"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

É NECESSÁRIO

Jesus caminhava da Judéia para a Galiléia, havia outro caminho mais fácil, havia um caminho mais comum, o caminho pelo vale do Jordão era um caminho mais viável para Jesus, porém ele preferiu outro caminho, pois era necessário passar por Samaria (v. 4). Aquele caminho reservava muitos acontecimentos. Por isso era necessário passar por ele. Jesus se cansou, pois era exaustivo o caminho e resolveu se assentar para descansar, pediu aos seus discípulos para buscar comida.

Era necessário Jesus ter cansado, era necessário se assentar ao lado da fonte de água.

Uma mulher se aproxima neste contexto de acontecimentos necessários, Jesus pediu água, a mesma não esperava encontrar alguém naquela hora na fonte, ela não esperava encontrar um judeu, ela não esperava que um judeu falasse com ela, mas tudo isso foi necessário.

O que estamos passando hoje é necessário, as lutas, as dificuldades, as faltas são necessárias, a tristeza às vezes é necessária, perder também em algumas situações é necessário.

A falta de água na casa da samaritana lhe proporcionou encontrar com aquele que é maior do que as fontes de Jacó daqual a mulher esperava tirar a água. A falta de água fez com que ela encontrasse com alguém que lhe oferecia algo além de uma simples água, esse alguém lhe mostrou que existia algo além do simples poço, havia uma fonte inesgotável de vida.

A água sempre simbolizou vida, e a água que Jesus prometera aquela mulher era a água viva, ela não era uma fonte geradora de vida ela era a própria vida.

Jesus falava de Si mesmo, Ele é esta fonte, porém percebemos a dificuldade da mulher entender o que Jesus estava dizendo. Para entender o que Jesus falava era necessário primeiro conhecer o dom de Deus, que é o Amor, já que ela e mais ninguém esperava que um homem ainda mais sendo judeu dialogasse com um samaritano, oamor estava prevalecendo, tudo era necessário.

Os acontecimentos em nossas vidas são necessários para termos uma experiência com Jesus, a falta, as dificuldades financeiras, as provas, os desertos são necessários, mas sempre terá alguém te esperando nesse caminho, alguém que é a própria fonte de vida.
Esta mulher precisou de água e Jesus a aguardava ao lado do poço, se não tivesse faltado água em sua casa ela não encontraria com Jesus, foi necessário ter falta de água.

Muitas coisas em nossas vidas são necessárias, mesmo achando que não são, elas são importantes para o nosso crescimento e para a salvação de nossa família.

/Os discípulos chegam da cidade comalimentos para Jesus, mas quando chegaram se depararam com esta cena: Jesus assentado ao lado do poço de Jacó e a mulher ao seu lado escutando as belas palavras do Mestre.

Eles ficaram sem reação, pois era necessário tudo aquilo. O silêncio deles era necessário.

A fome que Jesus sentiu foi necessária;assim que seus discípulos foram buscar alimento, houve a possibilidade da mulher se achegar ao poço, pois caso ela percebesse que havia vários homens ali, ela não se achegaria para buscar a água, e não iria conhecer a verdadeira fonte de água... Jesus!

Tudo foi necessário.

Pr. Eduardo Santos

Por Litrazini
Graça e Paz


terça-feira, 25 de julho de 2017

JESUS, O REMÉDIO PARA UMA IGREJA ENFERMA


Alguns estudiosos da Bíblia, dentre as fileiras do Dispensacionalismo, afirmam que as setes igrejas da Ásia Menor são um símbolo dos sete períodos da história da igreja, assim classificados: 

Éfeso simboliza a igreja apostólica; 
Esmirna, a igreja dos mártires; 
Pérgamo, a igreja oficial dos tempos de Constantino; 
Tiatira, a igreja apóstata da Idade Média; 
Sardes, a igreja da Reforma; 
Filadélfia, a igreja das missões modernas e 
Laodicéia, a igreja contemporânea. 

Essa classificação, entretanto, não tem qualquer amparo histórico nem qualquer fundamentação bíblica. 

Jesus elogia duas dessas igrejas: Esmirna e Filadélfia, mesmo sendo a primeira pobre e a segunda fraca. Quatro delas recebem elogios e censuras: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes. A última, Laodicéia, só recebe censuras e nenhum elogio. Algumas lições podemos aprender com essas igrejas: 

1. JESUS CONHECE PROFUNDAMENTE A SUA IGREJA 
Jesus está no meio da igreja e anda no meio dela. Para cinco dessas igrejas (Éfeso, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia) Jesus disse: “Eu conheço as tuas obras”. Para a igreja de Esmirna Jesus disse: “Eu conheço a tua tribulação” e a para a igreja de Pérgamo, Jesus disse: “Eu conheço o lugar onde habitas, onde está o trono de Satanás”. 

Jesus conhece as obras da igreja, os sofrimentos da igreja e o lugar onde a igreja está estabelecida. 

2. JESUS NÃO SE IMPRESSIONA COM AQUILO QUE IMPRESSIONA A IGREJA. 
O diagnóstico de Jesus difere da nossa avaliação. O que nos impressiona, não impressiona a Jesus. 

À pobre igreja de Esmirna Jesus disse: “Tu és rica”; mas à rica igreja de Laodicéia Jesus disse: “Tu és pobre”. 

A riqueza de uma igreja não está na beleza do seu santuário nem na pujança de seu orçamento, mas na vida espiritual de seus membros. 

À igreja de Sardes que dá nota máxima para sua espiritualidade, julgando-se uma igreja viva, Jesus diz: “Tu estás morta”. 

À igreja de Filadélfia que tinha pouca força, Jesus diz: “Eu coloquei uma porta aberta diante de ti”. 

3. JESUS NÃO SE CONTENTA COM DOUTRINA SEM AMOR NEM COM AMOR SEM DOUTRINA. 
Jesus elogia a igreja de Éfeso por sua fidelidade doutrinária, mas a reprova pelo abandono do seu primeiro amor. A igreja de Éfeso era ortodoxa, mas faltava-lhe piedade. Tinha teologia boa, mas não devoção fervorosa. 

Por outro lado, Jesus elogia a igreja de Tiatira pelo seu amor, mas a reprova pela sua falta de zelo na doutrina. A igreja tinha obras abundantes, mas estava tolerando o ensino de uma falsa profetisa. Não podemos separar a ortodoxia da piedade nem a doutrina da prática do amor.

4. JESUS SEMPRE SE APRESENTA COMO SOLUÇÃO PARA OS MALES DA IGREJA. 
A restauração da igreja não está na busca das novidades do mercado da fé, mas em sua volta para Jesus. Ele é o remédio para uma igreja enferma, o tônico para uma igreja fraca e o caminho para uma igreja transviada. 

À igreja de Sardes, onde havia morte espiritual, Jesus se apresenta como aquele que tem os sete Espíritos de Deus, para reavivá-la. 

À igreja de Esmirna que enfrenta a perseguição e o martírio, Jesus se apresenta como aquele que venceu a morte. 

Jesus é plenamente suficiente para suprir as necessidades da sua igreja, plenamente poderoso para restaurar a sua igreja e plenamente gracioso para galardoar a sua igreja. 

5. JESUS SE APRESENTA À SUA IGREJA PARA FAZER ALERTAS E TAMBÉM PROMESSAS. 
Para todas as igrejas Jesus faz solenes alertas e também generosas promessas. 

Andar pelos atalhos da desobediência é receber o chicote da disciplina e permanecer no pecado é receber o mais solene juízo. Mas permanecer na verdade é ser vencedor. 

Arrepender-se e voltar-se para Deus é receber do Filho de Deus as mais gloriosas promessas de bênçãos no tempo e na eternidade, na terra e no céu! 

Fonte: Hernandes Dias Lopes 

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 11 de dezembro de 2016

JESUS É A PRIORIDADE PARA O DISCÍPULO

Vivemos em tempos de materialismo religioso, uma sociedade onde a grande prioridade é ter, possuir a corrida do consumo, é o grande anseio da alma das pessoas. O mercado tornou-se uma grande divindade; atender suas exigências tornou-se a grande cerimônia religiosa dos nossos dias. 

Alcançar o bem material desejado torna-se uma grande compensação. As igrejas se rendem a ele. A salvação é a prosperidade, é o possuir um negócio próprio, uma casa, um carro. Não consigo ouvir em nenhum dos testemunhos na televisão a genuína alegria de encontrar Cristo, e a esperança da eternidade com Deus. Está tudo descrito em bens materiais. 

Deus é instrumentalizado para o consumo, e, com isso, Deus, também, foi posto ao serviço do mercado. Está certo isso? Estaria salva uma pessoa que tendo aceitado Jesus continuasse desempregada? Segundo algumas teologias, a resposta seria não. 

Mas qual é a teologia dos Evangelhos? 
“Acredite ou não, muitas pessoas de bem que estão envolvidas em realizar empreendimentos maravilhosos, não irão para o céu. Pior que isso; muitos que se consideram cristãos e estão convencidos de que irão para o céu ficarão de fora, mesmo não estando envolvidos em pecados grosseiros como pornografia, e outros moralmente condenáveis” Pr. David Wilkerson. 

O que tem a ver esta afirmação de David Wilkerson com o que falávamos? Simples, Jesus não é uma opção religiosa, entre diversos outros que o mercado oferece, quase sempre segundo o conceito: O que eu ganho com isto? 

Jesus nos ensinou: “Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.” (Mt 7.22-23). 

A salvação no Evangelho pode representar a renúncia às posses, como foi no caso de Zaqueu: “Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão.”(Lc 19.8-9). Aqui, fica claro que é Jesus como autor da salvação que espera que tiremos do nosso coração nossos ídolos; aquilo que mais almejamos deve dar lugar a ELE. Zaqueu perdeu a riqueza para ganhar Cristo e a Salvação. O contrário do jovem rico (cf. Lc 19.18-23).

Por isso a religião de Cristo rompe com o mercado, o consumo. Quantas vezes temos deixado de ofertar a missões, a projetos sociais porque estamos economizando para comprar um vestido novo, um carro mais novo, ou mesmo um aparelho de televisão? Ou como igreja local priorizamos uma guitarra nova a investir na congregação da periferia, ou mesmo ajudar famílias mais carentes. Vede o ensino do discurso missionário de Jesus. (Cf. Mt 10.5-10). 

Assim, o discípulo, sua salvação está relacionada à afirmação de Jesus no Sermão do Monte: “Buscai, pois, em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas.” (Mt 6.33). Sim, seguir o ensino de Jesus conforme viveu Paulo: “Logo já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.”(Gl 2.20). 

Sim, Jesus como prioridade, fé centrada nele, valores orientados por seu Evangelho e uma viva dependência de sua graça salvadora são caminhos da salvação. 

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz


sábado, 2 de abril de 2016

JESUS, O NOME SOBRE TODO NOME

"O nome de uma pessoa é sua maior identidade."

O nome representa a personalidade, o caráter e a missão de uma pessoa.Recebe-se um grande nome por herança, doação e conquista. Jesus tem o nome sobre todo o nome por essas três razões.

O nome de Jesus é conhecido no céu, na terra e no inferno. Anjos, homens e demônios se curvam diante de sua majestade. Ele é o Senhor dos senhores, o Rei dos reis, o Soberano dos reis da terra. Nele vivemos, nos movemos e existimos. Ele é a nossa vida, a nossa paz, a nossa alegria, a nossa herança, a nossa justiça, a nossa salvação.

EM PRIMEIRO LUGAR, JESUS HERDOU O MAIOR DE TODOS OS NOMES (HB 1.4). 
Jesus é a exata expressão do ser de Deus, o resplendor máximo da sua glória, o herdeiro de todas as coisas. Por isso, herdou mais excelente nome do que os anjos e foi exaltado acima de todos os seres celestiais.

Ele está entronizado acima dos querubins. Diante dele até os serafins cobrem o rosto. Ele é o Rei da glória e diante de sua majestade todo o universo se curva. Jesus é tudo em todos. Ele é o centro da eternidade e da história. Ele é o agente da criação, o sustentador do universo, o regente que governa os destinos da história e faz todas as coisas conforme o conselho de sua vontade. Não há nenhum nome que se compare ao nome de Jesus. Nenhum nome que esteja acima do nome de Jesus. Esse nome ele herdou do Pai.

EM SEGUNDO LUGAR, JESUS RECEBEU POR DOAÇÃO O MAIOR DE TODOS OS NOMES (FP 2.9-11). 
Pelo fato do Rei da glória ter se tornado servo e se humilhado até à morte e morte de cruz, Deus Pai o exaltou sobremaneira, acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus é o Senhor para a glória de Deus Pai. Não há salvação fora do nome de Jesus. Ele recebeu esse porque é o Salvador do seu povo (Mt 1.21).

Não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12). Há poder no nome de Jesus para curar os enfermos (At 3.6). Há poder no nome de Jesus para libertar os cativos (Lc 10.17). Há poder no nome de Jesus para termos nossas orações respondidas (Jo 16.23).

O nome de Jesus é o centro das Escrituras. Jesus é o Alfa e o Ômega. Ele é o Maravilhoso Conselheiro, o Deus forte, o Pai da eternidade e o Príncipe da paz. Jesus é Verbo eterno, o Emanuel, o Pão da vida, a Luz do mundo, a Videira verdadeira. Ele é o bom Pastor, a Porta das ovelhas, o Caminho, e a Verdade e a Vida. Ele é a Ressurreição e a vida, Aquele que esteve morto, mas está vivo pelos séculos dos séculos. Ele é o Salvador, o Messias e o Senhor.

Diante de seu nome reis e vassalos, ateus e religiosos, ricos e pobres, doutores e analfabetos, anjos, homens e demônios precisam se curvar. Seu nome está acima de todo nome que se possa referir no céu e na terra!

EM TERCEIRO LUGAR, JESUS RECEBEU O MAIOR DE TODOS OS NOMES POR CONQUISTA (CL 2.15).
Jesus triunfou sobre os principados e potestades na cruz, despojando-os e decretando sua consumada derrota. Foi na cruz que Jesus esmagou a cabeça da serpente. Foi na cruz que Jesus arrancou a armadura do valente e o expôs ao desprezo.

Jesus venceu o diabo, a morte e o pecado. Ressuscitou triunfantemente, ascendeu ao céu e foi entronizado com glória e majestade, acima de todo principado e potestade. Ele tem as chaves da morte e do inferno.

Jesus tem todo o poder e toda autoridade no céu e na terra.Ele tem o livro da história em suas onipotentes mãos. Em breve, ele voltará com grande poder e glória para julgar as nações. Então, ele calcará aos pés todos os seus inimigos e todos os reinos do mundo serão do Senhor e do seu Cristo e ele reinará pelos séculos dos séculos.

O universo inteiro se ajoelhará para dizer: “Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro seja o louvor, e a honra, e a glória e o domínio pelos séculos dos séculos”. Então, depositaremos aos seus pés nossas coroas e o serviremos por toda a eternidade!

Fonte: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quinta-feira, 18 de junho de 2015

JESUS, O REMÉDIO PARA UMA IGREJA ENFERMA

Alguns estudiosos da Bíblia, dentre as fileiras do Dispensacionalismo, afirmam que as setes igrejas da Ásia Menor são um símbolo dos sete períodos da história da igreja, assim classificados: 

Éfeso simboliza a igreja apostólica; 
Esmirna, a igreja dos mártires; 
Pérgamo, a igreja oficial dos tempos de Constantino; 
Tiatira, a igreja apóstata da Idade Média; 
Sardes, a igreja da Reforma; 
Filadélfia, a igreja das missões modernas e 
Laodicéia, a igreja contemporânea. 

Essa classificação, entretanto, não tem qualquer amparo histórico nem qualquer fundamentação bíblica. 

Jesus elogia duas dessas igrejas: Esmirna e Filadélfia, mesmo sendo a primeira pobre e a segunda fraca. Quatro delas recebem elogios e censuras: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes. A última, Laodicéia, só recebe censuras e nenhum elogio. Algumas lições podemos aprender com essas igrejas: 

1. JESUS CONHECE PROFUNDAMENTE A SUA IGREJA 
Jesus está no meio da igreja e anda no meio dela. Para cinco dessas igrejas (Éfeso, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia) Jesus disse: “Eu conheço as tuas obras”. Para a igreja de Esmirna Jesus disse: “Eu conheço a tua tribulação” e a para a igreja de Pérgamo, Jesus disse: “Eu conheço o lugar onde habitas, onde está o trono de Satanás”. 

Jesus conhece as obras da igreja, os sofrimentos da igreja e o lugar onde a igreja está estabelecida. 

2. JESUS NÃO SE IMPRESSIONA COM AQUILO QUE IMPRESSIONA A IGREJA. 
O diagnóstico de Jesus difere da nossa avaliação. O que nos impressiona, não impressiona a Jesus. 

À pobre igreja de Esmirna Jesus disse: “Tu és rica”; mas à rica igreja de Laodicéia Jesus disse: “Tu és pobre”. 

A riqueza de uma igreja não está na beleza do seu santuário nem na pujança de seu orçamento, mas na vida espiritual de seus membros. 

À igreja de Sardes que dá nota máxima para sua espiritualidade, julgando-se uma igreja viva, Jesus diz: “Tu estás morta”. 

À igreja de Filadélfia que tinha pouca força, Jesus diz: “Eu coloquei uma porta aberta diante de ti”. 

3. JESUS NÃO SE CONTENTA COM DOUTRINA SEM AMOR NEM COM AMOR SEM DOUTRINA. 
Jesus elogia a igreja de Éfeso por sua fidelidade doutrinária, mas a reprova pelo abandono do seu primeiro amor. A igreja de Éfeso era ortodoxa, mas faltava-lhe piedade. Tinha teologia boa, mas não devoção fervorosa. 

Por outro lado, Jesus elogia a igreja de Tiatira pelo seu amor, mas a reprova pela sua falta de zelo na doutrina. A igreja tinha obras abundantes, mas estava tolerando o ensino de uma falsa profetisa. Não podemos separar a ortodoxia da piedade nem a doutrina da prática do amor.

4. JESUS SEMPRE SE APRESENTA COMO SOLUÇÃO PARA OS MALES DA IGREJA. 
A restauração da igreja não está na busca das novidades do mercado da fé, mas em sua volta para Jesus. Ele é o remédio para uma igreja enferma, o tônico para uma igreja fraca e o caminho para uma igreja transviada. 

À igreja de Sardes, onde havia morte espiritual, Jesus se apresenta como aquele que tem os sete Espíritos de Deus, para reavivá-la. 

À igreja de Esmirna que enfrenta a perseguição e o martírio, Jesus se apresenta como aquele que venceu a morte. 

Jesus é plenamente suficiente para suprir as necessidades da sua igreja, plenamente poderoso para restaurar a sua igreja e plenamente gracioso para galardoar a sua igreja. 

5. JESUS SE APRESENTA À SUA IGREJA PARA FAZER ALERTAS E TAMBÉM PROMESSAS. 
Para todas as igrejas Jesus faz solenes alertas e também generosas promessas. 

Andar pelos atalhos da desobediência é receber o chicote da disciplina e permanecer no pecado é receber o mais solene juízo. Mas permanecer na verdade é ser vencedor. 

Arrepender-se e voltar-se para Deus é receber do Filho de Deus as mais gloriosas promessas de bênçãos no tempo e na eternidade, na terra e no céu! 

Fonte: Hernandes Dias Lopes 

Por Litrazini

Graça e Paz


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

JESUS EM MINHA CASA

“E aconteceu que… entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa; e tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Marta, porém, andava distraída em muitos serviços” (Lucas 10.38-40) 

O Senhor Jesus estava indo para Jerusalém sabendo o que O aguardava ali. No caminho, parou na casa de três irmãos: Maria, Marta e Lázaro, onde era recebido e amado pelo que era e não somente por causa do que poderia dar. 

Marta estava muito atarefada, pois queria receber dignamente o amado hóspede. Maria, por sua vez, se sentou aos pés do Senhor. 

A aparente despreocupação de sua irmã irritou Marta, que pediu: “Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude”. Jesus lhe respondeu: “Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada” (vv. 41-42). “Maria escolheu a boa parte.” 

Será que o Senhor Jesus estava fazendo apologia à vida contemplativa como sendo superior à vida ativa, cheia das atividades inerentes ao cotidiano? 

Se esse fosse o caso, os cristãos não deveriam se preocupar com seus familiares, responsabilidades profissionais e sociais. 

O Senhor Jesus não condena o trabalho, nem as múltiplas tarefas de uma dona de casa. Jesus amava Marta e sabia que ela se esmerava para recebê-Lo. Contudo, “uma só (coisa) é necessária”. 

Naquele momento, o que era o mais importante e que tornava tudo o mais relativo? A presença de Jesus, a Palavra viva de Deus. 

“Marta… aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude. E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”(Lucas 10.40-42) 

Faltava serenidade a Marta. Ela se assemelha às pessoas de hoje em dia. 

As reclamações, perigos e acusações se amontoam ao nosso redor e às vezes em nós mesmos. Cada um acha que é vítima e se queixa da incompreensão, da ingratidão, da vida … como Marta se queixava de sua irmã.

A boa parte que faltava a Marta era o discernimento do momento que talvez nunca se repita, quando o divino Amigo chama e é preciso saber escutar. Ser discípulo do Senhor requer escutá-Lo e servi-Lo. 

Nós, seres inquietos, turbulentos e apressados, que lamentamos a fuga do tempo neste século de atividades febris, século sem alma que abunda em obras, temos de aprender a mudar nosso estilo de vida desenfreado. Temos de conhecer o segredo da paz na preciosa hora de recolhimento diante de Deus, na qual se investe tempo para descobrir com o Senhor Jesus os segredos de uma vida profunda. 

Todos os que se submetem aos riscos da fidelidade ao Evangelho, ao amor de Deus e à cruz têm escolhido a boa parte que não lhes será tirada. 

Extraído Devocional Boa Semente 

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

DESESPERO E SÚPLICA

Certa vez, um homem perdeu o emprego, a fortuna, a esposa e a casa.

Em um primeiro momento alguém poderá dizer assim: "Então esse homem perdeu tudo". Porém, ele permaneceu firme na fé. Fé, foi a única coisa que lhe restou.

Um dia, cansado de procurar algo para fazer e ganhar algum dinheiro para comprar o que comer, ele parou para observar alguns homens trabalhando numa igreja enorme. Ficou alí sentado vendo os operários naquela empreita.

Em seu silêncio tristonho, ele por um momento, elevou uma oração a Deus e fez o seguinte questionamento:

“Porque será que eu estou passando por tamanha provação? Será que fui abandonado por ti, Senhor?”

Ele se levantou e já ia retomando sua caminhada quando percebeu um dos trabalhadores com uma pequena marreta e uma talhadeira cinzelando uma pedra triangular.

“O que você vai fazer com essa pedra?” perguntou ao homem. “O senhor esta vendo aquela abertura lá em cima perto da torre mais alta da igreja?”, disse o trabalhador. “Estou modelando esta peça aqui embaixo para que ela seja encaixada lá em cima”.

Lágrimas brotaram nos olhos desse meu amigo enquanto ele seguia seu caminho. Parecia que Deus havia falado por meio da boca daquele trabalhador para explicar a provação que ele atravessava.

“Eu o estou modelando aqui embaixo para que você seja encaixado lá em cima”

MORAL DA HISTÓRIA
Não desespereis com as barreiras, com as amarguras, com o sofrimento. Dias melhores estão sendo preparados para aqueles que não perderam o mais poderoso elo com Deus: a FÉ... Pense nisso..

Salmos 10: 17
Tu, Senhor, ouves a súplica dos necessitados; tu os reanimas e atendes ao seu clamor.


Autor Desconhecido.

Por Litrazini:


Graça e Paz

terça-feira, 22 de julho de 2014

Jesus, amigo de pecadores: como?

Qualquer um que conheça alguma coisa sobre os evangelhos – e mesmo aqueles que não conhecem – sabe que Jesus era amigo de pecadores. Ele muitas vezes atraia a ira dos escribas e fariseus por comer com pecadores (Lucas 15.2).

Jesus claramente reconheceu que um dos insultos atirados contra ele era que ele era “um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores!” (Lucas 7.34). Essa história significa que Jesus é amigo de pecadores como nós. Também nos desafia pelo exemplo de Jesus a certificarmos que não rejeitamos ninguém de alguma forma que Jesus jamais faria.

Por mais preciosa que essa verdade seja – que Jesus é amigo de pecadores – como qualquer outra verdade preciosa da Bíblia, ela deve ser protegida de erros doutrinários e éticos. É muito fácil, e incrivelmente comum, que cristãos (ou não cristãos) peguem a verdade geral de que Jesus era amigo de pecadores e a torcem até não ser mais reconhecida. Assim, “Jesus comia com pecadores” se torna “Jesus adorava uma boa festa”, que se torna “Jesus estava mais interessado em demonstrar amor do que tomar partido”, que se torna “Jesus sempre estava do lado dos não religiosos”, que se torna “Jesus pouco se importava com as violações da Torá”.

Se queremos celebrar o fato de que o Senhor Jesus é um grande amigo de pecadores – e deveríamos – precisamos prestar cuidadosa atenção às formas em que Jesus de fato foi amigo de pecadores. Fora a história da mulher pega em adultério (por motivos de crítica textual), eu contei cinco passagens principais nos evangelhos onde Jesus foi  repreendido por estar perto demais dos pecadores.

Mateus 9.9-13; Marcos 2.13-17; Lucas 5.27-32 -  Essa é a história do chamado de Mateus, o coletor de impostos, para ser seu discípulo.Aqui vemos Jesus tomando lugar à mesa com muitos coletores de impostos e pecadores “porque estes eram em grande número e também o seguiam” (Marcos 2.15). Quando os escribas e os fariseus murmuram a respeito de suas companhias, Jesus diz a eles que não veio “chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento” (Lucas 5.32).

Mateus 11.16-19; Lucas 7.31-35 – Aqui Jesus repreende os “homens da presente geração” porque rejeitaram João Batista, por ele ser muito rígido, e rejeitaram o Filho do Homem por ser muito relaxado.É desse incidente que temos a frase “amigo de pecadores”. Vale notar que esse foi um insulto direcionado a Jesus por seus inimigos. Isso não significa que Jesus não o era e que não deveríamos cantar sobre isso, mas essa passagem sugere que Jesus não se encaixava de todas as maneiras nessa descrição. Se Jesus não era “um glutão e bebedor de vinho”, como seus oponentes diziam, talvez ele também não fosse“amigo de publicanos e pecadores” da mesma maneira que eles imaginavam.

Lucas 7.36-50 – Logo após vem outra história parecida em Lucas. Uma mulher pecadora unge Jesus com um perfume precioso, enxuga os pés de Jesus com suas lágrimas e com seu próprio cabelo. Quando Jesus é corrigido por deixar essa “pecadora” tocá-lo, ele lembra a Simão que aqueles a quem muito é perdoado amam muito. No fim, Jesus perdoa a mulher de seus pecados e anuncia “A tua fé te salvou; vai-te em paz” (Lucas 7.50).

Lucas 15.1-2 – O contexto das parábolas da ovelha perdida, da moeda perdida e do filho perdido em Lucas 15 está nos primeiros versos do capítulo. Conforme os publicanos e pecadores  “aproximavam-se de Jesus”, os fariseus e escribas murmuravam que Jesus estava os recebendo e comendo com eles. As três parábolas que se seguem demonstram como Deus busca os perdidos (15.3, 8, 20) e o quão feliz Deus fica quando pecadores se arrependem (15.7, 10, 21-24).

Lucas 19.1-10 – Novamente, os líderes judeus murmuram porque Jesus “ele se hospedara com homem pecador” (Lucas 19.7). Por mais que Zaqueu tenha se arrependido e mudado (19.8), os judeus simplesmente não conseguem aceitar que o Filho do Homem tenha vindo para buscar e salvar os perdidos (19.10) e que esse publicano famoso tenha sido salvo (19.9).

Assim, que lições podemos tirar desses episódios? De que forma Jesus era amigo de pecadores? Ele tinha uma estratégia para alcançar coletores de impostos? Ele “andava” indiscriminadamente com beberrões e prostitutas? Ele era um messias do relaxado do tipo “deixa a vida me levar”?
O que vemos do conjunto dessas passagens é que os pecadores eram atraídos por Jesus, que Jesus gastava tempo com esses pecadores que estavam abertos a seus ensinamentos, que Jesus perdoava pecadores arrependidos e que Jesus abraçava pecadores que criam nele.

Jesus era amigo de pecadores não porque fazia vista grossa ou ignorava o pecado ou gostava de uma festinha com aqueles que se envolviam com imoralidade. Jesus era amigo de pecadores no sentido de que veio para salvar pecadores e ficava muito feliz em receber aqueles que estavam abertos ao evangelho, que se arrependiam de seus pecados ou que estavam no caminho para colocar sua fé nele.

 KEVIN DEYOUNG / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org 

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 10 de abril de 2014

É Jesus o único caminho para o Céu?

“Sou basicamente uma boa pessoa, então vou para o Céu.” “OK, então eu faço algumas coisas ruins, mas faço mais coisas boas, então vou para o Céu.” “Deus não vai me enviar para o inferno só porque não vivo de acordo com a Bíblia. Os tempos mudaram!” “Apenas pessoas realmente más como molestadores de crianças e assassinos vão para o inferno.” “Acredito em Deus, apenas o sigo do meu próprio jeito. Todos os caminhos levam a Deus.”

Todas estas são conclusões comuns entre a maioria das pessoas, mas a verdade é que são todas mentiras. Satanás, o qual tem poder sobre o mundo, planta estes pensamentos nas nossas mentes. Ele, e qualquer um que siga os seus caminhos, é um inimigo de Deus (1 Pedro 5:8). Satanás sempre se disfarça como bom (2 Coríntios 11:14), mas tem controle sobre todas as mentes que não pertencem a Deus. “...[Satanás, ] o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (2 Coríntios 4:4).

É uma mentira acreditar que Deus não se importa com pecados menores e que o inferno é destinado às “pessoas más”. Todo pecado nos separa de Deus, mesmo uma “pequena mentirinha”. Todos pecaram e ninguém é bom o suficiente para ir ao Céu por sua própria conta (Romanos 3:23).

Entrar no Céu não se baseia no nosso bem superar o nosso mal; todos perderíamos se este fosse o caso. “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Romanos 11:6). Não há nada bom que possamos fazer para ganhar a nossa entrada no Céu (Tito 3:5).

“Entrai pela porta estreita: porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mateus 7:13). Mesmo que todo mundo esteja vivendo uma vida de pecado, e crer em Deus não seja popular, Deus não vai perdoar isto.“nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, o espírito que agora atua nos filhos da desobediência”(Efésios 2:2).

Quando Deus criou o mundo, este era perfeito. Tudo era bom. Então ele fez Adão e Eva, e deu-lhes o seu próprio livre-arbítrio, de forma que teriam a escolha de seguir e obedecer a Deus ou não. No entanto, Adão e Eva, as primeiras pessoas que Deus fez, foram tentados por Satanás a desobedecer a Deus, e eles pecaram. Isto os impediu (e a todos os que vieram depois deles, incluindo a nós) de ter uma relação íntima com Deus. Ele é perfeito e não pode estar no meio do pecado.

Como pecadores, nós não poderíamos chegar lá pela nossa própria vontade. Então, Deus criou uma forma pela qual poderíamos estar unidos com Ele no Céu. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida terna em Cristo Jesus, nosso Senhor”(Rm 6:23).

Jesus nasceu para que pudesse nos ensinar o caminho e morreu por nossos pecados para que não o tivéssemos de fazer. Três dias após a Sua morte, Ele ressuscitou do sepulcro (Romanos 4:25), provando ser vitorioso sobre a morte. Ele completou o caminho entre Deus e o homem para que este pudesse ter uma relação pessoal com Ele, precisando apenas acreditar.

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”(João 17:3). A maioria das pessoas acredita em Deus, até Satanás acredita. Entretanto, para receber a salvação, é preciso se voltar para Deus, formar uma relação pessoal com Ele, voltar-se contra os nossos pecados e seguir a Ele. Devemos acreditar em Jesus com tudo o que temos e em tudo o que fazemos. “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os que creem; porque não há distinção” (Romanos 3:22). 

A Bíblia nos ensina que não há outro caminho para salvação a não ser através de Cristo. Jesus diz em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.”

Jesus é o único caminho para a salvação porque Ele é o Único que pode pagar o preço pelos nossos pecados (Romanos 6:23). Nenhuma outra religião ensina a profundidade ou seriedade do pecado e das suas consequências. Nenhuma outra religião oferece o pagamento infinito que só Jesus poderia dar pelo pecado. Nenhum outro “fundador religioso” foi Deus vindo como homem (João 1:1,14) – a única forma pela qual um débito infinito poderia ser pago.

Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nosso débito. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer.

A salvação está disponível apenas pela fé em Jesus Cristo! “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Dê-me Ânimo

Talvez você não o tenha dito em voz alta nos últimos dias. Mas as possibilidades são de que você tenha moldado as palavras nos vestíbulos silenciosos de sua alma.

Dê-me ânimo. Por favor.

Talvez você não tenha detido alguém na rua e dito exatamente essa frase. Mas se alguns que se importam bastante olhassem bem de perto... Veriam as palavras escritas no seu rosto carrancudo, nos ombros encurvados, nos olhos súplices. Ouviriam as palavras ecoarem em seus comentários descuidados e nos suspiros suprimidos.

Se a verdade fosse conhecida, revelaria que você implora por algum alento. Procurando-o. Ansiando-o. E provavelmente em aflição por ter descoberto que o produto está em falta.

Foi aí que você esteve ultima­mente? Hibernando na caverna do desânimo? Afagando suas feridas sob algumas nuvens pesadas, escuras, que não se dissipam? Pensando seriamente em renunciar à raça humana?

Se assim for, você está indiscutivelmente desprovido de reforço e de afirmação nestes dias. Começa a perguntar-se não quando che­ga o alívio, mas se ele algum dia virá, certo? Muito embora você não se sinta com vontade de ler nada, realmente creio que estas páginas trarão ajuda. Escrevo-as tendo em mente pes­soas como você... Pessoas que começaram a questionar suas próprias palavras e a duvidar de seu próprio valor. Pessoas que se acham presas ao vale onde o sol raramente brilha e os outros raramente se importam com al­guém.

Esse é você, não é?
Esse também sou eu mais vezes do que se possa imaginar. As compridas sombras do desânimo muitas vezes têm-se estendido ao longo de meu caminho. Essas ocasiões têm sido acridoces — acres a princípio, doces mais tarde. Por isso, entendo. Não escrevo com base em teoria estéril, mas baseado na reali­dade. Minha pena mergulhou num poço pro fundo. A tinta tem sido escura e muitas vezes fria. Nessas ocasiões tenho lutado com uma falta de autovalor... Batalha comum travada no vale.

Por favor, deixe-me introduzir neste mo­mento uma verdade significativa: Você ainda é valioso. Ainda conta. Sim, você. O "você" que há dentro de sua pele, que tem sua personalidade e sua aparência. Não importa o que afinal lhe conduziu aonde você está hoje, você é a pessoa com quem eu gostaria de conversar por alguns instantes. Muito embora talvez se julgue desnecessário aos outros e que nin­guém tem notado sua presença, eu ainda gos­taria de trocar algumas palavras com você. Sim, mesmo que você seja sujo e culpado.

Tenho apenas um alvo em mente: incenti­vá-lo.
Você familiarizou-se com desapontamen­tos, com sonhos desfeitos e com desilusão. Crise parece ser sua companheira mais ínti­ma. Como um malho de cinco quilos, sua dor de cabeça o vem martelando perigosamente ao ponto de levá-lo ao desespero. A menos que eu esteja errado, o negativismo e o cinismo se infiltraram em sua conduta. 

Você vê pouca esperança no dobrar da esquina. Como disse um gaiato: "A luz que se vê no fim do túnel é o farol de um trem que se aproxima." Você concorda com um aceno de cabeça, mas é provável que não esteja sorrindo. A vida tor­nou-se terrivelmente sem graça.

Amigo cansado, cambaleante, abatido, de­sanimado, tenha ânimo! 

O Senhor Deus pode erguê-lo e ele o fará. Não há cova tão profunda que ele não seja mais profundo ainda. Não há vale tão sombrio que a luz de sua verdade não possa penetrar. Em sua própria maneira inescrutável, ele usará o discernimento destas poucas páginas para trazer de volta o único ingrediente que derramou de sua vida. Enco­rajamento.

Extraído do livro: Dê-me Ânimo - Charles R. Swindoll

Por Litrazini

Graça e Paz