"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

Mostrando postagens com marcador autocontrole. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador autocontrole. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de março de 2022

AUTOCONTROLE, A DISCIPLINA DO CÉU

Aristóteles dizia que a vitória sobre si mesmo, sobre seus próprios desejos, fazia do homem mais corajoso que os vencedores nas batalhas. Domínio Próprio deve ser a prática normal da vida cristã.

Domínio próprio expressa autocontrole, autodisciplina, temperança e moderação. Devemos buscar no Espírito Santo forças para nos controlarmos.

Para um rio violento gerar energia é necessário que seja represado, contido. Para usar-se um cavalo precisa-se antes domesticá-lo, doma-lo.

Nós recebemos autoridade na terra, como Igreja de Jesus. Saibamos usar dessa autoridade a começar por nós mesmos. Auto controle no agir, no falar e alimentar-nos de palavras que edificam e não destroem.

Refere-se ao fortalecimento interno. É também disciplina, porém ela não procede de fonte exterior. Não pode ser conquistado mediante exercício e treinamento. Pelo contrário é fruto do Espírito

O domínio aplicado ao cristão abrange as áreas do corpo, da alma e do espírito.

Um dos elementos para fortalecer a ter o domínio do corpo é o jejum, o corpo deve ser servo, não senhor. É preciso ter igualmente domínio no comer e no beber e evitar excesso de sono e luxos.

A temperança (negar-se a si mesmo) é justamente isso: reprimir sentimentos, emoções e desejos carnais, egoístas e destrutivos, e agir mais de acordo com os pensamentos.

Domínio próprio, portanto, é a capacidade efetiva que o cristão deve ter de controlar seu corpo e sua mente, como aprendemos também com Paulo, “Na nossa carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em cada um de nós; não, porém, o efetuá-lo, porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” Rm.7.18-19.

“Por isso, parecemos, por vezes, em cidades derrubadas, pois que cidade que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio” Pv.25:28.

Podemos ser menores que as circunstâncias, mas Deus é maior do que elas. Embora seja difícil, é assim que devemos crer. Autocontrole é manter a esperança no Senhor da vida.

Nós, discípulos de Jesus devemos dar lugar em tudo ao Espírito Santo, nas atitudes, nas palavras, nas ações e comportamentos.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 14 de maio de 2019

NEUTRALIZANDO A TENTAÇÃO


A tentação pode ser neutralizada definitivamente por um determinado ato. Esse ato é um fruto do Espírito. Lemos em Gaiatas 5:22, 23: Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. 

A palavra que queremos é domínio próprio. A palavra grega significa literalmente "na força", sendo isso exatamente o que é. O fruto do Espírito é força interior. Ela é frequentemente interpretada como "domínio", ou "domínio do 'eu'" na literatura extrabíblica. 

Em outras palavras, uma das coisas que o Espírito de Deus promete fazer pelo filho de Deus é capacitá-lo a controlar o ego, as fraquezas e as áreas de tentação. Como a tentação é contrariada? Pelo auto-controle. Grave esse pensamento em mente. 

Espere um pouco. Ao ler isto, você pode ser tentado a dizer (como fariam os que assistem às chamadas conferência da vida mais profunda): "Isto não é algo que eu deva fazer, mas que Deus faz. Não sou capaz de nada. Só estou passivamente envolvido. Deus está ativamente envolvido porque, afinal de contas, o autocontrole é um fruto do Espírito." 

Estou certo de que já ouviu esse tipo de raciocínio. Parece tão correto, tão profundo. Esse ensino sutil está, porém, errado. Embora o autocontrole tenha origem no Espírito de Deus, nós o cumprimos ativamente. Tanto o Espírito Santo como nós agimos! Isso é algo importante a ser lembrado. É um esforço de equipe. 
Existe um ensinamento pregado por aí de que se algo deve ser feito, espero passivamente em Deus e ele faz tudo. Eu não faço nada — ou muito pouco. Envolver-me na questão seria algo "carnal". Isso parece tão bom, tão piedoso. E tecnicamente é verdadeiro

Trata-se, entretanto, de apenas metade da história. Esse ponto de vista impede o envolvimento da pessoa na vida. Mediante algum processo maravilhoso ou osmose espiritual, todas essas coisas boas saem do meu velho coração e eu fico observando a obra prodigiosa de Deus, quase como se estivesse fora do meu corpo, vendo as coisas acontecerem comigo. 

Quero afirmar-lhe, essa idéia não é bíblica — e não funciona. Se você tentar lidar passivamente com a tentação, ela irá vencê-lo todos os dias! O poder e o fruto do Espírito estão disponíveis, o autocontrole vem de Deus, mas quero repetir: Nós é quem executamos. Faça uma pausa e absorva a idéia. 

Como saber isso? 

O apóstolo Pedro escreveu sobre o autocontrole. 
(...) pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando vos da corrupção das paixões que há no mundo, por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. 2 Pedro 1A-7 

Nessa série de mandamentos, o Senhor inclui nossa responsabilidade: você supre o autocontrole. Parece uma contradição, não é? Paulo chama isso de "fruto do Espírito" e tem razão. O autocontrole é um ingrediente do céu que Deus nos dá quando o seu Espírito vive em nosso interior e nos controla. Pedro disse, no entanto, que nós devemos "supri-lo"! 

A suposta contradição é resolvida quando compreendemos que Deus é a fonte de poder, e isso significa que pavimentamos o caminho para que ele atue. O mesmo suprimento básico é dado a todo filho de Deus, mas é nossa responsabilidade obedecer e exercer o autocontrole para que ele ocorra em nossas vidas. 

Extraído do livro Perseverança de Charles Swindoll / Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

OS FRACOS E OS FORTES

Aceitem o que é fraco na fé, sem discutir assuntos controvertidos.[Romanos 14.1]

Nosso relacionamento com os fracos é tratado detalhadamente por Paulo (14.1–15.13). Trata-se, evidentemente, de pessoas fracas na fé ou sem convicção, e não fracas na vontade ou no caráter.

Assim, se quisermos fazer uma imagem mental de um irmão mais fraco, devemos considerá-lo não como alguém vulnerável, facilmente vencido pelas tentações, mas como um cristão sensível, cheio de indecisões e escrúpulos.

Os fracos não carecem de força ou de autocontrole, mas de liberdade de consciência.

Os fracos em Roma poderiam ter sido os judeus cristãos, por acreditarem que ainda deviam observar as leis referentes a comida, festas e jejuns do calendário judaico.

Paulo certamente fazia parte do grupo dos fortes e se identificava com a posição deles. Ele tinha consciência que as questões relacionadas a alimentos e dias eram de importância secundária. Mas, ao mesmo tempo, ele se recusava a tratar com desprezo as consciências sensíveis dos fracos.

Sua exortação geral à igreja é para que ela aceite os fracos como Deus os aceitou (14.1, 3) e que seus membros aceitem um ao outro da mesma forma como Cristo nos aceitou (15.7).

Os fortes não devem desprezar nem intimidar ou condenar os fracos, forçando-os a agir contra a sua consciência.

A característica mais notável das instruções de Paulo é que ela está fundamentada em sua cristologia, e em especial na morte, ressurreição e parúsia de Jesus.

Os fracos são irmãos e irmãs por quem Cristo morreu e ressuscitou para ser o Senhor, por isso não temos o direito de interferir junto a esses servos.

Quando Jesus voltar, ele será o nosso juiz, de modo que não devemos assumir essa função agora.

Devemos também seguir o exemplo de Cristo, que não agradou a si próprio, mas se tornou um servo, tanto de judeus quanto de gentios.

Assim Paulo deixa aos seus leitores uma bela imagem dos fracos e dos fortes, dos judeus cristãos e dos gentios cristãos. Ele ora para que Deus lhes dê um espírito de unidade, para que “com um só coração e uma só voz glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (15.6).

Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos. Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação. Porque também Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam. Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.

Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, Para que concordes, a uma boca, glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto recebei-vos uns aos outros, como também Cristo nos recebeu para glória de Deus. Digo, pois, que Jesus Cristo foi ministro da circuncisão, por causa da verdade de Deus, para que confirmasse as promessas feitas aos pais; E para que os gentios glorifiquem a Deus pela sua misericórdia, como está escrito:Portanto eu te louvarei entre os gentios,E cantarei ao teu nome.

E outra vez diz: Alegrai-vos, gentios, com o seu povo. E outra vez:Louvai ao Senhor, todos os gentios,E celebrai-o todos os povos. Outra vez diz Isaías:Uma raiz em Jessé haverá,E naquele que se levantar para reger os gentios,Os gentios esperarão. Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo.(Romanos 15.1-13)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz



domingo, 9 de novembro de 2014

NEUTRALIZANDO A TENTAÇÃO

A tentação pode ser neutralizada definitivamente por um de­terminado ato. Esse ato é um fruto do Espírito. Lemos em Gaiatas 5:22, 23: Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansi­dão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. 

A palavra que queremos é domínio próprio. A palavra grega significa literalmente "na força", sendo isso exatamente o que é. O fruto do Espírito é força interior. Ela é freqüente­mente interpretada como "domínio", ou "domínio do 'eu'" na literatura extrabíblica. 

Em outras palavras, uma das coisas que o Espírito de Deus promete fazer pelo filho de Deus é capacitá-lo a controlar o ego, as fraquezas e as áreas de tentação.

COMO A TENTAÇÃO É CONTRARIADA? PELO AUTO-CONTROLE. Grave esse pensamento em mente. 

Espere um pouco. Ao ler isto, você pode ser tentado a dizer (como fariam os que assistem às chamadas confe­rências da vida mais profunda): "Isto não é algo que eu deva fazer, mas que Deus faz. Não sou capaz de nada. Só estou passivamente envolvido. Deus está ativamente envol­vido porque, afinal de contas, o autocontrole é um fruto do Espírito." 

Estou certo de que já ouviu esse tipo de raciocínio. Parece tão correto, tão profundo. Esse ensino sutil está, porém, errado. Embora o autocontrole tenha origem no Espírito de Deus, nós o cumprimos ativamente. Tanto o Espírito Santo como nós agimos! Isso é algo importante a ser lembrado. É um esforço de equipe. 

Existe um ensinamento pregado por aí de que se algo deve ser feito, espero passivamente em Deus e ele faz tudo. Eu não faço nada — ou muito pouco. Envolver-me na ques­tão seria algo "carnal". Isso parece tão bom, tão piedoso. E tecnicamente é verdadeiro

Trata-se, entretanto, de apenas metade da história. Esse ponto de vista impede o envolvimento da pessoa na vida. Mediante algum processo maravilhoso ou osmose espiri­tual, todas essas coisas boas saem do meu velho coração e eu fico observando a obra prodigiosa de Deus, quase como se estivesse fora do meu corpo, vendo as coisas acontece­rem comigo. 

Quero afirmar-lhe, essa idéia não é bíblica — e não fun­ciona. Se você tentar lidar passivamente com a tentação, ela irá vencê-lo todos os dias! O poder e o fruto do Espíri­to estão disponíveis, o autocontrole vem de Deus, mas quero repetir: Nós é quem executamos. Faça uma pausa e ab­sorva a idéia. Como saber isso? 

O APÓSTOLO PEDRO ESCREVEU SOBRE O AUTOCONTROLE. 
(...) pelas quais nos têm sido doadas as suas preci­osas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando vos da corrupção das paixões que há no mundo, por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligên­cia, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a frater­nidade; com a fraternidade, o amor. 2 Pedro 1A-7 

Nessa série de mandamentos, o Senhor inclui nossa responsabilidade: você supre o autocontrole. Parece uma contradição, não é? Paulo chama isso de "fruto do Espíri­to" e tem razão. O AUTOCONTROLE É UM INGREDIENTE DO CÉU QUE DEUS NOS DÁ QUANDO O SEU ESPÍRITO VIVE EM NOSSO INTERIOR E NOS CONTROLA. Pedro disse, no entanto, que nós devemos "supri-lo"! 

A suposta contradição é resolvida quando compreen­demos que Deus é a fonte de poder, e isso significa que pavimentamos o caminho para que ele atue. O MESMO SUPRI­MENTO BÁSICO É DADO A TODO FILHO DE DEUS, MAS É NOSSA RESPONSABILIDADE OBEDECER E EXERCER O AUTOCONTROLE PARA QUE ELE OCORRA EM NOSSAS VIDAS. 

Extraído do livro Perseverança de Charles Swindoll 

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz