"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

QUEM SOU EU?


Mateus 5.13 =        Sou o sal da terra.
Mateus 5.14 =        Sou a luz do mundo
João 1.12     =        Sou filho de Deus (parte de sua família – Veja Romanos 8.16).
João 15.1,5  =        Sou parte da videira verdadeira, um segmento (ramo) da vida de Cristo.
João 15.15   =        Sou amigo de Jesus.
João 15.16   =        Sou escolhido e designado por Cristo (para dar fruto)
Romanos 6.18=      Sou servo da justiça.
Romanos 6.22=      Sou servo de Deus.
Romanos 8.14,15= Sou filho de Deus (Deus, espiritualmente, é meu Pai – Veja Gl. 3.26 e 4.6).
Romanos 8.17 =     Sou herdeiro de Deus, co-herdeiro com Cristo, participando de sua herança.
I Corintios 3.16;6.19=Sou templo (morada) de Deus. Seu Espírito (sua vida) habita em mim.
I corintios 6.17=      Estou unido com o Senhor e sou um com ele.
I Corintios 12.27=   Sou membro (parte) do Corpo de Cristo (veja Ef. 5.30).
II Corintios 5.17=    Sou nova criatura (nova pessoa)
II Corintios 5.18,19=          Estou reconciliado com Deus e sou ministro da reconciliação.
Galatas 3.26,28=    Sou filho de Deus e um em Cristo.
Gálatas 4.6,7=        Sou herdeiro de Deus, visto ser seu filho
Efésios 1.1   =        Sou santo (ver I co. 1.2; Fp. 1.1; Cl. 1.2).
Efésios 2.10  =        Sou feitura de Deus, criado (nascido de novo) em Cristo para fazer a sua obra que ele             
preparou de antemão para eu fazer.
Efésios 2.19  =        Sou concidadão do restante do povo de Deus em sua família
Efésios 3.1; 4.1=     Sou prisioneiro de Cristo
Efésios 4.24  =        Sou justo e reto.
Filipenses 3.20=     Sou cidadão do céu, sentado no céu neste exato momento (veja Ef. 2.6).
Colossenses 3.3=   Estou escondido com Cristo em Deus.
Colossense 3.4=     Sou a expressão da vida de Cristo, porque ele é a minha vida.
Colossenses 3.12= Sou eleito de Deus, santo eternamente amado.
I Tessalonicenses 1.4=Sou eleito e amado eternamente por Deus.
I Tessalonicenses 5.5= Sou filho da luz e não das trevas
Hebreus 3.1  =        Sou um irmão santo, participante da vocação celestial.
Hebreus 3.14=        Sou participante de Cristo
I Pedro 2.5    =        Sou uma das pedras vivas, sendo edificado (em Cristo) como casa espiritual.
I Pedro 2.9,10=       Sou membro de uma raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade
exclusiva de Deus para anunciar as grandezas divinas.
I Pedro 2.11  =        Sou peregrino e forasteiro neste mundo no qual vivo temporariamente.
I Pedro 5.8    =        Sou adversário do diabo.
I João 3.1,2  =        Sou agora filho de deus. Serei semelhante a Cristo quando ele voltar.
I Hoão 5.18   =        Sou nascido de Deus, e o maligno (o diabo) não pode me tocar.
         
Mas pela graça de Deus, sou o que sou” (1 Co. 15.10).

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

O SAL DA TERRA


“Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.” (Mt 5.13)

A terra e seus habitantes encontram-se num contínuo processo de deterioração. Nós somos o “sal da terra”. R. V. Tasker, professor de exegese do Novo Testamento na Universidade de Londres, tem razão quando diz: “Da mesma forma, os discípulos são chamados para serem uma espécie de desinfetante moral, para um mundo cujos padrões morais são baixos, estão constantemente mudando ou não existem.” A nossa própria presença nele detém a corrupção.

O sal é ainda um agente curativo. E provoca sede. Ele dá sabor, realçando o sabor de muitos alimentos. O sal é uma substância notavelmente útil, só que.... Será que notamos a presença de uma palavrinha no verso 13? “... se o sal vier a ser insípido...” (quer dizer: “se o sal perder sua qualidade picante, aquilo que o torna peculiar”). Jesus não introduz aqui uma advertência imaginária, mas verdadeira. Se for removida do cristão aquela sua virtude que o distingue de tudo, não sobra nada que tenha valor. Para nada mais prestamos, como diz o Senhor.

Gostaria de fazer uma observação bem direta agora. O pensamento secular está corroendo sensivelmente esse caráter distintivo que o servo de Deus possui. E isso está começando a influenciar a igreja de Jesus Cristo. Muitos crentes já submeteram sua mente ao sistema do mundo. Aquela mente cristã, distinta da do mundo, hoje é peça rara. Ideologia tais como humanismo, secularismo, intelectualismo e materialismo invadiram o pensamento cristão de tal forma, que nosso sal ficou diluído – e em alguns casos, nem existe mais.

Francis Schaeffer, revelando determinação e zelo proféticos, tem tentado despertar-nos para enxergar essa moléstia. E Harry Blamires, que poderíamos chamar de Schaeffer britânico (e que foi aluno de C. S. Lewis em Oxford) afirma abertamente e de forma dogmática: “Não existe mais pensamento cristão.” Influenciado e marcado pela imprensa, pelos sistemas educacionais secularizados, pelas expectativas, hoje tão baixas da sociedade, e pelas todo-poderosas pressões de seu grupo social (sem mencionar o impacto causado pela televisão e cinema), o servo cristão pode facilmente cair na armadilha. Podemos virtualmente parar de pensar em consonância com a Bíblia e deixar de “sacudir o saleiro”.

É por isso que Jesus expõe essa sua preocupação com tanta ênfase: “Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.” (Mt 5.13) Temos que exercer a função de preservar... senão perderemos nossa influência e nos tornaremos tão insignificantes , como uma camada de poeira nas ruas das cidades. Servo, tenha cuidado com isso!

O sal é polvilhado e espalhado... não derramado. Ele tem que ser espalhado. O sal em demasia estraga um alimento. Isso é um bom lembrete para os cristãos, no sentido de que se espalhem, em vez de ficarem todos aglomerados em grupos.

O sal aumenta o sabor... mas não aparece. Nunca vemos ninguém dizer:
- Puxa, como este sal é bom!

O que dizemos muitas vezes é:
- Este prato está realmente saboroso!

O verdadeiro servo cristão realça o sabor da vida, um sabor que sem ele não existiria.
O sal não se parece com nenhum outro tipo de tempero. Entretanto, sua força está exatamente em ser diferente dos outros. Ele não pode ser imitado; e para ser útil, precisa ser colocado no alimento.

O sal que permanece no saleiro não vale de nada para ninguém.

Extraído do livro Eu, um servo, Voce esta brincando, de Autoria de Charles Swildoll

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 27 de novembro de 2016

SAL NÃO É TEMPERO

Uma das coisas mais chocantes que aprendi na faculdade de gastronomia foi isso: O sal não é um tempero! Eita, mas o que ele é então? Bom, o sal é um realçador de sabor. O que acontece é que quando você coloca sal em um alimento você faz com que o sabor do próprio alimento se torne mais notório! É claro que tem a medida certa, se você colocar muito sal, apenas o sal aparece e o alimento perde toda a graça, dizemos que ele: salga; e aí não fica tão bom assim!

Aposto que você já ouviu dizer que os cristãos são o sal da terra, se não, eis aqui sua oportunidade: “Vocês são o sal da terra” Mateus 5:13. Pronto, podemos prosseguir!

Vamos às análises agora. Primeiro, o sal não é o foco em si do prato, o foco é o alimento, ele apenas realça o sabor do próprio alimento. E é assim que nós devemos ser, o alimento é Jesus, Ele disse: “Eu sou o pão da vida”, nos alimentamos de Sua palavra, de Sua companhia, Ele é o foco! 

Nós cristãos precisamos ser sal no mundo, precisamos ser sal para as pessoas, precisamos realçar Jesus, pra que Ele apareça mais e mais, pra que mais e mais pessoas possam se encantar com Sua presença, assim como os sabores são exponenciados pelo sal, nossa função é exponenciar o amor de Jesus para que mais pessoas sejam atingidas!

E o que falamos que acontece quando a gente coloca sal demais? 
Salga! Perde o sabor, não sentimos mais o alimento, apenas o sal! Pois é exatamente isso com a gente, somos o sal, e devemos aparecer nesse processo numa medida equilibrada, quando colocamos uma quantidade excessiva de nós, deixamos Jesus de lado, ninguém mais consegue sentí-lO, nós salgamos Seu amor e agora tudo não passa de um grande prato salgado e impossível de ser tragado.

Saiba dosar o sal! Deixe Jesus agir em você, Ele sabe a quantidade de sal exata pra se usar, pra deixar cada prato perfeito, pra chef nenhum botar defeito! E quanto mais realçarmos Seu amor ao invés de querer salgar tudo, mais as pessoas poderão enxergar de fato Jesus!

Mariana Mendes

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O sal e a luz

Vocês são o sal da terra... Vocês são a luz do mundo... Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens.Mateus 5.13-14,16 

Sal e luz são duas das maiores necessidades nos lares. Certamente Jesus deve ter visto, inúmeras vezes, sua mãe usar o sal na cozinha. Naqueles dias, antes de existir a refrigeração, o sal era usado normalmente com propósitos anticépticos e de preservação. Assim, Maria deixava peixe e carne mergulhados em água salgada, e acendia lamparinas a óleo quando o sol se punha. 

Jesus escolheu essas imagens para indicar a influência que ele desejava que seus seguidores exercessem no mundo. O que ele quis dizer? O que é legítimo para nós deduzir dessa sua escolha de metáforas? 

Acredito que ele estava ensinando quatro verdades. 

Primeiro, os cristãos são radicalmente diferentes dos não-cristãos. 
Ambas as imagens estabelecem as duas comunidades em contraste uma com a outra. Por um lado, há o mundo; por outro, há você, que deve ser luz na escuridão do mundo. 

Novamente, o mundo é como carne apodrecida e peixe em decomposição, mas você deve ser o seu sal, detendo a deterioração da sociedade. As duas comunidades são tão diferentes uma da outra quanto a luz é da escuridão, e o sal, da corrupção

Segundo, os cristãos devem penetrar na sociedade não-cristã. 
Embora espiritual e moralmente distintos, não devemos ser socialmente segregados. Uma lâmpada não traz nenhum benefício se for guardada no armário; e o sal não faz bem se ficar dentro do saleiro.

A luz deve brilhar na escuridão; o sal deve penetrar na carne. Ambos os modelos ilustram o processo de penetração. 

Terceiro, os cristãos podem influenciar e mudar a sociedade não-cristã. 
Sal e luz são ambos mercadorias eficazes. Eles mudam o seu ambiente. Quando o sal é introduzido na carne, algo acontece; a deterioração bacteriológica é contida. Do mesmo modo, quando a luz é acesa, algo acontece; a escuridão é dissipada. 

Não apenas indivíduos podem ser mudados; sociedades também podem ser transformadas. 

É claro que não podemos tornar a sociedade perfeita, mas podemos melhorá-la. 

A história está cheia de exemplos de melhora social por meio da influência cristã.

Quarto, os cristãos devem conservar as características cristãs. 
O sal deve reter sua salinidade; caso contrário, será inútil. 
A luz deve reter seu brilho; caso contrário, nunca dissipará a escuridão. 

E quais são nossas características cristãs? 

O restante do sermão do monte nos diz. 

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.

Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (Mt. 5.13-16)

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Eu gostaria de ser assim

Vocês são o sal da terra... Vocês são a luz do mundo... Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens.  Mateus 5.13-16.  

Jesus escolheu essas imagens para indicar a influência que ele desejava que seus seguidores exercessem no mundo.

Nos Estados Unidos lá pela década de 40, morava em Chicago um pregador batista muito pobre, que ganhou de seu irmão milionário um carro último tipo. Certa manhã, ao chegar ao estacionamento para apanhá-lo, o pregador deparou com um rapazinho mal vestido, com o rosto encostado a uma das janelas do "carrão".

Tendo-o cumprimentado, ouviu do rapazola a pergunta:
- "É seu, patrão?” 
Diante da resposta afirmativa, o pregador Roy Angel ouviu nova pergunta:
- ‘Quanto custou’?
Sua resposta surpreendeu o menino:
- "Não sei. Meu irmão mo deu de presente".
Ao ouvir isso, os olhos do menino se arregalaram surpresos. Ele pensou um pouco, e disse depois com um ar de anseio sincero:
- "Eu queria.., eu queria..."
Roy pensou que podia adivinhar como ele iria terminar a sentença - Eu queria ter um irmão assim. Mas, em vez disso, ficou pasmo quando o menino olhou para ele e disse:
- "Eu queria SER um irmão assim...

Isso moveu o coração do pregador, a ponto de convidar o rapaz para dar uma volta no carro. Diante disso, ele pediu para dirigirem-se à rua onde morava. Novamente, Roy pensou que poderia adivinhar qual o desejo do rapazola - mostrar aos meninos da vizinhança a sua "conquista". Novamente, enganou-se. 

O menino pediu-lhe que parasse por um instante num determinado ponto da rua, em frente a um velho conjunto habitacional. Desceu, prometendo voltar num instante. Depois de uns dez minutos, Roy viu alguém descendo vagarosamente a escadaria sem iluminação. À sombra, desciam duas perninhas finas e tortas. Logo compreendeu que era o menino, carregando outra criança menor. Com certeza, seu irmão. Chegando à calçada, colocou-o gentilmente no chão, e disse todo empolgado:
- "É como eu lhe disse. E um carro novinho em folha. O irmão deu para ele. Algum dia, eu vou comprar um carro assim para você!".

Ron Mehl, que relatou esse fato, termina-o assim:
- Quando ouvi essa história fiquei comovido com a generosidade de um irmão para com o outro. Mas não foi o presente do milionário que me impressionou. Afinal de contas, ele poderia ter comprado uma frota de Packards para o irmão com toda a facilidade. Não; eu me comovi com o desejo do menino favelado. Por que sonhava com uma prosperidade impossível? Para que pudesse gastá-la prodigamente com o irmão!

Não apenas indivíduos podem ser mudados; sociedades também podem ser transformadas. É claro que não podemos tornar a sociedade perfeita, mas podemos melhorá-la. A história está cheia de exemplos de melhora social por meio da influência cristã. Devemos conservar as características cristãs.

O sal deve reter sua salinidade; caso contrário, será inútil. A luz deve reter seu brilho; caso contrário, nunca dissipará a escuridão. Sal e luz são mercadorias eficazes. Eles mudam o seu ambiente. Quando o sal é introduzido na carne, algo acontece; a deterioração é contida. Do mesmo modo, quando a luz é acesa, algo acontece; a escuridão é dissipada.

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. (Mateus 5.13-15)

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (Mateus 5.16). Nossas obras, nosso calor como cristãos devem e podem tocar todas as pessoas à nossa volta, bem como nossa sociedade.

Por Litrazini


Graça e Paz