu autoritarismo e isso se dá pelo diálogo franco e sincero, abertura para conversas, saber ceder, mas também saber dizer não na hora certa.

O verdadeiro pai mostra-se humano, afetivo, responsável, presente, essa é a maior demonstração de amor que você pode dar aos seus filhos.

Desta forma também está demonstrando a Deus, sua gratidão pelas suas bênçãos, que são os seus filhos, honrando a sua função aqui na Terra: "E não fez ele somente um, ainda que lhe sobejava espírito? E por que somente um? Não é que buscava descendência piedosa? Portanto guardai-vos em vosso espírito, e que ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade". (Ml 2.15)

Que Deus abençoe a todos os pais dando-lhes sabedoria e sensibilidade para compreenderem a importância de seu papel na atualidade e força para vencerem os obstáculos.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 8 de maio de 2019

DEUS DE MISERICÓRDIA? NÃO APENAS! MAS, PAI!


As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade.(Lm. 3.22,23)

Um dos maiores exemplos bíblicos da misericórdia e amor divinos podem ser comprovados pelo agir de Deus com o rei Manassés em 2Cronicas 33. E fez o que era mau aos olhos do SENHOR, conforme às abominações dos gentios que o SENHOR lançara fora de diante dos filhos de Israel. (2Cr.33.2)

Manassés sucedeu a seu pai, Ezequias, foi um dos reis que cometeu as maiores abominações contra Deus, veja os textos de 2Cr.33.9-10:

E Manassés tanto fez errar a Judá e aos moradores de Jerusalém, que fizeram pior do que as nações que o SENHOR tinha destruído de diante dos filhos de Israel. E falou o SENHOR a Manassés e ao seu povo, porém não deram ouvidos.

O rei adorava falsos deuses; mas Deus o fez voltar-se dos seus pecados: Assim o SENHOR trouxe sobre eles os capitães do exército do rei da Assíria, os quais prenderam a Manassés com ganchos e, amarrando-o com cadeias, o levaram para babilônia.(2Cr.39.11)

Porém, ao se achar oprimido pelas conseqüências de seus atos, Manassés, voltou-se para Deus. E ele, angustiado, orou deveras ao SENHOR seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais(2Cr.33.12)

Quantas vezes somos oprimidos pelos problemas do dia a dia.

Mas, apesar de todas as práticas erradas de Manassés, Deus com suas Misericórdias que se renovam a cada dia, ouviu, e atendeu a súplica do rei que pode conhecer que somente o Senhor era Deus.

E fez-lhe oração, e Deus se aplacou para com ele, e ouviu a sua súplica, e tornou a trazê-lo a Jerusalém, ao seu reino. Então conheceu Manassés que o SENHOR era Deus. (2Cr.33.13)

A Bíblia nos diz em 1João 1.9: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.

Ora, Deus foi longanimo e misericordioso com Manassés e, sua Palavra nos garante que Deus não muda, nem se arrepende, logo também alcançaremos misericórdia, basta abrir o coração diante do Pai Celestial.

Deus é bom, sua misericórdia dura para sempre e, nós somos privilegiados por que além de tê-lo como Deus, ainda podemos chamá-lo de Paiiiiii

Pense nisso!!!

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sábado, 3 de dezembro de 2016

PAI, GLORIFICA O TEU NOME

“Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora. Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei.” Jo 12.27-28

Confesso não ter o costume de escrever devocionais. Normalmente, meu coração arde mais ao analisar um texto bíblico e tentar expô-lo, seja em formato de artigo ou sermão. Entretanto, observando meus últimos escritos, aqueles que são aplicados de forma mais incisiva em nosso dia a dia, me descobri focado em um tema muito relevante, a “esperança”.

Como já disse algumas vezes, essa esperança mira no que há de vir, lá no “céu em glória”. Porém, e o “agora”?

Na passagem acima, notamos algo bem claro nas palavras do Mestre: Ele estava angustiado. Estava a sofrer. Sentia, no íntimo de seu ser, o oposto de esperança.

Porém, quem não estaria com este mesmo sentimento quando prestes a carregar o fardo do pecado e sentir o gosto amargo da ira de Deus?

“PAI, GLORIFICA O TEU NOME”.
A lição que o Senhor nos deixa nestes versículos é que Deus, nosso Pai, deve ser glorificado em todos os momentos de nossa vida. Tudo tem um propósito. Textos como Ec 3.1 e Rm 8.28 foram inspirados pelo Espírito e escritos para nos lembrar de tais momentos e adversidades, como vemos:

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.” Ec 3.1 “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Rm 8.28

Ainda, independente do que você sinta, das dores que lhe afligem a alma, dos males que lhe devoram os sonhos ou dos pesadelos que lhe espantam o sono, tenha certeza de que nada, absolutamente nada, foge das mão do Senhor. Saiba, acima de tudo, que seu sofrimento tem um propósito final – o de glorificar ao nosso Pai!

Aprendemos com o sofrimento. Aprendemos com os erros. Adquirimos experiências com as derrotas. Vemos isso, por exemplo, na carta de Paulo aos irmãos de Roma. “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que atribulação produz a paciência, a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” Rm 5.1-5

Cristo nos ensina a aceitar o sofrimento. Não de maneira que nos faça crer que não há algo mais que a aflição, mas de um modo onde nossa vontade se submeta à do Pai.

Nosso Pai deve ser glorificado. Feito isto, dando primazia de tudo a Deus, glorificando-O no dia da angústia, tenho por certo que ouviremos dEle a frase que a Cristo foi dita, “eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei”.

Ah, que sonho! Que prazer! Ver que até mesmo através de nossos sofrimentos o nome do Senhor é glorificado. Que este seja o verdadeiro foco de nossas vidas, crescer no Pai rendendo-lhe, sem reservas, toda honra, glória, poder e louvor, glorificando seu santo nome.

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

PAI, PERDOA LHES

O diálogo daquela manhã de sexta-feira foi amargo.  

DOS ESPECTADORES,“Desça da cruz se você é o Filho de Deus!” 

DOS LÍDERES RELIGIOSOS, “Salvou outros, mas não pode salvar a si mesmo”. 

DOS SOLDADOS, “Se você é o rei dos judeus, salve-se a si mesmo”

Palavras amargas. Cheias de sarcasmo. Odiosas. Irreverentes. 

Já não era suficiente ele estar sendo crucificado? Já não era suficiente ele estar sendo envergonhado como um criminoso? Os pregos não eram suficientes? A coroa de espinhos era muito suave? A surra foi muito breve? 

Para alguns, parece que sim... 

De todas as cenas ao redor da cruz, esta é a que mais me irrita. Que tipo de pessoa, eu me pergunto, zombaria de um homem que está morrendo? Quem seria tão baixo a ponto de despejar o sal do desprezo em feridas abertas? Como é baixo e pervertido zombar de alguém atormentado pela dor... 

As palavras lançadas naquele dia tinham a intenção de ferir. E não há nada mais doloroso do que palavras que têm a intenção de ferir... 

SE VOCÊ SOFREU OU ESTÁ SOFRENDO POR CAUSA DAS PALAVRAS DE ALGUÉM, VOCÊ FICARÁ FELIZ EM SABER QUE HÁ UM BÁLSAMO PARA ESTA LACERAÇÃO. Medite nestas palavras de 1 Pedro 2.23: 

 “Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça”. 

VOCÊ PERCEBEU O QUE JESUS NÃO FEZ? 
Ele não revidou. Ele não reagiu com raiva. Ele não disse, “Eu vou te pegar!” “Venha aqui e fale isso na minha cara!” “Espere até depois da ressurreição, camarada!” Não, estas declarações não foram encontradas nos lábio de Cristo. 

VOCÊ PERCEBEU O QUE JESUS FEZ?
Ele “entregava-se àquele que julga com justiça”. Ou dizendo de um jeito mais simples, ele deixou o julgamento para Deus. 

Ele não assumiu a tarefa de procurar a vingança. Ele não exigiu um pedido de desculpas. Ele não contratou caçadores de recompensas e não enviou um bando armado. 

Ele, espantosamente ao contrário, falou em defesa deles.“Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”(Lucas 23.34)... 

“NÃO SABEM O QUE ESTÃO FAZENDO”. 
E quando você pensa sobre nisso, eles não sabiam. Eles não tinham a menor ideia do que estavam fazendo. Eles eram uma multidão louca e agitada, bravos com alguma coisa que não conseguiam ver eles descontaram, de todas as pessoas, em Deus. Mas eles não sabiam o que estavam fazendo. 

Sim, o diálogo daquela manhã de sexta-feira foi amargo. As pedras verbais tinham a intenção de ferroar. Como Jesus, com um corpo destruído pela dor, olhos encobertos pelo seu próprio sangue e pulmões ansiando por ar, pôde falar em favor de alguns bandidos cruéis vai além da minha compreensão. 

Nunca, nunca vi tamanho amor. Se alguém já mereceu vingança, foi Jesus. Mas ele não se vingou. Ao invés disso morreu por eles. 

Como ele pôde fazer isso? 

Eu não sei. Mas sei que de repente minhas feridas parecem menos doloridas. Meus rancores e ressentimentos são repentinamente infantis. 

Às vezes eu me pergunto se não vemos o amor de Cristo tanto nas pessoas que ele tolerou como na dor que ele suportou. 

Maravilhosa graça. 

Autor: Max Lucado 

Por Litrazini
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Graça e Paz