"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

LIDERANÇA DO ESPÍRITO SANTO

O conhecimento da Palavra de Deus pode nos ajudar a discernir se os nossos desejos vêm do Espírito Santo ou não.

Temos de testar as nossas inclinações de acordo com as Escrituras

O Espírito Santo nunca irá estimular-nos a fazer qualquer coisa contrária à Palavra de Deus

Se algo entra em conflito com a Bíblia, então não é do Espírito Santo e deve ser ignorado.

Também é necessário que estejamos em oração contínua com o Pai (1Tes 5:17).

"Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza... E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos" (Rm 8:26-27).

Se andarmos no Espírito, vamos continuar vendo essas qualidades crescendo e amadurecendo em nós, e elas se tornarão evidentes para os outros também.

É importante notar que temos a escolha de aceitar ou não a orientação do Espírito Santo.

Quando conhecemos a vontade de Deus, mas não a seguimos, estamos resistindo a obra do Espírito em nossas vidas (Atos 7:51; 1 Tess 5:19), e o desejo de seguir o nosso próprio caminho o entristece (Ef 4:30).

O pecado habitual nos cegará ao que o Espírito Santo quer nos dizer através da Palavra.

Estar em sintonia com a vontade de Deus, abandonando e confessando o pecado, e fazer um hábito de oração e estudo da Palavra de Deus nos permitirão reconhecer – e seguir – a liderança do Espírito.

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

SÓ SE SUBMETA AO SEU PASTOR SE ELE FOR SUBMISSO À BÍBLIA

ATÉ ONDE DEVE IR A SUBMISSÃO DE UMA CRISTÃO À LIDERANÇA DE SUA IGREJA?

apesar da Bíblia ter diversas passagens que destacam a importância da submissão às autoridades, nenhuma autoridade terrena merece submissão absoluta.

Após ler a passagem de Hebreus 13:17, que diz: "Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles [...]" há uma condição essencial para que o cristão avalie seu pastor e continue a seguí-lo (ou não).

"Ele [pastor] não é Deus. Nenhum dos anciãos é Deus. Eles não são infalíveis. Sua autoridade não é absoluta e, portanto, a submissão e obediência a eles não é absoluta. Somente Deus obtém absoluta obediência e submissão.

Poderíamos mostrar que ao longo do Novo Testamento, a relação de submissão ao Estado [governo], aos maridos, aos pais, aos pastores - seja quem for. Todas as estruturas de submissão no Novo Testamento são relativizadas, estão abaixo da autoridade absoluta de Jesus. Nós sabemos disso".

"Mas aqui está a o ponto-chave: Hebreus 13:17 está escrito no pressuposto, e você chamou esse homem [pastor] com a suposição de que os líderes - e seu pastor em particular - vão levantar esta Bíblia e proclamar a palavra de Deus, não do homem. Mostre aos seus líderes que você quer que isso aconteça, mais do que qualquer coisa. Mostre que você quer ser obediente à Palavra de Deus e vai se submeter àqueles que a proclamam".

Expressar a expectativa de uma conduta bíblica ao líder só fará bem à relação entre ovelha e pastor."Quando você fizer isso, a alegria de seu líder em Deus irá transbordar. Nós amamos quando as pessoas proclamam a verdade de Deus, não a nossa".

Um líder que adota uma conduta de submissão à Palavra de Deus inspira confiança em seus liderados. "Quando peço que você seja obediente e submisso aos seus líderes, quero dizer que eles também devem estar submissos a esse livro [Bíblia]. Seus líderes devem ter a Bíblia sobre suas cabeças em todos os momentos".

"Então você poderá dizer: 'Eu amo esse homem porque ele é submisso à Bíblia. Estou pronto para segui-lo em qualquer lugar, até mesmo para a prisão. Se ele dissesse: 'Vamos para a prisão', eu iria para a prisão com aquele homem, porque ao longo dos anos ele ganhou a minha confiança por ser um homem submisso às Escrituras".

John Piper  Fonte: Guiame, com informações do Desiring God

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

DISCIPLINA E PUREZA DA IGREJA

Jesus instituiu a disciplina na igreja (Mt 18.15-20) com o objetivo de estabelecer os limites entre o mundo e a igreja, bem como combater o pecado dentro dela.

Vários textos do Novo Testamento revelam, que no contexto da igreja, a disciplina sempre foi usada como remédio necessário para zelar por sua saúde espiritual (Rm 16.17; 2Co 2.5-11; 2Co 13.1-2; Gl 6.1-5; 2Ts 3.6-15; 1Tm 1.18-20; 5.19-22; Tt 3.10-11).

O QUE É A DISCIPLINA? 
“A disciplina eclesiástica é o exercício da jurisdição espiritual da Igreja sobre seus membros, aplicada de acordo com a Palavra de Deus. Toda disciplina visa edificar o povo de Deus, corrigir escândalos, erros ou faltas, promover a honra de Deus, a glória de nosso Senhor Jesus Cristo e o próprio bem dos culpados” (C.D. IPB).

QUEM DEVE APLICAR A DISCIPLINA?
Jesus deu autoridade espiritual à igreja para a aplicação da disciplina, por meio de uma liderança humilde, misericordiosa e exemplar (Mt 18.15-35).

Um membro da igreja em Corinto vivia deliberadamente na prática do pecado. Paulo denuncia: Geralmente, se ouve que há entre vós imoralidade e imoralidade tal, como nem mesmo entre os gentios, isto é, haver quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai.(v.1). A pratica incestuosa daquele irmão era pública e atingia toda a coletividade. Todos na igreja sabiam daquele relacionamento ilícito e ninguém tomava providências.

O IRMÃO PECAVA POR AÇÃO E A IGREJA POR OMISSÃO.
Os membros da igreja em Corinto se recusaram a disciplinar o irmão faltoso. A igreja estava ensoberbecida com o pecado, se vangloriando de ser uma comunidade amorosa. Paulo denuncia que aquela postura estava errada. Eles deveriam lamentar o que estava acontecendo. A palavra lamentar significa “chorar como se tivesse perdido um ente querido”. É o choro da dor da perda.

É triste quando o pecado não produz mais choro na vida de uma igreja local. É feliz e bem-aventurado quem chora o seu pecado e os pecados dos outros: Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados (Mt 5.4). A visão errada do pecado levou a igreja à não aplicar a disciplina. Aquele que vivia em tão escandaloso pecado deveria ser afastado ou tirado da igreja, até que se arrependesse.

A reação de Paulo: ele ordena que a igreja discipline aquele irmão. Eu, na verdade, ainda que ausente em pessoa, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, que o autor de tal infâmia seja, em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor (vv. 3-4). Paulo diz que a disciplina deve ser aplicada sob a autoridade apostólica e da igreja. Tal autoridade procedia de Jesus, por isso devia ser em nome e com o poder de Jesus. Paulo destaca três razões fundamentais: 

(1) PROMOVER A RECUPERAÇÃO ESPIRITUAL DO DISCIPLINADO.
Entregue á Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor (v.5). A ideia é que o cristão deve ser afastado da comunhão da igreja, para que por meio da excomunhão ele arrependa-se do seu pecado. A disciplina visa o arrependimento e o benefício espiritual do faltoso. 

(2) IMPEDIR QUE O PECADO SE ESPALHE NA IGREJA. 
Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado (vv.6-7). O mau exemplo de um crente é muito nocivo à igreja. Assim como o fermento, o pecado é contagioso e muito influente. Precisamos lutar contra o pecado e a igreja não deve tolerar membros escandalosos e corruptos. 

(3) MANTER A PUREZA DAS CELEBRAÇÕES E DA ADORAÇÃO AO SENHOR.
Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade (v.8). Jesus morreu para santificar para si um povo zeloso, santo e produtivo. Devemos adorar a Deus em espírito e em verdade, com sinceridade e santidade.

O pecado prejudica a adoração do povo de Deus.

Autor: Arival Dias Casimiro

Por Litrazini

Graça e Paz