"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 1 de junho de 2020

QUEM NOS SEPARARÁ DO AMOR DE CRISTO?

Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? (Rm. 8.35)

PROVAS GERAIS DO AMOR DE DEUS:
A entrega de Cristo Rm.8.32
Justificação Rm.8.33
Liberdade sobre a acusação Rm.8.34

Todos devem ter sua própria convicção do amor de Deus individualmente, Paulo tinha sua convicção e em Rm.8.35, fala de coisas que passou e passaria que provam que nada faria que Cristo deixasse de amá-lo.

PROVAS PESSOAIS DO AMOR DE DEUS EM PAULO Rm.8.35

TRIBULAÇÃO: Paulo passou por tribulações em Filipo e Tessalônica, entre outros lugares (At.16 e At.17, ver ainda II Co. 7.5), mas Cristo não deixou de amá-lo.

ANGÚSTIA: Angústia fala de problemas emocionais, e Paulo os teve (II Co. 2.4 e II Tm.4.11), mas Cristo não deixou de amá-lo.

PERSEGUIÇÃO: Uma constante para Paulo (At.17 e At.21.27ss.), mas Cristo não deixou de amá-lo.

FOME: Fome fala de necessidade, Paulo passou por isto (Fl.4.12 e II Co.4.11), mas Cristo não deixou de amá-lo.

NUDEZ: Nudez fala de privação de algo, que Paulo viveu e sentiu (II Co.4.11 e II Tm.4.11, além de Fl. 4.12), mas Cristo não deixou de amá-lo.

PERIGO:Paulo foi a Jerusalém, sabendo dos perigos que o esperavam (At.21.7ss.), mas Cristo não deixou de amá-lo.

ESPADA: Espada é sinônimo de morte violenta, a qual Paulo passou (II Tm.4.6-8), diz a História que Paulo morreu violentamente em Roma, e mesmo na morte Cristo não deixou de amá-lo.

Nas experiências amargas que passamos, Deus nos prova seu amor.

Mateus 28:20 “...E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”
João 3.16  Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 18 de fevereiro de 2017

QUEM NOS SEPARARÁ DO AMOR DE CRISTO?

Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? (Rm. 8.35)

PROVAS GERAIS DO AMOR DE DEUS:
A entrega de Cristo Rm.8.32
Justificação Rm.8.33
Liberdade sobre a acusação Rm.8.34

Todos devem ter sua própria convicção do amor de Deus individualmente, Paulo tinha sua convicção e em Rm.8.35, fala de coisas que passou e passaria que provam que nada faria que Cristo deixasse de amá-lo.

PROVAS PESSOAIS DO AMOR DE DEUS EM PAULO (Rm.8.35)

TRIBULAÇÃO:
Paulo passou por tribulações em Filipo e Tessalônica, entre outros lugares (At.16 e At.17, ver ainda II Co. 7.5), mas Cristo não deixou de amá-lo.

ANGÚSTIA:
Angústia fala de problemas emocionais, e Paulo os teve (II Co. 2.4 e II Tm.4.11), mas Cristo não deixou de amá-lo.

PERSEGUIÇÃO:
Uma constante para Paulo (At.17 e At.21.27ss.), mas Cristo não deixou de amá-lo.

FOME:
Fome fala de necessidade, Paulo passou por isto (Fl.4.12 e II Co.4.11), mas Cristo não deixou de amá-lo.

NUDEZ:
Nudez fala de privação de algo, que Paulo viveu e sentiu (II Co.4.11 e II Tm.4.11, além de Fl. 4.12), mas Cristo não deixou de amá-lo.

PERIGO:
Paulo foi a Jerusalém, sabendo dos perigos que o esperavam (At.21.7ss.), mas Cristo não deixou de amá-lo.

ESPADA:
Espada é sinônimo de morte violenta, a qual Paulo passou (II Tm.4.6-8), diz a História que Paulo morreu violentamente em Roma, e mesmo na morte Cristo não deixou de amá-lo.

Nas experiências amargas que passamos, Deus nos prova seu amor.

Mateus 28:20 “...E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.”
João 3.16  “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eternal”.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

A QUESTÃO DA RESISTÊNCIA

"Quem nos separará do amor de Cristo?" (Rm 8.35).

Aí está. Eis a questão. Aqui está o que queremos saber. Queremos saber por quanto tempo resistirá o amor de Deus. Paulo poderia ter começado com isto. Deus realmente nos ama para sempre? Não apenas num domingo de páscoa, quando nossos sapatos estão brilhando, e nossos cabelos, penteados? Queremos saber (bem no fundo, não queremos realmente saber?), como Deus se sente a meu respeito, quando sou um tolo. Não quando estou animado, positivo, e pronto a tentar resolver o problema da fome mundial. Não, então. Sei como Ele se sente nessas ocasiões. Até eu gosto de mim, então.

Quero saber como Ele se sente a meu respeito, quando vou atrás de qualquer coisa que se move; quando meus pensamentos estão ao nível a sarjeta; quando minha língua está tão afiada que cortaria uma pedra. Como Ele se sente a meu respeito, então?

Essa é a questão. Esse é o ponto. Essa é a razão maior de você ler este artigo. Oh, você não o disse; você pode nem mesmo sabê-lo. Mas eu posso vê-lo em seu rosto. Posso ouvi-lo em suas palavras. Ultrapassei os limites esta semana? Terça-feira passada, quando tomei vodca até não poder andar... Quinta-feira, quando meus negócios me levaram onde não havia o que negociar... No verão passado, quando amaldiçoei Deus junto ao túmulo do filho que ele me dera?
Fui levado tão longe? Demorado demais? Escorregões demais?

É isso o que quero saber. Pode alguma coisa separar-me do amor que Cristo tem por nós?

Deus respondeu nossa pergunta antes que a houvéssemos formulado. Para que lhe enxergássemos a resposta, Ele iluminou o céu com uma estrela. Para que a ouvíssemos, encheu a noite com um coro; e para que nela acreditássemos, fez o que homem algum jamais sonhara. Ele se fez carne e habitou entre nós.

Ele pôs a mão no ombro da humanidade e disse: "Você são um tanto especiais."
Sem se limitar pelo tempo, Ele nos vê. Todos. Das matas da Virgínia ao centro comercial de Londres; dos vikings aos astronautas; do homem das cavernas aos reis; do construtor de cabanas ao acusador, e ao amontoador de pedras, Ele nos vê. Vagabundos e esfarrapados, Ele nos viu antes que houvéssemos nascido.

E Ele ama o que vê. Inundado pela emoção. Acima do orgulho, o Criador das estrelas volta-se para nós, olha um por um, e diz: "Você é meu filho. Eu o amo ternamente. Estou consciente de que um dia você se afastará de mim, e andará ausente. Porém quero que saiba que já lhe providenciei um caminho de volta."

E para prová-lo, Ele fez algo extraordinário.
Descendo do trono, Ele removeu seu manto de luz, e envolveu-se em pele: pigmentada pele humana. A luz do universo penetrou a escuridão, banhou o ventre. Ele, a quem os anjos adoram, aninhou-se na placenta de uma camponesa, nasceu numa noite fria, e então, dormiu num cocho.

Maria não sabia se lhe dava leite ou louvor; deu-lhe portanto ambas as coisas, já que Ele era, tanto quanto ela imaginava, faminto e santo.

José não sabia se o chamava de filho, ou de Pai. Por fim, chamou-o de Jesus, já que fora esse o nome mencionado pelo anjo, e já que ele não tinha a mais leve idéia de como chamar a um Deus, que ele podia embalar nos braços.

Nem Maria, nem José, o disse tão abruptamente quanto minha Sara, mas não pense que suas cabeças não se inclinavam, e suas mentes não ponderavam: "Deus, o que o Senhor está fazendo neste mundo?"

Pode alguma coisa fazer-me parar de amar você?" Pergunta Deus. "Observe-me falar sua língua, dormir em sua terra, e sentir suas dores.

Você pergunta se eu entendo como se sente? Olhe dentro dos olhos dançantes do menino de Nazaré; é Deus indo pra escola. Pense no pequenino à mesa de Maria; é Deus derramando o leite.

"Você pergunta até quando durará o meu amor? Encontre sua resposta numa cruz alcantilada, sobre um monte escarpado. Esse que você vê lá em cima é o seu Criador, o seu Deus, furado com pregos, e sangrando. Coberto de cuspe, e encharcado em pecado. É o seu pecado que estou sentindo. É a sua morte que estou morrendo. É a sua ressurreição que estou vivendo. É como eu amo você."

"PODE ALGUMA COISA INTERPOR-SE ENTRE VOCÊ E EU?" INDAGA O PRIMOGÊNITO.
Ouça a resposta, e firme o seu futuro sobre as triunfantes palavras de Paulo: "Pois estou convencido de que nem a morte nem a vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Rm 8.38,39).

Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Café da manhã no McDonald's

Esta é uma bela história e é também uma história real, por favor, leia-a até o fim!

Sou mãe de três crianças (14, 12 e 3 anos) e recentemente terminei a minha faculdade.

A última aula que assisti foi de sociologia.

O professor dava as aulas de uma maneira inspiradora, de uma maneira que eu gostaria que todos os seres humanos também pudessem ser.

O último projeto do curso era simplesmente chamado "Sorrir".

A classe foi orientada a sair e sorrir para três estranhos e documentar suas reações.

Sou uma pessoa bastante amigável e normalmente sorrio para todos e digo oi de qualquer forma.

Então, achei que isto seria muito tranquilo para mim.

Após o trabalho ser passado para nós, fui com meu marido e o mais novo de meus filhos numa manhã fria de Março ao McDonald's.

Foi apenas uma maneira de passarmos um tempo agradável com o nosso filho.

Estávamos esperando na fila para sermos atendidos, quando de repente todos a nosso redor começaram a ir para trás, e então o meu marido também fez o mesmo.

Não me movi um centímetro... Um sentimento arrebatador de pânico tomou conta de mim, e me virei para ver a razão pela qual todos se afastaram.

Quando me virei, senti um cheiro muito forte de uma pessoa que não toma banho há muitos dias, e lá estava na fila dois pobres sem-teto.

Quando eu olhei ao pobre coitado, próximo a mim, ele estava "sorrindo"...

Seus olhos azuis estavam cheios da Luz de Deus, pois ele estava buscando apenas aceitação.

Ele disse, Bom dia!, enquanto contava as poucas moedas que ele tinha amealhado.

O segundo homem tremia suas mãos, e ficou atrás de seu amigo... Eu percebi que o segundo homem tinha problemas mentais e o senhor de olhos azuis era sua salvação.

Eu segurei minhas lágrimas, enquanto estava lá, parada, olhando para os dois.

A jovem mulher no balcão perguntou-os o que eles queriam.

Ele disse, "Café já está bom, por favor.....", pois era tudo o que eles podiam comprar com as poucas moedas que possuiam... (Se eles quisessem apenas se sentar no restaurante para se esquentar naquela fria manhã de março, deveriam comprar algo. Ele apenas queria se
esquentar).


Então eu realmente sucumbi àquele momento, quase abraçando o pequeno senhor de olhos azuis.

Foi aí que notei que todos os olhos no restaurante estavam sobre mim, julgando cada pequena ação minha.

Eu sorri e pedi à moça no balcão que me desse mais duas refeições de café da manhã em uma bandeja separada.

Então, olhei em volta e vi a mesa em que os dois homens se sentaram para descansar... Coloquei a bandeja na mesa e coloquei minha mão sobre a mão do senhor de olhos azuis.

Ele olhou para mim, com lágrimas nos olhos e me disse, "Obrigado!!"

Eu me inclinei, acariciei sua mão e disse "Não fui eu quem fiz isto por você, Deus está aqui trabalhando através de mim para dar a você esperança!!"

Comecei a chorar enquanto me afastava deles para sentar com meu marido e meu filho... Quando eu me sentei, meu marido sorriu para mim e me disse, "Esta é a razão pela qual Deus me deu você, querida, para que eu pudesse ter esperança!!".

Seguramos nossas mãos por um momento, e sabíamos que pudemos dar aos outros hoje algo pois Deus nos tem dado muito.

Aquele dia, me foi mostrada a Luz do Doce Amor de Deus.

Retornei à aula na faculdade, na última noite de aula, com esta história em minhas mãos.

Eu entreguei "meu projeto" ao professor e ele o leu.

E então, ele me perguntou: "Posso dividir isto com a classe?"

Eu consenti enquanto ele chamava a atenção da classe para o assunto.

Ele começou a ler o projeto para a classe e aí percebi que como seres humanos e como partes de Deus nós dividimos esta necessidade de curarmos pessoas e de sermos curados.

Do meu jeito, eu consegui tocar algumas pessoas no McDonald's, meu filho e o professor, e cada alma que dividia a classe comigo na última noite que passei como estudante universitária.

Eu me graduei com uma das maiores lições que certamente aprenderei:

ACEITAÇÃO INCONDICIONAL.

Autor Desconhecido.

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo,

Moacir Neto

PS.: As fotos aqui utilizadas são do trabalho de um grupo de evangélicos na cidade de Presidente Prudente-SP, trabalho este que minha amiga Jane Vieira faz parte. Jane, que o Senhor Jesus lhe abençoe e a toda esta equipe!!! Eu quis fechar com esta última foto para lembrar a TODOS nós que eles também são filhos Deus e precisam do Pai e do Seu Filho e Nosso Senhor.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Entendendo melhor o sofrimento do servo de Deus


Ser ou não servos de Deus não nos deixa imunes ao sofrimento, nem ás dores, doenças, injustiças, decepções... Jesus disse: “Estas cousas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passai por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo. 16.33).

Podemos constatar em nossas vidas as palavras do Mestre.“Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, e os meus sofrimentos... que variadas perseguições tenho suportado!. De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.”(2 Tm. 3.10-12). O sofrimento nos confirma como membros da raça humana em geral e do povo de Deus em particular.

Muitas vezes vivenciamos ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas. Esses sentimentos atualizam diariamente a dor que um dia sofremos. Remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor, ruminamos o sofrimento, dado assim poder ao que nos feriu ontem de ferir hoje e amanhã também..

O ressentimento muitas vezes se apresenta como obstáculo à obra restauradora de Deus e do seu Santo Espírito. O Senhor quer nos curar, mas, nós nos recusamos a esquecer, a deixar para trás, a olhar para frente.

O sofrimento associado ao ressentimento, produz a escravidão. Ficamos presos à tristeza, amarrados ao passado e começamos a ficar parecidos com aqueles que nos ofenderam. “A quem perdoais alguma cousa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo; para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhes ignoramos os desígnios. “ (2 Co. 2.10,11). 

Onde há magoa, o diabo leva vantagem e ficamos em situação de desvantagem na luta!

O ressentimento nos torna marionetes de satanás: amarrados, controlados, escravizados, fazendo exatamente o que ele quer.

As correntes e amarras só podem ser rompidas através do perdão. Perdoar é mais do que uma demonstração de grandeza no caráter. É um ato de liberação e conquista. Perdoar é usar uma arma contra a qual o inimigo não tem defesa, pois a partir do momento em que perdoamos, não há mais mal que ele possa causar-nos.

Perdoar é libertar-nos do domínio de quem nos magoou e da opressão do inimigo, proveniente do ressentimento. É deixar de viver o passado, é livrar-se dele para desfrutar do presente e conquistar o futuro.

Perdoar é permitir que a cura interior de Deus se efetue, aliviando as dores da alma.

O perdão é a provisão de divina para garantir a nossa felicidade. Você pode culpar alguém pelo sofrimento causado ontem, mas, não pelo que você sofre hoje. 

Exponha a Deus sua necessidade de perdoar e a sua dificuldade em fazê-lo, renuncie ao ressentimento e à vingança.

Permita que o amor de Cristo feche a ferida do seu coração para sempre. Ele também perdoou os que o magoaram, e o fez na cruz (Lc. 23.34). Ele deseja nos ver felizes, libertos de traumas emocionais.

O perdão e a ação do Espírito Santo produzem em nossa vida a cura para as feridas do coração e para as lembranças mais dolorosas.

Por Litrazini


Graça e Paz