"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

Mostrando postagens com marcador corações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador corações. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de junho de 2025

MUDANÇA PELA PALAVRA

“Portanto, assim diz o Senhor dos Exércitos: ‘Porque falaram essas palavras, farei com que as minhas palavras em sua boca sejam fogo, e este povo seja a lenha que o fogo consome’.” (Jr 5.14)

“Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.” (Hb 4.12)

Não uma faca ou adaga, a Palavra de Deus é uma espada, a arma para o combate próximo.

“Usem… a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Ef 6.17)

Quando Satanás procura nos tentar ou desencorajar, é a Palavra de Deus que usamos para vencê-lo.

O próprio Jesus Cristo usou a Palavra de Deus como uma espada para impedir as tentações do inimigo (Mt 4.1-11).

“Não é a minha palavra como… um martelo que despedaça a rocha?” (Jr 23.29)

Se Deus não te alcançar com fogo ou espada, o martelo irá descer.

Muitas vidas que foram mudadas pela Palavra de Deus citam um tempo em que seus corações estavam muito duros, e Deus teve de quebrá-los.

Foi doloroso. Ninguém quer encontrar o martelo da convicção e mudança.

É por isso que a Escritura nos exorta: “Hoje, se vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração” (Sl 95.7,8).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 20 de maio de 2025

ESSE JOSÉ

A história de José é uma das mais emocionantes de toda a Bíblia.

Ele era o filho querido por seu pai e invejado pelos irmãos, que o venderam como escravo e uma caravana que o levou para o Egito.

Desprezado e humilhado, escravo e prisioneiro durante anos, Deus mudou sua situação e José acabou se tornando governador do Egito.

Autoridade, prestígio e honra eram agora o seu cotidiano.

Tinha poder para fazer o que quisesse sem ser questionado.

Então vieram os irmãos ao Egito. Precisavam arranjar comida, porque em Canaã havia fome.

Sem saber do paradeiro do irmão, vieram “comer da mão de José”.

Ah! Era a oportunidade para a vingança de José por todos os seus sofrimentos.

A princípio, parece que é isto que ele vai fazer: colocou o dinheiro deles de volta na bagagem, prendeu um irmão por seis meses, obrigou-os a trazer aquele que ficara em seu lugar no coração do pai.

Deixou-os em apuros!

Isto foi necessário para que o arrependimento pudesse amadurecer nos corações deles.

Mas no coração de José não prevaleceu a amargura, mas o perdão e a bondade.

Ele deixara Deus curar seu coração, e podia ver sua mão transformando o mal em bênção:

“Para preservação da vida Deus me enviou adiante de vós” (Gn. 45.5).

Na hora preparada por Deus, a reconciliação pode acontecer.

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 6 de julho de 2023

JESUS SONDA OS CORAÇÕES

Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. (Jo 4.23)

A adoração se manifesta como expressão de humilhação e não na exposição de talentos. 

Ao adorar a Jesus, aquele leproso mostrou-se sujeito a vontade do Senhor. Ele disse “se quiseres”.

Embora seja possível adorarmos a Deus em meio a um grupo, não se pode adorar a Deus como grupo. 

A adoração envolve bem mais do que vozes bem entoadas. 

A adoração deve envolver o coração, a alma. 

Havia uma multidão andando junto com Jesus, mas o destaque foi dado a um leproso que ali jazia.

Os evangelhos sempre mostram Jesus sondando o coração das pessoas e percebendo suas intenções. 

Não raro lemos nos evangelhos: “e Jesus vendo-lhes o coração e percebendo suas intenções disse…” 

Jesus viu as intenções da viúva pobre, viu a soberba e pretensão dos ricos que ofertaram antes dela. 

Jesus enfatizou na parábola do publicano e do fariseu a disposição humilde do publicano que era oposta a oração do fariseu. 

Ao sondar o coração da multidão que Lhe seguia Ele ainda parafraseou Isaías: “este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim!” 

Também repreendeu seus seguidores ao afirmar: “porque me chamais Senhor e não fazeis o que eu mando?”.

Para Deus deve haver uma conexão direta do nosso coração com nossa boca e as nossas ações. 

Inclusive para sermos salvos temos que crer com o coração e confessar com os lábios.

Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. (Rm 10.9)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

domingo, 21 de fevereiro de 2021

ATENTO A VOZ DE DEUS

“...Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição. Deem-me ouvidos e venham a mim; ouçam-me, para que sua alma viva (Is.55.2,3).

O segredo de uma vida abençoada é ter um coração atento que anseie saber o que o Senhor está dizendo.

Pare um instante e pense em quantas bênçãos tantos cristãos deixam de receber; pense na dureza cada vez maior de seu coração. Esse vazio decorre basicamente da recusa de ouvir Deus. O nosso Deus é um Deus comunicativo, mas é preciso que alguém escute o que ele está dizendo.

Jesus escreveu cartas para sete igrejas diferentes no livro de Apocalipse. A condição espiritual de cada um era diferente, e, portanto, as palavras que Cristo dirigiu as essas igrejas eram distintas, pois referiam-se a situações singulares.

Mas vale a pena notar que ele usou a mesma frase ao encerrar todas as sete cartas: “Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap.2,3).

O Espírito Santo ainda tem mensagens vitais para o povo de Deus hoje, mas nosso coração precisa ser sensível e estar atento ao que ele está dizendo.

Deus ainda suplica de diversas formas: “Ouçam-me, para que sua alma viva” (Is.55.3).

Os olhos de Deus estão atentos sobre toda a terra à procura de corações atentos e obedientes, para que ele possa mostrar sua força e poder a nosso favor.

Oremos a Deus, pedindo sua bênção, com o coração puro como o de Samuel, para que quando o Senhor chamar o nosso nome possamos também responder: “Fala pois o teu servo está ouvindo” (Sm.3.10).

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O NOBRE E AS DÍVIDAS

"É ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades, quem sara todas as tuas enfermidades"(Salmos 103.3).

Chegando a uma cidade, certo nobre, que vivia viajando de um lugar para outro, mandou que fosse amplamente divulgado o seguinte anúncio: "Pagarei as dívidas de qualquer pessoa que venha ver-me amanhã, entre as oito e as doze horas da manhã."

Já se aproximava das onze horas, sem que nada houvesse acontecido; entretanto, algum tempo depois foi chegando timidamente um pobre homem. Ao entrar tirou da cabeça o velho chapéu e um tanto acabrunhado disse: 

- Senhor, é verdade que prometeu saldar as dívidas em geral de qualquer pessoa que nessa manhã procurasse avistá-lo?

- Sim. Efetivamente está correta a notícia. Veio me procurar para esse fim? Estou pronto a atendê-lo já. Quanto deve você? - falou o nobre.

O homem, ainda que meio confuso com tamanha generosidade, disse do quanto era a sua dívida e o nobre preencheu e entregou-lhe um cheque, contendo o valor correspondente ao montante da dívida. Ordenou-lhe em seguida que permanecesse ali sentado, até que soassem as doze horas.

Meia hora mais tarde chegou outra pessoa, que foi recebida e tratada da mesma maneira. Ao badalar do grande relógio da praça, anunciando as doze horas, o nobre despediu-se dos dois, dispensando-os.

Ao chegarem à rua, encontraram-se com muita gente já preparada para zombar deles, por haverem sido tão ingênuos e tão crédulos, ao ponto de caírem naquela armadilha ridícula.

Essa era a opinião da grande massa. Mas qual não foi a surpresa de todos, quando viram, nas mãos daqueles dois homens, os cheques que receberam para quitar suas dívidas.

Correram então apressadamente até à porta da casa, onde se hospedava o cavalheiro; mas, era tarde demais! A hora determinada por ele já havia se escoado e a porta se encontrava agora fechada. Voltaram tristes e envergonhados, por não haverem confiado na promessa do nobre.

ESSE CONTO ILUSTRA AS CONDIÇÕES ESTABELECIDAS PARA SE OBTER O PERDÃO DOS PECADOS. E ESSA ATITUDE SIMBOLIZA TAMBÉM UM DOM DA GRAÇA DIVINA. HÁ UM TEMPO ESPECÍFICO, DURANTE O QUAL SE ENCONTRA ABERTA A PORTA DA GRAÇA. MAS ESTA PORTA NÃO SE CONSERVARÁ ABERTA PARA SEMPRE.

CHEGARÁ UM TEMPO, QUANDO SERÁ DEMASIADO TARDE PARA SE ALCANÇAR A SALVAÇÃO DE DEUS. O ÚNICO TEMPO CONSIDERADO OPORTUNO E DISPONÍVEL, PODENDO PORTANTO SER CHAMADO NOSSO, É AGORA - O TEMPO QUE SE CHAMA HOJE.

A proclamação divina amplamente divulgada é: "Se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações" (Hebreus 3.15).

Por endurecerem os seus corações, desprezando a oportunidade de um encontro com Deus, é que muita gente tem partido sem Cristo e sem o conforto da salvação.

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A origem do dia das mães


O dia das mães sempre é comemorado no segundo domingo do mês de Maio.

No ano de 1872, a americana Julia Ward Hause já havia tido a idéia de realizar tal homenagem, porém, Anna M. Jarvis concretizou essa idéia, ao homenagear a sua mãe a partir do ano de 1905. Essa data é comemorada em várias partes do mundo, desde então.

Anna M. Jarvis realizou, na Igreja Metodista Episcopal de Grafton West, na Virgínia (EUA), a primeira comemoração do dia das mães.


Em 1914, o Presidente norte-americano Woodrow Wilson oficializou a data.


A partir daí, várias correspondências começaram a chegar oriundas de várias partes do globo terrestre para Anna, e a data já estava, rapidamente, sendo comemorada por cerca de 43 países do planeta.


Todavia, com o passar do tempo, a data comemorativa começa a ter o seu sentido desvirtuado pelo interesse financeiro do comércio.


Anna M. Jarvis faleceu no dia 24 de novembro de 1958.


No Brasil, a Associação Cristã de Moços (ACM), no Rio Grande do Sul, teve a iniciativa de comemorar tal data no segundo domingo do mês de maio, no ano de 1918.


Em 1921, a ACM dá início ao primeiro ato público da comemoração do dia das mães em São Paulo.


Em 1932, o presidente Getúlio Vargas baixa o Decreto nº 21.366, de 5 de maio de 1932, declarando que “o segundo domingo desse mês é consagrado às mães”.


Sabemos da importância que devemos dar a nossas mães, e não podemos nos lembrar dessa importância em apenas um dia do ano. Bom seria que nos lembrássemos de sua importância em todos os dias de nossa vida.


O apóstolo Paulo, escrevendo ao efésios, disse: “Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa” (Ef 6:2).


O próprio Deus disse: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá” (Ex 20:12).


Lembremo-nos de nossas mães, porém, e acima de tudo, devemos entender que o lugar de primazia, honra e destaque em nossos corações e em nossas vidas pertence a Deus.


A Bíblia nos diz que devemos honrar a quem tem honra:

“Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra” (Rm 13:7)

Mas a Bíblia também nos diz que Deus não divide a sua glória com ninguém:

“Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei...” (Is 42:8)

Precisamos amar e honrar as nossas mães, mas o primeiro lugar em nossos corações deve pertencer a Deus, inclusive nos corações das próprias mães.


Que Deus abençoe a todas as mães nessa data especial, enchendo as suas vidas com toda sorte de bênçãos!!


Autor: Robson T. Fernandes


Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz