"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

O BANDEIRANTE DO CRISTIANISMO

Jesus não apenas escolheu Paulo para a salvação, mas também o chamou para a obra missionária.

Designou-o para pregar aos gentios, aos judeus e aos reis.

Paulo tornou-se o maior bandeirante do cristianismo.

Atravessou mares, cruzou desertos, enfrentou açoites e prisões para plantar igrejas na Europa e na Ásia.

Tornou-se o maior evangelista, o maior plantador de igrejas, o maior teólogo e o maior expositor das verdades cristãs.

Ele escreveu cartas inspiradas que se tornaram luzeiros para o mundo.

Pastoreou igrejas e desbravou campos inalcançados, abrindo novas fronteiras para a implantação do Reino de Deus na terra.

Nessa saga bendita, foi preso em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, preso em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto.

Paulo enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, acusado em Cesaréia, picado por uma víbora em Malta e finalmente, foi degolado em Roma.

Como um mártir tombou na terra, mas como um príncipe de Deus foi recebido no céu.

Ainda hoje, nenhum rei, nenhum filósofo, nenhum pensador jamais teve a mesma projeção na terra.

Sua vida ainda inspira milhões de pessoas, e, mesmo morto, ainda fala e fala com poderosa eloquência aos ouvidos da História!

Autor: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 12 de julho de 2022

A EXPANSÃO DO CRISTIANISMO

"E ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em Samaria, e até os confins da terra" (At 1.8).

O pequeno grupo de Jerusalém, a princípio amarrado ao exclusivismo judaico, vai pouco a pouco se desprendendo de suas raízes étnicas.

Com Paulo, a mensagem do Evangelho ganha projeção mundial, não só geograficamente pelo seu trabalho missionário, mas também culturalmente pela sua exposição da mensagem cristã dentro dos conceitos gregos.

Seu vigoroso pensamento formado por elementos tanto judeus quanto não judeus, possibilitou ao Espírito Santo fazer de suas cartas uma boa nova para toda a humanidade.

“... A palavra da verdade do evangelho, que já chegou até vós, como também está em todo o mundo e já vai frutificando..." (Col 1.5b,6a).

Próximo ao ano de 90 d.C. morria João, o último dos doze apóstolos.

Mas o alicerce estava lançado.

Roma, o mundo e a História, jamais seriam os mesmos.

A pequena semente de mostarda começava a brotar e crescer, para dar alívio e cura a um mundo mergulhado na idolatria, na violência, no homossexualismo, no infanticídio, na vazia especulação filosófica, no negro ocultismo.

Enquanto o grande corpo (do Império Romano) foi invadido pela violência aberta, ou solapado pela lenta decadência, uma religião humilde e pura, gentilmente insinuou-se para dentro da mente dos homens, cresceu em silêncio e obscuridade, recebeu novo vigor da oposição, e finalmente erigiu a triunfante bandeira da cruz, sobre as ruínas do Capitólio”.

Prof. João Flávio Martinez

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 16 de março de 2021

JESUS O CRISTO

 Jesus Cristo é o centro do cristianismo. Todo o Antigo Testamento foi escrito a seu respeito (Lc. 24:25-27, 44).

Todo o Novo Testamento é um "comentário" inspirado sobre o ápice da revelação de Deus na história – seu Filho (Hb. 1:1-2).

Assim, toda a Bíblia é centrada em Jesus Cristo e o que ele realizou para a nossa salvação.

Jesus Cristo é o Filho de Deus; ele veio a este mundo como um ser humano para revelar o Pai e para nos reconciliar com Ele (Jo. 1:14-18; 3:16; Rm. 5:1-10).

Ele é o Deus eterno (Jo. 1:1) e o Criador (Jo. 1:3; Cl. 1:16).

Porém, por amor a nós, e pela glória de Deus, ele se esvaziou, assumindo a forma de servo, e se humilhou, tomando-se homem e sendo obediente até a morte na cruz (Fp. 2:6-8).

Desta maneira, Ele é ao mesmo tempo divino e humano, Deus e homem.

Ele foi concebido no ventre de Maria pela operação do Espírito Santo (Mt. 1:18-25; Lc. 1:35).

Ainda que tenha sido sujeito a tentações, ele viveu uma vida perfeita, sem pecado (Jo. 5:19; Hb. 2:18; 4:15).

Ele morreu de forma real e agonizante na cruz, e ressuscitou corporalmente dos mortos (Rm. 5:6-10; 1 Co. 15:3-4).

Ele foi assunto ao céu, enquanto retendo sua forma humana glorificada, e voltará dessa maneira para julgar a humanidade (At. 1:9-11; 10:42; 17:31; Cl. 2:9; 1 Tm. 2:5).

Ele enviou o Espírito Santo para construir e dar poder à Igreja (Jo. 14-16; At. 1:8).

A ele deve ser dada a mesma glória, amor, fé e adoração que são devidas a Deus (Mt. 10:37; Jo. 5:23; 14:1; Hb. 1:6).

Se negarmos sua verdadeira humanidade, necessariamente negaremos também tudo que a Bíblia diz que ele fez para a nossa salvação – incluindo a sua verdadeira morte pelos nossos pecados.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 16 de novembro de 2019

BENEFÍCIOS SOCIAIS DO CRISTIANISMO


Nestes últimos dias, o Brasil tem assistido não totalmente passivo o desmoronar de uma geração e o surgimento de outra. A geração onde valores cristãos eram cultivados e preservados está agora sendo obrigada a recuar diante do silêncio do poder público.

Uma nação anarquista não representa honra para ninguém. O Brasil está sepultando os valores e princípios morais que por muito tempo preservou a identidade não apenas brasileira, mas, sobretudo humana. A honra, a pureza e a decência não são apenas marcas distintivas do cristianismo bíblico, são antes de tudo marcas distintivas da vida humana pelo modelo original divino.

O CRISTIANISMO FAZ BEM AO SER HUMANO.
Quantos dependentes químicos já foram recuperados pelos anarquistas que erguem a voz imoralmente nestes dias? Nenhum, mas pelo contrário o cristianismo tem recuperado milhões em todo o mundo.

Quantos famintos têm sido alimentados pelos anarquistas dessa geração? Nenhum, mas diferentemente o cristianismo tem sido o meio pelo qual famílias inteiras de pessoas carentes têm sido alimentadas e cuidadas.

Casamentos salvos, órfãos alimentados, jovens recuperados, pessoas que outrora compunham as fileiras dos propensos suicidas agora libertos e voltando a sonhar com dias melhores enchem os espaços da nação com uma mensagem de mudança em seus lábios.

Mas eu pergunto que mensagem enche os lábios dos anarquistas? Eu tenho a resposta: a mensagem da destruição de tudo o que é bom; a mensagem de incentivo ao aborto, a mensagem que incentiva a descriminação e uso aberto da maconha, a mensagem que incentiva a criação de leis que dá aos pedófilos liberdade para abusar de nossos filhos, sim essa é a mensagem dos anarquistas.

Será que vale a pena jogar o cristianismo no lixo e deixar esses anarquistas governarem a nação?
A nova geração, que abusa de símbolos sagrados e vilipendia a fé, a Bíblia e as autoridades cristãs não é uma geração de pessoas, de seres humanos, mas de demônios, deturpadores da imagem e semelhança de Deus. Dizeres como esses não agridem a esses tais, pois eles veem como honra em nada se parecerem com o Criador. Essa geração que está apta a gerar e eleger o Anticristo. Infelizmente essa é a realidade pura da atualidade.

Embora os protestos contra esse tipo de má conduta seja imenso, o poder público se cala, o governo se cala. Em eras passadas, com a revolta do povo, tais erros teriam sido erradicados, mas nos dias de hoje, todos os que se opõem a esses militantes do diabo, são desprezados e silenciados pela mídia e pelo governo quando aqueles outros são aplaudidos, considerados, promovidos e ainda patrocinados pelo próprio governo brasileiro.

Embora o brasileiro tenha de certo modo liberdade para expressar sua fé em Deus, é uma vergonha dizer que é brasileiro… O Brasil de hoje é o Brasil anarquista, o Brasil corrupto, o Brasil que silencia os decentes e concede megafones aos imorais.

O Brasil que testemunhamos hoje é o Brasil que põe mordaça na boca dos íntegros e incentiva os gritos dos blasfemos. Onde chegaremos se o Brasil não mudar sua direção?!!!

Pr Rosivaldo Silva Santos

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

FECHANDO AS CORTINAS DA VIDA


Paulo foi o maior pastor, teólogo, missionário e plantador de igrejas da história do cristianismo. Ele plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor. Ele enfrentou açoites, prisões, naufrágios e apedrejamento, mas jamais perdeu a doçura nem deixou de glorificar a Deus no sofrimento.

Em 2 Timóteo 4.6-18, Paulo fala que seu passado foi marcado por combate, perseverança e fidelidade (2Tm 4.7). Ao enfrentar seu presente, afirma que não é Nero que vai lhe matar, mas ele é quem vai se entregar (2Tm 4.6). Ao vislumbrar seu futuro, está seguro de que a recompensa divina já está preparada para ele.

Paulo está no corredor da morte, na ante-sala do martírio. Está fechando as cortinas da vida numa masmorra úmida, fria e insalubre. Não havia mais esperança de liberdade. Deus não o pouparia mais da morte, mas o libertaria através da morte. É nesse contexto que o veterano apóstolo compartilha conosco seus sentimentos.

O QUE PAULO ESTAVA SENTINDO NA PRISÃO, ANTES DO SEU MARTÍRIO?
1. O DRAMA DA SOLIDÃO (2Tm 4.9,11,21).
Paulo não está apenas preso, mas também só. Ele precisa de Deus, mas também de gente ao seu lado. Por isso, roga a Timóteo para vir estar com ele. Pede a Timóteo para trazer Marcos, o mesmo Marcos que ele um dia dispensara. Paulo anseia por comunhão e relacionamento. Deseja ter alguém do seu lado antes de morrer.
Gente precisa de Deus, mas gente também precisa de gente.

2. O DRAMA DO ABANDONO (2Tm 4.10).
Paulo diz que Demas, por ter amado o presente século, o havia abandonado. Aquele que um dia caminhara com ele e fora seu cooperador, agora abandona suas fileiras. Quando mais Paulo precisa de ajuda e companheirismo, Demas o deixa só. Quando mais Paulo está focado no céu, ansiando pela era por vir, Demas ama o presente século e dá as costas para Deus.

3. O DRAMA DA TRAIÇÃO (2Tm 4.14,15).
Paulo enfrenta no final da vida a amarga realidade da traição. Alexandre, o latoeiro causou-lhe muitos males. Os estudiosos afirmam que foi esse indivíduo que delatou o apóstolo Paulo, culminando em sua segunda prisão e consequente martírio. Alexandre não perseguiu apenas o pregador, mas também a pregação. Ele atacou não apenas o mensageiro, mas também a mensagem. Mesmo o maior missionário da igreja cristã, não é poupado de enfrentar, já no final da vida, a dolorosa realidade da traição.

4. O DRAMA DA PRIVAÇÃO (2Tm 4.13).
Paulo foi o maior líder da igreja cristã no primeiro século. Nenhum imperador exerceu tanta influência na história como ele. Mas esse homem chega ao final da vida sem aposentadoria, sem casa para morar nem mesmo roupa para vestir. Ele pede a Timóteo para trazer-lhe seus livros, pergaminhos e até mesmo a capa. O inverno estava chegando e ele não suportaria as baixas temperaturas de Roma enfurnado naquela gélida masmorra. Paulo não tem luxo e está privado até mesmo das coisas essenciais.

5. O DRAMA DA INGRATIDÃO (2Tm 4.16).
O velho apóstolo enfrenta mais um golpe doloroso no final da vida. Na sua primeira defesa, ninguém foi a seu favor, antes todos o abandonaram. Aquele que investira sua vida na vida dos outros, agora quando precisa de uma palavra a seu favor, vê a sala da audiência vazia, pois todos o haviam abandonado. Antes de sentir-se desolado com a ingratidão dos homens, Paulo afirma que Deus o assistiu e o revestiu de forças.

Antes de tombar no cadafalso romano, o veterano apóstolo ergue os olhos aos céus, e diz: “Ao Senhor Jesus seja a glória pelos séculos dos séculos”.

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

CRÍTICAS AO CRISTIANISMO


Quando alegamos que a nossa fé é verdadeira, queremos dizer que o nosso Senhor é real e vivo, não um símbolo, uma lenda ou um herói morto. O apóstolo Paulo, foi claro, quando disse à igreja de Corinto: “Se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1 Co 15.17). Ele dizia aos coríntios que, se a suposta ressurreição de Cristo, ocorrido 20 anos antes, fora um engano, a sua salvação também era um engano.

Os cristãos afirmam que a verdade da sua fé em Cristo Jesus depende da ressurreição dele. Amigos e inimigos da fé cristã reconhecem que a ressurreição de Cristo é a pedra fundamental da fé. Se Cristo não ressuscitou, o cristianismo é uma interessante peça de museu. Todavia, alguns retrucam que no tempo de Jesus as pessoas não se guiavam por princípios científicos: eram ingênuas e preparadas para crer em milagres; Mas, se lembrarmos que os discípulos mais próximos de Jesus, ao receberem a primeira notícia da sua ressurreição não acreditaram (Lc. 24 e Jo 20), esta tese cai por terra.

PORVENTURA OS CRISTÃOS ACREDITAM SER OS ÚNICOS A QUEM DEUS FALA? DEUS NÃO FALA A TODAS AS PESSOAS?
A Bíblia diz que Deus fala a todas as pessoas. O Antigo Testamento, escrito por e para os judeus, reconhece que Deus se revela em todo o mundo a judeus e gentios: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes. Em toda a extensão da terra estende-se a sua voz e as suas palavras até o fim do mundo” (Sl. 19.1-4).

Jesus, o Messias judeu, mostrou-se sempre disposto a pregar aos gentios, aceitando-os por seguidores. Às vezes elogiava a fé dos gentios, comparando-a com a falta de fé dos líderes religiosos dos judeus (Lc. 7.1-10; Lc. 17.11-19). Quando Deus revelou ao apóstolo Paulo que a salvação era para todas as pessoas, apesar da relutância inicial a igreja aceitou com determinação os crentes gentios como cristãos (At.10-11;15)

A Bíblia diz: “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens os seus pecados” (2Co. 5.19). O que Deus fez pela humanidade foi terrível para o próprio Deus. Em Jesus ele se tornou humano e ofereceu a sua vida para expiar os pecados da humanidade. “Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; pelas suas feridas fostes sarados” (1Pe. 2.24). “A vós também, que noutro tempo éreis estranho, e inimigos no entendimento pelas vossa obras más, agora, contudo, vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele nos apresentar santos e irrepreensíveis, e inculpáveis” (Cl. 1.21,22).

Deus proporcionou um único caminho, sem que nós o merecêssemos, para que os homens fossem salvos do pecado. Ninguém o merece. Só o que podemos fazer é depositar a fé no que Cristo realizou, e convidamos outras pessoas a fazerem o mesmo.

A história de Cornélio, relatada em Atos capítulo 10, mostra como Deus age em relação às pessoas cujo conhecimento, sobre a Palavra, é incompleto, mas cujo coração tem fome do Deus verdadeiro, pois Deus dera visões tanto para Cornélio, que era piedoso e temente a Ele, quanto a Pedro que era apóstolo, possibilitando assim que Pedro compartilhasse o evangelho a Cornélio e sua família, que se tornarão cristãos. O encontro entre os dois foi preparado pelo Senhor.

Alguns cristãos são ousados, outros fazem de sua fé um clube exclusivo. Mas o perdão de Deus sempre se estende, tocando cada pessoa que reconhece a necessidade da misericórdia divina e que deposita nele a sua fé.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 17 de junho de 2018

CRISTIANISMO QUE GERA TRANSFORMAÇÃO


Da mesma forma que os vendavais vêm e fazem seleção da florada e dos frutos mais fracos, restando apenas os que estiverem fixadas aos troncos das árvores; assim também acontece com os cristãos.

Os modismos religiosos atraem grande quantidade de pessoas, às vezes os templos – galhos – estão tão pesados pela quantidade de “frutos” que se envergam, mas, infelizmente grande parcela vive à procura da bênção e não do Senhor da bênção e, quando surgem os vendavais de problemas e aflições, a seleção é feita restando apenas aqueles que estão firmados no nosso Senhor Jesus Cristo e na Palavra.

Nos últimos anos tem havido uma explosão de conversões, os templos estão abarrotados, porém somente continuam assim se a palavra ministrada agradar aos ouvintes.

A maioria dos crestes atuais não querem compromissos com a obra e com o Reino de Deus, estão mais preocupados em participar de um culto aos domingos, cumprir a obrigação religiosa – agora é moda – mas na segunda feira voltam a ser camaleões; se possível passam por cima de muitos para tirar proveito próprio.

Precisamos dar nossa parcela de contribuição para que haja um despertamento da Igreja de Jesus o mais rápido possível.

Uma das formas que podem gerar transformação na vida das pessoas, claro além da oração, seria um empenho maior na divulgação da mensagem do Reino de Deus, não apenas com palavras, mas, com atos e comportamentos.

Precisamos mostrar um testemunho de vida que faça a diferença. Que os problemas existem sim e, estão a cada dia mais presente em nossas vidas, todavia, a maneira que reagimos a estes problemas deve mostrar o mover de Deus em nós.

A nossa reação a determinadas situações devem demonstrar que confiamos e temos um Deus que pode fazer o sobrenatural, que Ele é o mesmo de ontem, que realizou, realiza e que sempre realizará milagres, pois para que o natural aconteça não precisamos de Deus.

A dependência real do Senhor nas pequenas coisas vai comprovar o poder de ação do Espírito Santo em nossas vidas.

A atualidade nos mostra, em grande parte, que poucos perseveram em continuar nos caminhos do Senhor.

Estamos vivendo um tempo em que a semeadura está sendo feita em solo rochoso: por não ter raiz em si mesmo a mensagem é abandonada; ou à beira do caminho: por falta de entendimento da palavra do reino, a semente é roubada pelo maligno.

Clamemos ao Senhor da seara que mude esta realidade, os sinais demonstram que a vinda do Senhor está muito próxima, sem contar que, muitas pessoas morrem todos os dias sem conhecer o Senhor da vida.

Se cada um de nós fizer a sua parte e obrigação, com certeza estaremos cumprindo a ordenança de Cristo do IDE, além do fato de ao nos apresentarmos na presença do Senhor para prestação de contas dos nossos atos, não termos contra nós o peso da omissão.

Seja mais um soldado de Cristo, divulgue a sua Palavra, o seu Evangelho com amor e sabedoria.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 8 de junho de 2018

EMBRIAGUEZ OU ENCHIMENTO DO ESPÍRITO?


Paulo, o grande bandeirante do Cristianismo, inspirado pelo Espírito de Deus, escreveu sua carta aos efésios e, com autoridade apostólica, ensinou:“E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”(Ef 5.18).

Há aqui uma semelhança superficial e um contraste profundo. A semelhança superficial é que tanto uma pessoa embriagada como uma pessoa cheia do Espírito estão dominadas por uma influência que não vem delas mesmas.

O bêbado, sob os eflúvios do álcool, perde a inibição, revela coragem e torna-se um falastrão. O crente cheio do Espírito transborda de alegria, desfruta gloriosa paz e testemunha de Cristo com entusiasmo.

Mas as semelhanças ficam por aqui. Começa, então, um contraste profundo. O álcool, farmacologicamente falando não é um estimulante, mas um depressivo.

O álcool é um ladrão de cérebros. Onde o álcool domina, o indivíduo perde o domínio próprio. Onde o álcool prevalece, a vida torna-se dissoluta. Um homem alcoolizado é um tragédia. Torna-se inconsequente em seus atos e insensato em suas palavras. Por isso, o alcoolismo está por trás de mais de cinquenta por cento dos assassinatos e acidentes de trânsito. Uma pessoa alcoolizada perde o bom senso, o pudor e a responsabilidade. A embriaguez desemboca em dissolução, vergonha e opróbrio.

O álcool é um feitor de escravos. Há muitas pessoas que vivem na masmorra do vício. Tornam-se prisioneiras. São dependentes e adictas desse vício maldito que tem destruído vidas, casamentos e famílias.

No começo, é apenas um gole. Depois, é uma garrafa. Mais tarde, um barril. O ébrio não tem limites. Não tem controle. Foi vencido. Tornou-se escravo. Perdeu a sobriedade. Os hospitais estão cheios das vítimas do álcool. As cadeias estão lotadas dos usuários do álcool. Os cemitérios estão semeados por aqueles que foram vencidos pelo álcool ou por aqueles que foram ceifados pelos atos perversos dos alcoolizados.

É triste constatar como tantos crentes estão mais cheios de vinho do que do Espírito Santo. É vergonhoso constatar que alguns crentes estão vivendo dissolutamente, porque em nome do uso moderado do vinho, chegam a excessos. É assaz preocupante notar que as festas dos crentes são regadas a álcool como se dependêssemos desses artifícios para celebrarmos com alegria. É humilhante ver nossas festas se transformando em redutos de bebedeira e ver até mesmo pais crentes introduzindo seus filhos nessa prática perigosa.

A ordem divina é sermos cheios do Espírito e não cheios de álcool. Não precisamos de recursos artificiais para desfrutarmos de alegria. Nossa alegria vem de Deus e não do álcool. Nosso prazer está no Senhor e não nos banquetes regados a vinho. Sobretudo, numa cultura onde o consumo de bebida alcoólica, mormente em lugares públicos, é um escândalo, deveríamos atentar para a orientação das Escrituras, de não sermos pedra de tropeço e nem provocarmos escândalos (1Co 8.8-13; 10.31-33).

O apóstolo Paulo é peremptório: “É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa com que teu irmão venha a tropeçar [ou se ofender ou se enfraquecer” (Rm 14.21). Nossa liberdade é regida não tanto pelos nossos direitos, mas pelo amor ao próximo. Se o que fazemos constitui tropeço para os fracos devemos nos abster por amor aos fracos.

Conclamo você, portanto, a ser um crente cheio do Espírito Santo. Essa é uma ordem divina. É para todos. É contínua. A plenitude de ontem não serve mais para hoje. Todo dia é dia de ser cheio do Espírito Santo.

Aquilo que os homens procuram no álcool e não encontram, nós temos na habitação plena do Espírito Santo. O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio.

Pr. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O EVANGELHO DE CRISTO

“Quem crê no filho tem a vida eterna, já quem rejeita o filho, não tem a vida…” João 3.36.

O evangelho não é água com açúcar, nem brincadeira. Cristo considerou sua mãe e irmãos aqueles que O obedecem e O seguem. Quem crê em Jesus é filho, quem não crê é criatura.

Jesus foi rejeitado pelos judeus, pelos romanos, pelos seus irmãos e ainda hoje é assim. Foi Deus quem fez as sementes, quem nos dá os grãos, o alimento e as pessoas fazem festa para são João, santo Antônio, atribuindo as benevolências do Senhor a santos feitos por mãos. “Todas as coisas foram criadas por Ele e sem Ele nada do que foi feito se fez.”

Quando Jesus entra na nossa vida há uma transformação, há vida. Entretanto muitos querem o Senhor Jesus apenas pelo que Ele pode dar. Jesus disse: “vocês andam atrás de mim por comida e bebida, porque multiplico pão e peixe, mas a comida que vocês comem, feita pelos homens entra pela boca e transforma-se em fezes, porém a comida que eu vos dou é para a vida eterna”.

Se você tem Jesus, você tem a vida eterna. “O Justo viverá pela fé”

Fé em quem? Numa ferradura, numa espada de são Jorge, num feitiço na esquina? Isso não é fé, isso é ignorância. “Fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.” Hb 11.1.

O mais importante pra Deus ao olhar pra nós, não é a nossa posição social, o nosso curso superior, os bens que possuímos. Meus filhos não me impressionam com diplomas, com carros, com diplomas, etc; eles me impressionam quando me respeitam e fazem o que me agrada.

As pessoas são insaciáveis, não há dinheiro que sustenha a ganância do homem, porque o mesmo pensa em sua vida apenas nessa terra, mas estamos indo para Canaã Celestial .

Glória a Deus porque Jesus ressuscitou! Está escrito no túmulo onde Jesus foi colocado. “Ele não está aqui, Ele está vivo!”

Cristianismo é coisa séria, é ser seguidor de Cristo – pequeno Cristo. Tenha temor de Deus, haja como um seguidor de Cristo.

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

BENEFÍCIOS SOCIAIS DO CRISTIANISMO

Nestes últimos dias, o Brasil tem assistido não totalmente passivo o desmoronar de uma geração e o surgimento de outra. 

A geração onde valores cristãos eram cultivados e preservados está agora sendo obrigada a recuar diante do silêncio do poder público. Uma nação anarquista não representa honra para ninguém. 

O Brasil está sepultando os valores e princípios morais que por muito tempo preservou a identidade não apenas brasileira, mas, sobretudo humana. A honra, a pureza e a decência não são apenas marcas distintivas do cristianismo bíblico, são antes de tudo marcas distintivas da vida humana pelo modelo original divino.

O CRISTIANISMO FAZ BEM AO SER HUMANO.
Quantos dependentes químicos já foram recuperados pelos anarquistas que erguem a voz imoralmente nestes dias? 
Nenhum, mas pelo contrário o cristianismo tem recuperado milhões em todo o mundo. 

Quantos famintos têm sido alimentados pelos anarquistas dessa geração?
Nenhum, mas diferentemente o cristianismo tem sido o meio pelo qual famílias inteiras de pessoas carentes têm sido alimentadas e cuidadas. 

Casamentos salvos, órfãos alimentados, jovens recuperados, pessoas que outrora compunham as fileiras dos propensos suicidas agora libertos e voltando a sonhar com dias melhores enchem os espaços da nação com uma mensagem de mudança em seus lábios. 

Mas eu pergunto que mensagem enche os lábios dos anarquistas? 
Eu tenho a resposta: a mensagem da destruição de tudo o que é bom; a mensagem de incentivo ao aborto, a mensagem que incentiva a descriminação e uso aberto da maconha, a mensagem que incentiva a criação de leis que dá aos pedófilos liberdade para abusar de nossos filhos, sim essa é a mensagem dos anarquistas. 

Será que vale a pena jogar o cristianismo no lixo e deixar esses anarquistas governarem a nação?

A nova geração, que abusa de símbolos sagrados e vilipendia a fé, a Bíblia e as autoridades cristãs não é uma geração de pessoas, de seres humanos, mas de demônios, deturpadores da imagem e semelhança de Deus. 

Dizeres como esses não agridem a esses tais, pois eles veem como honra em nada se parecerem com o Criador.

Essa geração que está apta a gerar e eleger o Anticristo. Infelizmente essa é a realidade pura da atualidade.

Embora os protestos contra esse tipo de má conduta seja imenso, o poder público se cala, o governo se cala. 

Em eras passadas, com a revolta do povo, tais erros teriam sido erradicados, mas nos dias de hoje, todos os que se opõem a esses militantes do diabo, são desprezados e silenciados pela mídia e pelo governo quando aqueles outros são aplaudidos, considerados, promovidos e ainda patrocinados pelo próprio governo brasileiro.

Embora o brasileiro tenha de certo modo liberdade para expressar sua fé em Deus, é uma vergonha dizer que é brasileiro… O Brasil de hoje é o Brasil anarquista, o Brasil corrupto, o Brasil que silencia os decentes e concede megafones aos imorais. 

O Brasil que testemunhamos hoje é o Brasil que põe mordaça na boca dos íntegros e incentiva os gritos dos blasfemos. Onde chegaremos se o Brasil não mudar sua direção?!!!

Pr. Rosivaldo Silva Santos

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 8 de junho de 2016

OS DESAFIOS DO CRISTIANISMO

O cristianismo, hoje em dia, positivamente, cada vez se universaliza mais. Está presente na maioria dos países, etnias e classes sociais, e sua força missionária está em expansão. No entanto, o cristianismo atual tem de enfrentar sérios desafios e obstáculos, tanto externos quanto internos.

Não se pode menosprezar o desafio do Islã, que se expande, não aceita a laicidade do Estado, a liberdade religiosa com igualdade perante a lei. Os Estados islâmicos são espaços de restrição, discriminação e repressão ao cristianismo missionário.

A imigração a partir deles já afeta a cultura européia. O zelo expansionista desses Estados, alimentado pelos petrodólares, é real e crescente. O nacionalismo bramânico, na Índia, ou o budista, em Myanmar (ex-Birmânia), também atestam o endurecimento das outras grandes religiões em relação à fé cristã.

No Ocidente — historicamente um espaço geopolítico do cristianismo — sofremos a violenta devastação causada pelo secularismo. Assistimos à drástica redução do número de freqüentadores dos cultos, à indiferença, ao materialismo prático consumista e à negação de valores cristãos.

Uma minoria de praticantes exerce uma religiosidade individualista e subjetiva, sem impacto na vida cultural. Essa falha vem sendo preenchida por diversos tipos de misticismo.

Internamente, o cristianismo sofre de dois grandes males: o liberalismo e o neofundamentalismo.

O liberalismo moderno — filho do racionalismo e neto do iluminismo — cede, rapidamente, lugar ao liberalismo pós-moderno, ou revisionismo. A verdade não mais é atingida apenas pela razão; simplesmente ela não pode ser atingida. Não há verdade revelada; não há verdade objetiva e universal, mas apenas o relativismo da verdade de cada um.

A autoridade das Sagradas Escrituras e da tradição apostólica, o caráter único da Igreja como agência do reino, e a unicidade de Jesus Cristo como Senhor e Salvador são negados e combatidos. Portanto, morrer pela boca dos leões ou pela mão dos gladiadores se torna algo exótico ou ridículo.

O neofundamentalismo possui uma eclesiologia débil e equivocada, baseada na sociologia e não na teologia. Fragmenta de forma trágica e interminável as “denominações”, dilacerando o Corpo de Cristo — Igreja una, santa, católica e apostólica — ao promover o espírito sectário e intolerante, o antiintelectualismo, o legalismo, o moralismo, a irresponsabilidade social e cívica, e a proliferação de distorções doutrinárias (e de usos e costumes).

Esses males adoecem os membros da comunidade de fé, que deveria ser terapêutica e agência de transformação histórica. A liderança da Igreja — rígida, autofágica, ambiciosa, carreirista, narcisista, triunfalista — abandona os seus soldados feridos, foge dos riscos. É incapaz de se unir, de expressar gestos de solidariedade, ou de elaborar respostas adequadas aos desafios atuais.

Mea culpa, mea maxima culpa. Que o Senhor da Igreja tenha piedade de nós. Que ele purifique e reavive o seu Corpo, ilumine o nosso discernimento, a nossa dependência do Espírito Santo, o nosso conhecimento e compromisso com a Palavra, e aumente a nossa paixão missionária.

Que faça, poderosamente, florescer entre nós uma ortodoxia com compaixão.

Revista Ultimato - Ano XXXVIII n.º 297 - Novembro/Dezembro 

Robinson Cavalcanti

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

RETORNO À CAUSA DIVINA

As pessoas que frequentam hoje, nossas igrejas estão confusas com tantas vozes proféticas surgindo em nome de Deus. O “eu” instalou-se no lugar que era de Cristo. A experiência, e não a Palavra tem dirigido muitas vidas, que estão deixando de ser o povo da Palavra para ser o povo das grandes experiências, sejam elas bíblicas ou não.

Tal cristianismo produziu, em lugar de pastores e líderes espirituais, os “bruxos evangélicos”, que mantém o povo ocupado, com medo de maldições e desviando o povo de Deus de sua verdadeira missão. Quase não se evangeliza mais, nem se cuida dos pobres, órfãos, viúvas e doentes. Poucos se levantam profeticamente contra as injustiças sociais e a corrupção nacional.

Deus está buscando homens, mulheres e jovens que expressem no seu dia-a-dia, aquilo que pregam, mas cada vez é maior o número de cristãos que pregam algo tremendo, porém, vivem algo de horrível.

Homens santos, guardiães da Palavra de Deus farão tremer esta geração com uma mensagem viva. Trarão de volta tempos em que ser crente, significava ser alguém com vida espiritual e não apenas palavras.

A vida abundante e alegre deverá ser resgatada por jovens santos com vida pura de mente e espírito, que não precisam de reuniões animadas por cânticos, mas fundamentados no compromisso sincero do Reino de Deus. Tais jovens levarão liberdade aos cativos do vício, da prostituição e da delinquência; abalarão escolas e círculos de amizade. Através da força do Espírito que neles habita, influenciarão ao invés de serem influenciados. 

As mulheres santas buscarão a sabedoria do alto para viverem piedosamente numa sociedade permissiva prostituída. Ás outras, elas mostrarão ter alcançado a liberdade em Cristo. Embora não sendo feministas, participarão ativamente do processo de transformação, onde Cristo será tudo em todos.

A Palavra de Deus é a fonte de toda a verdade. O estudo e a meditação das Sagradas Escrituras santificam os filhos do Reino.

Quando o povo de Deus se afasta da Bíblia, dando lugar às práticas religiosas sem reflexão, o resultado é o que já temos visto: euforia imatura. Fruto de uma teologia alicerçada em experiências particulares e duvidosas, que produzem fé antibíblicas baseada em crendices, jogando por terra vidas sinceras que poderiam se dedicar inteiramente à glória de Deus. É a Palavra e não os discursos humanos que norteiam a vida da Igreja de Cristo.

Deus, que nos tem em suas mãos, permite às vezes que nos quebremos, para fazer de nós vasos melhores e mais úteis. Deus deseja que sejamos vasos de honra. Por isso, disciplina-nos, joga-nos ao chão e quebra-nos, para monstrar-nos que somos o que somos pela sua graça. Nada merecemos de sua parte; nossa justiça não passa de trapo de imundície diante de sua santidade.

Deus nos quebra para que sejamos santos e, não mais tentemos conduzir nossas vidas segundo nossos próprios recursos. Quando Ele trabalha em nós, tornamo-nos mais humildes; somos levados a crescer em santidade.

Infelizmente não estamos vendo muitos quebrantamentos hoje. Há celebridades evangélicas que desconhecem a humildade e o quebrantamento de espírito; esforçam-se apenas por manter o status conseguido. Podemos ser considerados lixo para o mundo, mas para Deus continuamos a ser vaso de honra.

Não é mais santo aquele que nunca quebrou. O que foi quebrado, foi também quebrantado e, agora, busca a graça perdoadora e restauradora do Senhor.

Santificar-se significa separar-se. É isso que Deus está exigindo de seu povo; Que se separe do mundo na maneira de viver, agir e reagir; que volte a comprometer-se com o amor do Pai, a ponto de dar a vida para a salvação de muitos, que volte a ser moral e espiritualmente limpo, capaz de erguer a cabeça diante de um mundo que jaz no maligno; que volte a consumir-se pela causa do Senhor.

Texto adaptado de Um grito de Santidade (José Armando Cidaco)

Por Litrazini:


Graça e Paz