"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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domingo, 4 de agosto de 2024

AMOR E COMPAIXÃO SOBRENATURAIS

Jesus enxergava as deformidades físicas:

As costas corcundas por 18 anos da mulher encurvada (Lc 13.11);

A mão atrofiada daquele homem que estava na sinagoga (Lc 6.6);

As pernas imóveis por 38 anos do paralítico do tanque de Betesda (Jo 5.5);

Jesus enxergava os transtornos comportamentais:

A nudez e a violência do endemoninhado de Gerasa, que vivia nos sepulcros, gritava sem parar e cortava-se com pedras (Mc 5.1-5).

Jesus enxergava a tristeza interior:

A dor daquela mulher que já havia perdido o marido e agora estava sepultando o único filho (Lc 7.13);

As lágrimas da irmã e dos amigos de Lázaro, sepultado quatro dias antes (Jo 11.33).

Jesus enxergava o vazio existencial:

Ao encontrar-se com aquela samaritana que já havia vivido com cinco maridos e estava ligada ao sexto, o Senhor lhe disse solenemente:

“Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede” (Jo 4.13-14).

Este vazio acontece quando a pessoa não sabe de onde veio nem para onde vai, corre atrás de tudo e não tem nada, experimenta tudo e nunca se satisfaz.

Jesus teve compaixão daquela multidão de homens e mulheres famintos “porque eram como ovelhas sem pastor” (Lc 9.10-17).

A sede da alma é mais intensa do que a sede do corpo.

O vazio existencial é mais doloroso do que o vazio estomacal.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


domingo, 4 de fevereiro de 2024

A COMPAIXÃO DE JESUS

O Evangelho registra que Jesus, em suas andanças “por todas as cidades e povoados”, ao ver as multidões, tinha compaixão delas “Porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (Mt 9.35-38).

Pouco adiante, Mateus volta a registrar:

“Quando Jesus saiu do barco e viu tão grande multidão, teve compaixão deles e curou os seus doentes” (Mt 14.14).

Jesus mesmo expressa verbalmente esse sentimento por ocasião da segunda multiplicação de pães e peixes: “Tenho compaixão desta multidão” (Mt 15.32).

Porque Jesus não só enxergava, mas também se compadecia do sofrimento alheio, muitos clamavam e gritavam diante dEle:

“Filho de Davi, tem misericórdia de nós”.

É o caso dos dois cegos (Mt 9.27), da mulher cananéia cuja filha estava endemoninhada e sofrendo muito (Mt 15.22);

Do homem cujo filho também estava endemoninhado e era jogado ora no fogo ora na água para ser morto (Mc 9.22);

Do cego Bartimeu, que pedia esmola numa rua de Jericó (Mc 10.47).

A compaixão de Jesus pelo sofrimento alheio ia muito além do mero sentimento.

Ele se entregava ao ministério de aliviar os outros de suas dores.

O povo lhe trazia “todos os que estavam padecendo vários males e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos” e ele os curava (Mt 4.23-25).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

A COMPAIXÃO DE JESUS

Jesus não só enxergava, mas também se compadecia do sofrimento alheio, muitos clamavam e gritavam diante dEle: 

Filho de Davi, tem misericórdia de nós”. 

É o caso dos dois cegos E, partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando, e dizendo: Tem compaixão de nós, Filho de Davi. (Mt 9.27),

A mulher cananéia cuja filha estava endemoninhada e sofrendo muito:

E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. (Mt 15.22).

O homem cujo filho também estava endemoninhado e era jogado ora no fogo ora na água para ser morto

E muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos. (Mc 9.22).

O cego Bartimeu, que pedia esmola numa rua de Jericó

E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim. (Mc 10.47).

A compaixão de Jesus pelo sofrimento alheio ia muito além do mero sentimento.

Ele se entregava ao ministério de aliviar os outros de suas dores.

O povo lhe trazia “todos os que estavam padecendo vários males e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos” e Ele os curava (Mt 4.23-25).

Como o sofrimento humano se estende além da doença e da morte, o ministério de Jesus era tríplice.

“A atividade de Jesus junta e unifica ensinamento, proclamação da boa notícia ou evangelho e curas” (Bíblia do Peregrino).

Jesus se encontrava com os sofredores nas sinagogas (caso da mulher encurvada, do paralítico de Cafarnaum, do homem da mão atrofiada),

Em lugares públicos (caso do paralítico junto ao tanque de Betesda, do homem da orelha decepada no Getsêmani)

Em ruas e estradas (caso do cego de nascença, da viúva de Naim, do endemoninhado de Gerasa, do cego Bartimeu).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 13 de junho de 2020

O PODER DO AMOR

Quem entende a dimensão do amor, vive para amar: Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados. Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação. Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas (1 Pe 4.8-10).

AMAR, SERVIR E PERDOAR SÃO LIÇÕES QUE JESUS NOS DEIXOU. 

Ao dizer que o amor perdoa muitíssimos pecados, a Bíblia não está excluindo a obra redentora e única de Jesus (como se, por meio da caridade, o perdão de pecados fosse alcançado), mas está ensinando que Deus é amor: Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Assim conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos nesse amor. Deus é amor. Todo aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele (1 Jo 4.8,16).

Portanto, como filhos de Deus, somos incomodados por Ele a levar muitos à salvação em Cristo e ao perdão de pecados. 

Uma vez que o amor é capaz de transformar qualquer pessoa, ele é um instrumento do Evangelho para perdoar pecados:

Meus irmãos, se algum de vocês se desviar da verdade e alguém o trouxer de volta, lembrem-se disso: Quem converte um pecador do erro do seu caminho, salvará a vida dessa pessoa e fará que muitíssimos pecados sejam perdoados (Tg 5.19,20). 

Se, por um lado, algumas religiões cometem o erro de pregar a salvação por meio da caridade, por outro, cometemos muitas vezes o engano de desvalorizar a poderosa arma do amor como ferramenta de salvação.

Alguém cheio da graça obedece ao Senhor e demonstra compaixão (Lc 10.25-37). Pense nisso, ame e sirva!

Pra. Elizete Malafaia

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

SOCORRO NA TRIBULAÇÃO


A compaixão é o manto com o qual todo cristão deve se revestir para cultivar e desenvolver relacionamentos saudáveis, sendo um imitador do caráter de Cristo nesta terra. 

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade (Colossenses 3.12-14). Essas são virtudes que nós, cristãos, precisamos ter em nossos relacionamentos com o próximo. Porém, somente desenvolveremos essas qualidades morais se Cristo estiver no centro de nossa vida.

MAS, O QUE SIGNIFICA SER UMA PESSOA COMPASSIVA?
É aquela que é sensível ao sofrimento alheio; que se compadece do problema do outro e sofre com ele; que é solícita diante das necessidades do próximo e cuida dele; e demonstra empatia e consideração. 

A pessoa compassiva procura aliviar a carga do próximo, sua dor, suas frustrações e sua vergonha. Quanto mais exercemos a compaixão, mais nos libertamos do egocentrismo ou do individualismo, que são inerentes ao ser humano.

Deus é o nosso maior exemplo. Ele teve compaixão do ser humano pecador e, por amor a nós, enviou o que tinha de mais precioso, o Seu filho, Jesus Cristo, para redimir o ser humano do pecado e nos garantir uma vida abundante e eterna. 

Mas tu, Senhor, és um Deus cheio de compaixão, e piedoso, e sofredor, e grande em benignidade e em verdade (Salmos 86.15). Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda consolação (2 Coríntios 1.3). 

Nosso Deus não é indiferente às nossas necessidades. Ele não nos abandona nem nos decepciona. Ao contrário, manifesta Sua misericórdia e compaixão diariamente.

Quando compartilhamos a dor dos outros manifestamos o caráter de Cristo, sendo um canal de bênção nesta terra. E a lei da semeadura sempre irá operar em nosso favor.

O apóstolo Paulo, em suas últimas exortações à igreja da Galácia, deixa bem claro a importância da compaixão: Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo. Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará (Gálatas 6.2,7). 

Infelizmente, a postura de muitos cristãos tem sido de indiferença e não de compaixão. Agem como se dissessem: "Não me importo com o que você passa, porque não tenho nada a ver com o seu problema” e “Cada um por si, e Deus por todos”.

Quando compreendemos o quanto Deus se compadece de nós, o quanto recebemos Sua graça e misericórdia a cada manhã, exercitamos essa compaixão através de nossas ações, e demonstramos maturidade espiritual e emocional.

Seja uma pessoa de ação. Não apenas de palavras, pois nossa vida cristã é feita do que fazemos e não do que falamos.

Dra. Elizete Malafaia

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

O MINISTÉRIO DE JESUS


Jesus em sua missão glorifica o Pai no amor aos seres humanos, na misericórdia, na compaixão que tinha para com todos, de modo preferencial os empobrecidos. Vem a terra, sendo Deus se torna também humano, para salvar a humanidade dos pecados. Como homem sentia tudo o que nós sentimos: dor, angústia, alegria, chorava às vezes, orava. 

Seus ensinamentos através de parábolas, milagres, curas, discursos, enfim, todo seu projeto missionário estava em realizar a vontade de Deus. 

Em seu nome se perseguiu e se assassinou, mas também se evangelizaram continentes inteiros. Séculos de teologias e manipulações não conseguiram apagar as marcas deixadas pelo personagem real e extraordinário de Cristo. 

No capítulo 61 de Isaias é traçado o projeto de vida de Jesus na sua plenitude. Podemos assim reconhecer a missão de Jesus:

JESUS – PROFETA – anuncia a salvação a todos os homens de boa vontade, com a missão de salvar a humanidade decaída, iniciando aqui o novo Reino.
JESUS – SACERDOTE – Ele é o sacrifício perfeito, dado em holocausto por toda a humanidade.
JESUS – COMO REI – Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, o líder que conduz a humanidade para Deus. É o Reino de Deus, implantado por Jesus para restaurar a justiça, a verdade e banir a opressão, a mentira, a violência e o ódio. Jesus traz algo totalmente novo até então, porque era vontade de Deus que Ele libertasse, curasse, enfim realizasse o reinado de Deus já e aqui.

Jesus começou a revelar sua missão especial com 30 anos de idade. João Batista, seu primo, preparava o caminho para Ele, pregando o arrependimento dos pecados e batizando os que aceitavam sua mensagem. Jesus foi ter com João Batista para ser batizado. Vemos em João 1: 35-37 – “No dia seguinte João estava outra vez ali, na companhia de dois dos seus discípulos. E vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus. E os dois discípulos ouviram-no dizer isso e seguiram a Jesus.”

E sem precisar de batismo Jesus foi batizado por João Batista no rio Jordão. Nessa hora aconteceu um milagre: a manifestação divina. Sobre sua cabeça surgiu uma pomba – o Espírito Santo – enquanto se ouvia uma voz: “Tu és meu Filho amado em quem me comprazo”.(Marcos: 1:11). Dessa forma, Jesus provou ser o Messias prometido, o Salvador esperado.

Após o batismo Jesus foi para o deserto onde passou 40 dias e 40 noites, orando e jejuando, sendo sempre tentado por Satanás, que o provocou oferecendo riquezas e duvidando de seus milagres, porém, Jesus com todo o amor que sentia por Deus venceu a tentação e afastou o mal de perto de si, pois Satanás queria desviá-lo de sua missão aqui na terra.

Depois do batismo e do tempo passado no deserto Jesus escolheu Cafarnaum, perto do mar da Galiléia, para o centro de suas atividades. Logo vieram juntarem-se a Jesus os primeiros apóstolos: Simão Pedro, André, Tiago e João. Depois escolheu ainda para ajudá-lo: Bartolomeu, Tiago Menor, Judas Iscariotes, Tadeu, Mateus, Filipe, Simão e Tomé.

Jesus desenvolveu na Galiléia a maior parte de seu Ministério. Mas esteve também na Samaria, em Jerusalém e em outros pontos no norte da Galiléia. Anunciava o Reino de Deus e afirmava ter o poder de perdoar os pecados.

Após passar um tempo em Cafarnaum, dirigiu-se a Jerusalém, para a festa de Páscoa que era realizada todos os anos. Ali pela primeira vez, despertou a ira contra si dos sacerdotes hebreus e, sobretudo fariseus, quando enxotou os vendilhões do templo como veja em João 2: 13-16
 
Jesus Cristo demonstrou sua origem divina com muitos milagres e profecias. Ressuscitava mortos, exorcizava demônios e curava enfermos. Para suas necessidades jamais recorreu ao seu infinito poder. Todos os seus milagres acham-se transpassados por profunda comiseração para com os homens. Seu milagre supremo sem dúvida foi sua própria ressurreição dos mortos. Com esse fato subjugou o poder da morte e deu início a nossa ressurreição que ocorrerá quando Jesus voltar.

Depois do batismo e do tempo passado no deserto Jesus escolheu Cafarnaum, perto do mar da Galiléia, para o centro de suas atividades. Logo vieram juntarem-se a Jesus os primeiros apóstolos: Simão Pedro, André, Tiago e João. Depois escolheu ainda para ajudá-lo: Bartolomeu, Tiago Menor, Judas Iscariotes, Tadeu, Mateus, Filipe, Simão e Tomé.

A vida pública de Jesus durou cerca de 3 anos. Com seu poder sobre a natureza e seu conhecimento sobre o futuro, sendo que todas as profecias realizadas anteriormente se cumpriram, Cristo comprovou a verdade sobre seus ensinamentos, bem como que é verdadeiramente o Filho Unigênito de Deus.

Jesus combatia especialmente a crueldade e a hipocrisia para com os fracos, não desprezava os pecadores e estava sempre disposto a perdoar e curar os enfermos e ainda morreu de forma cruel para salvar a humanidade do pecado.

Fonte: Gospel Prime

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

JESUS ERA TOMADO DE COMPAIXÃO PELO SOFRIMENTO ALHEIO


Tenho compaixão desta multidão (Mt 15.32)

O Evangelho registra que Jesus, em suas andanças “por todas as cidades e povoados”, ao ver as multidões, tinha compaixão delas “porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (Mt 9.35-38). Pouco adiante, Mateus volta a registrar: “Quando Jesus saiu do barco e viu tão grande multidão, teve compaixão deles e curou os seus doentes” (Mt 14.14).

Jesus mesmo expressa verbalmente esse sentimento por ocasião da segunda multiplicação de pães e peixes: “Tenho compaixão desta multidão” (Mt 15.32).

Porque Jesus não só enxergava, mas também se compadecia do sofrimento alheio, muitos clamavam e gritavam diante dele: “Filho de Davi, tem misericórdia de nós”. É o caso dos dois cegos (Mt 9.27), da mulher cananéia cuja filha estava endemoninhada e sofrendo muito (Mt 15.22), do homem cujo filho também estava endemoninhado e era jogado ora no fogo ora na água para ser morto (Mc 9.22), do cego Bartimeu, que pedia esmola numa rua de Jericó (Mc 10.47).

A compaixão de Jesus pelo sofrimento alheio ia muito além do mero sentimento. Ele se entregava ao ministério de aliviar os outros de suas dores. O povo lhe trazia “todos os que estavam padecendo vários males e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos” e ele os curava (Mt 4.23-25).

Como o sofrimento humano se estende além da doença e da morte, o ministério de Jesus era tríplice. “A atividade de Jesus junta e unifica ensinamento, proclamação da boa notícia ou evangelho e curas” (Bíblia do Peregrino).

Jesus se encontrava com os sofredores nas sinagogas (caso da mulher encurvada, do paralítico de Cafarnaum, do homem da mão atrofiada), em lugares públicos (caso do paralítico junto ao tanque de Betesda, do homem da orelha decepada no Getsêmani) e em ruas e estradas (caso do cego de nascença, da viúva de Naim, do endemoninhado de Gerasa, do cego Bartimeu).

As pessoas sofridas iam a Jesus em busca de alívio por iniciativa própria: a mulher por 12 anos hemorrágica (Lc 8.43-48), os dez leprosos (Lc 17.11-19), o cego de Jericó (Lc 18.35-42). As pessoas sofridas eram levadas a Jesus por parentes e amigos: o paralítico de Cafarnaum (Mc 2.1-12), a filha da mulher cananéia (Mt 15.21-28), a sogra de Pedro (Lc 4.38-40), o servo do centurião (Lc 7.1-10), a filha de Jairo (Lc 8.40-56), o menino endemoninhado (Lc 9.37-45).

As pessoas sofridas eram enxergadas pelo próprio Jesus, que tomava a iniciativa de aliviá-las: o homem da mão atrofiada (Lc 6.6-11), a viúva de Naim (Lc 7.11-17), o endemoninhado de Gerasa (Lc 8.26-39), a mulher encurvada (Lc 13.10-17), o servo do sumo sacerdote (Lc 22.51), o paralítico de Betesda (Jo 5.1-15), o cego de nascença (Jo 9.1-12).

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 23 de junho de 2018

COMO DERROTAR NOSSOS INIMIGOS


Aos doze anos o príncipe Luidwig, assumiu o trono da França. No decorrer da sua juventude, era a sua mãe que governava a nação. Muitos inimigos do príncipe tentaram roubar-lhe o trono, todavia, a sua mãe derrotava a todos. Quando enfim o jovem assumiu o poder, todos os seus opositores, os quais tentaram tirar-lhe o trono, com grande medo fugiram da França para outro país, pois ouviram boatos que o príncipe havia feito uma lista com os nomes de todos eles, e depois de cada um pôs um sinal da cruz.

Quando Luidwig soube o motivo da fuga de seus inimigos, enviou mensagens a todos eles, pedindo que voltassem, pois explicou: “O sinal da cruz que fiz depois de vossos nomes, é para lembrar-me de que devo perdoar aos meus inimigos, pois a cruz lembra o meu Salvador que também me perdoou”.

O reverendo (in memorian) Richad Wurmbrand, fundador da Missão A Voz dos Mártires, sofreu num cárcere comunista, na Romênia, durante catorze anos. Lá ele experimentou toda espécie de tortura e sofrimento. No entanto, como prova do seu grande amor, em um de seus artigos, ele escreveu: "Quem não ama a seus inimigos, não é cristão. Porém, amamos tanto àqueles que nos amargam a vida, quanto a noiva apaixonada ama seu noivo? Se não, o nosso amor é deficiente".

Em um outro texto, continuou: "Ser traído ou ferido por alguém é um desafio, uma chamada de Deus para nós. A pessoa que faz injustiça par nós, foi mandada por Deus, para nos preocuparmos com a salvação de sua alma".

Já o cristão soviético, Cherew, que passou vinte anos na prisão por amor a Deus, escreveu: "Nesse lugar aprendi amar meus torturadores a tal ponto como um noivo ama a sua noiva.

Esses são apenas alguns dos inúmeros exemplos de pessoas que assumiram o compromisso de amar aos inimigos. Mas o maior de todos os exemplos foi demonstrado por Jesus. Ele, mesmo sendo Deus, não obstante ser o criador do mundo, embora fosse continuamente glorificado nos céus pelos anjos, ainda assim ele se dispôs a vir a este mundo de caos. E aqui, muito mais do que se humilhar, ele morreu numa vergonhosa cruz. E isso ele fez por amar demais às nossas vidas.

Enquanto aqui esteve, Cristo ensinou aos seus discípulos como deveriam agir diante dos inimigos: "Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam; bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam. Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses" (Lc. 6:27-29).

Na antiga aliança, o mandamento também era esse: "Se encontrares o boi do teu inimigo, ou o seu jumento, desgarrado, sem falta lho reconduzirás. Se vires o jumento, daquele que te odeia, caído debaixo da sua carga, deixarás pois de ajudá-lo? Certamente o ajudarás a levantá-lo" (Êx. 23:4, 5). Salomão, um dos homens mais sábios de toda a história, nos incentivou a fazer exatamente isto: "Quando cair o teu inimigo, não te alegres, nem se regozije o teu coração quando ele tropeçar...

Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber; porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o Senhor to retribuirá" (Pv. 24: 17; 25:21, 22). O mesmo ensinou o apóstolo Paulo: "Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça" (Rm. 12:20)

Sim, a melhor forma de tratarmos àqueles que nos desejam o mal, não é revidando, não é fazendo também o mal, mas amando-os, amando-os de todo o coração. Quando nos dispomos a amá-los, quando adquirimos uma profunda compaixão pela vida dos nossos inimigos, algo maravilhoso e inexplicável acontece ao coração deles, que não conseguem resistir por muito tempo ao nosso amor. É assim que devemos derrotar aos nossos inimigos.

Jaime Nunes Mendes

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 18 de março de 2016

O SEGREDO DA COMPAIXÃO

A compaixão E o manto com o qua TODO Cristão desen se revestir parágrafo cultivar e desenvolver Relacionamentos Saudáveis, Sendo hum imitador do carater de Cristo Nesta terra. 

Revesti-vos, pois, Como eleitos de Deus, santos e Amados, de entranhas de Misericórdia, de benignidade, humildade, Mansidão, longanimidade (Colossenses 3.12-14). Essas virtudes São that Nós, cristãos, precisamos ter em NOSSOS Relacionamentos com o Próximo. Porem, SOMENTE desenvolveremos essas qualidades morais se Cristo não estiver centro de Nossa vida.

MAS, O QUE SIGNIFICA SER UMA PESSOA COMPASSIVA?
E Aquela Que É Sensível Ao Sofrimento alheio; Que se compadece fazer Problema do Outro e sofre com ELE; Que É solícita Diante das Necessidades fazer Próximo e cuida DELE; e demonstra empatia e consideração. 

A pessoa compassiva Procura ALIVIAR uma carga fazer Próximo, SUA dor, SUAS frustrações é Sua vergonha. Quanto Mais exercemos uma compaixão, Mais nsa libertamos do egocentrismo UO não individualismo, that São inerentes Ao Ser Humano.

Deus é O Nosso Maior Exemplo. He Teve compaixão fazer Ser Humano pecador e, por amor à nos, enviou O Que tinha de Mais precioso, o Seu Filho, Jesus Cristo, parágrafo redimir o Ser Humano do Pecado e nsa garantir Uma vida abundante e eterna. 

Mas tu, Senhor, és um Deus Cheio de compaixão, e Piedoso, e sofredor, e grande em benignidade e em Verdade  (Salmos 86.15).  Bendito SEJA o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das Misericórdias EO Deus de Toda Consolação  (2 Coríntios 1.3). 

Nosso Deus Não É indiferente As Nossas Necessidades. ELE NÃO nsa abandona NEM nsa decepciona. Ao contrario, o manifes Sua Misericórdia e compaixão Diariamente.

QUANDO compartilhamos a dor dos Outros manifestamos o carater de Cristo, Sendo hum canal de Bênção Nesta terra. E a lei da semeadura sempre IRA operar em Nosso favorecer.

O apóstolo Paulo, em SUAS Últimas exortações à Igreja da Galacia, Deixa Bem claro a importancia da compaixão:Levai como cargas uns dos Outros e ASSIM cumprireis a lei de Cristo. De: Não erreis: Deus Não Se Deixa escarnecer; Porque Tudo O Que o homem semear, ISSO TAMBÉM ceifará (Gálatas 6.2,7). 

Infelizmente, uma postura de muitos cristãos TEM Sido de indiferença e nao de compaixão. Agem Como se dissessem: "Não me importo com O Que passa rápido você, Porque nao tenho nada a ver com o Seu problema" e "Cada hum POR si, e Deus POR todos".

QUANDO compreendemos o Quanto Deus se compadece de Nós, o Quanto recebemos Sua graça e Misericórdia A Manhã Cada, exercitamos ESSA compaixão atraves de Nossas Ações, e demonstramos Maturidade espiritual e emocional.

SEJA uma pessoa de Ação. NÃO APENAS de Palavras, pois Nossa Vida Cristã E Feita fazer that fazemos e NÃO fazer that Falamos.

Dra. Elizete Malafaia

Litrazini


Graça e Paz

domingo, 23 de março de 2014

Anjos Sem Asas

Amizade faz bem: equilibra batimentos do coração, afasta cansaço, depressão, infecções, e doenças cardíacas. Crianças saram depressa, se brincam e convivem com amiguinhos. Afeto de amigos provoca descarga de interleucina e endorfina, substâncias que fortalecem as defesas do organismo.Conclusão: gente fechada e sem amigos adoece mais fácil.

Separação é sinônimo de doença, indicando que algo não vai bem. Biblicamente, somente os que sofriam de algo contagioso praticavam quarentena. (Levítico 13:46) Mesmo assim, porque não existiam os recursos preventivos ao contágio existentes hoje.

Aprender a se abrir a respeito dos fracassos e sucessos é imprescindível para uma vida saudável. Sem este tipo de honestidade, criamos uma falsa imagem acerca de nós mesmos que produz pressões desnecessárias. Quando encontramos alguém que vê nossas falhas, aceitando-nos tal qual somos, e nos amando apesar dos tropeços, somos muito abençoados.(João 15.15) Ouvir, entender, e permanecer amigo daquele que erra, é da mesma forma indispensável.(Jó 6.14)

Um amigo é uma porta aberta, introduzindo o coração alquebrado a um lugar de refúgio e descanso. O ferido encontra nos braços de um amigo apoio, consolo, e cura. O lugar de maior realização de um homem não é o assento de honra no meio dos poderosos; pois não existe lugar de maior honra do que a aceitação do coração de quem nos ama.(Pv.17.17)

Porto da a minha vida Deus me tem enviado anjos, mas nunca os vi face a face.Todavia, Deus me tem enviado seres maiores do que anjos, e a estes eu encontro frente a frente. Deus me envia amigos.

Por mais que o ser humano revele segurança e força, existem certos momentos que o desejo de desistir é incontrolável. Inúmeras vezes nos vestimos de festa e tentamos ornamentar o rosto com um radiante sorriso. Porém, no interior, um sentimento de perda e impotência escurece com as nuvens pesadas do desânimo o nosso labutar. Nestas horas, o que mais precisamos é de um amigo.

Existem momentos que necessitamos não somente do divino, mas do socorro humano.

No fim de uma reunião na cidade de Malboro, nos Estados Unidos, Gustavo veio ao meu encontro com um sorriso. Estendi-lhe minha mão, a qual ele apertou amigavelmente, a medida que seu rosto era iluminado pela felicidade. Com sinceridade e lágrimas nos olhos, ele disse: “Fui muitíssimo abençoado em sua última visita a Boston”. Encarei seus olhos e indaguei: “De que maneira,através da mensagem?” “Não”, respondeu ele enfático. “Quando cantei ou toquei?” Insisti. Novamente a resposta foi negativa.

“Como afinal você foi abençoado?” Perguntei curioso. Sua voz, embargada e cheia de gratidão revelou: “Ao terminar a mensagem, o senhor desceu da plataforma, atravessou o corredor, e se dirigiu ao hall de entrada. Eu era a última pessoa; estava quase na saída, de pé, ao lado da porta. Quando o senhor ia passando por mim, parou, me olhou, caminhou em minha direção, me abraçou, e me deu um beijo no rosto. Nem meu pai nunca me beijou. Aquele foi o dia mais abençoado da minha vida!”.

Um gesto de amor e lealdade fortalece muito além das palavras. Um amigo compartilha sonhos e problemas; ele está ao nosso lado, ouvindo, encorajando, e entendendo. Deus precisa da compaixão de um amigo. 

A compaixão o faz enxergar o sofrimento do próximo; ela o leva a perguntar, “como vai você?” Ao mesmo tempo, a compaixão o faz parar, permanecer ao lado do ferido, e esperar a resposta. A compaixão é a mãe de todos os milagres. Ela constrói seu lar no coração de um amigo.

Outra característica da amizade é a franqueza. Ela faz o ser humano dizer ou ouvir qualquer coisa sem rodeios ou melindres; dá o poder de olhar no fundo dos olhos e repreender sem magoar (Pv.27.6).

Nas vitórias ou mancadas, o riso de um amigo se solta na gargalhada feliz ou brincalhona. Nos fracassos e tristezas, mesmo os amigos altos, fortes, e másculos, ficam ternos e choram em simpatia e emoção.(Pv.27.9) Amigos estão sempre prontos a perdoar, pois só através do perdão a amizade é renovada.(Pv.17.9

Terrível coisa é quando já não mais se pode falar o que vem a mente espontaneamente. A amizade que mede palavras, medrosa das reações e críticas do outro, ou mascarada pelo sorriso amarelo, certamente está se deteriorando.(2Reis 10.15) Neste caso, ela precisa ser revista. Faz-se necessário um confronto, um tête-à-tête aberto, sincero, e restaurador.(Mt. 18.15)

Ser irmão não basta, é preciso ser amigo. Ninguém tem amigos deste quilate, a não ser que ele mesmo seja um amigo assim. Somente aqueles que são amigos de verdade encontram de verdade amigos.

Um bom amigo é um tesouro que não tem preço. Quando Deus nos dá um amigo, ele nos presenteia com um companheiro para toda a vida. De fato, nas horas cruciais, Deus geralmente nos envia anjos sem asas; Deus nos envia amigos.(Hb.13.2)

Autor: Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini


Graça e Paz