"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

É NECESSÁRIO

Jesus caminhava da Judéia para a Galiléia, havia outro caminho mais fácil, havia um caminho mais comum, o caminho pelo vale do Jordão era um caminho mais viável para Jesus, porém ele preferiu outro caminho, pois era necessário passar por Samaria (v. 4). Aquele caminho reservava muitos acontecimentos. Por isso era necessário passar por ele. Jesus se cansou, pois era exaustivo o caminho e resolveu se assentar para descansar, pediu aos seus discípulos para buscar comida.

Era necessário Jesus ter cansado, era necessário se assentar ao lado da fonte de água.

Uma mulher se aproxima neste contexto de acontecimentos necessários, Jesus pediu água, a mesma não esperava encontrar alguém naquela hora na fonte, ela não esperava encontrar um judeu, ela não esperava que um judeu falasse com ela, mas tudo isso foi necessário.

O que estamos passando hoje é necessário, as lutas, as dificuldades, as faltas são necessárias, a tristeza às vezes é necessária, perder também em algumas situações é necessário.

A falta de água na casa da samaritana lhe proporcionou encontrar com aquele que é maior do que as fontes de Jacó daqual a mulher esperava tirar a água. A falta de água fez com que ela encontrasse com alguém que lhe oferecia algo além de uma simples água, esse alguém lhe mostrou que existia algo além do simples poço, havia uma fonte inesgotável de vida.

A água sempre simbolizou vida, e a água que Jesus prometera aquela mulher era a água viva, ela não era uma fonte geradora de vida ela era a própria vida.

Jesus falava de Si mesmo, Ele é esta fonte, porém percebemos a dificuldade da mulher entender o que Jesus estava dizendo. Para entender o que Jesus falava era necessário primeiro conhecer o dom de Deus, que é o Amor, já que ela e mais ninguém esperava que um homem ainda mais sendo judeu dialogasse com um samaritano, oamor estava prevalecendo, tudo era necessário.

Os acontecimentos em nossas vidas são necessários para termos uma experiência com Jesus, a falta, as dificuldades financeiras, as provas, os desertos são necessários, mas sempre terá alguém te esperando nesse caminho, alguém que é a própria fonte de vida.
Esta mulher precisou de água e Jesus a aguardava ao lado do poço, se não tivesse faltado água em sua casa ela não encontraria com Jesus, foi necessário ter falta de água.

Muitas coisas em nossas vidas são necessárias, mesmo achando que não são, elas são importantes para o nosso crescimento e para a salvação de nossa família.

/Os discípulos chegam da cidade comalimentos para Jesus, mas quando chegaram se depararam com esta cena: Jesus assentado ao lado do poço de Jacó e a mulher ao seu lado escutando as belas palavras do Mestre.

Eles ficaram sem reação, pois era necessário tudo aquilo. O silêncio deles era necessário.

A fome que Jesus sentiu foi necessária;assim que seus discípulos foram buscar alimento, houve a possibilidade da mulher se achegar ao poço, pois caso ela percebesse que havia vários homens ali, ela não se achegaria para buscar a água, e não iria conhecer a verdadeira fonte de água... Jesus!

Tudo foi necessário.

Pr. Eduardo Santos

Por Litrazini
Graça e Paz


terça-feira, 16 de maio de 2017

FEBE, A MULHER QUE PROTEGEU PAULO

“Recomendo-vos, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencreia, para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo”. (Romanos 16.1-2 ACF)

Quando uma pessoa está buscando um novo emprego no mercado de trabalho, geralmente ela leva um curriculum vitae e apresenta referências comerciais a fim de certificar ao possível empregador sobre o seu caráter e capacidade profissional.

No mundo antigo não era muito diferente, as pessoas portavam cartas de apresentação ou recomendação. Estas cartas eram conhecidas como sustatikai epistolai.

Paulo escreve uma sustatikai epistolai para apresentar e recomendar Febe à Igreja em Roma. Febe procedia de Cencreia, que era o porto de Corinto. O próprio nome “Febe” significa “radiante”, “brilhante”.

Essa atitude de Paulo faz cair por terra o pensamento de alguns que dizem que Paulo era machista. Este capítulo refuta a ideia de que Paulo não gostava de ver mulheres trabalhando nas igrejas.

Na verdade, além de Febe, entre as pessoas saudadas estão oito mulheres e Paulo comenta sobre essas mulheres: Maria, v.6; Priscila, uma cooperadora, v.3; Trifena e Trifosa, v.12; Pérside, v.12; A mãe de Rufo, v.13 e,  Júlia e Irmã de Nereu, v.15

Mas voltemos para Febe, o apóstolo dos gentios e autor de quase metade do Novo Testamento, simplesmente pede aos romanos que a recebam no Senhor, como convém aos santos e que a ajudem em tudo que vier a precisar.

Paulo declara, porque tem sido protetora de mim e de muitos. Tem sido coluna, base, referência.

Já li muitos artigos sobre Ester, Débora, Rebeca, Maria, mas por que uma mulher chamou tanta a atenção do apóstolo Paulo, a ponto de adjetivá-la de forma tão contundente?
Febe desempenhava um ministério de servir na Igreja com excelência.

Tudo indica que Febe era diaconisa, provavelmente oficial da igreja. Para ser diaconisa suas credenciais eram: deveria ser respeitável, não maldizente, temperante e fiel em tudo, conforme Paulo escreveu a Timóteo, capítulo 3, versículo 11.

Ou seja, Febe possuía excelência naquilo que fazia, pois era uma mulher de Deus, cheia do Espírito Santo.

Febe cuidava de Paulo e dos demais, sendo hospitaleira e cuidadosa. Febe também era generosa e hospitaleira, tendo ajudado a muitos crentes, incluindo o próprio apóstolo. Acredita-se esse cuidado de Febe incluía assistência financeira e obras de caridade.

Nesse grupo de investir financeiramente na obra de Deus, o médico Lucas nos apresenta, no capítulo 8: Maria Madalena, Joana, Suzana e outras mulheres anônimas que prestavam assistência a Jesus com os seus bens.

FEBE TINHA VIDA COM DEUS.
Naqueles dias havia um grande número de cristãos impostores, que fingiam ser cristãos. Esses pseudos-cristãos exploravam a bondade das pessoas, pedindo doações financeiras, narrando histórias fraudulentas. Logo, a carta de apresentação servia como garantia do caráter do indivíduo.

É uma verdade irrefutável que Febe era uma cristã genuína, uma mulher de Deus. Febe estava na vanguarda das mulheres do seu tempo.

Em meio a uma cultura extremamente machista, em que a maioria das mulheres tinha a sua vida social dedicada a servir ao marido e dar-lhe descendentes, nota-se que Febe fez parte de um seleto time de mulheres que fizeram a diferença, quebrando paradigmas da sua época, mulheres que não se contentaram em ficar com águas nos tornozelos, antes, mergulharam em águas profundas, permitindo-se serem usadas na mão de Deus .

Anderson Vieira

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 11 de maio de 2014

O que diz a Bíblia sobre ser uma mãe cristã?


Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Às mães é dito que amem seus filhos em Tito 2:4-5, que diz: “Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.”

Em Isaías 49:15a a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?”

Quando se começa a ser mãe?
Os filhos são presentes do Senhor (Salmos 127:3-5). Em Tito 2:4, aparece a palavra grega “phileoteknos”. Esta palavra representa um tipo especial de “mãe amor”. A idéia que esta palavra evoca é de “preferir” nossos filhos, “cuidar” deles, “alimentá-los”, “abraçá-los” com amor, “satisfazer suas necessidades”, “amavelmente ser amiga” de cada um como único vindo da mão de Deus.

A Escritura nos ordena para que vejamos “mãe amor” como nossa responsabilidade. A palavra de Deus ordena tanto às mães quanto aos pais para que façam várias coisas na vida de seus filhos, dando:

Disponibilidade
Manhã, tarde e noite. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.  (Deuteronômio 6:6-7).

Envolvimento
Interagindo, colocando pontos de vista, pensando e processando a vida juntos. E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. (Efésios 6:4).

Ensinamento
Sobre as Escrituras, a visão bíblica do mundo. Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; Para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos; (Salmos 78:5-6); Deuteronômio 4:10, Efésios 6:4.

Treinamento
Ajudando o filho a desenvolver habilidades e descobrir seu potencial. Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.(Provérbios 22:6).

Disciplina
Ensinando o temor do Senhor, ensinando seus limites de forma consistente, amorosa e firme. A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. (Pv. 29.15). Confira ainda os textos: (Ef. 6:4, Hb. 12:5-11, Pv. 13:24, 19:18, 22:15, 23:13-14).

Nutrição
Provendo um ambiente de constante apoio verbal, liberdade de falhar, aceitação, afeto e amor incondicional (Tito 2:4, II Timóteo 1:7, Efésios 4:29-32, 5:1-2, Gálatas 5:22, I Pedro 3:8-9).

Exemplo com integridade
Vivendo de acordo com o que ensina, sendo um modelo com o qual o filho possa aprender “captando” a essência de um viver piedoso (Deuteronômio 4:9, 15, 23; Provérbios 10:9, 11:3; Salmos 37:18, 37).

A Bíblia nunca ordena que todas as mulheres devam ser mães. Contudo, diz que aquelas que o Senhor abençoa e se tornam mães devem tomar seriamente tal responsabilidade.

As mães têm um papel único e crucialmente importante nas vidas de seus filhos. A maternidade não é um trabalho ou tarefa desagradável. Da mesma forma com que uma mãe gera seu filho durante a gravidez, e da mesma forma com que a mãe alimenta e cuida de seu filho durante a infância, as mães têm também um papel constante na vida de seus filhos, adolescentes, jovens adultos e até filhos completamente adultos.

Enquanto o papel da maternidade deve se transformar e se desenvolver, o amor, cuidado, educação e encorajamento que uma mãe dá nunca devem terminar.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Mãe! Um anjo de Deus!

E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.  (Deuteronômio 6:6-7).

Ser mãe é um mistério, difícil de explicar. Deus concede-lhe uma força imensa, de uma dimensão que só uma mãe entenderá. Por um filho ela é capaz de entrar nas maiores pelejas, escalar montanhas, enfrentar grandes desafios, arriscar a sua vida. Tudo isso lhe parece tão natural que nem dá o devido valor. Afinal, trata-se do seu filho... e o forte vínculo afetivo que os une justifica tudo.

Normalmente, as mães alegram-se mais pelos sucessos dos seus filhos do que pelos seus próprios sucessos.

Ser mãe é um ministério precioso diante de Deus, com legitimidade para sobrepor-se a outros ministérios e atividades, pelo extremo valor que contém. É ver cumprido o verdadeiro sentido do amor, que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Coríntios 13: 7).

Comenta-se que porque Deus não podia estar fisicamente presente entre as pessoas, Ele criou as Mães para ocupar Seu lugar. A Escritura reafirma amplamente a influência da mãe no desenvolvimento moral e espiritual dos filhos. Na prática, uma mãe pode mostrar que “o temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Sl.111.10). Essa sabedoria, cuja fonte é Deus, influi nas palavras e ações da criança. 

Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou dele e lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação. Em que, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado. Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado. Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse. Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido quase insignificante numa roupa especial para a festinha da escola. 

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado. Outro par para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: "eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo", mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora. Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos, de superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas ainda assim insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

Uma mulher de lábios ternos que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

Lábios que soubessem falar de Deus, do universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

Uma mulher. Uma mãe, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz. (A.D.)

E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. (Cl 3.14) Esse é o amor de mãe, a única força capaz de fazer com que entendamos o sacrifício de Deus por nós. Somente Deus dá sentido à nossa vida.

Mamãe, que você seja alegre, amiga, bondosa, carinhosa, companheira, corajosa, determinada, intercessora, perseverante e, cheia do poder de Deus, é o desejo do nosso coração.

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Mãe! Um anjo de Deus!


E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.  (Deuteronômio 6:6-7).

Ser mãe é um mistério, difícil de explicar. Deus concede-lhe uma força imensa, de uma dimensão que só uma mãe entenderá. Por um filho ela é capaz de entrar nas maiores pelejas, escalar montanhas, enfrentar grandes desafios, arriscar a sua vida. Tudo isso lhe parece tão natural que nem dá o devido valor. Afinal, trata-se do seu filho... e o forte vínculo afetivo que os une justifica tudo.

Normalmente, as mães alegram-se mais pelos sucessos dos seus filhos do que pelos seus próprios sucessos.

Ser mãe é um ministério precioso diante de Deus, com legitimidade para sobrepor-se a outros ministérios e atividades, pelo extremo valor que contém. É ver cumprido o verdadeiro sentido do amor, que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Coríntios 13: 7).

Comenta-se que porque Deus não podia estar fisicamente presente entre as pessoas, Ele criou as Mães para ocupar Seu lugar. A Escritura reafirma amplamente a influência da mãe no desenvolvimento moral e espiritual dos filhos. Na prática, uma mãe pode mostrar que “o temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Sl.111.10). Essa sabedoria, cuja fonte é Deus, influi nas palavras e ações da criança. 
 
Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou dele e lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação. Em que, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado. Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado. Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse. Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido quase insignificante numa roupa especial para a festinha da escola. 

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado. Outro par para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: "eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo", mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora. Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos, de superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor, mas, ainda assim insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

Uma mulher de lábios ternos que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

Lábios que soubessem falar de Deus, do universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

Uma mulher. Uma mãe, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz. (A.D.)

E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. (Cl 3.14) Esse é o amor de mãe, a única força capaz de fazer com que entendamos o sacrifício de Deus por nós. Somente Deus dá sentido à nossa vida.

Mamãe, que você seja alegre, amiga, bondosa, carinhosa, companheira, corajosa, determinada, intercessora, perseverante e, cheia do poder de Deus, é o desejo do nosso coração.

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz