"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

RENDER-SE À VONTADE DE DEUS

E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem (Mc 15:20).

Quando Jesus tomou a Sua cruz, Ele estava transportando mais do que madeira.

Desconhecido aos muitos espectadores daquele dia, Jesus estava carregando os pecados da humanidade;

Enfrentando o castigo que aqueles pecados mereciam e sofrendo a favor da humanidade.

Jesus nos exorta em Mateus 16:24: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me."

Ele também revela que isso não é uma opção:

"...E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim" (Mt 10:38).

Tomar a nossa cruz, um instrumento de morte, significa morrer para nós mesmos a fim de vivermos como criaturas completamente novas em serviço e obediência a Cristo.

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (2Co 5.17)

Isto significa render a Deus a nossa vontade, nossas afeições, nossas ambições e nossos desejos.

Não devemos buscar a nossa própria felicidade como o objetivo supremo, mas estar dispostos a renunciar a tudo e dar a nossa vida também, se necessário.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

A FRAGILIDADE DA HUMANIDADE

Quando Jesus foi preso, algumas das pessoas presentes naquele momento acusaram Pedro de ser um dos seguidores de Jesus Cristo (Lc 22:54-62).

Como anteriormente previsto por Jesus, Pedro negou conhecer Jesus três vezes.

Pedro foi um discípulo amado e da confiança de Jesus, chegando a testemunhar de primeira mão muitos milagres e até mesmo a andar sobre a água com Ele (Mt 14:29-31).

Mesmo assim, Pedro demonstrou a fraqueza da humanidade ao negar Jesus por medo de também ser preso.

Cristãos de todo o mundo continuam a enfrentar perseguição e humilhação por parte dos descrentes na sociedade, de abuso verbal a espancamentos e morte.

As pessoas talvez hipocritamente julguem Pedro pela sua negação de Jesus e seu medo do que os romanos fariam com ele se descobrissem a sua relação com Cristo;

Mas quantos cristãos podem dizer que nunca permaneceram em silêncio sobre a sua fé na face de discriminação, pública ou privada?

Tal silêncio demonstra a fragilidade da humanidade.

A fé de Pedro era uma fé imperfeita, principalmente por não ser habitado pelo Espírito Santo naquele momento.

Após a vinda do Espírito em Pentecostes para viver no coração dos critãos (Atos 2), Pedro passou a ser um leão valente da fé, nunca mais temendo a proclamação do Seu Senhor.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

CARTA DE AMOR PARA A HUMANIDADE

Verdadeiramente, a Bíblia é a carta de amor de Deus para a humanidade.

O amor de Deus por sua criação, especialmente pela humanidade, é evidente por todas as Escrituras.

Por toda a Bíblia podemos ver Deus chamando a todos, com amor e misericórdia, para terem com Ele um relacionamento especial;

Não porque mereçam, mas porque Ele é um Deus de graça e misericórdia, tardio em irar-se e cheio de amor, bondade e verdade.

Mas mesmo assim, vemos um Deus justo e santo, que é juiz de todos aqueles que desobedecem a Sua palavra e se recusam a adorá-lo, e ao invés disso, se voltam para a adoração de deuses feitos por suas próprias mãos, adorando ídolos e outros deuses ao invés de adorar o único Deus Verdadeiro (Romanos 1).

Por causa do caráter justo e santo de Deus, todos os pecados, presente, passado e futuro, devem ser julgados.

Mesmo assim, em Seu infinito amor, Ele providenciou um pagamento pelo pecado e um caminho de reconciliação para que o homem pecador possa escapar de Sua ira.

“Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.”

O Salvador é a máxima expressão do amor de Deus, que foi enviar Seu filho Jesus Cristo, é revelada em toda a sua glória.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 28 de janeiro de 2024

QUEM É DEUS DE FATO

Quando Deus criou o homem viu toda a humanidade e sabia da corrupção que haveria de inundar os corações dos homens;

Do egoísmo que haveria de tomar conta dos seus pensamentos e motivações;

Da inveja, da ganância, da maldade, da violência, da retaliação e da vingança.

Mas quando Deus criou o homem viu também o céu e uma multidão incontável de homens e de mulheres celebrando a Sua glória;

Desfrutando dela por toda a eternidade e verificou que valia a pena.

A morte seria vencida. O pecado seria derrotado.

O sofrimento haveria de ser banido. As lágrimas haveriam de desaparecer.

O diabo seria denunciado em todos os seus planos malignos, ferido e feito prisioneiro para sempre.

Ele mesmo, o Criador, haveria de fazer tudo isso não pelos méritos ou virtudes do homem, mas pela Sua absoluta santidade, justiça, amor, misericórdia e graça.

Toda a criação, os seres angelicais, as potestades do mal e a humanidade haveriam de saber pela experiência real e concreta e não apenas em sonho ou visão;

Mas quem de fato Deus é, a Sua natureza em toda a Sua santidade, justiça, amor, misericórdia, longanimidade e graça.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

COMO DEUS VÊ A HUMANIDADE

“Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus.

Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.

A sua garganta é um sepulcro aberto; Com as suas línguas tratam enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; Cuja boca está cheia de maldição e amargura.

Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há destruição e miséria; E não conheceram o caminho da paz.

Não há temor de Deus diante de seus olhos” (Rm 3:10-18).

Todo e qualquer ser humano neste planeta merece, neste exato momento, ser lançado no inferno.

Cada segundo que temos de vida, cada segundo, nos é concedido pela graça de Deus.

Até a mais terrível infelicidade que pudéssemos experimentar neste planeta é dádiva misericordiosa comparada com o que realmente merecemos, inferno eterno no lago de fogo.

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rm 5:8).

Apesar da natureza má e pecadora das pessoas, Deus assim mesmo nos amou.

Ele nos amou o suficiente para morrer, a fim de carregar a pena por nossos pecados (Rm 6:23).

Tudo o que precisamos fazer é crer em Jesus Cristo (João 3:16; Rm 10:9) para que sejamos perdoados, e então a nós é prometido um lar no céu (Rm 8:1).

O que merecemos = inferno.

O que Deus nos dá= vida eterna no céu se apenas crermos.

Foi dito que este mundo é o único inferno que os crentes algum dia vão experimentar, e este mundo é o único céu que os infiéis vão experimentar.

Da próxima vez que fizermos a pergunta: “Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com pessoas boas?”, talvez devamos perguntar:

“Por que Deus permite que coisas boas aconteçam com pessoas más?”

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

A DEGENERAÇÃO DA HUMANIDADE

Pecado significa "errar o alvo". Isso quer dizer que as pessoas vivem longe do caráter santo de Deus.

Pecado é tudo o que não está de acordo com o ser de Deus: todo ato, toda tendência, toda situação.

Quando o pecado entrou na raça humana através de Adão, este tornou-se uma pessoa completamente diferente, corrompida e decadente.

E todos os seus descendentes herdaram essas características negativas de sua personalidade.

A perfeição original do homem foi totalmente destruída.

Precisamos apenas dar uma olhada nas notícias diárias para ver quanto a humanidade está degenerada.

O pecado se infiltrou em todas as categorias sociais da humanidade.

Nas famílias e nos matrimônios, na sociedade e entre os povos reina – de maneira crescente – a infidelidade, a mentira, o ódio, a guerra e a morte.

A solidariedade e o altruísmo vão dando lugar ao individualismo e ao egoísmo.

Por toda parte existem discórdias, conflitos e guerras.

A Bíblia ensina que o caráter da humanidade está corrompido, incapaz de produzir o bem (Rm 3.10-12).

Além disso, a Bíblia ensina que o ser humano está corrompido em sua disposição mental (Rm 1.28), no seu entendimento (2Co 4.4), tem cauterizada sua própria consciência (1Tm 4.2) e está obscurecido e cego em seu entendimento (Ef 4.18; 2Co 4.3-4).

Extraído do Livro EJesus

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 26 de junho de 2022

ALÉM DE SER DEUS, JESUS TORNOU-SE HOMEM

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; Filip 2.5-7

PAULO PARECE DIZER QUE JESUS “esvaziou-se a si mesmo” de sua divindade ou de sua condição de ser “igual a Deus” (vv.6-7), tornando-se reconhecido em figura humana (v.7).

Jesus, porém, declarou ser Deus na terra (Jo 8.58; 20.28).

Ora, como poderia Jesus ser Deus enquanto estava na terra, se ele deixou a sua deidade para tornar-se homem? 

Jesus não deixou de ser Deus no tempo em estava na terra. Mas, além de ser Deus, tornou-se também homem.

A sua encarnação não foi a subtração da divindade, mas a adição da humanidade.

Várias coisas nesse texto dão suporte a essa posição.

Primeiro, o texto não diz que Cristo desistiu ou esvaziou-se de sua divindade, mas meramente de seus direitos como Deus, “assumindo a forma de servo” (v.7), de modo a ser um exemplo para nós (v.5).

Segundo, o texto declara que ele estava na “forma de Deus” (v.6), ou que “teve a mesma natureza de Deus” (v.6, TLH).

Assim como a expressão “forma de servo” (v.7) refere-se a um servo por natureza, também a expressão “forma de Deus” (v.6) refere-se a Deus por natureza.

Terceiro, essa mesma passagem declara que toda língua um dia confessará que Jesus é “Senhor”, uma citação de Isaías 45.23, que se refere a Yahveh, um nome de uso exclusive de Deus. 

“Por mim mesmo tenho jurado; saiu da minha boca a palavra de justiça e não tornará atrás: que diante de mim se dobrará todo joelho e por mim jurará toda língua” (Is 45.23).

Fonte: Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e “Contradições” da Bíblia. 

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

GRATIDÃO, GRATIDÃO E GRATIDÃO

Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus.

Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. (Rm 3:10-14)

É a realidade da humanidade. Deus procurou um único justo em meio aos homens, mas não encontrou. Estávamos todos condenados a morte eterna, ou seja, ao inferno.

Como o nosso Deus deve ter se entristecido!

Espere um momento, Deus, pela graça e misericórdia divinas, Deu-nos uma saída. Veja o que diz o texto de Romanos 3. 21 a 28

Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença.

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.

Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus;

Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.

Onde está logo a jactância? É excluída. Por qual lei? Das obras?

Não; mas pela lei da fé.

Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.

Que coisa maravilhosa! Gratidão e gratidão, mais gratidão pela graça e amor de Deus

Lidiomar T. Granatti / Litrazini     

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Graça e Paz


 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

REVELAÇÃO DE DEUS PARA A HUMANIDADE

A Bíblia ensina que Deus é um Ser todo poderoso que revelou-se à sua criatura (o homem).

Deus revelou-se ao homem devido a incapacidade e limitações do homem em descobrir Deus pelo seu próprio intelecto. 

“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” (Is 55:8-9)

A Bíblia Sagrada é a revelação de Deus para a humanidade.

A Bíblia foi escrita de forma humana, mas sua autoria é divina.

Esta Revelação de Deus à humanidade tem a finalidade de fazer o ser humano conhecer o grande amor de Deus, a sua justiça e o seu perdão.

A Bíblia foi escrita por mais de Quarenta homens diferentes. Alguns desses homens foram príncipes, outros foram homens letrados; a exemplo de Paulo, Lucas e Isaías, outros ainda eram lavradores e boiadeiros e também pescadores como Pedro.

A Bíblia diz que esses homens foram movidos pelo Espírito Santo para escreverem algo da parte de Deus.

“Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” 2Pedro 1:21

Por Litrazini

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Graça e Paz


domingo, 14 de março de 2021

AFINAL QUEM É DEUS

 Ele é não só nosso Criador, mas também nosso Redentor (Is. 43:11; 45:21-22; 1 Tm. 4:10) e o Juiz da humanidade (Gn. 18:25; Hb. 12:23; Tg. 4:12).

Quando Jesus veio ao mundo (Jo. 1:14-18), bem como quando o Espírito Santo veio para habitar e dar poder à Igreja (Jo. 14-16), Deus se revelou como existindo em três Pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Mt. 28:19; Rm. 8:9-11; 1 Co. 12:4-6; 2 Co. 13:14; Ef. 2:18; 4:4-6; 1 Pe. 1:2).

O Pai é Deus (Jo. 17:3; 1 Co. 8:6; 2 Co. 1:3);

O Filho, Jesus Cristo, é Deus (Is. 9:6; Jo. 1:1; 20:28; Tt. 2:13; Hb. 1:8; 2 Pe. 1:1; 1 Jo. 5:20);

O Espírito Santo é Deus (At. 5:3-4; 2 Co. 3:17-18). Os três, ao mesmo tempo em que são o único Deus, são pessoalmente distintos um do outro (Mt. 11:27; 28:19; Jo. 3:16-17; 5:31-32; 8:16-18; 14:15-16; 15:26; 16:7, 13-14; 17:23-26; Rm. 8:26-27; 2 Jo. 3).

Mais uma vez, a interligação de toda doutrina cristã pode ser vista quando nos concentramos na doutrina de Deus.

O coração e a essência da doutrina cristã é o que ela diz sobre Deus – o que ela diz sobre o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Se o nosso Deus for pequeno – se o entendermos como sendo algo menos que absolutamente perfeito, ou como sendo deficiente de algum modo em sua sabedoria, conhecimento, poder, presença, ou excelência moral – então não poderemos ter confiança absoluta nele.

Se entendermos Cristo ou o Espírito Santo como sendo algo menos do que Deus, certamente fracassaremos em a honrá-los da maneira devida – como sendo verdadeiramente e absolutamente Deus.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

JESUS, O FILHO DO HOMEM

 

“E disse Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20).

“No Novo Testamento, esta é uma designação de Cristo, quase totalmente limitada aos Evangelhos. Em outros lugares, é encontrada em At 7.56, a única ocasião onde um discípulo aplicou a expressão ao Senhor Jesus, e em Ap 1.13; 14.4”.

 “FILHO DO HOMEM” é o título que Cristo usou para aludir a Si mesmo; Jo 12.34 não é exceção, pois a citação feita pela multidão era advinda da declaração que Ele fazia. O título é especialmente encontrado nos Evangelhos Sinóticos. As ocorrências no Evangelho de João (Jo 1.51; 3.13,14; 5.27; 6.27, 53, 62; 8.28; 12.23; 12.34; 13.31), não são o paralelo dos Evangelhos Sinóticos.

 “Em João, o uso do título entra em dois grupos de textos:

(a) os que se referem à humanidade de Jesus, a obra que Ele fez na terra, Seus sofrimentos e morte (por exemplo,.20; 11.19; 12.40; 26.2,24);

(b) os que se referem à Sua glória na ressurreição e ao Seu futuro advento (por exemplo, Mt 10.23; 13.41; 16.27,28; 17.9; 24.27; 24.30 [duas vezes]; Mt 24.37,39, 44)”.

“Enquanto é título messiânico, é evidente que o Senhor o aplicou a Si mesmo de modo distintivo, porque indica mais que messiado, até supremacia universal por parte daquele que é Homem. Portanto, põe em relevo Sua humanidade, humanidade de ordem única em comparação com todos os outros homens, pois é declarado que Ele é do céu (1 Co 15.47), e mesmo durante o tempo em que esteve aqui embaixo, Ele era ‘o Filho do Homem, que está no céu’ (Jo 3.13).

Como “Filho do Homem”, Ele deve ser recebido espiritualmente como condição de possuir a vida eterna (Jo 6.53). Na Sua morte, como na vida, a glória da Sua humanidade foi mostrada na absoluta obediência e submissão à vontade do Pai (Jo 12.23; 13.31), e, em vista disso, todo o julgamento lhe foi entregue, pois Ele julgará com pleno entendimento experimental das condições humanas, menos o pecado, e exercerá o julgamento como a compartilhar a natureza dos que são julgados (Jo 5.22,27)”.

 “Ele não apenas é homem, mas é “o Filho do Homem”, não pela geração humana, mas, de acordo com o uso semítico da expressão, participando das características (exceto o pecado) da humanidade que pertence à categoria do gênero humano. Duas vezes em Apocalipse (Ap 1.13 e 14.14), Ele é descrito como “um semelhante ao Filho do Homem” (cf. Dn 7.13).

Aquele que assim foi visto era realmente o “Filho do Homem”, mas a ausência do artigo no original serve para acentuar o que moralmente o caracteriza como tal. Por conseguinte, nestas passagens Ele é revelado, não como a Pessoa conhecida pelo título, mas Aquele que é qualificado para atuar como Juiz de todos os homens.

Ele é a mesma Pessoa como nos dias da sua carne, ainda persistindo Sua humanidade com Sua deidade. O termo “semelhante a” (Dn 7.13) serve para distingui-lo como visto lá na Sua glória e majestade em contraste com os dias da Sua humilhação”. (FONTE: Dicionário VINE).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

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Graça e Paz


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

JESUS, O FILHO DO HOMEM

“E disse Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20).

No Novo Testamento, esta é uma designação de Cristo, quase totalmente limitada aos Evangelhos. Em outros lugares, é encontrada em At 7.56, a única ocasião onde um discípulo aplicou a expressão ao Senhor Jesus, e em Ap 1.13; 14.4”.

“FILHO DO HOMEM” é o título que Cristo usou para aludir a Si mesmo; Jo 12.34 não é exceção, pois a citação feita pela multidão era advinda da declaração que Ele fazia. O título é especialmente encontrado nos Evangelhos Sinóticos. As ocorrências no Evangelho de João (Jo 1.51; 3.13,14; 5.27; 6.27, 53, 62; 8.28; 12.23; 12.34; 13.31), não são o paralelo dos Evangelhos Sinóticos.

Em João, o uso do título entra em dois grupos de textos:
(a) os que se referem à humanidade de Jesus, a obra que Ele fez na terra, Seus sofrimentos e morte (por exemplo,.20; 11.19; 12.40; 26.2,24);
(b) os que se referem à Sua glória na ressurreição e ao Seu futuro advento (por exemplo, Mt 10.23; 13.41; 16.27,28; 17.9; 24.27; 24.30 [duas vezes]; Mt 24.37,39, 44)”.

Enquanto é título messiânico, é evidente que o Senhor o aplicou a Si mesmo de modo distintivo, porque indica mais que messiado, até supremacia universal por parte daquele que é Homem. Portanto, põe em relevo Sua humanidade, humanidade de ordem única em comparação com todos os outros homens, pois é declarado que Ele é do céu (1 Co 15.47), e mesmo durante o tempo em que esteve aqui embaixo, Ele era ‘o Filho do Homem, que está no céu’ (Jo 3.13).

Como “Filho do Homem”, Ele deve ser recebido espiritualmente como condição de possuir a vida eterna (Jo 6.53). Na Sua morte, como na vida, a glória da Sua humanidade foi mostrada na absoluta obediência e submissão à vontade do Pai (Jo 12.23; 13.31), e, em vista disso, todo o julgamento lhe foi entregue, pois Ele julgará com pleno entendimento experimental das condições humanas, menos o pecado, e exercerá o julgamento como a compartilhar a natureza dos que são julgados (Jo 5.22,27).

Ele não apenas é homem, mas é “o Filho do Homem”, não pela geração humana, mas, de acordo com o uso semítico da expressão, participando das características (exceto o pecado) da humanidade que pertence à categoria do gênero humano. Duas vezes em Apocalipse (Ap 1.13 e 14.14), Ele é descrito como “um semelhante ao Filho do Homem” (cf. Dn 7.13).

Aquele que assim foi visto era realmente o “Filho do Homem”, mas a ausência do artigo no original serve para acentuar o que moralmente o caracteriza como tal. Por conseguinte, nestas passagens Ele é revelado, não como a Pessoa conhecida pelo título, mas Aquele que é qualificado para atuar como Juiz de todos os homens.

Ele é a mesma Pessoa como nos dias da sua carne, ainda persistindo Sua humanidade com Sua deidade. O termo “semelhante a” (Dn 7.13) serve para distingui-lo como visto lá na Sua glória e majestade em contraste com os dias da Sua humilhação”. (FONTE: Dicionário VINE).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 23 de julho de 2017

BUSCANDO CRESCIMENTO EM DEUS

A humanidade está dívida entre aqueles que realizam e aqueles que assistem o que foi realizado por outros. Deus criou cada ser humano com um propósito e com potencial para esse propósito.

Infelizmente, a maioria das pessoas termina essa vida, sem a menor ideia de seu propósito e sem conhecer o seu potencial.

A vida não nos foi concedida para ser vivida por inércia, mas intencionalmente.

Deus nos deu uma folha em branco, para registrarmos ali nossa história, a cada dia, com cada ato e escolha que fazemos, determinamos o tipo de história que será contada a nosso respeito.

Uma folha em branco, para alguns, é uma experiência assustadora, pois não tem a mínima ideia do que fazer com a caneta, não sabem como começar, nem ainda onde chegar, enquanto para outros, a folha em branco é um presente de Deus, uma oportunidade de fazer funcionar sua fé e seus dons, e de chegar até onde essa fé os puder levar.

Esses não estão estáticos, esperando oportunidades, mas estão em movimento, gerando essas oportunidades. São aqueles que se recusam a viver aquém das promessas de Deus, não se conformam, mas buscam crescimento, desenvolvimento e expansão, em Deus. Sim, em Deus!!!

Pois descobriram por si mesmos, o que Freud não pode ensinar, que as respostas não estão em seu interior, mas em sua origem, e sua origem é Deus!

Ap. Rina

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

A QUESTÃO DA RESISTÊNCIA

"Quem nos separará do amor de Cristo?" (Rm 8.35).

Aí está. Eis a questão. Aqui está o que queremos saber. Queremos saber por quanto tempo resistirá o amor de Deus. Paulo poderia ter começado com isto. Deus realmente nos ama para sempre? Não apenas num domingo de páscoa, quando nossos sapatos estão brilhando, e nossos cabelos, penteados? Queremos saber (bem no fundo, não queremos realmente saber?), como Deus se sente a meu respeito, quando sou um tolo. Não quando estou animado, positivo, e pronto a tentar resolver o problema da fome mundial. Não, então. Sei como Ele se sente nessas ocasiões. Até eu gosto de mim, então.

Quero saber como Ele se sente a meu respeito, quando vou atrás de qualquer coisa que se move; quando meus pensamentos estão ao nível a sarjeta; quando minha língua está tão afiada que cortaria uma pedra. Como Ele se sente a meu respeito, então?

Essa é a questão. Esse é o ponto. Essa é a razão maior de você ler este artigo. Oh, você não o disse; você pode nem mesmo sabê-lo. Mas eu posso vê-lo em seu rosto. Posso ouvi-lo em suas palavras. Ultrapassei os limites esta semana? Terça-feira passada, quando tomei vodca até não poder andar... Quinta-feira, quando meus negócios me levaram onde não havia o que negociar... No verão passado, quando amaldiçoei Deus junto ao túmulo do filho que ele me dera?
Fui levado tão longe? Demorado demais? Escorregões demais?

É isso o que quero saber. Pode alguma coisa separar-me do amor que Cristo tem por nós?

Deus respondeu nossa pergunta antes que a houvéssemos formulado. Para que lhe enxergássemos a resposta, Ele iluminou o céu com uma estrela. Para que a ouvíssemos, encheu a noite com um coro; e para que nela acreditássemos, fez o que homem algum jamais sonhara. Ele se fez carne e habitou entre nós.

Ele pôs a mão no ombro da humanidade e disse: "Você são um tanto especiais."
Sem se limitar pelo tempo, Ele nos vê. Todos. Das matas da Virgínia ao centro comercial de Londres; dos vikings aos astronautas; do homem das cavernas aos reis; do construtor de cabanas ao acusador, e ao amontoador de pedras, Ele nos vê. Vagabundos e esfarrapados, Ele nos viu antes que houvéssemos nascido.

E Ele ama o que vê. Inundado pela emoção. Acima do orgulho, o Criador das estrelas volta-se para nós, olha um por um, e diz: "Você é meu filho. Eu o amo ternamente. Estou consciente de que um dia você se afastará de mim, e andará ausente. Porém quero que saiba que já lhe providenciei um caminho de volta."

E para prová-lo, Ele fez algo extraordinário.
Descendo do trono, Ele removeu seu manto de luz, e envolveu-se em pele: pigmentada pele humana. A luz do universo penetrou a escuridão, banhou o ventre. Ele, a quem os anjos adoram, aninhou-se na placenta de uma camponesa, nasceu numa noite fria, e então, dormiu num cocho.

Maria não sabia se lhe dava leite ou louvor; deu-lhe portanto ambas as coisas, já que Ele era, tanto quanto ela imaginava, faminto e santo.

José não sabia se o chamava de filho, ou de Pai. Por fim, chamou-o de Jesus, já que fora esse o nome mencionado pelo anjo, e já que ele não tinha a mais leve idéia de como chamar a um Deus, que ele podia embalar nos braços.

Nem Maria, nem José, o disse tão abruptamente quanto minha Sara, mas não pense que suas cabeças não se inclinavam, e suas mentes não ponderavam: "Deus, o que o Senhor está fazendo neste mundo?"

Pode alguma coisa fazer-me parar de amar você?" Pergunta Deus. "Observe-me falar sua língua, dormir em sua terra, e sentir suas dores.

Você pergunta se eu entendo como se sente? Olhe dentro dos olhos dançantes do menino de Nazaré; é Deus indo pra escola. Pense no pequenino à mesa de Maria; é Deus derramando o leite.

"Você pergunta até quando durará o meu amor? Encontre sua resposta numa cruz alcantilada, sobre um monte escarpado. Esse que você vê lá em cima é o seu Criador, o seu Deus, furado com pregos, e sangrando. Coberto de cuspe, e encharcado em pecado. É o seu pecado que estou sentindo. É a sua morte que estou morrendo. É a sua ressurreição que estou vivendo. É como eu amo você."

"PODE ALGUMA COISA INTERPOR-SE ENTRE VOCÊ E EU?" INDAGA O PRIMOGÊNITO.
Ouça a resposta, e firme o seu futuro sobre as triunfantes palavras de Paulo: "Pois estou convencido de que nem a morte nem a vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Rm 8.38,39).

Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

POR QUE PRECISARÍAMOS DE JESUS?

A humanidade não viveu sem o conhecimento de Jesus por cerca de quatro mil anos, até que Ele se manifestasse há cerca de dois mil anos atrás?

Por que precisaríamos de Jesus?

O mundo oriental com suas religiões não cristãs não tem vivido sem Cristo por séculos, e também os povos silvícolas não alcançados pelo Evangelho?

Por que precisaríamos de Jesus?

Não tem havido entre os próprios cristãos testemunhos de vida que são moralmente inferiores ao de muitos não cristãos?

Por que precisaríamos de Jesus?

Todos não estão sujeitos aos mesmos males neste mundo?

Todos não compartilham as mesmas necessidades?

Visto pelo ângulo natural jamais poderemos entender o quanto precisamos de Jesus. O ser humano carece desesperadamente de ser justificado dos seus pecados. Toda pessoa possui um espírito morto em delitos e pecados. E Deus é Deus de vivos e não de mortos. Jesus morreu na cruz carregando sobre Si os nossos pecados.

Somente nEle, pela fé nEle, podemos ser justificados, ou seja, sermos tornados aceitáveis à justiça de Deus, porque Jesus, é o nosso único Sacrifício aceitável, pelo qual todos nossos pecados são perdoados e apagados.

Este Seu sacrifício aconteceu no tempo histórico há dois mil anos, mas no tempo de Deus, possui validade eterna, e pôde alcançar até o primeiro homem criado.

Ora, assim, todos aqueles que procuraram por Deus, ainda que às apalpadelas em suas consciências, buscando fazer o que é justo e agradável, com o fim de O encontrarem em comunhão com seus espíritos, certamente foram salvos pela fé que tiveram, com base no mesmo sacrifício de Jesus Cristo, cuja morte estava tipificada nos sacrifícios de animais exigidos por Deus desde que o primeiro homem pecou, até que Jesus morresse na cruz.

Deus requer que creiamos que somos pecadores e que necessitamos ser cobertos com o Sangue precioso derramado por Seu Filho.

Isto é tido em nossa conta como justiça. Esta fé nos é atribuída como justiça, porque com isto, demonstramos que buscamos ser justos não apenas em relação aos homens, mas também em relação a Deus, que requer isto de nós.

Este é o motivo que ainda que haja pessoas melhores do que cristãos autênticos, é possível que não sejam salvas, porque apesar disso podem não estar sob a cobertura do Sangue de Jesus, por falta de fé; enquanto todos os cristãos foram justificados não pelos seus próprios méritos ou bondade, mas por causa de Jesus em quem eles creram para ser o Seu Salvador e Senhor.

Pr. Silvio Dutra

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 8 de maio de 2016

MEDO QUE ASSOMBRA A HUMANIDADE. COMO VENCÊ-LOS?

Muitas pessoas vivem atormentadas e a causa disso é o medo. Medo de doenças que muitas vezes surgem do nada, medo de perder o emprego, medo da situação econômica a qual esta vivendo, medo da violência e da morte, medo porque ouve vozes do além, medo de vultos e de demônios, medo de sair de casa e ser assaltado.

Vários são os medos que assombram a humanidade.

Se analisarmos, o medo tem sido a causa de muitas pessoas não alcançarem suas conguistas e elas sofrem muito por isso, as pessoas poderiam desfrutar muito mais da vida e serem muito mais felizes se não fosse o medo.

Existe uma força oculta que ocasiona diabolicamente o medo, e chama-se: demônios perturbadores que com sua astucia perturbam a humanidade sem Deus, colocando todo o tipo de medo ocasionando morte e destruição, veja em” João 10:10“, Jesus diz que o ladrão vem para roubar, matar e destruir, mas Jesus veio para nos da a vida e vida em abundancia. Como vencer esta enfermidade da alma?

Quando eu falo enfermidade da alma, é porque: para mim o medo é uma enfermidade espiritual que precisa ser vencida, e para ser vencida, precisamos nos aproximar de Jesus, se permitirmos que Ele entre naquelas situações assustadoras que temos, tudo sera diferente, Jesus romperá todo o mal.

Poderemos descansar em segurança ” Salmos 91:1 ” aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, a Sombra do Senhor descancara ” .

No ” Salmo 138:7 ” nos diz: ” Se ando em meio a tribulação, Tu me refazes a vida; estende as mãos contra a ira de meus inimigos; a tua destra me salva “.

Quando deixamos Jesus entrar em nossas vidas e acreditarmos que sua Palavra é a verdade, Ele se apressa em nos acudir quando estamos em perigo e aflição, e o medo será transformado em coragem.

Lembre-se o medo só pode nos dominar, quando não estamos dispostos a aceitar a ajuda de Jesus e deixamos tais tormentos nos dominar.

Deus na sua infinita Grandeza, jamais nos deixara sofrer além de nossa capacidade, veja em ” 1 Corintios 10:13 “. Quando cremos que Deus está no controle de todas as coisas o temor e o medo desaparecerá, e a paz de Cristo virá, o mal sairá e você estará liberto do medo.

Declare isso: Que você esta livre do medo em Jesus Cristo.

Pr. Marcos Monte

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

JESUS CRISTO: O VERBO SE FEZ CARNE

Seria desastroso somente afirmar a deidade de Jesus Cristo ignorando que o divino “Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo 1.14).

As Escrituras afirmam igualmente que Cristo era divino e humano. Para o cristão, a humanidade de Cristo possui tremenda importância, além até da suprema necessidade de salvação. De fato, como John Flavel ressalta a respeito dessa doutrina, nós podemos colocar o mundo sobre ela.

Cristo em Sua divina natureza assumiu humanidade. Isso significa que Ele tomou sobre Si mesmo uma natureza que era verdadeiramente humana. Ele permaneceu o que Ele era (divino) enquanto tomou para Si o que ainda não tinha sido (humano). Ele tornou-se ossos dos nossos ossos e carne da nossa carne em todos os aspectos, ainda que sem pecado.

AS ESCRITURAS REVELAM A REAL NATUREZA DE CRISTO DO NASCIMENTO À SEPULTURA.
Ele nasceu (Lc 2.7).
Ele cresceu à maturidade (Lc 2.40).
Ele teve fome (Lc 4.2).
Ele trabalhou (Jo 5.17).
Ele estava cansado e dormiu (Lc 8.23).
Ele comeu e bebeu (Lc 24.42-43).
Ele entristeceu-se e chorou (Mc 14.34).
Ele experimentou dor e sofrimento (Lc 22.44) no corpo e na alma (Mt 26.38; 1 Pe 2.24).
Ele morreu (Mc 15.37) e foi enterrado (v. 45–46).

HÁ PELO MENOS SEIS RAZÕES PELAS QUAIS CRISTO TINHA DE SER VERDADEIRAMENTE HOMEM:
Para satisfazer a exigência da justiça de Deus de que a natureza que pecara também fosse a natureza a pagar pelo pecado.
Para poder sofrer e morrer pelos Seus eleitos.
Para poder ser nosso Sumo Sacerdote que se sacrifica e simpatiza conosco.
Para estar sujeito à lei em Sua obediência.
Para ser nosso Parente mais próximo a fim de redimir-nos.
Para ser o Segundo Adão que nos restaura de nossa queda.

HÁ MUITAS APLICAÇÕES DA ENCARNAÇÃO DE CRISTO PARA O CRENTE. No volume um de sua Obras Completas, John Flavel delineia várias das afeições por Cristo que o crente experimenta.

VENERAÇÃO. “Venere o amor do Pai, e o Filho, que ofereceu tanto por suas almas”. Flavel nota que o amor de Deus se expressa principalmente nisto: que Cristo tomou sobre Si a forma de servo e tornou-se obediente até a morte. O Pai com tanto fervor “desejou nossa salvação que ele ficou contente em rebaixar o amado de sua alma a um estado tão vil e desprezível” quanto a humanidade. O Filho tornou-se alguém sem reputação – “quão assombroso é o amor de Cristo, que se diminuiu assim para exaltar-nos!”.

ADMIRAÇÃO. Contemple a sabedoria de Deus em conceber tais meios para a salvação de Seu povo. Isso até “prende a atenção dos anjos e dos homens para si” como algo inimaginável. Que a Palavra se tornasse carne e habitasse entre nós – “oh, quão sábio é o método de nossa restauração!”.

DELEITE. Prove a “incomparável doçura” do Cristianismo que nos permite descansar nossas “consciências trêmulas” em uma firme fundação. Embora a miséria de Seu estado e a angústia de Sua alma o oprima, o crente pode seguramente confiar na encarnação. Cristo uniu Sua pessoa divina com nossa carne; “a partir disso, é fácil imaginar que dignidade e valor deve haver naquele sangue; e como o eterno amor, brotando triunfantemente dele, floresce em perdão, graça e paz”.

CONSOLAÇÃO. Assumindo uma natureza humana e experimentando o sofrimento e a miséria da humanidade, Cristo agora é tocado pelo sentimento de nossas enfermidades (Hb  4.15). Ele é um Sumo Sacerdote misericordioso (Hb 2.17-18). Flavel escreve: “Deus e homem em uma pessoa! Oh, que excelsa alegre conjunção! Como homem, ele é cheio de um senso experimental de nossas enfermidades, necessidades e fardos; e, como Deus, ele pode suportar e suprir tudo isso”.

FELICIDADE. A encarnação de Cristo deveria trazer muitos filhos à glória (Hb 2.10). “Com isso, nós vemos, a que alturas Deus vai para edificar a felicidade do homem - em ter ele lançado os fundamentos dela no tão profundo, na encarnação de seu próprio Filho”. A alma do homem alegra-se na salvação, mas o corpo também será glorificado. Cristo assumiu a carne para demonstrar “como Deus pretende honrá-la e exaltá-la” na eternidade.

CONFORTO. Flavel conclui com este último ponto: “Quão maravilhoso é este conforto, que aquele habita em nossa carne é Deus?” O cristão que luta pode dizer: “Mas, seja eu um pecador, e pior que o principal dos pecadores, sim, um demônio condenado, eu estou certo de que meu bem amado é Deus, e meu Cristo é Deus. E quando eu digo que meu Cristo é Deus, eu disse tudo, nada mais posso dizer. Pudera eu erigir sobre essa afirmação – Meu Cristo é Deus – o quanto ela pode sustentar: Eu colocaria o mundo inteiro sobre ela”.

JOEL BEEKE / Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org

Por Litrazini

Graça e Paz