"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 19 de maio de 2026

O TESTE DA VIDA

A vida na terra é um teste – Deus continuamente testa as pessoas quanto ao caráter, fé, obediência, amor, honestidade e lealdade.

Palavras como provações, tentações, refinar e testar, ocorrem mais de 200 vezes na Bíblia.

Deus provou Abraão ao pedir-lhe que oferecesse seu filho Isaque, Deus provou Jacó, quando ele teve de trabalhar outros tantos anos para obter Raquel como esposa.

Adão e Eva foram reprovados no teste do jardim do Éden, e Davi o foi em testes dados por Deus em diversas ocasiões.

Mas também temos exemplos de pessoas que passaram em grandes testes, tais como Jose, Rute, Ester e Daniel.

Os testes tanto desenvolvem quanto manifestam o caráter de alguém, e toda a vida é um teste.

Estamos sempre sendo testados. Deus observa nossa reação às pessoas, problemas, sucesso, conflitos, enfermidades, decepções e até mesmo em reação ao clima! (Co.10.13)

A vida da terra é uma incumbência de confiança. Nosso tempo, nossa energia, inteligência, oportunidades, relacionamentos e recursos são dádivas que Deus nos confiou para cuidarmos e administrarmos.

Somos mordomos de tudo quanto Deus nos dá (Sl. 24.1).

O dinheiro é tanto um teste quanto uma incumbência de confiança dada por Deus, Ele usa a área financeira para nos ensinar a confiar nEle.

Para muitas pessoas o dinheiro é o maior de todos os testes.

Deus o usa para testar quão confiáveis somos (Lc.16.11; 12.48) 

A vida na terra é uma atribuição temporária.

Em comparação com a eternidade, a vida é muito breve, a terra é apenas uma residência temporária. (Sl.39.4; I Co.7.31; Jo.16.33).

Para impedir que fiquemos muito apegados à terra, Deus permite descontentamentos e desgostos na vidas, anseios jamais satisfeitos.

Não somos completamente felizes porque não era para sermos.

A terra não é nosso lar definitivo; fomos criados para algo melhor.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 13 de outubro de 2018

PAZ ATRAVÉS DA OBEDIÊNCIA


IDE, FAZEI DISCÍPULOS

Quando Jesus deu esta ordem eles estavam em Jerusalém, porém Ele disse vocês serão minhas testemunhas, mas não somente em Jerusalém, mas também em toda Judéia e Samaria e até os confins da terra.

A igreja existe para comunicar a Palavra de Deus, nada pode trazer mais alegria para o cristão do que comunicar a Palavra, eu não conheço uma causa mais importante à qual alguém possa dedicar sua vida.

Imaginemos que você descobrisse uma fórmula que curaria de vez o câncer, tenho certeza que você faria tudo que pudesse para compartilhar com os outros, pois isso salvaria milhões de vidas. Porém a igreja, os cristãos, tem melhores notícias do que essa! A nós foi dado o evangelho da vida eterna para ser propagado. Será que existe melhor notícia do que esta?

Em Atos 9:31, eles já haviam chegado a Galiléia, isso mostra que eles estavam indo realmente, e quando pessoas estão envolvidas na obra do Senhor elas se sentem realizadas, Lucas não está dizendo que eles não tinham problemas, a verdadeira paz vem quando conseguimos enfrentar os problemas sem desespero, mas sim com confiança.

ENSINAR ESSES DISCÍPULOS
A orientação de Jesus para sua igreja é de que ela deve ensinar a palavra de Deus para as pessoas, e isso vai trazer amadurecimento, vai trazer crescimento.
Muitas pessoas não sabem nada sobre Deus, sua Palavra, sua vontade, e é responsabilidade nossa a de ensinar.
Muitas pessoas tem tomado decisões erradas pelo simples fato de não saberem o que a palavra de Deus diz sobre o assunto, e é responsabilidade da igreja ensinar.

Veja como procediam as igrejas do Novo Testamento (Atos 9:31).
Edificando-se, esta palavra não se refere a edifícios, a prédios, mas sim ao crescimento das pessoas, as pessoas tinham paz porque aprenderam a confiar em Deus.

A igreja estava ensinando as pessoas a andarem no temor do Senhor.
Respeito, reverencia, confiança, obediência

A igreja estava ensinando os discípulos que o Espírito de Deus é o único que pode nos consolar, nos confortar e nos dirigir.

BATIZAR OS DISCÍPULOS

Para a igreja foi dito por Jesus que saíssem anunciando as boas notícias do Evangelho, que Cristo morreu numa cruz em nosso benefício, que a entrada no céu é um presente gratuito de Deus, oferecido a qualquer pessoa.

A igreja também ensinava que os discípulos deveriam ser batizados em obediência ao seu Salvador. (Mat. 28:19)

Podemos pensar: Porque na grande comissão Jesus colocou o batismo que é só um símbolo junto com a ordem de evangelizar e edificar a igreja.
- É porque o batismo além de simbolizar que, que a pessoa é uma nova criatura, que ela se identifica com Cristo em sua morte, sepultamento, e ressurreição, ele mostra a ação do indivíduo, pois não fomos chamados apenas para acreditar, fomos chamados para participar.
- O batismo não é somente um símbolo de salvação, ele é também um símbolo de comunhão.

Nós vamos observar agora que aquelas igrejas cresciam em número, ou seja quando a igreja está indo, discipulando, o resultado será que ela vai crescer em quantidade.

Quando pessoas aceitam a salvação oferecida por Jesus Cristo, e desfrutam da paz espiritual, elas tem o desejo de seguir os passos do seu Salvador, querem ser obedientes a ele.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

SER CRISTÃO

NENHUM GRUPO RELIGIOSO pode ser considerado cristão se realmente não seguir a Cristo; 

Se não O tiver como Senhor e Salvador (Lc 2.11; Jo 4.42; Jo 20.28); 

Se não guardar Seus mandamentos (Jo 14.15); 

Se não permanecer nEle e em Suas palavras (Jo 8.31); 

Se seus adeptos não forem realmente discípulos de Jesus (At 11.26); 

Se não crer nEle, na Sua morte e ressurreição corporal (Mc 14.28; Jo 3.18); 

Se não batizar seus seguidores em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt 28.19); 

Se não cumprir a ordenança da ceia – pão e vinho – em Sua memória (Mt 26.26-28); 

Se não crer nas Escrituras e em todas as palavras do Senhor Jesus (Mt 22.29; Jo 2.22; At 17.11); 

Se não crer que Cristo é o Verbo encarnado, o Deus que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1, 14); 

Se não aceitar que Ele é o Criador de todas as coisas (Jo 1.3, 10); 

Se não crer na Sua eternidade (Jo 1.18; 6.57; 8.19; 10.30, 38; 14.7, 9, 10, 20). 

Um grupo não pode ser chamado de cristão se não acreditar na divindade de Cristo (Ap 1.8);

Se não acreditar na Sua segunda vinda, na ressurreição dos mortos e no Juízo Final (Jo 6.40, 47, 54; 10.28. 1 Ts 4.16-17; Ap 19.20. 20.5, 11-15). 

O FATO DE UM GRUPO RELIGIOSO FAZER O BEM, DAR ESMOLAS E DISTRIBUIR ALIMENTOS NÃO O CARACTERIZA COMO GENUINAMENTE CRISTÃO. NOSSAS BOAS OBRAS NÃO NOS SALVAM (Ef 2.8-9). 

Jesus disse que quem O ama guarda todos os seus mandamentos. Ele não falou em “parte” dos mandamentos. 

Quem ama verdadeiramente o Senhor Jesus e o tem como Senhor e Salvador nEle confia e busca o Seu auxílio para aliviar suas dores: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Ouçam: “VINDE A MIM”. A Ele. 

Jesus não sugere a possibilidade de os oprimidos irem a outras pessoas, mortas ou vivas. Que é de Jesus ouve a Sua voz. 

Para que um grupo religioso seja chamado de cristão precisa ensinar o perdão incondicional dos pecados àqueles que se arrependem (Mt 6.12; 9.6; 12.31; At 2.38); 

Ensinar e crer que na morte o espírito se separa do corpo e segue imediatamente para o mundo espiritual; 

Ensinar que os cristãos seguirão para um lugar de paz; os que não são de Cristo, para um lugar de tormentos (Lc 16.19-31). 

Ao ladrão que se arrependeu, disse Jesus: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43). Referido ladrão não passou por nenhuma estação intermediária; não houve qualquer interrupção na sua subida ao céu; não houve empecilhos, traumas, penitências, trabalho extra, caminhos difíceis. O ladrão foi direto. 

Jesus afirmou: “Quem crê nele {em Jesus] não é condenado; quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18). 

Qualquer grupo que queira seguir a Cristo deve seguir essas premissas na sua totalidade. Do contrário, é apenas uma caricatura do Cristianismo. 

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa 

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

terça-feira, 26 de março de 2013

Ser Cristão


NENHUM GRUPO RELIGIOSO pode ser considerado cristão se realmente não seguir a Cristo; 

Se não O tiver como Senhor e Salvador (Lc 2.11; Jo 4.42; Jo 20.28); 

Se não guardar Seus mandamentos (Jo 14.15); 

Se não permanecer nEle e em Suas palavras (Jo 8.31); 

Se seus adeptos não forem realmente discípulos de Jesus (At 11.26); 

Se não crer nEle, na Sua morte e ressurreição corporal (Mc 14.28; Jo 3.18); 

Se não batizar seus seguidores em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt 28.19); 

Se não cumprir a ordenança da ceia – pão e vinho – em Sua memória (Mt 26.26-28); 

Se não crer nas Escrituras e em todas as palavras do Senhor Jesus (Mt 22.29; Jo 2.22; At 17.11); 

Se não crer que Cristo é o Verbo encarnado, o Deus que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1, 14); 

Se não aceitar que Ele é o Criador de todas as coisas (Jo 1.3, 10); 

Se não crer na Sua eternidade (Jo 1.18; 6.57; 8.19; 10.30, 38; 14.7, 9, 10, 20). 

Um grupo não pode ser chamado de cristão

Se não acreditar na divindade de Cristo (Ap 1.8);

Se não acreditar na Sua segunda vinda, na ressurreição dos mortos e no Juízo Final (Jo 6.40, 47, 54; 10.28. 1 Ts 4.16-17; Ap 19.20. 20.5, 11-15). 

O fato de um grupo religioso fazer o bem, dar esmolas e distribuir alimentos não o caracteriza como genuinamente cristão. Nossas boas obras não nos salvam (Ef 2.8-9). 

Jesus disse que quem O ama guarda todos os seus mandamentos. Ele não falou em “parte” dos mandamentos. 

Quem ama verdadeiramente o Senhor Jesus e o tem como Senhor e Salvador nEle confia e busca o Seu auxílio para aliviar suas dores: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Ouçam: “VINDE A MIM”. A Ele. 

Jesus não sugere a possibilidade de os oprimidos irem a outras pessoas, mortas ou vivas. Que é de Jesus ouve a Sua voz. 

Para que um grupo religioso seja chamado de cristão precisa:

Ensinar o perdão incondicional dos pecados àqueles que se arrependem (Mt 6.12; 9.6; 12.31; At 2.38); 

Ensinar e crer que na morte o espírito se separa do corpo e segue imediatamente para o mundo espiritual; 

Ensinar que os cristãos seguirão para um lugar de paz; os que não são de Cristo, para um lugar de tormentos (Lc 16.19-31). 

Ao ladrão que se arrependeu, disse Jesus: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43). Referido ladrão não passou por nenhuma estação intermediária; não houve qualquer interrupção na sua subida ao céu; não houve empecilhos, traumas, penitências, trabalho extra, caminhos difíceis. O ladrão foi direto. 

Jesus afirmou: “Quem crê nele {em Jesus] não é condenado; quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18). 

Qualquer grupo que queira seguir a Cristo deve seguir essas premissas na sua totalidade. Do contrário, é apenas uma caricatura do Cristianismo. 

Pr. Airton Evangelista da Costa 

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 16 de dezembro de 2012

Você pode fazer a diferença


Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados,Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, Efésios 4:1-2

Relata a Sra. Teresa, que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos da Quinta série primária e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado Ricardo. A professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal. Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos.

Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano. A Sra. Teresa deixou a ficha de Ricardo por último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa.

A professora do primeiro ano escolar de Ricardo havia anotado o seguinte: Ricardo é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele. 

A professora do segundo ano escreveu: Ricardo é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil.

Da professora do terceiro ano constava a anotação seguinte: a morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.
 
A professora do quarto ano escreveu: Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.

A Sra. Tereza se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de Natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, exceto o de Ricardo, que estava enrolado num papel marrom de supermercado. Lembra-se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade. Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume. Lembrou-se ainda, que Ricardo lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe.

Naquele dia, depois que todos se foram, a professora Tereza chorou por longo tempo... Em seguida, decidiu-se a mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Ricardo.

Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano letivo, Ricardo saiu como o melhor da classe. Um ano mais tarde a Sra. Tereza recebeu uma notícia em que Ricardo lhe dizia que ela era a melhor professora que teve na vida.

Seis anos depois, recebeu outra carta de Ricardo contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera. As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo. 

Mas a história não terminou aqui. A Sra. Tereza recebeu outra carta, em que Ricardo a convidava para seu casamento e noticiava a morte de seu pai. Ela aceitou o convite e no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Ricardo anos antes, e também o perfume.


Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Ricardo lhe disse ao ouvido:

- Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.
as ela, com os olhos banhados em pranto sussurrou baixinho:

- Você está enganado! Foi você que me ensinou que eu podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci.

Mais do que ensinar a ler e escrever, explicar matemática e outras matérias é preciso ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do ser humano. Mais do que avaliar provas e dar notas, é importante ensinar com amor mostrando que sempre é possível fazer a diferença...

Por Litrazini:

Graça e Paz