"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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domingo, 25 de setembro de 2022

DEUS QUER QUE SEJA LIVRE

É a Cruz que torna o perdão legal e moralmente correto

“Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado”: Rm.6.10.

Como você perdoa do fundo do coração?

Reconheça a mágoa e o ódio. Se o seu perdão não vier do emocional da sua vida, ele será incompleto.

Muitos sentem a dor das ofensas, mas não querem ou não sabem como reconhecer isso.

Deixe que Deus leve a dor à superfície, de modo que possa tratá-la. É neste ponto que se dá a cura.

Não espere para perdoar até que tenha sentimentos de perdão; você jamais fará isso.

Os sentimentos levam tempo para sarar depois da decisão de perdoar ser feita e Satanás ter perdido a sua posição:

“Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira; nem deis lugar ao Diabo” (Ef.4.26,27).

Liberdade é que será alcançada, e não um sentimento.

Enquanto ora, Deus pode trazer à sua mente pessoas que o ofenderam e experiências que já esqueceu totalmente. Deixe que ele faça isso mesmo que seja penoso.

Lembre-se, você está fazendo isso por sua causa. Deus quer que seja livre. Não racionalize ou explique o comportamento do ofensor.

Perdoar é tratar com o seu sofrimento e deixar a outra pessoa para Deus.

Sentimentos positivos irão seguir-se com o tempo; libertar você do passado é a questão crítica neste momento.

Não diga: Senhor, ajuda-me a esquecer, porque Ele já está ajudando você.

Você não perdoa o indivíduo por causa dele, mas sim por sua causa, para que possa ser livre.

A sua necessidade de perdoar não é uma questão entre você e o ofensor; é entre você e Deus.

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 13 de abril de 2019

A MÁGOA, O CÁRCERE DA ALMA


Nós sofremos mais por causa das pessoas do que por causa das circunstâncias.

As pessoas nos fazem chorar mais do que as vicissitudes da vida. As pessoas nos decepcionam e nós decepcionamos as pessoas.

Os relacionamentos dentro da família, no trabalho e até igreja, algumas vezes, se tornam tensos. Feridas são abertas na alma e mágoas profundas se instalam no coração.

Amizades são rompidas, casamentos são abalados, relacionamentos sólidos entram em colapso. Nesse processo, a comunicação é rompida, o silêncio gelado substitui as palavras de amor e a desconstrução da imagem do outro se torna uma verdadeira ação de desmonte.

O resultado do adoecimento das relações humanas é a mágoa. Esse sentimento de amargura se instala no solo do coração e lança suas raízes trazendo perturbação para a alma e contaminação para os que vivem ao redor.

A mágoa é a ira congelada. A mágoa é o armazenamento do ressentimento. A mágoa é entulhar o coração com o rancor, é alimentar-se do absinto do ranço, é afogar-se no lodo do ódio, é viver prisioneiro na armadilha da vingança.

A mágoa é uma prisão. Ela é o cárcere da alma, o calabouço das emoções, a masmorra escura onde seus prisioneiros são atormentados pelos verdugos da consciência.

Quem se alimenta da mágoa não tem paz. Não tem liberdade. Não tem alegria. Não conhece o amor. Não tem comunhão com Deus. Não pode adorar a Deus, nem trazer sua oferta ao altar. Quem retém o perdão não pode orar a Deus nem receber dele o perdão.

A mágoa é autodestrutiva. Ferimo-nos a nós mesmos quando nutrimos mágoa por alguém. Guardar mágoa no coração é como beber veneno pensando que o outro é quem vai morrer. Quem guarda mágoa no coração vive amarrado pelas grossas correntes da culpa. Quem vive nessa masmorra adoece emocional, física e espiritualmente.

Há muitas pessoas doentes porque se recusaram a perdoar. Na igreja de Corinto havia pessoas fracas, outras doentes e algumas que já estavam mortas em virtude de relacionamentos adoecidos (1Co 11.3).

Tiago ordena os crentes a confessarem seus pecados uns aos outros para serem curados (Tg 5.16). Há muitas pessoas vivendo cativas no calabouço do diabo, prisioneiras do ódio, acorrentadas pela mágoa, cuja vida espiritual está arruinada. Gente que precisa ser liberta dessa prisão existencial, desse cativeiro espiritual.

O salmista Davi orou pedindo a Deus para tirar a sua alma do cárcere (Sl. 142.7).

A chave que abre a porta dessa masmorra é o perdão. O perdão traz cura onde a mágoa gerou doença. O perdão traz reconciliação onde a mágoa gerou afastamento. O perdão traz alegria, onde a mágoa produziu tristeza e dor. O perdão restitui aquilo que a mágoa saqueou.

O perdão é a faxina da mente, a assepsia da alma, a limpeza dos porões do coração.

Perdoar é zerar a conta. É nunca mais lançar no rosto da pessoa a sua dívida. Perdoar é lembrar sem sentir dor.

Perdoar é não retaliar. É pagar o mal com o bem. É abençoar aqueles que nos amaldiçoaram. É fazer o bem àqueles que nos fizeram o mal.

Perdoar é ser um vencedor, pois é vencer o inimigo não com a espada, mas com o amor.

Perdoar é sair do cárcere da alma, é ser livre, é viver uma vida maiúscula, superlativa e abundante.

Perdoar é viver como Jesus viveu, pois ele não retribuiu o mal com o mal, antes por seus algozes intercedeu. Perdoar é ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.

Chegou a hora de raiar a liberdade em sua vida.

A Palavra de Deus liberta: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8.32).

Jesus Cristo liberta: “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).

É hora de sair do cárcere que prende a sua alma com as grossas algemas da mágoa.

É hora de experimentar a liberdade do perdão.

É hora de tomar posse da vida abundante que Jesus lhe oferece!

Hernandes Dias Lopes



Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

REMÉDIO PARA CURA E LIBERTAÇÃO: A PRÁTICA DO PERDÃO.

Ser servo de Deus não nos deixa imunes ao sofrimento, nem ás dores, doenças, injustiças, decepções... Jesus disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passai por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo. 16.33).

Podemos comprovar em nossas vidas as palavras do Mestre: “Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, e os meus sofrimentos... que variadas perseguições tenho suportado!. De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” (2 Tm. 3.10-12). O sofrimento nos confirma como membros da raça humana em geral e do povo de Deus em particular.

Muitas vezes vivenciamos ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas. Esses sentimentos atualizam diariamente a dor que um dia sofremos. Remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor, ruminamos o sofrimento, dado assim poder ao que nos feriu ontem de ferir hoje e amanhã também..

O ressentimento muitas vezes se apresenta como obstáculo à obra restauradora de Deus e do seu Santo Espírito. O Senhor quer nos curar, mas, nós nos recusamos a esquecer, a deixar para trás, a olhar para frente.

O SOFRIMENTO ASSOCIADO AO RESSENTIMENTO, PRODUZ A ESCRAVIDÃO. Ficamos presos à tristeza, amarrados ao passado e começamos a ficar parecidos com aqueles que nos ofenderam. “A quem perdoais alguma cousa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo; para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhes ignoramos os desígnios. “ (2 Co. 2.10,11).

ONDE HÁ MAGOA, O DIABO LEVA VANTAGEM E FICAMOS EM SITUAÇÃO DE DESVANTAGEM NA LUTA!

O RESSENTIMENTO NOS TORNA MARIONETES DE SATANÁS: AMARRADOS, CONTROLADOS, ESCRAVIZADOS, FAZENDO EXATAMENTE O QUE ELE QUER.

AS CORRENTES E AMARRAS SÓ PODEM SER ROMPIDAS ATRAVÉS DO PERDÃO. Perdoar é mais do que uma demonstração de grandeza no caráter. É um ato de liberação e conquista. Perdoar é usar uma arma contra a qual o inimigo não tem defesa, pois a partir do momento em que perdoamos, não há mais mal que ele possa causar-nos.

Perdoar é libertar-nos do domínio de quem nos magoou e da opressão do inimigo, proveniente do ressentimento. É deixar de viver o passado, é livrar-se dele para desfrutar do presente e conquistar o futuro.

Perdoar é permitir que a cura interior de Deus se efetue, aliviando as dores da alma.

O perdão é a provisão de divina para garantir a nossa felicidade. Você pode culpar alguém pelo sofrimento causado ontem, mas, não pelo que você sofre hoje. 

Exponha a Deus sua necessidade de perdoar e a sua dificuldade em fazê-lo, renuncie ao ressentimento e à vingança.

Permita que o amor de Cristo feche a ferida do seu coração para sempre. Ele também perdoou os que o magoaram, e o fez na cruz (Lc. 23.34). Ele deseja nos ver feliz, libertos de traumas emocionais.

O perdão e a ação do Espírito Santo produzem em nossa vida a cura para as feridas do coração e para as lembranças mais dolorosas.

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini:


Graça e Paz

terça-feira, 16 de julho de 2013

Rompendo as barreiras do sofrimento

Ser ou não servos de Deus não nos deixa imunes ao sofrimento, nem ás dores, doenças, injustiças, decepções... Jesus disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passai por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo. 16.33).

Podemos constatar em nossas vidas as palavras do Mestre.“Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, e os meus sofrimentos... que variadas perseguições tenho suportado!. De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.”(2 Tm. 3.10-12). O sofrimento nos confirma como membros da raça humana em geral e do povo de Deus em particular.

Muitas vezes vivenciamos ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas. Esses sentimentos atualizam diariamente a dor que um dia sofremos. Remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor, ruminamos o sofrimento, dando assim poder ao que nos feriu ontem de ferir hoje e amanhã também..

O ressentimento muitas vezes se apresenta como obstáculo à obra restauradora de Deus e do seu Santo Espírito. O Senhor quer nos curar, mas, nós nos recusamos a esquecer, a deixar para trás, a olhar para frente.

O sofrimento associado ao ressentimento, produz a escravidão. Ficamos presos à tristeza, amarrados ao passado e começamos a ficar parecidos com aqueles que nos ofenderam. “A quem perdoais alguma cousa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo; para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhes ignoramos os desígnios. “ (2 Co. 2.10,11).

Onde há magoa, o diabo leva vantagem e ficamos em situação de desvantagem na luta!

O ressentimento nos torna marionetes de satanás: amarrados, controlados, escravizados, fazendo exatamente o que ele quer.

As correntes e amarras só podem ser rompidas através do perdão. Perdoar é mais do que uma demonstração de grandeza no caráter. É um ato de liberação e conquista. Perdoar é usar uma arma contra a qual o inimigo não tem defesa, pois a partir do momento em que perdoamos, não há mais mal que ele possa causar-nos.

Perdoar é libertar-nos do domínio de quem nos magoou e da opressão do inimigo, proveniente do ressentimento. É deixar de viver o passado, é livrar-se dele para desfrutar do presente e conquistar o futuro.

Perdoar é permitir que a cura interior de Deus se efetue, aliviando as dores da alma.

O perdão é a provisão divina para garantir a nossa felicidade. Você pode culpar alguém pelo sofrimento causado ontem, mas, não pelo que você sofre hoje. 

Exponha a Deus sua necessidade de perdoar e a sua dificuldade em fazê-lo, renuncie ao ressentimento e à vingança.

Permita que o amor de Cristo feche a ferida do seu coração para sempre. Ele também perdoou os que o magoaram, e o fez na cruz (Lc. 23.34). Ele deseja nos ver feliz, libertos de traumas emocionais.

O perdão e a ação do Espírito Santo produzem em nossa vida a cura para as feridas do coração e para as lembranças mais dolorosas.

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Entendendo melhor o sofrimento do servo de Deus


Ser ou não servos de Deus não nos deixa imunes ao sofrimento, nem ás dores, doenças, injustiças, decepções... Jesus disse: “Estas cousas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passai por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo. 16.33).

Podemos constatar em nossas vidas as palavras do Mestre.“Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, e os meus sofrimentos... que variadas perseguições tenho suportado!. De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.”(2 Tm. 3.10-12). O sofrimento nos confirma como membros da raça humana em geral e do povo de Deus em particular.

Muitas vezes vivenciamos ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas. Esses sentimentos atualizam diariamente a dor que um dia sofremos. Remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor, ruminamos o sofrimento, dado assim poder ao que nos feriu ontem de ferir hoje e amanhã também..

O ressentimento muitas vezes se apresenta como obstáculo à obra restauradora de Deus e do seu Santo Espírito. O Senhor quer nos curar, mas, nós nos recusamos a esquecer, a deixar para trás, a olhar para frente.

O sofrimento associado ao ressentimento, produz a escravidão. Ficamos presos à tristeza, amarrados ao passado e começamos a ficar parecidos com aqueles que nos ofenderam. “A quem perdoais alguma cousa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo; para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhes ignoramos os desígnios. “ (2 Co. 2.10,11). 

Onde há magoa, o diabo leva vantagem e ficamos em situação de desvantagem na luta!

O ressentimento nos torna marionetes de satanás: amarrados, controlados, escravizados, fazendo exatamente o que ele quer.

As correntes e amarras só podem ser rompidas através do perdão. Perdoar é mais do que uma demonstração de grandeza no caráter. É um ato de liberação e conquista. Perdoar é usar uma arma contra a qual o inimigo não tem defesa, pois a partir do momento em que perdoamos, não há mais mal que ele possa causar-nos.

Perdoar é libertar-nos do domínio de quem nos magoou e da opressão do inimigo, proveniente do ressentimento. É deixar de viver o passado, é livrar-se dele para desfrutar do presente e conquistar o futuro.

Perdoar é permitir que a cura interior de Deus se efetue, aliviando as dores da alma.

O perdão é a provisão de divina para garantir a nossa felicidade. Você pode culpar alguém pelo sofrimento causado ontem, mas, não pelo que você sofre hoje. 

Exponha a Deus sua necessidade de perdoar e a sua dificuldade em fazê-lo, renuncie ao ressentimento e à vingança.

Permita que o amor de Cristo feche a ferida do seu coração para sempre. Ele também perdoou os que o magoaram, e o fez na cruz (Lc. 23.34). Ele deseja nos ver felizes, libertos de traumas emocionais.

O perdão e a ação do Espírito Santo produzem em nossa vida a cura para as feridas do coração e para as lembranças mais dolorosas.

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Porque devemos perdoar


Perdoar significa deixar livre, soltar, libertar, despedir, mandar embora, atribuir um favor incondicionalmente àqueles que nos feriram. É não levar em conta o mal causado; é não reter a mágoa ou ferida; é agir como se o incidente nunca houvesse acontecido. 

O perdão dos pecados é uma prerrogativa divina (Sl 130:4). Jesus recebeu o poder de perdoar da parte do pai (Mt 2:5). Um perdão pleno, gratuito e eterno é oferecido a todos quantos se arrependerem e crerem no evangelho.

De modo que devemos perdoar aqueles que nos ofendem, de modo imediato, abundante, definitivo, porque esse perdão deve imitar o ato divino.

O perdão que recebemos de Deus é proporcional ao perdão que liberamos sobre os nossos ofensores (Mt 6:12). Não se trata de uma questão de salvação, mas, sim, de bem-estar consigo mesmo e com Deus (Lc 6:37-38).

O perdão é um ato da minha vontade. O perdão não depende das emoções. As emoções não são inclinadas a perdoar. Muito pelo contrário, as emoções nos mandam revidar, dar o troco às ofensas, mas cabe a nós pormos nossa carne sujeita à servidão e devemos decidir trilhar na vereda do perdão.

É uma questão de obediência (Devo amar, devo perdoar). Devo cumprir cabalmente o mandamento de Jesus descrito no sermão da montanha: se teu inimigo tiver fome, dai-lhe de comer, se tiver sede, dai-lhe de beber, se quiser andar contigo uma milha, anda com ele duas, não te deixes vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem. O servo não questiona, ele simplesmente obedece. 

O PERDÃO PODE SER:

Natural – Origina-se no próprio homem

Sobrenatural – É de competência divina.

A parte que cabe a Deus é o milagre. Deus opera o milagre no assunto do perdão, restaurando a alma, as emoções, o amor próprio, modificando o senso pessoal de justiça, libertando da amargura, curando o inconsciente. Esse mover sobrenatural de Deus exige, no entanto, a condição de que se faça a parte que cabe ao ser humano.

O perdão, é uma escolha, é um ato de obediência à ordenança de Deus, o qual só fará o milagre quando o homem cumprir o que lhe cabe no processo de perdão.

Quem não perdoa é prisioneira do seu passado. Perde a capacidade de viver do presente. Tem dificuldade em analisar a situação como de é de fato. Ele encara o presente com os olhos do passado.
Quem não perdoa é prisioneiro das pessoas do passado. Fica com sua mente constantemente cheia das lembranças daqueles que foram instrumentos de mágoas. (dorme, acorda, tomar café com a pessoa na mente).

Quem não perdoa é prisioneiro da mágoa. É comprovado cientificamente que uma grande parte (80%) das enfermidades físicas é de origem psicossomática.

Quem não perdoa é atormentado por demônios (Mt 18:4) Este texto mostra que o mau servo foi lançado na prisão e foi atormentado por verdugos, ou seja, por demônios pelo fato de não perdoar.

Há um poder extraordinário no perdão, que nos torna livres em Deus. Livres do passado, livres dos instrumentos de feridas, livres das mágoas e libertos.

José Gomes

Adaptado Por Litrazini

Graça e Paz