"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 18 de abril de 2026

DISCIPLINA NÃO É PUNIÇÃO

Dizer que cada vez em que pecamos, somos punidos por Deus, é dizer uma heresia.

É certo dizer que todo pecado merece uma punição correspondente

“O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23).

Mas, não é certo dizer que você, que já foi redimido pelo sangue de Jesus, deva ser punido cada vez que peca

“Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado [Jesus], para que nEle nos tornássemos justiça de Deus” (2 Co 5.21).

“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1).

“Como agora fomos justificados por seu sangue, muito mais ainda, por meio dEle, seremos salvos da ira de Deus!” (Rm 5.9).

Deus nos olha como pessoas justas, porque toda a punição dos nossos pecados recaiu sobre Jesus.

Se tivermos que ser punidos pelos nossos pecados, o sacrifício de Jesus foi incompleto e imperfeito. Mas, isso não é verdade!

“Agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).

Disciplina é educação, para o nosso bem.

Deus nos olha como justos quanto à nossa posição, mas quanto à nossa condição, somos injustos.

Precisamos aprender a viver de forma justa e por isso Ele precisa nos disciplinar.

Disciplinar não é punir, muito embora muitos achem que sim. Disciplinar é ensinar!

“Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga (açoita) todo aquele a quem aceita como filho” (Hb 12.5,6)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

PROVAÇÃO, DISCIPLINA E CORREÇÃO

A provação é o exercício de disciplina e correção, para aperfeiçoamento da fé:

Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse (1Pe 4.12)

Tem origem divina: E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe: Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. (Gn 22.1)

“Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija...” (Hb 12.6-10)

A provação visa fortalecer a fé:

Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. Tg. 1.2-4

A provação vem, quase sempre, através do sofrimento:

Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus. (1 Pe 2.20)

Deus permitiu a provação mas Satanás o quis derrubar de sua fidelidade ao Senhor: Jó 2.6-10.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


domingo, 16 de julho de 2023

DISCIPLINA DO SENHOR QUANDO PECAMOS

A disciplina do Senhor é um fato bastante ignorado na vida dos crentes.

Geralmente a gente expressa certo pesar por causa das nossas circunstâncias sem perceber que elas são apenas as consequências do nosso próprio pecado, e são parte da disciplina amorosa e graciosa de Deus.

A ignorância egoísta pode contribuir à formação de pecado habitual na vida de um crente, o qual gera ainda mais disciplina.

Disciplina não deve ser confundida com punição a sangue frio.

A disciplina do Senhor é uma resposta ao Seu amor por nós, e o Seu desejo para que cada um de nós sejamos santos.

"Filho meu, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te enfades da sua repreensão. Porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem" (Pv 3:11-12).

Deus vai usar testes, provações e vários predicamentos para nos trazer de volta a Ele em arrependimento.

O resultado dessa disciplina é uma fé mais forte e um relacionamento renovado com Deus (Tg 1:2-4), sem mencionar destruir o poder que tal pecado tem sobre você.

A disciplina do Senhor é para o nosso próprio bem, para que Ele seja glorificado com nossas vidas.

Ele quer que tenhamos vidas de santidade, vidas que refletem a nova natureza que Deus nos tem dado (1Pe 1:14-16).

Se pecamos e não demonstramos nenhum arrependimento, podemos esperar ser disciplinados.

A dureza da disciplina, no entanto, é como formar um diamante de sua matéria-prima, pois dessa mesma forma seremos refinados e fortalecidos.

Ignorar a disciplina do Senhor e continuar a pecar vão nos trazer mais disciplina, mais dificuldades e até mesmo a morte.

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


 

domingo, 27 de março de 2022

DISCIPLINA E ESFORÇO PRÓPRIO

Há certas ocasiões que, antes de perceber o que está fazendo, você perde o controle, e passa ser vítima do seu descontrole, velada ou violentamente.

Os resultados são prostituição, impureza, lascívia, que nos sobrevêm quando perdemos o controle sobre a paixão e nos deixamos levar por ela; idolatria e feitiçarias, quando desesperamos diante das circunstâncias e buscamos bênçãos de todo tipo; inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções e invejas, que nos dominam quando damos lugar aos desejos de superação do outro; bebedices e glutonarias, quando nos deixamos escravizar pelo desejo do nosso ventre. (Gl 5.19-20)

Conheça-se e use o conhecimento a seu respeito a seu próprio favor. Tendemos a não perceber como somos, mas devemos nos esforçar para tal.

Se você, no trânsito, é um pé de chumbo, vigie seu comportamento, para que controle o seu ímpeto de sair em disparada.

A velocidade não é mais importante que você. Se você se ira com facilidade, evite as situações que a provocam a sua raiva.

Desenvolva métodos para que a irritação fique em níveis aceitáveis. Use o que você sabe a seu próprio respeito para se dominar melhor.

Aprenda a tomar atitudes diferentes das que toma hoje. Faça com que seus sentimentos e desejos não redundem sempre nos mesmos atos.

Você nasceu assim, mas não precisa morrer assim. Abra-se para o diferente. Faça o que nunca fez antes.

Valorize a disciplina. Quando Jesus disse que, se o nosso olho nos levar ao escândalo, devemos arrancá-lo, ele estava lembrando que precisamos subjugar o nosso corpo, quando este nos subjuga.

Ponha objetivos na vida e se empenhe para alcançá-los. O autocontrole é o resultado da disciplina e do esforço próprio.

Deixe-se conduzir pelo Espírito de Deus. O domínio próprio é um esforço de quem vive pelo Espírito.

Os homens em geral não pensam em disciplina, mas os cristãos nos esforçamos para viver de modo organizado, coordenado e harmônico.

Neste ministério, o Espírito Santo quer nos apoiar, para nos conduzir.

Deixe-se dirigir pelo Espírito. O autocontrole só é possível por meio de Sua ação em nós.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

  

terça-feira, 15 de março de 2022

AUTOCONTROLE, A DISCIPLINA DO CÉU

Aristóteles dizia que a vitória sobre si mesmo, sobre seus próprios desejos, fazia do homem mais corajoso que os vencedores nas batalhas. Domínio Próprio deve ser a prática normal da vida cristã.

Domínio próprio expressa autocontrole, autodisciplina, temperança e moderação. Devemos buscar no Espírito Santo forças para nos controlarmos.

Para um rio violento gerar energia é necessário que seja represado, contido. Para usar-se um cavalo precisa-se antes domesticá-lo, doma-lo.

Nós recebemos autoridade na terra, como Igreja de Jesus. Saibamos usar dessa autoridade a começar por nós mesmos. Auto controle no agir, no falar e alimentar-nos de palavras que edificam e não destroem.

Refere-se ao fortalecimento interno. É também disciplina, porém ela não procede de fonte exterior. Não pode ser conquistado mediante exercício e treinamento. Pelo contrário é fruto do Espírito

O domínio aplicado ao cristão abrange as áreas do corpo, da alma e do espírito.

Um dos elementos para fortalecer a ter o domínio do corpo é o jejum, o corpo deve ser servo, não senhor. É preciso ter igualmente domínio no comer e no beber e evitar excesso de sono e luxos.

A temperança (negar-se a si mesmo) é justamente isso: reprimir sentimentos, emoções e desejos carnais, egoístas e destrutivos, e agir mais de acordo com os pensamentos.

Domínio próprio, portanto, é a capacidade efetiva que o cristão deve ter de controlar seu corpo e sua mente, como aprendemos também com Paulo, “Na nossa carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em cada um de nós; não, porém, o efetuá-lo, porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” Rm.7.18-19.

“Por isso, parecemos, por vezes, em cidades derrubadas, pois que cidade que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio” Pv.25:28.

Podemos ser menores que as circunstâncias, mas Deus é maior do que elas. Embora seja difícil, é assim que devemos crer. Autocontrole é manter a esperança no Senhor da vida.

Nós, discípulos de Jesus devemos dar lugar em tudo ao Espírito Santo, nas atitudes, nas palavras, nas ações e comportamentos.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

COMO DEUS NOS DISCIPLINA

Na história do Filho Pródigo (Lc 15.11-31). O filho mais moço da parábola deixou de crer que viver na casa do pai era o melhor para ele e pediu sua parte da herança para viver como bem quisesse.

O filho saiu de casa e acabou se dando mal, como era de se esperar. Perdeu tudo o que tinha e estava vivendo na desgraça. Nesta condição ele se arrepende e volta para casa.

O pai durante todo este período não tomou nenhuma medida disciplinar, nem mesmo depois, quando o filho retorna ao lar. Ele sabia que as consequências que o filho sofreu por causa de suas decisões tiveram um efeito disciplinar.

O filho aprendeu a lição! Só restava fazer uma festa para ele.

Às vezes, Deus não precisa fazer nada para nos disciplinar, pois as consequências dos nossos pecados são suficientes para nos ensinar. Deus fica nos observando e esperando pacientemente até que aprendamos a lição.

Não nos falta advertência. Sabemos que a Palavra condena determinadas coisas, mas não levamos isso muito a sério. Na verdade, não cremos no que Deus diz, e “quebramos a cara!”.

Não tenha medo de Deus, tema, isso sim, as consequências do seu pecado.

Outras vezes Deus precisa intervir e aplicar medidas corretivas. É o caso da ação de Deus diante da incredulidade do povo de Israel que os levou a recusar-se a tomar posse da terra prometida.

Não só eles deixaram de entrar, mas, principalmente, Deus os levou a peregrinar pelo deserto por 40 anos a fim de aprenderem a confiar nele.

Uma nova geração aprendeu a ver Deus suprindo água e alimento, e preservando suas roupas de forma milagrosa em meio a um deserto, onde eles mesmos não podiam fazer nada. Dt 8.2-5.

Quando finalmente aprenderam a lição, estavam, então, preparados para crer e obedecer ao Senhor na conquista da terra.

Deus pode intervir na sua vida mantendo-o por um tempo desempregado, ou tirando algo que lhe é muito valioso, até que você aprenda a confiar nele. Contudo, não pense que Deus tenha raiva de você e o esteja punindo.

Ele o disciplinará porque o ama, porque você é seu filho, e ele quer o melhor para você. Ele quer ensiná-lo a confiar nele e a depender dele. Ele quer que você experimente o melhor da vida que ele lhe tem preparado.

“Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga (açoita) todo aquele a quem aceita como filho” (Hb.12. 5,6).

“Portanto, fortaleçam as mãos enfraquecidas e os joelhos vacilantes. Façam caminhos retos para os seus pés, para que o manco não se desvie, antes, seja curado” (Hb.12.12,13).

Alexandre Tempel

Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 1 de março de 2021

DISCIPLINA NÃO É PUNIÇÃO

Deus nos olha como pessoas justas, porque toda a punição dos nossos pecados recaiu sobre Jesus. Se tivermos que ser punidos pelos nossos pecados, o sacrifício de Jesus foi incompleto e imperfeito. Mas, isso não é verdade!

“Agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).

Disciplina é educação, para o nosso bem.

Deus nos olha como justos quanto à nossa posição, mas quanto à nossa condição, somos injustos. Precisamos aprender a viver de forma justa e por isso ele precisa nos disciplinar.

Disciplinar não é punir, muito embora muitos achem que sim. Disciplinar é ensinar!

O capítulo 12 de Hebreus é o famoso capítulo sobre disciplina, e aqui nós podemos perceber que Deus disciplina seus filhos quando eles tiram os seus olhos de Jesus.

Os capítulos 1 a 11 de Hebreus apresenta Jesus como aquele que é superior a todas as pessoas ou coisas que nós podemos considerar boas para olhar e crer. Ele é superior aos profetas, aos anjos, e a Moisés. Ele é o Sumo Sacerdote perfeito e a oferta perfeita pelo pecado.

O capítulo 11 fala dos heróis da fé que foram vitoriosos porque viveram sem tirar os olhos do Senhor e creram em sua palavra. Estes são mencionados na abertura do capítulo 12: ”Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas [os heróis da fé], livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve...”.

Pelo contexto, o que nos atrapalha e o pecado que nos envolve, aqui mencionados, é a incredulidade, que resulta de termos tirado os nossos olhos de Jesus e de suas instruções. Por isso, o autor completa seu pensamento dizendo: “tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé”.

Deus nos disciplina com amor para o nosso bem. É o que nos diz o texto de Hebreus: “Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor, mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos de sua santidade” (Hb 12.10)

“Como é feliz o homem a quem disciplinas, Senhor, aquele a quem ensinas a tua lei”. (Sl 94.12)

Na verdade, a disciplina de Deus é uma bênção em nossas vidas, pois ela revela o cuidado e o amor que ele tem por nós. Ele deseja que vivamos uma vida santa, pois isso é bom e seguro para nós.

Quando tiramos os olhos de Jesus e começamos a viver como nós achamos melhor, vamos sofrer e Deus quer nos poupar disso.

A disciplina de Deus produz um sofrimento – “Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas de tristeza” (Hb 12.11a) – mas ela é incomparavelmente melhor que o sofrimento causado pela nossa vida de incredulidade. Além disso, o texto diz que “mais tarde, porém, [a disciplina] produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados” (Hb.12.11b).

Alexandre Tempel

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

EDUCADOS PELA GRAÇA

“O que ama a instrução ama o conhecimento; mas o que aborrece a repreensão é insensato.” (Pv. 12.1)

Jesus disse que, caso não nos fizéssemos como crianças, não poderíamos entrar de modo algum no reino dos céus.

Evidentemente, não estava se referindo a criancices ou imaturidade, mas à característica comum a todas as crianças, que é a de permitir serem instruídas, tanto que a palavra “criança” no original grego, do Novo Testamento é da mesma raiz da palavra “instrução” (paidion), significando, “aquele que recebe instrução”.

De fato, se não há em nós este amor e busca pela instrução do Espírito Santo, através das Escrituras, jamais poderemos alcançar o conhecimento verdadeiro de quem seja Deus e qual seja a sua vontade, em pleno discernimento do significado dos seus mandamentos.

Pelo que se subentende da afirmação do segundo provérbio; de que aquele que aborrece a instrução é insensato, vemos que a instrução a que se refere o primeiro traz em si alguma repreensão, pois esta também faz parte de uma boa instrução, quando nos tornamos reprováveis e dignos de sermos admoestados, para nos desviarmos do caminho do erro que estivermos trilhando.

Por isso, nosso Senhor afirma no livro de Apocalipse, que repreende e disciplina a quantos ama.

Por experiência própria, e pelo que podia observar das operações de Deus na Igreja, o autor de Hebreus também afirma que Deus corrige a todo filho porque os ama, de modo a fazê-lo participante da sua santidade.

O fim em vista da repreensão e da disciplina é, portanto e, sobretudo o de nos santificar, de maneira que possamos permanecer em comunhão com Deus.

Pr Silvio Dutra

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 28 de junho de 2016

A PALAVRA DE DEUS

“...Ele te humilhou, e te deixou ter forme, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram, para te dar a entender que nem só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor, disso viverá o homem”. Deuteronômio 8.3

O QUE A PALAVRA DE DEUS PRODUZ EM NÓS?
ORIENTAÇÃO (Salmo 119.105);
ESTABILIDADE (Efésios 4.14);
SABEDORIA (Salmo 119.99-100);
VITÓRIA CONTRA O PECADO (Salmo 119.11);
PAZ (Salmo 119.165);
ESPERANÇA (Romanos 15.4);
REVELAÇÃO (Hebreus 4.12)

O QUE NÓS DEVEMOS FAZER COM A PALAVRA DE DEUS?
DESEJAR (I Pedro 2.2);
TEMER COM TREMOR (Isaías 66.2);
EXAMINAR (Atos 17:11);
BUSCAR (Isaías 34.16);
GUARDAR NO CORAÇÃO (Deuteronômio 11.18; Colossenses 3.16);
PRATICAR (João 15.7; Tiago 1.22-25);
ENSINAR (Deuteronômio 11.19)

COMO DEVEMOS LER A PALAVRA DE DEUS
a). Começar pelos evangelhos. Ler, na ordem, os quatro evangelhos no mínimo duas vezes. Depois o livro de Atos, as epístolas e por último Apocalipse.

b) Os tipos de leitura são:
Devocional: Nesse tipo de leitura a ênfase está em particularizar a Palavra, não levando em conta o aspecto histórico, doutrinário, etc. Se lê poucos versículos, meditando, “ruminando” a Palavra para extrair tudo para nossas vidas, em caráter pessoal.
Sistemática: Nessa tomamos a Palavra como um todo, de maneira ordenada. Deve-se ler capítulos para que não se perca o contexto.

c) Ler com oração, pedindo que o Espírito Santo descortine a Palavra para nós

d) Memorizar as verdades centrais da Palavra

e) Ler primordialmente o novo testamento pois nele estão contidas as realidades e não as sombras (Colossenses 2:16,17)

Devemos ter uma disciplina de leitura e meditação da Palavra de Deus. Não devemos afrouxar nem um pouco nesse ponto. Quando nos distanciamos da leitura constante da Palavra de Deus corremos o risco de cair no fanatismo (na prática é observar preceitos de homens cegamente sem questionar pela Palavra de Deus) ou misticismo (interpretar a Palavra de acordo com as experiências espirituais subjetivas; espiritualidade sem fundamento).

O sangue de muitos irmãos foi derramado para que a Palavra de Deus conforme temos conosco pudesse ser preservada; inúmeras foram as tentativas de tirá-la de nós ou de ridicularizá-la, porém ela permanece como uma rocha perante tudo isso.

Nós que cremos na restauração do Senhor temos que ser, mais do que ninguém, fiéis à leitura constante da Palavra para que possamos receber revelação de Deus sobre a plenitude de Deus na Igreja.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 14 de março de 2016

MEDITAÇÃO E ORAÇÃO

A meditação é a prática de se refletir ou pensa sobre alguma coisa ou alguém. É um ato que exige disciplina, já que nossa mente tende a vaguear, fixando-se ora em uma ora em outra coisa. Mas a meditação é uma parte muito importante da oração, já que nossas ações são influencias das pela vontade, e nossa vontade é influenciada em grande parte, pelo que pensamos, conclui-se que, se pudermos orientar nosso pensamento (ou meditações), poderemos controlar nossas ações.

Davi fez a seguinte oração: “As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu! “(Sl 19. 14.).

Deus deu a Josué o segredo de seu sucesso e prosperidade: “Não cesses de falar deste livro da lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo a tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido.“   (Js 1. 8.). De acordo com este texto, está claro que Deus queria que Josué meditasse sobre uma coisa específica. Ele deveria meditar sobre a Palavra de Deus. A orientação que ele recebeu não foi para que meditasse sobre qualquer coisa, mas a força de sua mente deveria estar concentrada em algo concreto.

Quando meditamos, precisamos fixar a mente com toda a clareza no assunto sobre o qual desejamos meditar. Muitos crentes começam a meditar sobre o Senhor, mas depois permitem que a mente divague desordenadamente. Afinal pegam no sono, ou ficam exaustos daquilo. Por causa disso Deus deseja que meditemos especificamente sobre algum assunto, e não apenas em generalidades.

E para que consigamos fazer com que nossa mente se concentre num determinado assunto, por um determinado período de tempo, é preciso que sintamos prazer naquilo.“Antes o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. “(Sl 1. 2.). Portanto, é preciso que nos sintamos motivados, para conseguirmos realmente meditar em alguma coisa. Temos que enxergar os benefícios que nos advirão do assunto sobre o qual meditamos.

Quem sente prazer na Palavra de Deus, era de bom grado meditar sobre ela, e receber sempre maiores conhecimentos e compreensão espiritual.  “Os meus lábios falarão sabedoria, e o meu coração terá pensamentos judiciosos.“ (Sl 49. 3).

Davi tinha constantemente disposição para louvar o Senhor através de salmos, pois estava sempre meditando na bondade de Deus para com ele. “Como de banha e de gordura farta-se a minha alma; e, com júbilo nos lábios, a minha boca te louva, no canto jubiloso.“(Sl 63. 5-7.). E diz também; “Seja-lhe agradável a minha meditação; eu me alegrarei no Senhor.“(Sl 103. 34).

O apóstolo Paulo também percebeu a importância da meditação. Escrevendo a seu discípulo Timóteo, ele lhe diz o seguinte: “Não te faças negligente para com o dom que há em ti... medita essas cousas, e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto.“ (1 Tm 4. 14. 15). Assim ele instruíra a Timóteo para que se dedicasse totalmente ao ministério que lhe fora dado pelo Espírito Santo. E o meio pelo qual ele poderia chegar a essa devoção total era pela meditação. Mas aqui também a orientação era para que meditasse em uma coisa especificamente, e não em qualquer coisa.

O profeta Isaías profetizou que a maneira de se manter uma paz perfeita era estar em constante meditação acerca de Senhor. “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti.“(Is 26. 3).

Para conseguir meditar com sucesso, precisamos primeiramente colocar-nos diante de Deus, em silencio. Depois que permanecemos quietos durante alguns instantes, toda a agitação que geralmente cerca as pessoas muito atarefadas, se dissipa, e aí estamos preparados para meditar.

Tenho sentido que são precisos pelo menos trinta minutos para chegarmos a essa condição de quietude diante de Deus. É por isso que dissemos que a disciplina é um fator muito importante para obtermos sucesso como guerreiros da oração. Não podemos permitir que os conflitos internos venham perturbar nosso espírito. Não podemos permitir que conflitos externos venham perturbar nossa paz. Para termos uma genuína experiência de meditação, precisamos manter um coração silencioso diante de Deus.

Existem muitas pessoas hoje em dia que se acham tão atarefadas que não dispõem de muito tempo para a oração, e muito menos para esperar diante do Senhor em meditação. Assim, não, conseguem ouvir a voz interior do Espírito Santo, já que ela não é muito alta.

A condição para ouvirmos a voz de Deus é ficar em silencio e meditar. Se estivermos por demais atarefados para meditar, estaremos muito ocupados também para ouvi-lo. Contudo, não podemos encarar com descaso a questão de se ouvir a voz de Deus. Devemos sempre lembrar que tudo que o Senhor tinha a dizer sobre temas doutrinários já o disse nas Escrituras. Portanto, sempre que ele nos disser alguma coisa, nunca irá contradizer a Bíblia, sua Palavra revelada e inspirada.

O cânone das Escrituras encerrou-se com o último versículo de Apocalipse, que conclui com as seguintes palavras: “Se alguém lhe fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro.”(Ap 22. 18).

Extraído do Livro Oração A chave do Avivamento de Paul Y. Cho

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 27 de setembro de 2015

Conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer esta disciplina

"AQUIETAI-VOS,E SABEI QUE EU SOU DEUS."

AQUIETANDO-NOS: A DISCIPLINA DO SILÊNCIO

Imagine o desafio que você enfrenta para desenvolver a disciplina do si­lêncio neste mundo de agitação, de ruídos, de pala­vras e de uma implacável atividade.

Não há outro meio pelo qual você e eu possamos nos mover em direção a um relacionamento mais profundo e ínti­mo com o nosso Deus, a não ser com prolongados momentos de quietude, o que inclui uma das mais raras experiências de nossa vida: ficarmos em silên­cio absoluto.

O salmista escreveu essas palavras que nos São tão familiares, citadas por nós com freqüência, mas que raramente obedecemos:"Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46:10).

Antes de nos apressarmos para além desse profundo manda­mento, vamos revê-lo em nossas mentes várias ve­zes.

Fiquem quietos! Saibam, de uma vez por todas, que Eu sou Deus! (BV)

Queiram estar, e estejam, quietos, e saibam - reco­nheçam e entendam - que eu sou Deus. (AMP)

"Desistam", ele grita, "admitam que eu sou Deus." (Moffat) "Parem de lutar e fiquem sabendo que eu sou Deus."(TLB)

Impressionou-me muito a criativa paráfrase fei­ta por Eugene Peterson:

Caia fora da agitação! Contemple-me com amor, du­rante um longo tempo, a mim que sou o seu Deus das Alturas, acima da política, acima de qualquer coisa. (The Message)

Seja qual for a sua versão preferida, o fato é que esta é uma enfática ordem dada ao povo que é pro­priedade de Deus. E dada a pessoas de todas as ra­ças, de toda cor de pele, de toda cultura, de todos os tempos a pessoas que estejam empregadas ou de­sempregadas, solteiras ou casadas, com ou sem fi­lhos, a todos cujo Deus é o Senhor.

A ordem que nos é dada é para que paremos (li­teralmente!)... para que descansemos, relaxemos, larguemos tudo, e tenhamos tempo para ele. É uma situação em que nós devemos estar parados, quie­tos, atentos a ele, à sua espera. Uma experiência es­tranha para nós, nestes tempos tão agitados! Não obstante, conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer tal disciplina.

O silêncio é indispensável se quisermos alcançar profundidade em nossa vida espiritual. Ele "man­tém o fogo dentro de nossas almas"... "o silêncio nos torna peregrinos" escreveu alguém que advo­ga prolongados e ininterruptos períodos de quietude .

O silêncio afia os cantos vivos de nossa alma, sensibilizando-nos para sentirmos os leves toques de repreensão de nosso Pai celestial.

O barulho, as palavras e os programas alucinantes, agitados, insensibilizam os nossos sentidos, fechando os nos­sos ouvidos à sua voz tranqüila, suave, tornando-nos insensíveis ao seu toque.

Extraído do Livro Intimidade com o Todo-Poderoso - Charles R. Swindoll

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

DISCIPLINA E PUREZA DA IGREJA

Jesus instituiu a disciplina na igreja (Mt 18.15-20) com o objetivo de estabelecer os limites entre o mundo e a igreja, bem como combater o pecado dentro dela.

Vários textos do Novo Testamento revelam, que no contexto da igreja, a disciplina sempre foi usada como remédio necessário para zelar por sua saúde espiritual (Rm 16.17; 2Co 2.5-11; 2Co 13.1-2; Gl 6.1-5; 2Ts 3.6-15; 1Tm 1.18-20; 5.19-22; Tt 3.10-11).

O QUE É A DISCIPLINA? 
“A disciplina eclesiástica é o exercício da jurisdição espiritual da Igreja sobre seus membros, aplicada de acordo com a Palavra de Deus. Toda disciplina visa edificar o povo de Deus, corrigir escândalos, erros ou faltas, promover a honra de Deus, a glória de nosso Senhor Jesus Cristo e o próprio bem dos culpados” (C.D. IPB).

QUEM DEVE APLICAR A DISCIPLINA?
Jesus deu autoridade espiritual à igreja para a aplicação da disciplina, por meio de uma liderança humilde, misericordiosa e exemplar (Mt 18.15-35).

Um membro da igreja em Corinto vivia deliberadamente na prática do pecado. Paulo denuncia: Geralmente, se ouve que há entre vós imoralidade e imoralidade tal, como nem mesmo entre os gentios, isto é, haver quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai.(v.1). A pratica incestuosa daquele irmão era pública e atingia toda a coletividade. Todos na igreja sabiam daquele relacionamento ilícito e ninguém tomava providências.

O IRMÃO PECAVA POR AÇÃO E A IGREJA POR OMISSÃO.
Os membros da igreja em Corinto se recusaram a disciplinar o irmão faltoso. A igreja estava ensoberbecida com o pecado, se vangloriando de ser uma comunidade amorosa. Paulo denuncia que aquela postura estava errada. Eles deveriam lamentar o que estava acontecendo. A palavra lamentar significa “chorar como se tivesse perdido um ente querido”. É o choro da dor da perda.

É triste quando o pecado não produz mais choro na vida de uma igreja local. É feliz e bem-aventurado quem chora o seu pecado e os pecados dos outros: Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados (Mt 5.4). A visão errada do pecado levou a igreja à não aplicar a disciplina. Aquele que vivia em tão escandaloso pecado deveria ser afastado ou tirado da igreja, até que se arrependesse.

A reação de Paulo: ele ordena que a igreja discipline aquele irmão. Eu, na verdade, ainda que ausente em pessoa, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, que o autor de tal infâmia seja, em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor (vv. 3-4). Paulo diz que a disciplina deve ser aplicada sob a autoridade apostólica e da igreja. Tal autoridade procedia de Jesus, por isso devia ser em nome e com o poder de Jesus. Paulo destaca três razões fundamentais: 

(1) PROMOVER A RECUPERAÇÃO ESPIRITUAL DO DISCIPLINADO.
Entregue á Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor (v.5). A ideia é que o cristão deve ser afastado da comunhão da igreja, para que por meio da excomunhão ele arrependa-se do seu pecado. A disciplina visa o arrependimento e o benefício espiritual do faltoso. 

(2) IMPEDIR QUE O PECADO SE ESPALHE NA IGREJA. 
Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado (vv.6-7). O mau exemplo de um crente é muito nocivo à igreja. Assim como o fermento, o pecado é contagioso e muito influente. Precisamos lutar contra o pecado e a igreja não deve tolerar membros escandalosos e corruptos. 

(3) MANTER A PUREZA DAS CELEBRAÇÕES E DA ADORAÇÃO AO SENHOR.
Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade (v.8). Jesus morreu para santificar para si um povo zeloso, santo e produtivo. Devemos adorar a Deus em espírito e em verdade, com sinceridade e santidade.

O pecado prejudica a adoração do povo de Deus.

Autor: Arival Dias Casimiro

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

PREPARA-TE, Ó ISRAEL, PARA TE ENCONTRARES COM O TEU DEUS

Portanto, assim te farei, ó Israel! E porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus.Amós 4:12

Amós foi um profeta enviado por Deus a um povo obstinado, que não queria ouvir a Sua voz; Deus enviou sobre eles: seca, fome, pragas dos gafanhotos, mesmo assim, a dureza de coração persistiu e aquele povo continuava longe de Deus.

Através deste profeta, Deus manda um ultimato: "Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus"; Ou te arrependes dos teus pecados e dos teus maus caminhos, ou virei a ti e tirarei de ti o teu castiçal, para não teres mais oportunidade de brilhar!

Às vezes é preciso chegar a medidas extremas para que vejamos o perigo. Um dia, querendo ou não, iremos comparecer diante de Deus, para prestar contas dos nossos atos

COMO VOCÊ TEM SE PREPARADO PARA ESSE ENCONTRO COM DEUS?

Perante Deus, ninguém pode prevalecer em seus pecados, ter a alma manchada, por isso, "prepara-te para te encontrares com o teu Deus"! "Aos olhos de Deus, todas as nossas justiças são como trapos de imundície " (Isaías 64:6).

Naquele tempo Ezequias ficou doente e quase morreu. [...] Ponha em ordem a sua casa, pois você vai morrer; não se recuperará’ Ezequias virou o rosto para a parede e orou ao SENHOR: “Lembra-te, SENHOR, como tenho te servido com fidelidade e com devoção sincera. Tenho feito o que tu aprovas”. E Ezequias chorou amargamente. II Re 20:1-3

Este texto fala sobre o poder da oração, Ezequias orou e por sua fidelidade Deus lhe acrescentou quinze anos de vida, porém existe outro aspecto combinado com o versículo de Amós 4:12  “...prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus.” Preparação = Ponha em ordem

A única certeza que temos é que vamos nos encontrar com Deus, pela morte ou pelo arrebatamento da Igreja; não sabemos quando isso vai ocorrer. Tanto a morte quanto o arrebatamento são eventos fora do nosso controle; não conseguimos prever.

ESTAMOS PREPARADOS PARA A VOLTA DE CRISTO? PIOR AINDA, PREGAMOS A VOLTA DE CRISTO?

Atualmente prega-se muito mais sobre a 1ª vinda de Jesus do que a 2ª vinda; Os temas de pregação, normalmente, são sobre salvação, prosperidade, milagres, curas, libertação, Vitórias, etc.

Pregamos um Deus de Graça e misericórdia, o que está correto, porém Cristo na 1ª vez veio como o cordeiro para o sacrifício que nos livrou do pecado, a 2ª vinda será de julgamento, Ele virá como leão e não como cordeiro.

Muitas pessoas acham que na hora do julgamento vão poder ajoelhar e pedir desculpas, todavia não será bem assim, basta ler Mateus 25.41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;

Quando Amós nos adverte para nos preparar para encontrar com Deus ele nos alerta para duas verdades: o preparo e o encontro

Para o encontro com Deus, preparar roupa ou uma bela refeição, como fazemos no mundo secular, não terá a menor importância, acumular dinheiro ou bens não fará diferença; precisamos preparar a nossa alma. Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Mc. 8.36) Pois o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo; (Rm. 14.17). Vocês observam apenas a aparência das coisas. (2 Co. 10.7)

Deus conhece teu coração e teus pensamentos. Ele sabe se você está ou não preparado. Deus está dizendo: prepare teu coração para encontrares com Ele

O PREPARO PARA O ENCONTRO COM DEUS REQUER:
Disciplina.(tempo para leitura da bíblia e oração); Dedicação (em todo tempo); Esforço (santificação); Vontade Própria (luta contra os desejos da carne)

A RECOMPENSA?
Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. I Ts 4.16-17

Não sabemos o dia nem a hora que será este encontro, precisamos estar preparados.

Autor: Pr. Ubirajara Veneziani

Por Litrazini


Graça e Paz