"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quinta-feira, 19 de setembro de 2024

PROVAÇÃO, DISCIPLINA E CORREÇÃO

A provação é o exercício de disciplina e correção, para aperfeiçoamento da fé:

Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse (1Pe 4.12)

Tem origem divina: E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe: Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. (Gn 22.1)

“Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija...” (Hb 12.6-10)

A provação visa fortalecer a fé:

Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. Tg. 1.2-4

A provação vem, quase sempre, através do sofrimento:

Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus. (1 Pe 2.20)

Deus permitiu a provação mas Satanás o quis derrubar de sua fidelidade ao Senhor: Jó 2.6-10.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


terça-feira, 13 de dezembro de 2022

ESTAR OU NÃO EM CRISTO, CORREÇÃO E PUNIÇÃO

A solução é andar reto conforme a Palavra de Deus. Quando pecares, confessa-o (IJoão 1:9) e volta a observar os princípios deixados de obedecer (Sl 119:9; Ap 3:19, "sê pois zeloso, e arrepende-te).

Sua Vida na Terra Pode Ser Encurtada (João 15:1-3)

Brincar com Deus nunca foi saudável. Deus deve ser obedecido com temor e reverência (Ecl 12:13).

O homem que peca, seja filho de Deus ou não, conhecerá a mão pesada de Deus.

O filho de Deus conhecerá o castigo para trazê-lo à correção (Hb 12:5,6).

Quem não é filho de Deus não conhecerá a correção, mas conhecerá a punição eterna que leva à glória de Deus por Jesus Cristo (Fil. 2:10,11; Luc 16:27,28).

Podemos procurar esconder as nossas ações de pecado pelas desculpas, boas intenções ou pela ignorância, mas Aquele que conhece os corações agirá com justiça e Ele não depende de nossas explicações.

A correção de Deus para quem está em Cristo e insiste no pecado, pode resultar em morte ‘precoce’ (João 15:2, "Toda a vara em Mim, que não dá fruto, a tira").

A punição para quem não está em Cristo não é outra; "será lançado fora, como a vara, e secará; e a colhe e lança-a no fogo, e arde." (João 15:6).

Em vez de brincar com pecado, devemos arrepender-nos dele e correr à misericórdia de Deus, que foi revelada em Cristo.

Há casos bíblicos de morte de crentes que insistem no pecado.

Em Eféso, onde Timóteo estava pastoreando (I Tim 1:3), Hemeneu e Alexandre foram dois que não conservaram a fé e a boa consciência e fizeram naufrágio na fé.

Eles foram entregues a Satanás "para que aprendam a não blasfemar" (I Tim 1:19,20; II Tim 2:16-19; II Tim 4:14).

A instrução do Apóstolo Paulo para os crentes em Corinto, que insistiram no pecado, era para serem entregues a Satanás, não para a destruição da alma, mas, sim, do corpo (ICo 3:12-16; 5:1-5).

Há o caso dos crentes que não procuraram o perdão para serem sérios na prática da sua confissão e foram afligidos com doenças e até alguns morreram (Atos 5:1-10; ICo 11:28-31).

Deus quer que Seu povo seja santo. Aquele que está oprimido pelo seu pecado e cansado dele, está instruído a tomar o jugo de Cristo e a aprender dEle (Mt. 11:28-30). "Quem é o homem que deseja a vida, que quer largos dias para ver o bem? Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem o engano. Aparta-te do mal, e faze o bem; procura a paz, e segue-a." Sç 34:12-14

Autor: Missionário Calvin Gardner

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

CORREÇÃO DOS FILHOS

O que retêm a vara odeia a seu filho, mas o que o ama a seu tempo disciplina. (Pv. 13.24)

A disciplina tem como alvo eliminar a rebeldia, a insensatez e o desrespeito do coração da criança.

Corrige a teu filho enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de mata-lo. (Pv.19.18)

Os filhos devem ser disciplinados enquanto são crianças, enquanto há oportunidade de moldar as suas vidas para o bem, e ensinar-lhes o caminho de Deus.

Se os pais são negligentes nisso, tornam-se, em parte, culpados da ruína subsequente que atinge a vida dos seus próprios filhos.

A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afasta dela. (Pv. 22.15). Estultícia significa engano, tropeço, estupidez.

Há algo no coração das crianças que os pais precisam alcançar.

E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição (Mal 4.6)

Não retireis a disciplina da criança, porque, se fustigares com a vara, nem por isso morrera. (Pv 23.13)

Nunca se esqueçam pais: os filhos só poderão obedecer aquilo no qual foram ensinados. Muitos pais corrigem seus filhos, mas eles nem sempre sabem o porquê, ou o motivo pelo qual foram corrigidos.

Devemos ensinar o que eles podem fazer, ao invés de só falar o que não podem fazer.

Correção não é bater, mas trazer a criança de volta aos caminhos em que foram ensinados, e que em certos momentos eles podem se desviar. Se os filhos veem o amor que existe entre o papai e a mamãe, eles aprenderão desde pequenos que o amor é necessário para que um lar seja bem sucedido.

Se existe respeito entre todos os membros da família, eles nunca terão dificuldades em respeitar qualquer pessoa, em qualquer lugar onde estiverem.

Se os pais reconhecerem seus erros e pedirem perdão aos seus filhos, eles também não terão nenhum problema em fazer isso quando vier a acontecer.

Pr. Luiz Ferrari

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 26 de julho de 2015

A BELA ARTE DE ERRAR

Acontece a todos nós. Professores e alunos. Policiais e criminosos. Chefes e secretarias. Pais e filhos. Os diligentes e os preguiçosos. Nem mesmo os presidentes estão imunes. Os chefes de nossa corporação que ganham salários de seis algarismos. O mesmo se verifica com os arquitetos bem-intenciona­dos e os construtores que trabalham duro e os engenheiros de pensamento claro. . . para não mencionar os profissionais da bola, os políticos e os pregadores.

O quê? Errar? Sim, fazer coisas erradas, ge­ralmente com a melhor das intenções. E isso acontece com notável regularidade.

Sejamos objetivos: o sucesso é superestima­do. E todos nós o desejamos a despeito da prova diária de que o pendor real do homem reside em direção bem oposta. Realmente, somos profissionais da incompetência.

O que me leva a uma pergunta fundamental que tem estado ardendo dentro em mim por me­ses. Por que nos surpreendemos quando vemos a incompetência em outros e nos devas­tamos quando ela ocorre em nós mesmos?

Mostre-me quem inventou o perfeccionis­mo e garanto que ele é um roedor de unhas com um rosto cheio de tiques. . . cuja esposa tem horror quando o vê entrar em casa. Além do mais, ele perde o direito de ser respeitado porque ou é culpado de não admitir que errou, ou se tornou um especialista em cober­tura.

Pode acontecer com você. Pare e pense nos meios como certas pessoas conseguem evitar de confessar suas falhas. Os médicos podem sepultar seus erros. Os erros dos advogados calam-se na prisão — literalmente. Os erros dos dentistas são extraídos. Os erros dos enca­nadores são entupidos. Os carpinteiros transformam os seus em serragem. Gosto do que li numa revista recentemente:

E tem havido alguns erros notáveis!.
O que dizer daquela famosa torre na Itália? A "torre inclinada", quase seis metros fora da linha perpendicular. O cara que planejou aquele alicerce de somente dez metros de profundidade (para um edifício de 56 metros de altura) não possuía o maior cérebro do mundo. Que acha você de ter arrolado no currículo de sua vida profissional "Desenhou a Torre Inclinada de Pisa"?

Dentre os muitos desregrados e malucos relatórios estão coisas tais como a menos bem-sucedida previsão do tempo, o pior computa­dor, a mais enfadonha preleção, a menor de todas as audiências, o mais feio edifício já construído, a mais caótica cerimônia de casamento, e algumas das piores declarações. . que a posteridade provou estarem erradas. Algumas dessas declarações foram, por exem­plo:

A única coisa que podemos agradecer quando se trata de errar é que nin­guém guarda um registro dos nossos erros. Ou guardam? Ou você guarda o dos outros? Não se você leva o encorajamento a sério.

Vamos lá, acalme-se. Se nosso gracioso Se­nhor é suficiente para remover o que temos de pior, de mais feio, de mais enfadonho, de menos bem-sucedido, nossos fracassos de tor­re inclinada, e perdoa-os sepultando-os nas profundezas do mar do es­quecimento, então está na hora de darmos aos outros uma oportunidade.

Com efeito, ele promete plena aceitação juntamente com pleno perdão em forma impressa para que todos leiam. . . sem anexar folha de errata. Não é isso encorajador?

Não podemos ser esse tipo de encorajador para algum outro?

Afinal de contas, a imperfeição é uma das poucas coisas que ainda temos em comum. Ela vincula-nos à mesma família!

Assim, quando um de nós errar e não puder ocultá-lo, que tal um pouco de apoio por parte daqueles que ainda não foram apanhados?

Opa, correção. Que tal bastante apoio?

Extraído do livro Dê-me ânimo de Charles R. Swindoll

Por Litrazini

Graça e Paz