"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 5 de dezembro de 2023

ALIANÇA DO SANGUE

Desde o Jardim do Éden até o jardim do paraíso celestial, o sangue do sacrifício é o testemunho constante da graça de Deus.

A história da criação do homem constitui o marco inicial do papel da aliança de sangue no plano divino para a humanidade

“E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu” (Gn.3.21).

Ao fazer o aquele sacrifício, Deus cobriu Adão e Eva com o sangue de um animal, no sacrifício final;

Ele cobriu a nós todos com o sangue do seu Filho Unigênito.

Animais inocentes foram sacrificados a fim de que se providenciasse vestimentas de peles como cobertura para Adão e Eva.

Eles tentaram cobrir-se por suas próprias forças ao coserem folhas da figueira, todavia Deus providenciou a cobertura por meio de um sacrifício.

Assim também devemos ser revestidos de Cristo e não com as nossas próprias obras.

A Bíblia diz: “É o sangue que fará expiação em virtude da vida” (Lv. 17.11).

O termo expiação, significa cobrir, este seria o motivo de Deus ter derramado sangue para vesti-los.

Quando Adão e Eva pecaram, perderam a comunhão íntima que gozavam com Deus.

Mas através da aliança de sangue, Deus declarava que os pecados deles tinham sido expiados.

E um dia, pelo sangue, voltariam a ter comunhão e gozo espiritual

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 23 de setembro de 2023

SACRIFÍCIO DE CRISTO, ALÍVIO PERMANENTE

E não pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, havendo obtido uma eterna redenção. (Hb 9.12)

Contraste das alianças de Deus através de Moisés e Cristo.

A aliança mosaica realizava sacrifícios com animais que traziam alívio temporário à culpa do homem e demonstravam as lições da justiça de Deus.

A aliança através de Moisés fornecia uma ligação pelo sangue de animais

Esses sacrifícios, entretanto, tinham que ser repetidos anualmente no tabernáculo, que era apenas um símbolo para o altar eterno e celeste de Deus.

Entretanto, Jesus Cristo entrou na história como um sacerdote eterno para oferecer um sacrifício eterno pelo pecado.

O derramamento do seu sangue forneceu um sacrifício permanente e uma ligação permanente entre Deus e o homem.

Seu sangue não foi meramente aplicado a um altar terreno, mas ao próprio altar de Deus no céu, onde de uma vez por todas, obteve redenção dos pecados a todos os que o recebem.

A ligação imutável que é estabelecida através da nova aliança no sangue de Cristo é o cumprimento definitivo da natureza divina de fazer aliança com o povo

Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo? (Hb 9.14)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


domingo, 22 de janeiro de 2023

SACRIFÍCIO NÃO, CONFIANÇA SIM

As pessoas pensam que precisam fazer grandes sacrifícios físicos e espirituais para serem salvas.

A Bíblia nos afirma que Jesus é o Salvador de todos e que Deus aceita os que confiam nele.

Deus aceita as pessoas por meio da fé que elas têm em Jesus Cristo.

É assim que ele trata todos os que creem, pois não existe nenhuma diferença entre as pessoas.

Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus.

Mas, pela sua graça e sem exigir nada, Deus aceita todos por meio de Cristo Jesus, que os salva.

Deus ofereceu Cristo como sacrifício para que, pela sua morte na cruz, Cristo se tornasse o meio de as pessoas receberem o perdão dos seus pecados, pela fé nele.

Deus quis mostrar com isso que ele é justo.

No passado ele foi paciente e não castigou as pessoas por causa dos seus pecados; mas agora, pelo sacrifício de Cristo, Deus mostra que é justo.

Assim ele é justo e aceita os que creem em Jesus.   

Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. (Rm 3:22-26)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

HUMILDADE RARA

Não há exemplo de humildade tão grande como o de Jesus.

E a melhor descrição dessa humildade saiu da pena de Paulo:

“Embora sendo Deus, [Jesus Cristo] não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte e morte de cruz!” (Fp 2.5-8).

Porque ninguém é mais alto que Jesus, ninguém desceu tanto quanto Ele.

Jesus entrou num ventre materno, esperou pacientemente nove meses para sair dele, nasceu coberto de sangue de uma placenta, veio ao mundo numa pequena cidade e numa família que não tinha recursos nem sequer para comprar o cordeiro para o sacrifício da purificação.

Não tinha onde repousar a cabeça e convivia com pecadores e publicanos.

Passou por todo tipo de tentação, foi desprezado e rejeitado pelos homens, e trocado por um criminoso culpado de uma rebelião em Jerusalém e por homicídio.

Recebeu cusparada e pancadas no rosto, foi condenado ilegalmente e crucificado entre dois criminosos.

Em outra carta, Paulo volta a explicar a humildade de Jesus, em poucas palavras:

“Vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza vocês se tornassem ricos” (2 Co 8.9).

Custe o que custar, a humildade rara que tomou conta de Jesus precisa tomar conta de nós:

“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus” (Fp 2.5).

Transcrito Por Litrazini

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terça-feira, 27 de setembro de 2022

O SOFRIMENTO E A CRUZ DE JESUS

Olhe para a cruz de Jesus, e medite no seu sacrifício. Veja como o sofrimento dele parece com o seu:

Foi rejeitado – “Veio para os que eram seus, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (Jo. 1.11-12).

Humilhado e envergonhado – Cuspiram no seu rosto, debocharam dele, foi crucificado sem suas vestes;

Comparado – É filho de Belzebu, é comilão, bebedor de vinho, amigo de prostitutas, companheiro dos párias da sociedade;

Injustiçado – Aquele que só fez o bem, foi julgado e condenado sem motivos;

Sofreu crueldades e brutalidades – Carregou uma pesada cruz, foi chicoteado, esbofeteado, ferido com uma lança, foi cravejado com pregos;

Traído -  Por aquele a quem escolheu e confiou como tesoureiro;

Abandonado -  Pelos amigos: “Nem um momento podeis velar comigo”? Pelo Pai: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes?”

Enfrentou e disse o que sentia - “O Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. Minha alma está angustiada até à morte: Pai, se possível, passa de mim este cálice”;

Perdoou – Liberou o perdão no momento mais difícil do seu ministério, no alto da cruz, no auge da dor e do sofrimento, quando sentiu-se desamparado e abandonado: “Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”

Conhecendo o amor de Jesus, liberar o perdão, como Cristo o perdoou (Ef. 4.32)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 20 de maio de 2022

DEUS NOS REAPROXIMA DELE

O homem ofendeu a santidade de Deus e provocou a sua ira – “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça” (Rm 1:18)

A morte de Jesus foi propiciatória (Rm 3:25 Hb 2:17 IJo 2:2 IJo 4:10), ou seja satisfez a justiça de Deus. (Não significa que a justiça de Deus foi eliminada, mas sim satisfeita

Por causa disso o homem está condenado ao castigo eterno – “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6:23)

A morte de Jesus foi um sacrifício (Ef 3:24 Ef 1:7). Isto quer dizer que sua morte foi substitutiva Ele morreu por nós. (IPe 2:24; 3:18). Foi uma troca, o justo pelos injustos.

Significa que o nosso castigo já foi pago

O homem também se tornou escravo de Satanás e do pecado – “Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência; Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também” (Ef 2:2-3)

A morte de Jesus foi redentora (Rm 3:24 Ef 1:7).

Isto significa que Ele nos resgatou (Gl 3:13). Ele que não era escravo de Satanás, foi até o "mercado de escravos" e nos livrou (Hb 2:14-15), nos comprou pagando o preço do resgate: Seu precioso sangue.

A morte de Jesus foi reconciliadora (2Co 5:18-21) Cl 1:21-22). Reconciliar quer dizer " fazer a paz". Quer dizer que afastadas as barreiras o homem pode novamente estabelecer relações com Deus.

Como já houve propiciação, sacrifício, e redenção, agora Deus reaproxima o homem d'Ele e faz com que ele goze novamente de sua amizade.

Transcrito Por Litrazini

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

O SACRIFÍCIO VIVO

O Senhor Jesus se ofereceu como nosso sacrifício.

“Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus; Que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo” Hb 7:26-27

A oferta que Jesus fez, de si mesmo, era perfeita e portanto precisava ser oferecida somente uma vez.

O Senhor Jesus aniquilou o pecado por meio do seu sacrifício

“De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo”. Hb 9:26-27

Jesus satisfez todas as exigências da lei com respeito aos pecados e suportou a condenação merecida pela totalidade da raça humana. Nada mais há para ser feito. Nas palavras do próprio Senhor "está consumado".

O Senhor Jesus tirou nossos pecados

“Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação”. Hb 9:28

Jesus se ofereceu como nosso substituto - uma vez por todas - para que nós pudéssemos ser livres das consequências para sempre!

O Senhor Jesus santificou Seu povo

“Porque, assim o que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos”, Hb 2:11

Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez. Hb 10:10

Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. Hb 10:14

A morte sacrificial do Senhor Jesus, faz com que todos que pertencem a Ele, sejam um sacrifício santo a Deus. Nós pertencemos a Deus - pela virtude da morte e ressurreição de Jesus.

Transcrito por Litrazini

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domingo, 6 de junho de 2021

O CAMINHO DA SALVAÇÃO

A salvação da humanidade tem seu fundamento na concordância de Jesus em caminhar em direção ao Calvário. Para Ele e o Pai não havia outro caminho para a salvação de pecadores ímpios.

"E Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens." (Mt 16.22-23).

Esta passagem mostra de maneira extremamente nítida o abismo, provocado pela queda, entre a forma de pensar humana, afetada pelo pecado, e os desígnios de Deus. A maneira humana de pensar, que ficou sujeita à influência de Satanás, rejeita caminhos de sofrimento.

Temos de aprender a pensar conforme a maneira de Deus, da forma como ensinam as Escrituras. Foi a vontade de Deus que Seu Filho bebesse até a última gota o amargo cálice do sofrimento, suportasse o maior escárnio e as mais profundas dores físicas e emocionais.

E Jesus concordou com esse caminho, dizendo "Sim, Pai!" Somente esse caminho levava à nossa salvação e à Sua maior glória e plenitude de poder.

Por mais profundamente que uma pessoa tenha caído, se pedir perdão pelos seus pecados, recebê-lo-á. Jesus não oferece uma graça barata, sem valor, porque conquistou-a com Seu sangue.

E qual foi a resposta que Deus, o Pai, deu a Seu Filho quando este orou: "...todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres"?

– Nenhuma! Deus se calou nessa hora. Não houve mais resposta. Essa foi a provação mais forte pela qual Jesus teve de passar: Não receber mais resposta de Deus quando mais precisava dela.

Jesus poderia ter desesperado nessa hora; Ele, que sempre foi um com o Pai, que podia dizer: "eu sabia que sempre me ouves" (Jo 11.42).

Deus se calou, e o Filho seguiu pelo caminho do sacrifício mesmo quando a comunicação com o Pai foi interrompida.

Não podemos avaliar o significado mais profundo desse fato. Uma missão assim tão difícil só podia ser confiada ao Filho amado de Deus.

E Ele seguiu esse caminho por amor a você e a mim. Só dessa maneira Deus pôde salvar as pessoas da impiedade delas. Nessa hora, nossa salvação estava em jogo.

Transcrito Por Litrazini

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sábado, 5 de dezembro de 2020

JESUS ESTAVA DISPOSTO AO SACRIFÍCIO

"Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá" (Mt 20.18-19).

Nessa única frase Jesus predisse de maneira compacta todos os acontecimentos da Paixão e da Páscoa. Através da Sua concordância com a vontade de Deus em seu aspecto mais central, Ele mesmo tornou-se o centro da vontade divina.

A salvação da humanidade tem seu fundamento na concordância de Jesus em caminhar em direção ao Calvário. Para Ele e o Pai não havia outro caminho para a salvação de pecadores ímpios.

Foi a vontade de Deus que Seu Filho bebesse até a última gota o amargo cálice do sofrimento, suportasse o maior escárnio e as mais profundas dores físicas e emocionais.

E Jesus concordou com esse caminho, dizendo "Sim, Pai!" Somente esse caminho levava à nossa salvação e à Sua maior glória e plenitude de poder.

Por mais profundamente que uma pessoa tenha caído, se pedir perdão pelos seus pecados, recebê-lo-á. Jesus não oferece uma graça barata, sem valor, porque conquistou com Seu sangue.

E qual foi a resposta que Deus, o Pai, deu a Seu Filho quando este orou: "...todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres"?

Nenhuma! Deus se calou nessa hora. Não houve mais resposta.

Essa foi a provação mais forte pela qual Jesus teve de passar: não receber mais resposta de Deus quando mais precisava dela. Jesus poderia ter desesperado nessa hora; Ele, que sempre foi um com o Pai, que podia dizer: "eu sabia que sempre me ouves" (Jo 11.42).

Deus se calou, e o Filho seguiu pelo caminho do sacrifício mesmo quando a comunicação com o Pai foi interrompida.

Não podemos avaliar o significado mais profundo desse fato. Uma missão assim tão difícil só podia ser confiada ao Filho amado de Deus.

E Ele seguiu esse caminho por amor a você e a mim.

Só dessa maneira Deus pôde salvar as pessoas da impiedade delas. Nessa hora, nossa salvação estava em jogo.

Transcrito por Litrazini

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sexta-feira, 13 de novembro de 2020

A CRUZ COMO SÍMBOLO DO SACRIFÍCIO

Hoje em dia usa-se com orgulho uma cruzinha delicada, se possível de ouro, como enfeite e adorno pendurado no pescoço. Quem o faz, poderia usá-la com alegria, se debaixo da cruzinha batesse um coração em que Jesus habita.

Em certos lugares, cruzes artisticamente moldadas são usadas como decoração. Mas, quem lembra atualmente que esse símbolo foi instrumento de tortura e execução?

Só os piores criminosos condenados à morte eram dependurados ou pregados em uma cruz, como alerta e sinal de sua rejeição. Ela também lembra a crueldade humana.

Poucos dos que usam cruzes como adorno se lembram do pavor desse tipo de pena de morte. Deus diz em Dt 21.23: "O seu cadáver não permanecerá no madeiro durante a noite, mas, certamente, o enterrarás no mesmo dia; porquanto o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus; assim, não contaminarás a terra que o Senhor, teu Deus, te dá em herança."

Gálatas 3.13 repete: "Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro." A cruz é símbolo de maldição? Sim, é o que diz a Sagrada Escritura.

Mas devemos observar todo o texto de Gálatas 3.13, pois a cruz é também símbolo de salvação: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)."

Gravemos profundamente em nossos corações: Jesus levou voluntariamente sobre Si na cruz a maldição do pecado, que deveria cair sobre nós. Lá, onde nós deveríamos estar dependurados, Jesus esteve em nosso lugar, pagando o preço da nossa salvação.

Assim fomos libertos da maldição. Em 1 Pedro 2.24 lemos o mesmo com as seguintes palavras: "Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados."

Mas Ele não o fez apenas simbolicamente, Ele o fez de maneira real. Ele o fez por todas as pessoas, para que ninguém tivesse de se perder, a não ser quem rejeitar essa oferta.

Jesus teve de fazer esse sacrifício porque todos os incontáveis sacrifícios de animais na Antiga Aliança não podiam tirar os pecados, mas apenas cobri-los.

Já que a expiação de nossa culpa exigiu um preço tão elevado, nunca conseguiremos levar o pecado suficientemente a sério, realmente temos de odiá-lo e evitá-lo!

Jesus, com Seu sacrifício no madeiro maldito, cumpriu o que havia prometido: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo 10.11).

Extraído da revista chamada da meia noite de abril de 2000

Por Litrazini

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Graça e Paz

 

sábado, 29 de fevereiro de 2020

MINISTÉRIO DE JESUS


O SENHOR JESUS SE OFERECEU A SI MESMO - DE UMA VEZ POR TODAS - COMO NOSSO SACRIFÍCIO.

Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus, que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu. Hebreus 7:26-27

Em contraste aos sacerdotes do Antigo Testamento, que eram apenas tipos simbólicos do Senhor Jesus, nosso Salvador se entregou a Si mesmo, como nosso substituto para morrer sob a condenação dos nossos pecados. A oferta que Jesus fez, de si mesmo, era perfeita e portanto precisava ser oferecida somente uma vez.

O SENHOR JESUS ANIQUILOU O PECADO POR MEIO DO SEU SACRIFÍCIO
Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo. Hebreus 9:26-27

A ênfase aqui é novamente a finalidade da obra do Salvador. Ele satisfez todas as exigências da lei com respeito aos pecados e suportou a condenação merecida pela totalidade da raça humana. Nada mais há para ser feito. Nas palavras do próprio Senhor "está consumado".

O SENHOR JESUS TIROU NOSSOS PECADOS - UMA VEZ POR TODAS - EM SI MESMO.
Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação. Hebreus 9:28

O testemunho das escrituras aqui fala da realidade do pecado e da forma como sua força e poder destruidor foram tratados por Deus através da pessoa de Jesus. É importante entendermos que Jesus não estava "representando uma cena de uma peça de teatro" ao morrer na cruz por causa do nosso pecado. Jesus suportou, em Si mesmo, todo o julgamento, separação de Deus, dor, condenação, morte e todo o sofrimento do inferno que o pecado introduziu na vida dos seres humanos. Jesus se ofereceu como nosso substituto - uma vez por todas - para que nós pudéssemos ser livres das conseqüências mencionadas acima - para sempre!

O SENHOR JESUS SANTIFICOU SEU POVO - UMA VEZ POR TODAS - PARA SI MESMO.
Pois, tanto o que santifica como os que são santificados, todos vêm de um só. Por isso, é que ele não se envergonha de lhes chamar irmãos Hebreus 2:11

Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas. Hebreus 10:10

Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. Hebreus 10:14

A morte sacrificial e substitucionária do Senhor Jesus, faz com que todos que pertencem a Ele, sejam um sacrifício santo a Deus. Cada um de nós precisa se dar conta que não pertencemos a nós mesmos - nós pertencemos a Deus - pela virtude da morte e ressurreição de Jesus. Por este motivo Deus tem assumido toda a responsabilidade por nós e nós precisamos responder a este cuidado de Deus, nos entregando completamente a Deus em obediência, adoração e comunhão.

A obra de Jesus continua nos dias de hoje. Desde os mais altos céus o Senhor continua a conduzir sua obra através da presença permanente do Seu Espírito Santo (o outro consolador prometido pelo Senhor) e da ação da igreja, o corpo de Cristo. Nós precisamos obedecer e servir a Jesus. Ele é digno de receber toda nossa devoção e digno de todos os sacrifícios que tenhamos que fazer para servi-lo.

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 17 de abril de 2019

O QUE DEUS FEZ EM JESUS


No principio Deus criou o homem. Quase imediatamente o homem falhou através da rebelião. Então, depois de milhares de anos de preparação, em um momento preciso, Deus fez com que uma jovem virgem chamada Maria ficasse grávida, ela estava comprometida com um carpinteiro chamado José.

O filho que nasceu era o Filho do próprio Deus. Na juventude Jesus trabalhou na carpintaria de seu pai. Enfrentando as tentações que cada um de nós enfrenta, ele cresceu sem nenhum pecado.

Quando tinha por volta de 30 anos de idade, deixou seu oficio para começar a proclamar a mensagem do Reino de seu Pai celestial.

Dezenas de milhares o seguiram, um grande número foi curado, e inclusive houve mortos que foram ressuscitados. Os lideres religiosos e do governo o consideravam uma ameaça. Por isto colaboraram e arranjaram mentiras para acusá-lo e matá-lo.

Jesus é traído, preso, julgado, acoitado e pregado em uma cruz. Sua sentença de morte por crucificação era destinada aos criminosos comuns.

Ele não se defendeu, mas foi voluntariamente, mesmo podendo chamar a um imenso número de anjos para o resgatar. Nas palavras do profeta Isaias, foi como um cordeiro ao matadouro.
E morreu.

Na cruz Jesus disse, “está consumado” Este é o ponto mais dramático em toda a História, porque Jesus não estava referindo-se apenas à sua vida, mas ao problema do pecado.

JESUS TORNOU-SE O REMÉDIO DE DEUS.

Por sua obediência, ele satisfez as exigências de Deus como o “sacrifício perfeito para o pecado”.

Por isso, o Cristianismo despojado da cruz não tem nada de Cristianismo.

Jesus foi colocado em uma sepultura de um influente líder judeu. Lacraram o túmulo.

Três dias mais tarde, para perplexidade até de seus seguidores mais próximos, ressuscitou dentre os mortos.

Seus discípulos encontraram o sepulcro vazio e sentiram-se sacudidos até o mais profundo de seu ser.

Mas Jesus apareceu a eles, e depois centenas de outros. Ele os consolou e tranqüilizou, lhes afirmando que este evento incrível era o propósito do coração de Deus. Depois de 40 dias, subiu aos céus, onde se juntou a Deus, seu Pai.

Então o Pai concedeu a seu Filho a honra mais alta e suprema de ser o cabeça de tudo o que há na terra e nos céus.

Assim, Jesus foi feito tanto Senhor e Cristo, posições que segue tendo hoje. “Senhor” é uma palavra que se refere a domínio. “Cristo” se refere a sua capacidade para salvar. Ele e somente Ele tornou-se o Salvador da humanidade.

Deste lugar de autoridade, Jesus nos convida a tornarmos seus seguidores – novas criaturas!

Como não dizer que isto é algo totalmente maravilhoso?

Não estou seguro de que a mente humana pode captar por completo.

Que tipo de amor é este, em que um Pai sacrifica seu único Filho?

No entanto isto ocorreu, e muito literalmente, por uma razão central e majestosa: para que você e eu pudéssemos restabelecer o tipo de ralação pessoal com Deus que Ele queria que existisse desde o principio.

Ele tornou isto possível para retornarmos ao lar. Ele tornou a resposta para a grande questão da vida.

Este processo – a forma como voltamos espiritualmente ao lar – é o que agora queremos ver mais de perto.

Esta é a consumação e o propósito da nossa jornada.

Autora: Kenia / Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 19 de março de 2019

O SANGUE DO ÉDEN A CRISTO


Desde o Jardim do Éden até o jardim do paraíso celestial, o sangue do sacrifício é o testemunho constante da graça de Deus. A história da criação do homem constitui o marco inicial do papel da aliança de sangue no plano divino para a humanidade “E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu” (Gn.3.21). Ao fazer o aquele sacrifício, Deus cobriu Adão e Eva com o sangue de um animal, no sacrifício final, ele cobriu a nós todos com o sangue do seu Filho Unigênito. Animais inocentes foram sacrificados a fim de que se providenciasse vestimentas de peles como cobertura para Adão e Eva. Eles tentaram cobrir-se por suas próprias forças ao coserem folhas da figueira, todavia Deus providenciou a cobertura por meio de um sacrifício.

Assim também devemos ser revestidos de Cristo e não com as nossas próprias obras.

A Bíblia diz: “É o sangue que fará expiação em virtude da vida” (Lv. 17.11). O termo expiação, significa cobrir, este seria o motivo de Deus ter derramado sangue para vesti-los. Quando Adão e Eva pecaram, perderam a comunhão íntima que gozavam com Deus. Mas através da aliança de sangue, Deus declarava que os pecados deles tinham sido expiados. E um dia, pelo sangue, voltariam a ter comunhão e gozo espiritual.

De adão à Cristo, vemos inúmeras narrativas de alianças de sangue celebradas entre Deus e seu povo.

NOÉ - O primeiro ato de Noé, ao sair da arca, foi fazer uma aliança de sangue com Deus. “E edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos sobre o altar” (Gn.8.20).

O uso dos termos pacto, concerto ou aliança apareceu pela primeira vez na interação entre Deus e Noé. (Gn.6.18 e 9.9) e, se acha vinculado e estabelecido pela oferta sacrificial após o dilúvio.

ABRAÃO – E a Abraão, Deus disse o seguinte: “Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência: todo macho entre vós será circuncidado” (Gn.17.10)

O fato desta cerimônia ser praticada no órgão reprodutor masculino tinha um significado duplo. O ato de cortar o prepúcio falava em cortar a dependência carnal e a sua esperança pela posteridade e prosperidade futuras não deveriam ficar sobre suas próprias habilidades. A circuncisão era uma afirmação de que a confiança estava sendo depositada na promessa de Deus e na sua fidelidade e, não em sua própria natureza carnal.

MOISÉS – Ao ler êxodo 12.7,12,13 e 23, Constatamos que o sacrifício era um meio de libertação, oferta pelo pecado e ato de consagração e conseqüente proteção divina.. Moisés reuniu todo o povo e fez um holocausto com novilhos. “Então tomou Moisés aquele sangue e o aspergiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o Senhor fez convosco a respeito de todas estas palavras”. (Ex.24.8).

Quando aspergidos, estamos totalmente sob a proteção do sangue de Cristo, contra todos os poderes destruidores de Satanás. Quando as tropas dele vêem o sangue de Cristo no umbral da nossa porta, elas passam por nós sem tocar - porque não podem tocar alguém aspergido com o sangue de Cristo! Então, veja, a preciosidade do sangue tem muito mais do que perdão

Uma das mais importantes aspersões de sangue era feita pelo sumo sacerdote. Uma vez por ano ele entrava no Santo dos Santos para fazer expiação, que significa "reconciliação." Este procedimento pretendia limpar os pecados do povo, e assim eles podiam ser reconciliados e ter comunhão outra vez com o Pai celestial.:"Tomará o sangue do novilho e, com o dedo, o aspergirá sobre a frente do propiciatório; e diante do propiciatório, aspergirá sete vezes do sangue, com o dedo."(Lv.16:14)

Quando o sangue era aspergido no assento de Deus, se consumava a remissão de todos os pecados, todos os pecados do passado eram cobertos. Quando o sumo sacerdote saía, o povo sabia que Deus aceitara o sacrifício, e que seus pecados haviam sido perdoados

Jesus levou Seu próprio sangue para o verdadeiro propiciatório - à presença de Deus, o Santo dos Santos - e ofertou-o para a remissão de todos os pecados, de todos os crentes, de todos os tempos. Esta foi a aspersão final! A respeito deste ato as escrituras dizem: "Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção."(Hb.9:12).

A aliança com Moisés, através de sacrifícios de animais, trazia alívio temporário, tinha que ser repetidos anualmente, entretanto, o derramamento do sangue de Jesus forneceu um sacrifício permanente.

Ao aplicar o seu sangue no altar divino, Jesus obteve redenção dos pecados a todos que o recebem através da nova e última aliança.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sábado, 9 de fevereiro de 2019

O EVANGELHO E AS BOAS NOVAS


“Mas que diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé, que pregamos. Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo; pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Ninguém que nele crê será confundido”(Romanos 10.8-11).

Todos aqueles que crêem e declaram que Jesus morreu e ressuscitou para saldar a nova dívida contraída pelo pecado de Adão, serão salvos. Passarão da condição de mortos espiritualmente e serão vivificados não pela prática das boas obras (Efésios.2.9), mas apenas pelo sacrifício de Cristo, que sem pecado, se fez pecado em nosso lugar.

Este evangelho que significa as boas novas deve ser contado por todos os novos filhos de Deus à todas as nações da terra.

A ilustração a seguir mostra em uma linguagem mais clara o sacrifício de Cristo.

Um dia um cristão moderno perguntou a uma cristã sincera, já muito idosa:
- A senhora tem medo de morrer?
- Eu não, eu não vou morrer.

O outro, duvidando do seu estado mental, mas desejoso de a ajudar disse-lhe:
- Porque seria então a senhora uma exceção à morte?

Perante o olhar perplexo de seu interlocutor, a bondosa senhora continuou:
- Parece que não me compreende, mas eu explico: quando Jesus Cristo foi crucificado, eu fui crucificada com Ele; quando Jesus morreu, eu morri com Ele; e quando ressuscitou, eu fui ressuscitada com Ele. Sou, pois uma filha de ressurreição. A morte já ficou para trás. Quando chegar a minha hora, apenas descansarei em Jesus. Eis, pois, o que é a morte para mim.(autor desconhecido).

Ela tinha razão. A morte, para quem crê em Jesus, não é a mesma coisa que para qualquer um que esteja ainda nos seus pecados. O cristão fiel, embora ausente do corpo, está presente com o Senhor, e espera, um descanso, junto d’Ele, o dia da ressurreição do corpo.

A vida eterna, que já possui pela fé, é a vida que o nosso Salvador, Jesus Cristo, nos adquiriu pela sua morte e ressurreição. Ele ressuscitou para nós!.

Por isso Jesus disse aos discípulos : “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Marcos 16.15,16), comissionando o seu povo para divulgar as boas novas da salvação à toda humanidade.

Lidiomar T. Granatti / Por Litrazini
Graça e Paz