"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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domingo, 5 de julho de 2026

O SOFRIMENTO QUE ACOMPANHA NOSSA VIDA

“...Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu Senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa...” (Jo 15:18-25).

O sofrimento é extremamente importante para nossa própria sobrevivência.

Sem dor, nossas vidas estariam correndo constantes perigos.

A entrada do sofrimento no mundo foi através do pecado deliberado do homem, em decidir não se submeter mais a autoridade de Deus.

Devemos, no entanto, em Cristo, aprender a nos submeter humildemente à poda do Pai, O Agricultor amoroso (Jo15:2,3), sabendo que isso vai doer, mas é necessário.

A dor e o sofrimento também são ferramentas necessárias para o nosso aperfeiçoamento espiritual enquanto estivermos aqui nessa terra.

A foice afiada que esse Agricultor se utiliza, é a Sua Palavra (Jo 13:10,11; 15:3);

Ela poda, limpando de nossas folhas secas, as ervas daninhas e insetos indesejáveis, para que produzamos a abundância de frutos que Ele deseja ver em nós (Jo 15:8).

Todo discípulo será odiado e perseguido como Cristo (Jo 15:18,19)

Nenhum servo é maior ou melhor que seu Senhor, para esperar um tratamento diferenciado de seu Mestre (Jo 15:20,21)

Veremos que o motivo para tal ódio e tanta perseguição é a pregação destemida de Jesus contra o pecado (Jo 15:22-24)

/Não se alegrem os meus inimigos de mim sem razão, nem acenem com os olhos aqueles que me odeiam sem causa. (Sl 35:19)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 


domingo, 28 de junho de 2026

MANTENDO A FÉ EM DEUS

Quando nos entregamos a Deus, quando nos dispomos a servi-lo em espírito e em verdade, não estamos nos tornando super-heróis e nem nos tornando alguém mais elevado do que outros.

O sofrimento faz parte da vida e a dor serve para nos moldar.

Quando nos entregamos ao Oleiro, Ele é quem decide o que quer fazer com o barro e a forma como Ele quer trabalhar.

O conceito de amor para nossa época mudou, onde ama mais quem menos corrige os erros, ama mais quem menos se interessa pelo bem de outrem.

O amor de nossa geração se tornou irresponsável e, queremos atribuir essa “irresponsabilidade amorosa” ao Deus de amor;

Desejamos que Deus dê no nosso tempo o que queremos e quando Ele não dá, nos questionamos se Ele está a nos ouvir.

A grande questão é que o amor de Deus não é igual ao nosso.

Este amor é carregado de um desejo sincero por parte dEle de sermos pessoas melhores e, que andemos por caminhos melhores, apesar de ser doloroso, nos trazer mágoas, muitas vezes insuportáveis.

O segredo é, além de manter a fé nEle, é ter o conhecimento de que Deus, por meio do seu filho Jesus, prometeu, não nos deixar só;

Que pudéssemos saber que esta vida é passageira e rápida.

Deus enviou Jesus para que aprendamos o valor da morte ou melhor o valor que a eternidade tem, pois é na eternidade que o Senhor Jesus prometeu enxugar as nossas lágrimas.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 25 de maio de 2026

SOFRIMENTO COMBATE A LETARGIA ESPIRITUAL

As orações permitem que você fale com Deus; as meditações permitem que Deus fale com você.

Ambas são essenciais para se tornar amigo de Deus.

O elemento fundamental de uma amizade mais profunda com Deus é ser absolutamente sincero.

Deus não espera que sejamos perfeitos, mas insiste em sejamos absolutamente sinceros.

Deus permitiu que Abraão o questionasse e desafiasse a respeito da destruição de Sodoma.

Abraão importunou a Deus sobre o que seria necessário para poupar a cidade, negociando desde cinquenta até somente dez pessoas justas.

Deus também escutou pacientemente Davi, e as muitas acusações de injustiça, traição e abandono.

A verdadeira amizade é edificada sobre a transparência.

Para ser amigo de Deus, precisamos ser sinceros com Ele e dividir nossos verdadeiros sentimentos, e não o que pensamos que deveríamos sentir ou dizer

Toda vez que confiamos na sabedoria divina e fazemos o que Deus diz, mesmo sem compreender, aprofundamos nossa amizade com Ele.

Jesus deixou claro que a obediência é uma condição para obter intimidade com Deus.

Ele disse: Vocês serão meus amigos, se fizerem o que eu lhes ordeno (Jo.15.14).

Quanto mais nos tornamos amigos de Deus, mais nos importamos com as coisas que Ele se importa, sofremos com as coisas por que Ele sofre e nos alegramos com as coisas que lhe dão prazer.

A coisa mais preciosa ao coração de Deus é a morte de seu Filho.

A 2ª coisa mais preciosa é quando seus filhos comunicam essas novas a outras pessoas.

Deus fará o necessário para nos trazer de volta à comunhão com Ele, mesmo que para isso tenha que permitir o sofrimento nas nossas vidas.

Pois o sofrimento é o megafone de Deus, é a forma dEle nos sacudir da letargia espiritual.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


sábado, 10 de agosto de 2024

SUPERAÇÃO DIANTE DO SOFRIMENTO

 
Não devemos estranhar ou ficar surpreendidos por causa do sofrimento.

Jesus avisou seus discípulos que eles iriam sofrer.

Paulo fez a mesma coisa (1Ts 3.3,4).

O Senhor não poupa sofrimento aos Seus discípulos, mas não os abandona no meio do sofrimento (Sl 23.4).

O cristão deve se alegrar no sofrimento (1Pe 4.13).

O Senhor concede esta alegria porque é privilégio sofrer por Cristo (At 5.40).

A alegria desse sofrimento é também a alegria da esperança.
Quando Jesus voltar, nós participaremos da Sua glória (Rm 8.18-23).

Quando sofremos, somos bem-aventurados porque o Espírito da glória de Deus repousa sobre nós (1Pe 4.14).

Para os que não sofrem perseguição é difícil entender como os que estão sendo perseguidos podem glorificar a Deus.

É que na hora do sofrimento, o Espírito da glória de Deus repousa sobre eles.

Quando alguém sofre pelo nome de Cristo, o espírito da Glória repousa sobre ele e o leva a exultar dizendo:

"Obrigado, Senhor, porque encontrei em ti a melhor coisa do mundo e a melhor vida do mundo".

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


terça-feira, 6 de agosto de 2024

DISCIPLINADOS PELO SOFRIMENTO

Às vezes sofremos, aparentemente, por causa de Cristo, quando na verdade estamos sofrendo por nossa própria insensatez.

Há o sofrimento que é causado pelo nosso pecado e rebeldia.

Se você, por exemplo, usa o tempo da firma para pregar o Evangelho aos seus colegas e acaba sendo despedido, você pode pensar que está sofrendo por causa de Cristo.

Na realidade, você está sofrendo por causa do seu erro.

Você está sendo pago para trabalhar e não para pregar o Evangelho.

Pregue o Evangelho nas horas de folga e no fim do expediente.

Restrinja-se a viver o Evangelho durante o serviço.

Se você entra numa casa cheia de ídolos criticando e é jogado para fora, poderá pensar que está sofrendo por causa de Cristo, mas, na verdade, está sofrendo pela sua falta de gentileza e tato.

Se você, jovem, chega tarde em casa por estar até altas horas da noite em reuniões da igreja e é criticado pelos seus pais, poderá pensar que está sofrendo por causa de Cristo, mas, de fato, está sofrendo porque está desobediência a seus pais.

Quando o sofrimento é causado por nós, ele faz parte da disciplina de Deus para nos corrigir (Salmo 32).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 4 de fevereiro de 2024

A COMPAIXÃO DE JESUS

O Evangelho registra que Jesus, em suas andanças “por todas as cidades e povoados”, ao ver as multidões, tinha compaixão delas “Porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (Mt 9.35-38).

Pouco adiante, Mateus volta a registrar:

“Quando Jesus saiu do barco e viu tão grande multidão, teve compaixão deles e curou os seus doentes” (Mt 14.14).

Jesus mesmo expressa verbalmente esse sentimento por ocasião da segunda multiplicação de pães e peixes: “Tenho compaixão desta multidão” (Mt 15.32).

Porque Jesus não só enxergava, mas também se compadecia do sofrimento alheio, muitos clamavam e gritavam diante dEle:

“Filho de Davi, tem misericórdia de nós”.

É o caso dos dois cegos (Mt 9.27), da mulher cananéia cuja filha estava endemoninhada e sofrendo muito (Mt 15.22);

Do homem cujo filho também estava endemoninhado e era jogado ora no fogo ora na água para ser morto (Mc 9.22);

Do cego Bartimeu, que pedia esmola numa rua de Jericó (Mc 10.47).

A compaixão de Jesus pelo sofrimento alheio ia muito além do mero sentimento.

Ele se entregava ao ministério de aliviar os outros de suas dores.

O povo lhe trazia “todos os que estavam padecendo vários males e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos” e ele os curava (Mt 4.23-25).

Transcrito Por Litrazini

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quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

O SOFRIMENTO PELA VONTADE DE DEUS

Pode parecer estranho mas o amor de Deus pode levar-nos ao sofrimento.

Pensamos erroneamente que Deus nos poupará de todo sofrimento, que livrará Seus filhos de todos os golpes da vida.

Mas, é justamente porque Ele nos ama que não nos poupa de provações.

Na história dos dois fundamentos (Mt 7.24-27), quem ouve e pratica a Palavra enfrenta os mesmos problemas daquele que ouve e não a pratica.

Somente a consequência é diferente: o obediente à vontade de Deus fica firme, quando a provação vem e o desobediente, cai.

Deus tem um propósito em permitir o sofrimento.

Deus o permite para nos manter humildes (2Co 12.7) ou para o nosso próprio bem (Rm 8.28 ).

Deus também permite o sofrimento na vida de seus filhos para demonstrar o Seu poder (Jo 9.2,3) e suficiência.

Quando Deus disse: "Eu sou", Ele estava dizendo: "Eu sou tudo aquilo que o meu povo precisa".

Nas horas de fraqueza "Eu sou a tua força".

Nas horas de tristezas, "Eu sou a tua alegria".

Nas horas de desorientação, "Eu sou o teu guia".

É através da provação que participamos do sofrimento de Cristo (1Pe 4.13).

Jesus disse a Saulo, no caminho de Damasco, que a perseguição feita aos cristãos, participava do Seu sofrimento.

Pedro fala que somos co-participantes do sofrimento de Cristo

Transcrito Por Litrazini

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

O EVANGELHO É ESPERANÇA

O sofrimento de Jesus Cristo deu-nos a garantia de que a presente condição não prevalecerá.

A cruz deu lugar à ressurreição e ao trono.

Também a cruz de cada um de nós que voluntariamente tomamos na identificação com Aquele que por nós deu a Sua vida, dando-nos nós também a Ele, para vivermos em novidade de vida, tem os seus dias contados.

Jesus voltará em breve.

Não virá mais para sofrer, mas para colocar definitivamente um ponto final no sofrimento de todos os que receberam humildemente o Seu perdão e se identificaram com Ele num novo estilo de vida marcado pela generosidade, pelo amor, pelo perdão e pelo serviço.

Paulo diz-nos da parte de Deus isto mesmo de forma magistral:

“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com a glória por vir a ser revelada em nós [...] Porque na esperança fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos.” (Rm 8:18-25)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

TRAGEDIA

A Bíblia conta em II Samuel 9 a história de Mefibosete. Sua vida foi cheia de tragédias.

Quando tinha cinco anos, mataram seu avô; no mesmo dia, mataram seu pai.

Como se não bastasse, a babá, querendo protegê-lo, o pegou nos braços e saiu correndo para escondê-lo.

Ela tropeçou e deixou o menino cair. Ele quebrou as pernas e não mais andou.

Ela então o escondeu. Pensava protegê-lo.

Achava que Davi queria matá-lo por ser Mefibosete o herdeiro.

Mefibosete nascera para ser príncipe, morar no palácio, vivia escondido numa casa emprestada, solitário e sem comunicação.

Mas, Davi, o rei, fizera uma aliança com o pai de Mefibosete, Jônatas, e prometera cuidar e proteger seu filho.

Quando Davi o descobriu, mandou buscá-lo. Carregado nos braços de volta ao palácio.

Davi restaurou a vida de Mefibosete e lhe devolveu tudo o que ele tinha direito.

Mefibosete passou a viver lado a lado com o rei.

Todas as nossas tragédias fazem com que nos escondamos também.

Pensamos que o Supremo Rei nos abandonou e ficamos com medo ou raiva, não entendendo porque Deus permite que coisas horrendas nos aconteçam.

O grande Rei fez uma aliança com seu filho Jesus. Ele também prometeu cuidar de você.

Em sua presença todas as dores são curadas, sonhos são realizados, amarguras dissipadas, e lágrimas enxugadas.

Não posso explicar porque tragédias acontecem com gente boa.

Alguns dizem que é o destino, não creio; outros dizem que é castigo, mas que mal fez Jesus para morrer na cruz? Ainda outros, que estam sendo purificados.

A verdade é que os sofrimentos não têm explicação.

Afirmo com segurança, o Rei está a sua procura. Ele quer abraçar-lhe, cuidar de você, realizar seus sonhos, e mudar sua história.

Nenhuma tragédia é final. Tudo pode ser mudado.

Quando cremos, mantemos a esperança viva, não desistimos da vida, aceitamos o amor de Deus, temos as forças renovadas.

Pois se o grão de trigo não morrer fica ele só, mas ao morrer o grão de trigo produz muitos grãos.

Silmar Coelho

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 27 de setembro de 2022

O SOFRIMENTO E A CRUZ DE JESUS

Olhe para a cruz de Jesus, e medite no seu sacrifício. Veja como o sofrimento dele parece com o seu:

Foi rejeitado – “Veio para os que eram seus, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (Jo. 1.11-12).

Humilhado e envergonhado – Cuspiram no seu rosto, debocharam dele, foi crucificado sem suas vestes;

Comparado – É filho de Belzebu, é comilão, bebedor de vinho, amigo de prostitutas, companheiro dos párias da sociedade;

Injustiçado – Aquele que só fez o bem, foi julgado e condenado sem motivos;

Sofreu crueldades e brutalidades – Carregou uma pesada cruz, foi chicoteado, esbofeteado, ferido com uma lança, foi cravejado com pregos;

Traído -  Por aquele a quem escolheu e confiou como tesoureiro;

Abandonado -  Pelos amigos: “Nem um momento podeis velar comigo”? Pelo Pai: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes?”

Enfrentou e disse o que sentia - “O Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. Minha alma está angustiada até à morte: Pai, se possível, passa de mim este cálice”;

Perdoou – Liberou o perdão no momento mais difícil do seu ministério, no alto da cruz, no auge da dor e do sofrimento, quando sentiu-se desamparado e abandonado: “Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”

Conhecendo o amor de Jesus, liberar o perdão, como Cristo o perdoou (Ef. 4.32)

Transcrito Por Litrazini

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

O SOFRIMENTO É UNIVERSAL

NÓS NÃO buscamos as tribulações deliberadamente na vida. Elas chegam. O sofrimento é um fato universal.

Ninguém pode escapar das suas garras. A chuva cai sobre o justo e o pecador. Todos enfrentamos armagedons pessoais.

Algumas pessoas acreditam, erroneamente, que se tornar um cristão será um abrigo para as tempestades pessoais da vida.

Uma das partes mais lindas da Bíblia é o Livro dos Salmos. Por causa da ampla gama de estados de espírito e de experiências que ele representa.

Podemos nos identificar com ele e achar consolo porque reflete a vida real, com suas alegrias e tristezas. Muitos dos Salmos foram escritos durante períodos de crises pessoais e nacionais.

Muitos dos salmos refletem as crises pessoais enfrentadas por Davi, o maior rei de Israel. 

Deus chamou Davi de "um homem que (Me) agrada" (I Sam. 13:14). Embora fosse óbvio que Deus amava Davi, não o isentou do sofrimento.

Ninguém está isento do toque da tragédia: nem os cristãos nem os não cristãos; nem os ricos nem os pobres; nem o líder nem o seguidor.

Cruzando todas as barreiras raciais, sociais, políticas e econômicas, o sofrimento une toda a humanidade.

Extraído do livro A Segunda Vinda de Cristo de Billy Graham

Por Litrazini

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sexta-feira, 3 de setembro de 2021

REAÇÕES AO SOFRIMENTO

A fim de cumprir seu propósito Deus levanta homens e usa homens. Paulo foi um dos mais usados por Deus.

Todo homem quando é usado por Deus tende a se ensoberbecer. Mas Deus tem vários recursos para manter-nos humildes. Problemas, tribulações.

A fraqueza nos faz experimentar a graça de Deus de maneira pessoal. “Não tirarei o espinho, mas aumentarei a minha graça sobre tua vida e serás aperfeiçoado”

Perante todo sofrimento que passamos podemos ter atitudes básicas

REVOLTA - Ficar revoltado com a situação, reclamar, se queixar, murmurar.

Na verdade estamos nos revoltando contra Deus, pois é Ele que tem tudo o controle de suas mãos. Assim, o propósito da dor e do sofrimento é perdido.

RESIGNAÇÃO - Não nos queixamos, não reclamamos. Mas também não louvamos ao Senhor pelo fato.

Veja o caso de Jó: Ele não pecou, suportou a perda dos bens, dos filhos, da saúde, não se contaminou com a “teologia sistemática” dos amigos, mas teve uma hora que ele amaldiçoou o dia em que nasceu. 

Jó não havia compreendido que o seu sofrimento era para que ele pudesse conhecer verdadeiramente a Deus.

Enquanto ele não se arrependeu e aceitou o sofrimento como parte do plano de Deus não pode ser aperfeiçoado.

A resignação é uma atitude humana, carnal, e não agrada a Deus. Assim o sofrimento e a dor não atingem o seu objetivo.

ACEITAR COMO PLANO PERFEITO DE DEUS - Quando aceitamos o sofrimento como plano perfeito de Deus para nossas vidas ai sim somos amadurecidos e o sofrimento cumpre o seu objetivo.

José foi rejeitado, traído e vendido pelos próprios irmãos, acusado injustamente, preso. Tinha tudo para se revoltar.

Mas não se revoltou. Ele sabia que “Deus habita com o quebrantado e humilde de espírito”. Ele disse aos irmãos: “Vocês queriam me fazer mal, mas Deus tornou tudo para bem”. “Não me enviastes vós aqui, senão Deus”.

“A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza... Porque quando estou fraco, então é que sou forte.”

Transcrito Por Litrazini

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segunda-feira, 1 de março de 2021

DISCIPLINA NÃO É PUNIÇÃO

Deus nos olha como pessoas justas, porque toda a punição dos nossos pecados recaiu sobre Jesus. Se tivermos que ser punidos pelos nossos pecados, o sacrifício de Jesus foi incompleto e imperfeito. Mas, isso não é verdade!

“Agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).

Disciplina é educação, para o nosso bem.

Deus nos olha como justos quanto à nossa posição, mas quanto à nossa condição, somos injustos. Precisamos aprender a viver de forma justa e por isso ele precisa nos disciplinar.

Disciplinar não é punir, muito embora muitos achem que sim. Disciplinar é ensinar!

O capítulo 12 de Hebreus é o famoso capítulo sobre disciplina, e aqui nós podemos perceber que Deus disciplina seus filhos quando eles tiram os seus olhos de Jesus.

Os capítulos 1 a 11 de Hebreus apresenta Jesus como aquele que é superior a todas as pessoas ou coisas que nós podemos considerar boas para olhar e crer. Ele é superior aos profetas, aos anjos, e a Moisés. Ele é o Sumo Sacerdote perfeito e a oferta perfeita pelo pecado.

O capítulo 11 fala dos heróis da fé que foram vitoriosos porque viveram sem tirar os olhos do Senhor e creram em sua palavra. Estes são mencionados na abertura do capítulo 12: ”Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas [os heróis da fé], livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve...”.

Pelo contexto, o que nos atrapalha e o pecado que nos envolve, aqui mencionados, é a incredulidade, que resulta de termos tirado os nossos olhos de Jesus e de suas instruções. Por isso, o autor completa seu pensamento dizendo: “tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé”.

Deus nos disciplina com amor para o nosso bem. É o que nos diz o texto de Hebreus: “Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor, mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos de sua santidade” (Hb 12.10)

“Como é feliz o homem a quem disciplinas, Senhor, aquele a quem ensinas a tua lei”. (Sl 94.12)

Na verdade, a disciplina de Deus é uma bênção em nossas vidas, pois ela revela o cuidado e o amor que ele tem por nós. Ele deseja que vivamos uma vida santa, pois isso é bom e seguro para nós.

Quando tiramos os olhos de Jesus e começamos a viver como nós achamos melhor, vamos sofrer e Deus quer nos poupar disso.

A disciplina de Deus produz um sofrimento – “Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas de tristeza” (Hb 12.11a) – mas ela é incomparavelmente melhor que o sofrimento causado pela nossa vida de incredulidade. Além disso, o texto diz que “mais tarde, porém, [a disciplina] produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados” (Hb.12.11b).

Alexandre Tempel

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

POR QUE JESUS TEVE QUE PASSAR POR TANTO SOFRIMENTO?

Isaías 52:14 declara: "Como pasmaram muitos à vista dele (pois o seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência, mais do que a dos outros filhos dos homens)".

Jesus sofreu de forma muito cruel durante seu julgamento, tortura e crucificação (Mt 27, Mc 15, Lc 23, Jo 19). Por mais horrível que Seu sofrimento físico tenha sido, não foi nada comparado ao grande sofrimento espiritual pelo qual passou. 2 Co 5:21 diz: "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus."

Jesus tinha o peso do pecado do mundo inteiro nos Seus ombros (1 Jo 2:2). Foi o pecado que fez Jesus clamar: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mt 27:46). Então, por mais brutal que o sofrimento físico de Jesus tenha sido, não foi nada em comparação com o fato de que Ele teve que carregar os nossos pecados - e morrer pelos nossos pecados (Rm 5:8).

Isaías 53.3 e 5 especialmente, prediz o sofrimento de Jesus: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

Salmos 22:14-18 é uma outra passagem poderosa que predisse o sofrimento do Messias: “Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim. Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte. Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes.”

Por que Jesus teve que sofrer tanto? Alguns acham que a tortura física de Jesus fazia parte do processo de ser punido pelos nossos pecados, em nosso lugar. De uma certa forma, esse é provavelmente o caso.

Ao mesmo tempo, a tortura pela qual Jesus passou fala mais do ódio e crueldade da humanidade do que da punição de Deus pelo pecado. O ódio tão forte de Satanás por Deus e Jesus com certeza fez parte da motivação por trás da tortura e abuso contínuos. O sofrimento de Jesus é o exemplo máximo de como o homem pecaminoso se sente diante de um Deus santo (Rm 3:10-18).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

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Graça e Paz


quinta-feira, 8 de outubro de 2020

JESUS ENXERGAVA O SOFRIMENTO ALHEIO

Ao passar, Jesus viu um cego de nascença (Jo 9.1) 

JESUS ENXERGAVA AS DEFORMIDADES FÍSICAS — as costas corcundas por 18 anos da mulher encurvada (Lc 13.11), a mão atrofiada daquele homem que estava na sinagoga (Lc 6.6), as pernas imóveis por 38 anos do paralítico do tanque de Betesda (Jo 5.5), os olhos baços do cego de nascença (Jo 9.1), o rosto sem a orelha direita do servo do sumo sacerdote (Lc 22.50).

JESUS ENXERGAVA OS TRANSTORNOS COMPORTAMENTAIS — a nudez e a violência do endemoninhado de Gerasa, que vivia nos sepulcros, gritava sem parar e cortava-se com pedras (Mc 5.1-5).

JESUS ENXERGAVA A TRISTEZA INTERIOR — a dor daquela mulher que já havia perdido o marido e agora estava sepultando o único filho (Lc 7.13), e as lágrimas da irmã e dos amigos de Lázaro, sepultado quatro dias antes (Jo 11.33). Duas vezes, Jesus perguntou a Maria Madalena: “Mulher, por que está chorando?” (Jo 20.13, 15).

JESUS ENXERGAVA O VAZIO EXISTENCIAL — ao encontrar-se com aquela samaritana que já havia vivido com cinco maridos e estava ligada ao sexto, o Senhor lhe disse solenemente: “Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede” (Jo 4.13-14). Este vazio acontece quando a pessoa não sabe de onde veio nem para onde vai, corre atrás de tudo e não tem nada, experimenta tudo e nunca se satisfaz. Jesus teve compaixão daquela multidão de homens e mulheres famintos “porque eram como ovelhas sem pastor” (Lc 9.10-17). A sede da alma é mais intensa do que a sede do corpo. O vazio existencial é mais doloroso do que o vazio estomacal.

JESUS ENXERGAVA A PRESSÃO DA CULPA – a mulher pecadora que ele havia perdoado, cheia de gratidão, não se conteve e entrou sem ser convidada na casa de Simão, o fariseu, e fez tudo o que o seu coração desejava: lavou os pés do Senhor com suas lágrimas, enxugou-os com seus cabelos, beijou-os e, por último, os ungiu com o perfume que trazia num frasco de alabastro. Embora fosse uma cena inusitada, Jesus não interrompeu o ritual da mulher e ainda a defendeu, explicando ao seu anfitrião que “aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama”. E ainda se dirigiu à vista de todos à mulher, dizendo-lhe três coisas: “Seus pecados estão perdoados”, “sua fé a salvou” e “vá em paz” (Lc 7.36-50).

O mesmo aconteceu com outra mulher em situação bastante complicada, que tinha sido surpreendida em adultério (portanto não tinha como se defender) e caído nas mãos dos implacáveis fariseus. Felizmente, ela foi levada a Jesus, que, depois de desmoralizar e mandar embora os acusadores da mulher, disse-lhe mais ou menos as mesmas três palavrinhas ditas à ex-“pecadora”: “Eu também não a condeno”, “agora vá” e “abandone sua vida de pecado” (Jo 8.1-11).

Ninguém suporta o peso continuado (“dia e noite”) da mão do Senhor, cujo propósito é conduzir o culpado à confissão e ao abandono do pecado (Sl 32.1-5).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


segunda-feira, 7 de setembro de 2020

COMO CRISTO ENFRENTOU AS DIFICULDADES

O Senhor Jesus enfrentou inúmeras adversidades. Sabendo que seria crucificado até à morte, ele tinha muitos motivos para experimentar preocupação. Quais foram os recursos que Jesus usou para não sofrer com a ansiedade? Leia 1 Pedro 2.21-24 e observe o comportamento de Jesus diante da tensão e do sofrimento ― um verdadeiro modelo para imitarmos.

O autor de Hebreus registra o seguinte: “Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão. Embora sendo o Filho de Deus, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu” (Hb 5.7-8).

Jesus foi capaz de administrar as tensões com dignidade e integridade porque tinha um senso claro do propósito do Pai para sua vida, como também a atitude de submissão a esse propósito. Na véspera da sua crucificação Jesus afirmou: “Agora o meu coração está perturbado, e o que direi? Pai, salva-me desta hora? Não; eu vim exatamente para isso, para esta hora. Pai, glorifica o teu nome!” (João 12.27-28).

No jardim do Getsemani a sua alma ficou “profundamente triste, numa tristeza mortal!” (Mc 14.34), mas ele percebeu que a provação à sua frente era exatamente o propósito para o qual tinha vindo.

Pedro, (1 Pe 2.21-24), João, Marcos e o escritor de Hebreus revelam alguns aspectos do sofrimento de Jesus como exemplo para seguirmos.

Ele sofreu sem pecar. Diferentemente de nós, a dor de Cristo não foi conseqüência dos seus pecados, mas dos pecados dos outros.

Ele sofreu em silêncio. Ao invés de gritar ameaças de retaliação ou culpar as circunstâncias ou pessoas, Jesus entregou-se à vontade do Pai.

Cristo sofreu como um substituto. A sua aflição foi redentora e trouxe grandes benefícios aos outros. “Por essa razão era necessário que ele se tornasse semelhante aos seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus, e fazer propiciação pelos pecados do povo. Porque tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados” (Hb 2.17-18).

Jesus nunca escondeu suas emoções. Ele as admitia.

Cristo também não queria passar pelo que passou, mas submeteu-se ao plano redentor de Deus.
Ele praticou a oração e súplica.

Foi submisso a Deus, mesmo nos piores momentos. Usou o sofrimento para aprender a obediência. Não deixou que as dificuldades lhe tirassem o propósito para o qual nascera.

Mesmo nos piores momentos, Cristo submeteu-se ao propósito de Deus para ele.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 2 de março de 2020

INVEJA


Toda a humanidade sofre de uma doença congênita e hereditária chamada "pecado". Ela nasce com o ser humano, e está entranhada no mais profundo de seu ser. As manifestações do pecado são múltiplas e multiformes. A inveja é apenas uma delas.

Ocorre que a maioria das pessoas tem uma idéia meio "oblonga-arredondada" sobre uma grande parte dos termos e conceitos usados correntemente. É o caso da inveja, do amor, do ciúme, do romantismo e milhares de outros. "Todo mundo" fala sobre isto, mas quando pedimos para que sejam definidos, conceituados, quase ninguém consegue, porque quase ninguém sabe. E quem se arrisca a fazer uma colocação sobre o termo, começa dizendo "pra mim".

O QUE É A INVEJA?
Inveja é uma emoção, como quase todos as obras da carne. Uma emoção que é um misto de vários fatores: vaidade, cobiça, frustração (incapacidade) e ódio (ou raiva).

Vaidade porque o invejoso é uma pessoa que quer sempre ser o melhor em tudo, o centro da atenções, o objeto dos comentários e dos suspiros alheios; quer ser... invejado pelos demais. Nessa ânsia de ser admirado e invejado, o invejoso está sempre querendo mostrar o que tem (mesmo que não tenha), o que é (mesmo que não seja), e o que pode (mesmo que não possa).

A inveja sempre tem duas vítimas: o próprio invejoso, e a pessoa de quem o invejoso sente inveja. O invejoso é sempre uma vítima de seu sentimento maligno, porque o faz sofrer. Remói a sua incapacidade, se martiriza e é infeliz por que não se contenta com o que é e nem com o que tem. E a inveja sempre tem outra vítima: a pessoa de quem o invejoso sente inveja.

O invejoso sempre ELEGE alguém que tenha algo que o faça ser amado, querido e desejado. Algo que o torne popular. Uma popularidade que o invejoso quer ter a qualquer custo: uma mulher bonita ou um marido bonito, sucesso, um carro, uma voz sedosa, um bom emprego, bons filhos, uma roupa bonita...

Na história dos reis de Judá e de Israel sempre esteve presente a inveja. Leia os livros de Samuel, Reis e Crônicas e descubra o quanto a inveja fez matar e destruir. Mesmo que não o perceba, ou admita, o invejoso culpa a pessoa invejada pelo seu insucesso, pela sua dor e sua frustração. E aí vem a raiva, o ódio, o desejo de magoar, ferir, fazer sofrer e destruir o "culpado" pelo fracasso desse invejoso em sua ânsia de ser o centro das atenções, o vencedor, o aclamado pelas multidões...

O problema maior da inveja são as suas conseqüências. Há pessoas que conseguem dissimular e esconder a sua inveja, e não causam nenhum mal senão a si próprio. Mas no mais da vezes a inveja causa dor e destruição. O invejoso sempre dá um jeito de se vingar do invejado, de lhe causar alguma forma de dor e sofrimento (humilhação e constrangimento são os mais comuns...).

O invejoso sente uma mórbida satisfação em ver o sofrimento e a dor do invejado. Isso se chama "perversidade".

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 15 de setembro de 2019

ROMPENDO AS BARREIRAS DO SOFRIMENTO


Ser ou não servos de Deus não nos deixa imunes ao sofrimento, nem ás dores, doenças, injustiças, decepções... Jesus disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passai por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo. 16.33).

Podemos constatar em nossas vidas as palavras do Mestre.“Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, e os meus sofrimentos... que variadas perseguições tenho suportado!. De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.”(2 Tm. 3.10-12). O sofrimento nos confirma como membros da raça humana em geral e do povo de Deus em particular.

Muitas vezes vivenciamos ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas. Esses sentimentos atualizam diariamente a dor que um dia sofremos. Remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor, ruminamos o sofrimento, dando assim poder ao que nos feriu ontem de ferir hoje e amanhã também..

O ressentimento muitas vezes se apresenta como obstáculo à obra restauradora de Deus e do seu Santo Espírito. O Senhor quer nos curar, mas, nós nos recusamos a esquecer, a deixar para trás, a olhar para frente.

O sofrimento associado ao ressentimento, produz a escravidão. Ficamos presos à tristeza, amarrados ao passado e começamos a ficar parecidos com aqueles que nos ofenderam. “A quem perdoais alguma cousa, também eu perdoo; porque, de fato, o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo; para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhes ignoramos os desígnios. “ (2 Co. 2.10,11).

Onde há magoa, o diabo leva vantagem e ficamos em situação de desvantagem na luta!

O ressentimento nos torna marionetes de satanás: amarrados, controlados, escravizados, fazendo exatamente o que ele quer.

As correntes e amarras só podem ser rompidas através do perdão. Perdoar é mais do que uma demonstração de grandeza no caráter. É um ato de liberação e conquista. Perdoar é usar uma arma contra a qual o inimigo não tem defesa, pois a partir do momento em que perdoamos, não há mais mal que ele possa causar-nos.

Perdoar é libertar-nos do domínio de quem nos magoou e da opressão do inimigo, proveniente do ressentimento. É deixar de viver o passado, é livrar-se dele para desfrutar do presente e conquistar o futuro.

Perdoar é permitir que a cura interior de Deus se efetue, aliviando as dores da alma.
O perdão é a provisão divina para garantir a nossa felicidade. Você pode culpar alguém pelo sofrimento causado ontem, mas, não pelo que você sofre hoje. 

Exponha a Deus sua necessidade de perdoar e a sua dificuldade em fazê-lo, renuncie ao ressentimento e à vingança.

Permita que o amor de Cristo feche a ferida do seu coração para sempre. Ele também perdoou os que o magoaram, e o fez na cruz (Lc. 23.34). Ele deseja nos ver feliz, libertos de traumas emocionais.

O perdão e a ação do Espírito Santo produzem em nossa vida a cura para as feridas do coração e para as lembranças mais dolorosas.

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)
Graça e Paz