"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

CONFIANDO EM DEUS EM MOMENTOS DE NECESSIDADE


Não ponham à prova o Senhor, o seu Deus, como fizeram em Massá. (Deuteronômio 6.16)

Deuteronômio 6 nos ensina a confiar que Deus cuidará de nós nos momentos bons e nos maus. Não devemos ficar confiantes demais nos tempos de abundância, mas também precisamos resistir pacientemente nos tempos de adversidade.

Deus nunca nos deixará. Ele estará perto de nós quando estivermos com problemas.

Os incrédulos não têm essa confiança, porque colocam sua confiança em coisas terrenas.

Se o que necessitamos não estiver disponível para nós, temos de confiar nas promessas de Deus. Se não confiarmos em Deus, nós o estaremos colocando à prova.

Era sobre isso que Moisés estava escrevendo quando disse: “Como fizeram em Massá”. Em Massá, Israel reclamou e perguntou: “O Senhor está entre nós, ou não?” (Êx 17.7).

O povo não confiou nas promessas de Deus porque ele não as cumpriu no momento, no lugar e do modo que eles esperavam. Portanto, eles desistiram e pararam de crer.

Quando tentamos ditar para Deus quando, onde e de que forma ele deve agir, estamos colocando-o à prova. Estamos, também, tentando ver se ele realmente está lá.

Quando fazemos isso, estamos colocando limites para Deus e tentando obrigá-lo a fazer o que queremos. Isso nada mais é do que tentar destituir Deus de sua divindade.

No entanto, devemos entender que Deus é livre, ele não se sujeita a qualquer limitação. Ele é quem deve ditar para nós quando, onde e de que maneira ele agirá.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 15 de maio de 2018

CONFIANDO EM DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS


Mandou buscar José e lançou-o na prisão em que eram postos os prisioneiros do rei. José ficou na prisão, mas o Senhor estava com ele e o tratou com bondade, concedendo-lhe a simpatia do carcereiro. (Gênesis 39.20-21)

A história do sofrimento que José experimentou quando foi vendido como escravo pode nos consolar.

Ele sofreu horrivelmente e Deus parecia incapaz de ouvir ou falar. Aparentemente, ele não percebia o que estava acontecendo. Mesmo assim, José manteve sua fé.

O Senhor encorajou-o e falou ao seu coração: “Querido José, espere. Seja paciente. Apenas creia e não se desespere. Agarre-se à promessa que você ouviu do seu pai”. Desta maneira, falou-lhe pelas palavras do seu pai, mesmo que José nada tenha visto ou ouvido realmente.

Isso fez com que Deus parecesse estar cego ou morto. Ainda assim, José creu na promessa que o Senhor dera aos seus ancestrais. Ele pensou: “Deus prometeu estar com os descendentes de Abraão. Eu creio no Deus dos meus ancestrais”. Anos depois Deus falaria de maneira maravilhosa ao fazer de José um governante e resgatador no Egito.

Exemplos como esse nos foram dados para aprendermos a ter paciência no sofrimento. Assim, nunca nos queixaremos de Deus, não importa quão horrível a aflição, o medo ou a dor possa ser.

Certamente José também passou por dor e depressão profundas quando foi tirado injustamente do seu pai e vendido a estranhos. Ele compreendeu que seria um escravo para sempre, sem esperança de possuir coisa alguma ou de resgatar sua liberdade.

Porque nosso Senhor permite que coisas terríveis ocorram a seus filhos, nós devemos suportar pacientemente os acontecimentos ruins.

Eles não são sinais de que Deus nos abandonou ou está irado conosco. Pelo contrário, provam que temos o seu favor. Eles nos mostram que ele está provando a nossa fé. 

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 25 de junho de 2015

CONFIANDO EM DEUS QUANTO ÀS NECESSIDADES DIÁRIAS

Portanto eu lhes digo: não se preocupem com suas próprias vidas, quanto ao que comer ou beber; nem com seus próprios corpos, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante do que a comida, e o corpo mais importante do que a roupa? [Mateus 6.25]

Não conseguiremos nos livrar de nossas ansiedades e preocupações enquanto vivermos. Mesmo assim, Deus nos dá tudo o que necessitamos, a cada momento, sem precisar de qualquer assistência de nossa parte.

Assim, por que continuamos tendo medos bobos e ansiedades acerca de pequenas necessidades triviais, como se Deus não pudesse ou não fosse nos suprir com alimento e abrigo?

Devemos abaixar a cabeça de vergonha quando as pessoas nos mostrarem essa tolice.

“Insensatas” – essa é a única forma de descrever aquelas pessoas ricas, bem nutridas, que estão sempre preocupadas em ter uma despensa abastada. Elas têm fartura de alimentos ao seu alcance, para servirem refeições nutritivas.

No entanto, nunca compartilham uma refeição com qualquer pessoa, nem convidam outras pessoas para jantar. Elas têm camas vazias, mas nunca convidam as pessoas para se hospedarem em suas casas.

Por isso, Cristo nos mostra abertamente como somos tolos. Isso deveria ser o suficiente para nos fazer cuspir em nós mesmos, com uma total repugnância.

Mesmo assim, continuamos a andar à apalpadelas em nossa cegueira, mesmo que esteja óbvia nossa incapacidade de suprir nossas próprias necessidades básicas sem Deus.

Isso já deveria ser o bastante para nos fazer cristãos e para manter em nossas mentes este pensamento: “Indubitavelmente, eu nunca segurei em minhas próprias mãos um só momento fugaz da minha vida.

Se eu preciso confiar em Deus quanto à minha própria vida e integridade física, por que eu deveria me preocupar acerca de como encontrar sustento para o meu dia a dia?”.

Não confiar em Deus quanto às nossas necessidades básicas é como ter um pai rico, disposto a gastar generosamente milhares de reais conosco, e não conseguirmos confiar nele quanto à necessidade de dinheiro em uma emergência.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz