"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

Mostrando postagens com marcador servo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador servo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 31 de outubro de 2024

SER O QUE DEUS QUER

Embora o desejo de Deus seja nos aprovar para depois nos usar, nem sempre é possível encontrar pessoas cujas vidas condigam com suas exigências ou perfil do servo aprovado.

Seus planos não podem ser frustrados nem sua obra impedida, mas todos igualmente darão contas de si mesmos a Deus no dia da sua vinda.

Naquele grande dia ninguém será absorvido ou condenado pelo nível de instrumentalidade que recebeu, mas pela presença ou ausência de vida no altar de Deus.

Jesus afirmou que muitos chegarão diante dEle confiando no grau de intensidade que trabalhou para Ele (Mt 7.22,23)

A instrumentalidade concedida a uma pessoa para desenvolver uma obra para Deus é fruto da mais absoluta graça de Deus

Claro que nós que tememos a Deus e nos importamos com nossa relação com Ele não devemos ser relapsos e nem negligenciar a santidade que Ele exige de nós.

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” (2Tm 2.15).

Paulo nos expõe duas grandes características que devem ser buscadas por todos os que querem servir a Deus:

Primeiro se apresentar a Deus aprovado, isto é, apresentar a si mesmo a Deus como alguém que valoriza o que Deus valoriza;

Segundo se apresentar sem ter nada que possa lhe comprometer diante da santidade de Deus.

Em outras palavras, sejamos o que Deus quer que sejamos e assim, ao nos apresentarmos a Deus e ao mundo, o inimigo nada terá a dizer contra nós!

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 


sexta-feira, 19 de julho de 2024

O MAIOR DENTRE VÓS SERÁ VOSSO SERVO

E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado.(Mt 23.11,12)

Para servir é necessário sair da zona de conforto;

Para servir é necessário abrir mão dos próprios interesses;

Pensar no outro em primeiro lugar, ocupar-se mais em dar do que em receber, calar primeiro, perdoar sempre, sempre pedir perdão;

Fazer o possível para que os outros sejam beneficiados ainda que ás custas de prejuízos e danos pessoais. 

Em qualquer sociedade humana existem mais clientes do que servos.

Servir não é privilégio de muitos. Servir é para gente grande.

Servir é para gente que conhece a si mesma, e está segura de sua identidade, a tal ponto que nada nem ninguém o diminui.

Servir é para gente que conhece o coração das pessoas, de tal maneira que nada nem ninguém causa decepção suficiente para que o serviço seja abandonado.

Servir é para quem conhece o amor, de tal maneira que desconhece preço elevado demais para que possa continuar servindo.

Servir é para quem conhece o fim a que se pode chegar servindo e amando, de tal maneira que não é motivado pelo reconhecimento, a gratidão ou a recompensa, mas pelo próprio privilégio de servir.

Servir é para gente parecida com Jesus. Servir é para muito pouca gente. 

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 4 de junho de 2024

SERVO BOM E FIEL

O Servo do Senhor deve se portar como o tal, espelhando-se sempre nos exemplos deixados pelo Mestre.

Ao nos apresentarmos perante Deus, é necessário que estejamos com nossas vidas no altar, sendo incansáveis defensores da verdade, santidade e justiça.

As atitudes mostram não só o caráter individual, mais na maioria das vezes a condição espiritual também.

Nas escrituras sagradas encontramos ótimos exemplos a serem seguidos, assim como maus a não serem seguidos.

Devemos estar alerta para não sucumbirmos aos nossos próprios desejos.

O servo bom e fiel deve estar sempre compromissado em fazer a vontade do pai, e não à vontade dos influentes, poderosos, abastados.

Sua recompensa deve ser almejada para o porvir, e não para esta vida.

O cristão deve deixar de lado o imediatismo fugindo da tentação do “tudo agora”.

O cuidado e a cautela se fazem necessário, Satanás é especialista em criar valores para o Homem

Para não correr o risco de ser enganado é necessário amar a Deus sobre todas as coisas.

Só o amor de Deus poderá faze-lo forte para resistir a está tentação.         

Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. (Rm 8.36,37)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

IDENTIFICANDO-SE COM CRISTO

COMO SALVO

Nascido de novo “...Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus” (Jo 3.3-5);

Regenerado:

Nova maneira de viver - “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17);

Nova maneira de pensar – “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.2);

Posição de salvo. Daniel e seus companheiros, no meio de muitos estranhos, num palácio real, não negou sua fé nem a seu Deus.

COMO DISCÍPULO

Discípulo é aquele que segue a alguém. Somos discípulos de Jesus.

O discípulo de Jesus tem características especiais. “...Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13.34,35);

O amor é a marca principal do cristão: amar a Deus, ao próximo e ATÉ aos inimigos (Mt 5.44-45).

Tomar posição como discípulo.

COMO SERVO

Servo é aquele que está disposto a servir;

É a posição mais difícil na vida do cristão. Muitos só querem mandar, ser senhores;

"Eu, um servo?" (Um livro recomendado);

Jesus, Senhor e Mestre, deu-nos o exemplo

“...Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20.25-28; Jo 13.4-8; 12-15).

É necessário tomar a posição de servo.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 5 de julho de 2019

RETRATO DE UM SERVO


- O que você deseja ser quando crescer?

É uma pergunta que todos gostamos de fazer às crianças. E as respostas mais comuns são: “Policial”, “Professora”, e às vezes “Bombeiro”. Alguns são mais ousados. Respondem: “Artista de televisão”, ou “Cantor”, ou “Jogador de futebol”.

Recentemente, um garoto me disse que queria ser mecânico ou lixeiro. Quando lhe indaguei por quê, deu-me uma resposta clássica para um menino de nove anos: “Para poder ficar sujo!”

Sorri, lembrando-me momentaneamente de minha própria infância. E entendi perfeitamente o que ele quis dizer.

Vamos pegar esta pergunta e revirá-la um pouco. Imaginemos que estamos perguntado a Jesus Cristo o que ele deseja que sejamos, quando crescermos. É uma pergunta inteiramente nova. E creio sinceramente que ele daria a mesma resposta a todos nós.

“Quero que você seja diferente... que seja um servo.”

Em minha vida toda, nunca ouvi alguém dizer que, ao crescer, gostaria de ser servo. Parece uma posição aviltante... humilhante... sem dignidade bastante.

Jerry White, em seu valioso Honesty, Morality and Conscience (Honestidade, Moralidade e Consciência), aborda essa questão de servir aos outros.

“Os cristãos devem ser servos tanto de Deus como das outras pessoas. Mas a maioria das pessoas encara o trabalho e os negócios – a vida em geral – com a seguinte atitude: o que posso obter disso? Em vez de: como posso contribuir? 
Às vezes gostamos de pensar em nós mesmos como servos de Deus. Quem não gostaria de ser servo de um rei? Mas, quando se trata de servir a outras pessoas, pomo-nos a questionar as conseqüências.

A idéia de servir a Deus nos faz sentir nobres; mas a de servir às pessoas nos faz sentir humilhados.

Servindo a Deus, recebemos recompensas; servindo às pessoas, principalmente àquelas que não podem retribuir-nos, não recebemos nenhum benefício visível, nem glórias – a não ser de Deus. Cristo nos deu o exemplo: ‘O Filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.’ (Mt 20.28).

Para sermos servos de Cristo, temos que ser servos das pessoas. O conceito de servir as pessoas deve ser a base de tudo o que fazemos, no trabalho e nos negócios.

Ao servir, temos de pensar primeiro naquele a quem servimos. Um funcionário de uma firma que se dispõe a servir em seu trabalho está honrando a Deus, e aumentando seu próprio valor diante de seu empregador. Por outro lado, o empregado que procura servir a si mesmo dificilmente será valorizado por qualquer companhia.”

A ordem de Jesus: “seja diferente!”

Quando Jesus se achava aqui na terra, atraiu a si um grande número de pessoas. Certo dia sentou-se no meio delas, e pôs-se a ensinar-lhes algumas verdades básicas sobre o crescimento delas, segundo o desejo dele.

O relato deste seu “Sermão do Monte” encontra-se em Mateus 5,6 e 7. Se fossemos sugerir um título geral para este grandioso sermão, seria: “Seja diferente”. Várias vezes durante o sermão, Jesus apresenta a maneira de agir e sentir dos religiosos de seus dias, e em seguida instrui seus discípulos a serem diferentes deles

Mateus 5.21,22: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.27,28: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.33,34: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.38,39: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.43,44: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”

Em Mateus 6, ele continua a explicar como deveriam ser diferentes nas esmolas para os necessitados (6.2), nas orações (6.5) e nos jejuns (6.16). O versículo-chave deste sermão é: “Não vos assemelheis, pois, a eles...” (6.8).

O fato é que Jesus enxergava o que havia por trás do orgulho e da hipocrisia daqueles religiosos, e estava resolvido a incutir nos discípulos traços de caráter tais como humildade e autenticidade.

Seu ensino diferente cortava aquela fachada de devoção religiosa como uma faca afiada corta a manteiga.

Até hoje, este sermão constitui o delineamento mais perfeito da contracultura cristã dada no Novo Testamento... oferecendo um estilo de vida totalmente oposto ao do sistema do mundo.

A introdução do sermão de Jesus é, sem dúvida alguma, a mais conhecida passagem dele, e se acha em Mateus 5.1-12. Trata-se da descrição mais exata do retrato de um servo cristão.

Extraído do livro Eu, um servo? Você está brincando! Autoria: Charles Swindoll / Por Litrazini
Graça e Paz


sábado, 29 de junho de 2019

INSATISFAÇÃO? SERVO? MELHOR SER FILHO!!


“... Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez”. (Fp. 4.11,12).

A insatisfação tem sido um dos traços mais marcante da vida de muitos que se abrigam na casa de Deus. Vivem sob o teto do Pai, procuram servi-lo e obedecer-lhe, mas intimamente se sentem descontentes e frustrados. Vivem a murmurar, a reclamar, a remoer os insucessos, as injustiças e os desafetos, numa disposição de alma amarga e sombria.

Há um grande número de pessoas cuja relação com Deus se reduz tão somente a sentimentos de obrigação e segurança. Seguem-no por medo ou por costume. Servem-no por dever ou por interesse.

O resultado é uma vida sem alegria, sem abundância, sem realizações, uma vida insatisfeita. E é claro que não é esse tipo de existência que o Senhor quer para seus filhos. Ele quer que vivamos satisfeitos.

Quando a nossa insatisfação se traduz em reclamações, amargura de alma, murmurações e pessimismo, estamos declarando a Deus que ele, afinal de contas, não é um pai tão bom assim. Aquele que serve a Deus por obrigação, por vezes, duvida da alegria do crente sincero, simples e profundamente abençoado. Sente-se preterido, discriminado, menos amado pelo Senhor.

Há muitos que vivem insatisfeitos, mas, são incapazes de admitir o fato para si mesmo, para outros e muito menos para Deus.

”Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (Jo. 15.15). Ele quer mais do que servos; quer filhos.

O Pai celestial quer filhos que possam desfrutar da sua comunhão e da sua misericórdia em amor. Porém, com freqüência, manisfestamos um coração de servo, e não de filho; uma disposição de interesse, e não de amor. 

Quando nos regemos pela obrigação, experimentamos insatisfação e migalhas, deixamos de gozar da vida abundante que Cristo conquistou para nós na cruz.

Deus se relaciona conosco pelo amor, não pela obrigação. Trata com gente, não com coisas e, opera através de relacionamento.

O amor é a essência da vida cristã e não há outra forma de vivermos contentes e satisfeitos a não ser, amando a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

O SAL DA TERRA


“Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.” (Mt 5.13)

A terra e seus habitantes encontram-se num contínuo processo de deterioração. Nós somos o “sal da terra”. R. V. Tasker, professor de exegese do Novo Testamento na Universidade de Londres, tem razão quando diz: “Da mesma forma, os discípulos são chamados para serem uma espécie de desinfetante moral, para um mundo cujos padrões morais são baixos, estão constantemente mudando ou não existem.” A nossa própria presença nele detém a corrupção.

O sal é ainda um agente curativo. E provoca sede. Ele dá sabor, realçando o sabor de muitos alimentos. O sal é uma substância notavelmente útil, só que.... Será que notamos a presença de uma palavrinha no verso 13? “... se o sal vier a ser insípido...” (quer dizer: “se o sal perder sua qualidade picante, aquilo que o torna peculiar”). Jesus não introduz aqui uma advertência imaginária, mas verdadeira. Se for removida do cristão aquela sua virtude que o distingue de tudo, não sobra nada que tenha valor. Para nada mais prestamos, como diz o Senhor.

Gostaria de fazer uma observação bem direta agora. O pensamento secular está corroendo sensivelmente esse caráter distintivo que o servo de Deus possui. E isso está começando a influenciar a igreja de Jesus Cristo. Muitos crentes já submeteram sua mente ao sistema do mundo. Aquela mente cristã, distinta da do mundo, hoje é peça rara. Ideologia tais como humanismo, secularismo, intelectualismo e materialismo invadiram o pensamento cristão de tal forma, que nosso sal ficou diluído – e em alguns casos, nem existe mais.

Francis Schaeffer, revelando determinação e zelo proféticos, tem tentado despertar-nos para enxergar essa moléstia. E Harry Blamires, que poderíamos chamar de Schaeffer britânico (e que foi aluno de C. S. Lewis em Oxford) afirma abertamente e de forma dogmática: “Não existe mais pensamento cristão.” Influenciado e marcado pela imprensa, pelos sistemas educacionais secularizados, pelas expectativas, hoje tão baixas da sociedade, e pelas todo-poderosas pressões de seu grupo social (sem mencionar o impacto causado pela televisão e cinema), o servo cristão pode facilmente cair na armadilha. Podemos virtualmente parar de pensar em consonância com a Bíblia e deixar de “sacudir o saleiro”.

É por isso que Jesus expõe essa sua preocupação com tanta ênfase: “Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.” (Mt 5.13) Temos que exercer a função de preservar... senão perderemos nossa influência e nos tornaremos tão insignificantes , como uma camada de poeira nas ruas das cidades. Servo, tenha cuidado com isso!

O sal é polvilhado e espalhado... não derramado. Ele tem que ser espalhado. O sal em demasia estraga um alimento. Isso é um bom lembrete para os cristãos, no sentido de que se espalhem, em vez de ficarem todos aglomerados em grupos.

O sal aumenta o sabor... mas não aparece. Nunca vemos ninguém dizer:
- Puxa, como este sal é bom!

O que dizemos muitas vezes é:
- Este prato está realmente saboroso!

O verdadeiro servo cristão realça o sabor da vida, um sabor que sem ele não existiria.
O sal não se parece com nenhum outro tipo de tempero. Entretanto, sua força está exatamente em ser diferente dos outros. Ele não pode ser imitado; e para ser útil, precisa ser colocado no alimento.

O sal que permanece no saleiro não vale de nada para ninguém.

Extraído do livro Eu, um servo, Voce esta brincando, de Autoria de Charles Swildoll

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A LUZ DO MUNDO


Não lhe parece relevante que Cristo tenha dado ao servo a mesma característica que deu a si mesmo?

“Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (Jo 8.12)

O servo de Cristo brilha no meio de uma sociedade que está irremediavelmente perdida, entregue a si mesma. Agora vamos responder a duas perguntas:

1. Qual é a função básica da luz?
2. Qual a melhor maneira de desempenhar essa função?

A resposta da primeira é óbvia: dissipar a escuridão. Quando se acende uma luz, as trevas se vão. Não importa a densidade desta escuridão. E a resposta da segunda pergunta é encontrada nas palavras de Jesus:

“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” (Mt 5.14-16)

Como são afastadas as trevas? Primeiramente, não se escondendo a luz; mas pondo-a “sobre um monte”. E em segundo lugar, não se impondo limitações a ela; mas colocando-a “no velador, e alumia a todos que se encontram na casa”. Os servos estão para um mundo em trevas, assim como as estrelas estão para o céu noturno. Foi essa analogia que inspirou certo escritor a escrever:

“Às vezes penso como seria maravilhoso se os não-crentes ficassem curiosos para saber o segredo da origem da nossa luz, e se aproximassem de nós recitando: “Brilha, brilha, estrelinha! / Como eu gostaria de saber o que tu és!”

Constituímos um estranhíssimo fenômeno para os que se acham em trevas. Eles não conseguem entender-nos. E era exatamente essa a intenção de Jesus. Vejamos algumas características distintivas da luz.

A luz é muda. Não faz barulho; não faz alarde, nem levanta bandeiras – ela simplesmente brilha. É com um farol a brilhar numa acidentada costa marinha. A única coisa que faz é brilhar, em seu giro constante

A luz indica a direção. Sem palavras e sem sermões. Jesus afirma que os outros “vêem” nossas ações – mas não há referência ao fato de ouvirem nada.

A luz atrai a atenção. Quando acendemos uma luz num aposento às escuras, não precisamos pedir a ninguém para olhar para nós. É um gesto automático. Se você é um crente numa equipe esportiva cheia de atletas não crentes, você constitui uma luz em meio às trevas.

Se você e sua família ao os únicos crentes em meio a um bairro de não crentes, vocês são uma luz nas trevas. O mesmo acontece a quem é o único estudante crente de sua escola, a única enfermeira crente de sua ala, ou o único empregado crente de sua firma, ou o único vendedor de seu distrito. Essa pessoa é uma luz nas trevas – um servo de Deus que está sendo observado, e que está emitindo uma mensagem bem clara... muitas vezes sem dizer uma palavra sequer.

A princípio, é possível que os outros detestem a luz – mas não nos preocupemos com isto; mesmo assim eles se sentem atraídos por ela. Pois que ela brilhe! Não procuremos exibir-nos, mostrando como é forte o nosso brilho. Apenas brilhemos!

O Dr. Martyn Lloyd-Jones salienta esse aspecto:
“E ao produzirmos e revelarmos luz em nossa vida diária, devemos lembrar que o cristão não chama a atenção dos outros para si mesmo. O ego ficou em segundo plano, subjugado pelas qualidades da pobreza de espírito, mansidão, e de outras virtudes mais. Em outras palavras, temos que fazer tudo por amor a Deus e para a sua glória. O eu tem que estar ausente, e deve ser totalmente esmagado, em todas as suas sutilezas, por amor a Deus e para a sua glória. Deduzimos então que temos de fazer essas coisas de modo a levar os homens a glorificar a Deus, a gloriar-se nele e se dedicar a ele. ‘Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para vosso Pai que está nos céus.’ Sim; e vê-las de tal modo, que eles próprios glorifiquem nosso Pai; temos que agir assim para que essas outras pessoas possam glorificá-lo também.”

Que grande lembrete para nós!
A “aldeia” se encontra em tristes condições. Difíceis, corruptos e enganados, aqueles que vivem nela estão levando uma existência insípida e desesperada. Precisam de sal e de luz... os dois ingredientes que o servo de Deus personaliza para eles.

Extraído do livro Eu, um servo, Voce esta brincando, de Autoria de Charles Swildoll

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 14 de outubro de 2018

A INFLUÊNCIA DO SERVO


Nosso mundo é duro, difícil e ímpio. Por toda a parte encontramos agressões, violência, competição impiedosa e revides. E isso não acontece apenas no plano internacional, mas também de individuo para individuo. O que ocorre nas câmaras secretas dos conselhos das nações passa-se também dentro das paredes dos lares.

Que influencia poderia ter sobre uma sociedade impiedosa e hostil como a nossa, um servo como o que é descrito em Mateus 5:1-12? Que tipo de impacto poderiam ter sobre as pessoas – que impressão causariam os “pobres de espírito”, os “mansos”, os “misericordiosos”, os “limpos de coração”, os “pacificadores”?

Essas virtudes, pouco retumbantes, parecem ter muito pouca força, quase como uma “guerra de travesseiros” em confronto com um conflito nuclear. Principalmente porque temos todas as desvantagens contra nós. Os servos de Jesus Cristo sempre serão uma minoria... um pequeno remanescente cercado por uma maioria contrária, de punhos cerrados a nos ameaçar.

Será que nossa presença aqui poderá ter algum efeito positivo? Não seria qualquer esforço um desperdício de energias?

Jesus, que esboçou o retrato deste servo, não partilhava desse ceticismo. Mas tampouco negou que haveria uma batalha. Não nos esqueçamos das pinceladas finais que ele deu naquela tela inspirada que acabamos de examinar e admirar. Lembram-se de suas palavras? Elas dão a clara indicação de que a sociedade é uma zona de combate, e não um local de veraneio.

“Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.” (Mt 5:10-12)

Não; ele nunca nos prometeu um mar de rosas. Ele foi bastante explicito e reconheceu que a arena deste mundo não é um amigo leal que nos ajuda na caminhada para Deus. Entretanto, embora isso possa parecer estranho, ele não parou aí, e disse àquele grupo de aldeões palestinos (e a todos os genuínos servos cristãos, de todas as gerações) que a influência deles sobre o mundo seria notável.

Eles iriam ser o “sal da terra” e a “luz do mundo”. E nós também devemos sê-lo. A influência deles seria tão fortemente sentida, e a sua presença tão significativa como a do sal no alimento, e da luz nas trevas.

Nenhum desses dois elementos é ruidoso e exteriormente forte, mas ambos são essenciais. Se nos ausentássemos, este velho mundo logo começaria a sentir nossa falta. Embora talvez a sociedade não o confesse, a verdade é que ela precisa de sal e luz.

Extraído do livro Eu, um servo, Você esta brincando, de Autoria de Charles Swildoll

Por Litrazini
Graça e Paz