"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

REVELAÇÃO DO AMOR DE DEUS

A glória de Deus é uma revelação da natureza e do ser de nosso Senhor.

Muitas vezes quando raciocinamos sobre a glória de Deus, pensamos na Sua majestade e esplendor, Seu poder e domínio, ou alguma manifestação no Seu povo, como uma impetuosa adoração.

A maneira que Deus quer que conheçamos Sua glória é através da revelação do Seu grande amor pela humanidade.

E isto é justamente o que revelou a Moisés: “Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo, e grande em misericórdia e fidelidade; que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniquidade, a transgressão e o pecado” (Êx 34:6-7).

O Senhor está sempre esperando para nos mostrar Seu amor para nos perdoar, para derramar sobre nós Sua misericórdia e nos restaurar para Ele!

A revelação da glória de Deus tem efeitos poderosos sobre aqueles que a recebem e oram para compreendê-la.

A verdadeira adoração surge dos corações que estão conquistados pela visão do amor gratuito de Deus por nós.

É baseada na revelação que Deus nos dá de Si, de Sua bondade, de Sua misericórdia, de Sua prontidão para nos perdoar.

Então, se devemos louvar a Deus em espírito e verdade, nossa adoração deve ser baseada nesta admirável verdade a respeito dEle.

Ver a glória de Deus muda a nossa maneira de viver!

Afeta nossa fisionomia e nosso comportamento, nos transformando de 'glória em glória,' fazendo-nos mais como Ele.

Cada nova revelação do Seu amor e misericórdia traz mudança sobrenatural

Andar na glória de Deus não significa apenas receber o amor do Pai, mas amá-Lo de volta também.

Trata-se de afeto mútuo, ambos dando e recebendo amor.

'Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força.' (Dt 6:5).

'Dá-me, filho meu, o teu coração' (Pv 23:26).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 30 de agosto de 2025

UM AMIGO DO CÉU

Jesus não permaneceu no céu; veio para o mundo.

A Palavra não foi proferida do céu “...a Palavra tornou-se carne...”. E a seguir “...viveu ente nós...”.

Ele não veio para uma visita rápida nem se apressou em voltar para o seu lar.

Tampouco permitiu que... O vissem somente a distância.

Ficou no mundo para o qual veio.

Ele deu aos homens a chance de ver a sua glória.

Ele escandalizou os líderes religiosos da de sua época ao misturar-se com a camada da população que eles evitavam.

Ele colocou as mãos nos intocáveis leprosos.

E, depois, Ele, que em seu nascimento “tornara-se carne”, em sua carne tornou-se pecado... por nós.

Ele assumiu a nossa natureza... as nossas transgressões, a nossa condenação, a nossa morte.

Ele se aproximou de nós como um amigo, como um de nós, como um simples carpinteiro palestino.

Jesus veio nos revelar Deus, e para isso, se fez homem.

Ele nos mostrou que Deus perdoa quando Ele mesmo perdoou as prostitutas, os publicanos e pecadores.

Revelou-nos o carinho de Deus pelas crianças, quando as pegou no colo e as abençoou.

Ele mostrou que Deus nos ama, quando decidiu enfrentar a crucificação.

“Pois subsistindo em forma de Deus, não teve por usurpação o ser igual a Deus, antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Filip 2.6-8).

“E o verbo se fez carne e habitou entre nós e vimos a sua glória como a do Unigênito do Pai” (Jo 1.14).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 12 de outubro de 2021

LOUVOR QUE ATRAI A GLÓRIA DE DEUS

- Unanimidade - "...uniformemente tocavam as trombetas e cantavam..." – 2Cr 5.13

O louvor que atrai a Glória de Deus é onde as pessoas são unânimes e desejam as mesmas coisas. O texto demonstra o poder da unidade no louvor, ações de graças e música

- As trombetas e os cantores eram como se fosse um;

- Expressão de um som uníssono no louvor e nas ações de graça ao Senhor: "Porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre";

- A casa (templo) se encheu de uma nuvem (a Glória da Presença de Deus). "Porque, então, darei lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do Senhor, para que o sirvam com um mesmo espírito" - Sf 3:9.

- Adoração exclusiva à Ele - "...bendizendo e louvando ao Senhor..." - vs.13 "Porém tu és santo, o que habitas entre os louvores de Israel" - Sl 22:3.

Quando estivermos cantando os cânticos de louvor, toda atenção deve estar voltada ao Senhor e não à nós.

Nossas músicas devem possuir um conteúdo que exalte ao Senhor, o que Ele representa, o que Ele é, e o que Ele faz!

Davi nos ensina como louvar e adorar a Deus: Sl 28:7; 35:28; 63:5; 68:4; 96:2-4; 145:1-3, 21.

Como Davi declara no salmo 68, quando Deus é exaltado Ele se levanta poderosamente e seus inimigos fogem diante dele! Como resultado, a Sua Glória é manifesta (libertação, cura, arrependimento, etc), como mostra o verso 14 de II Crônicas 5.

É justamente isso que deve acontecer em meio aos louvores, o nome do Senhor sendo exaltado acima de todo nome! Ele não divide a Sua Glória com ninguém!

"...e adoraram a Deus, dizendo: Amém! Louvor, e glória, e sabedoria, e ações de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, para todo o sempre. Amém! - Ap 7:12.

Deus seja sempre glorificado!     

Pr. Ronaldo Bezerra

Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 9 de junho de 2021

CRIADOS PARA A GLÓRIA DE DEUS

Nada na vida é casual – tudo foi feito em função de um propósito. Nós não somos um acidente.

Nosso nascimento não foi um erro ou um infortúnio, e nossa vida não é um acaso da natureza.

Nossos pais podem não ter-nos planejado, mas Deus certamente o fez.

Ele não ficou nem um pouco surpreso com nosso nascimento. Aliás, ele o aguardava. Muito antes de sermos concebidos por nossos pais, nós fomos concebidos na mente de Deus – Ele já pensava em nós antes de formar o mundo.

Nós não estamos aqui por acaso, sorte, destino ou coincidência. Nós estamos aqui porque Deus quis criar-nos. Deus nunca faz nada por acaso, Ele não age de forma aleatória, e Ele nunca comete erros.

Deus tem um motivo para tudo que Criou.

Todas as plantas e animais foram planejados por Ele, e cada pessoa foi idealizada com um propósito.

A Bíblia diz em Rm 11:36: “Porque dele e por meio dele e para ele são todas as coisas ...”. Esse mesmo versículo na Bíblia Viva diz assim: “Todas as coisas vêm única e exclusivamente de Deus. Tudo vive por seu poder, e tudo é para sua glória ...”.

Aqui está a resposta: “...para ele...” (para a Sua glória).

A razão de tudo o que existe, incluindo eu e você é demonstrar (refletir) a glória de Deus. Nós fomos criados para a glória de Deus.

Na verdade, este é o objetivo fundamental de todo o universo: Demonstrar (refletir) a glória de Deus. Deus fez tudo para a glória dEle, desde a menor forma de vida microscópica até a via láctea. Tudo foi criado para a glória de Deus. Se não fosse a glória de Deus não haveria nada.

Refletir a glória a Deus deve ser o objetivo supremo da nossa vida.

Qualquer coisa na criação reflete a glória de Deus (Glorifica a Deus) quando cumpre o propósito para o qual foi criado.

Os pássaros glorificam a Deus ao voar, gorjear (cantar), fazer ninho e ao realizar outras atividades próprias dos pássaros, conforme Deus planejou.

Da mesma forma, eu e você, glorificamos a Deus quando cumprimos os propósitos para o qual Deus nos Planejou... Tudo glorifica a Deus quando cumpre o seu propósito.

Eu e você fomos planejados para agradar a Deus.

M. Giovani Bianchini / Por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 21 de maio de 2015

MAIS DE DEUS!! MAIS DE DEUS??

Disse mais o SENHOR: EIS AQUI um lugar junto a mim; aqui TE porás sobre a penha. E acontecerá que, quando a minha glória passar, pôr numa fenda da penha, e TE cobrirei com a minha mão, até que eu haja passado. E, havendo EU tirado a minha mão, ME verás pelas costas; mas a minha face não se verá. (Êxodo 33:21-23)

Deus deu um lugar para Moisés ficar; Deus colocou Moisés na fenda; Deus cobriu Moisés com a mão; Deus passou; Deus revelou-se.

Tudo o que Moisés fez foi pedir. Tudo o que podemos fazer é pedir. A promessa da presença de Deus junto a Moisés também está à nossa disposição.

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.( Mt. 7.7).Somente pedindo é que receberemos, somente buscando é que acharemos.

E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis.(Mt. 21.22)

Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar.(João 16.23)

Todavia o ser humano, seja por que motivo for, normalmente, se priva da presença de Deus, é mais cômodo fazer como os Israelitas fizeram, buscar um intermediário e não ao próprio Deus:

E acontecia que, saindo Moisés à tenda, todo o povo se levantava, e cada um ficava em pé à porta da sua tenda; e olhava para Moisés pelas costas, até ele entrar na tenda.

E sucedia que, entrando Moisés na tenda, descia a coluna de nuvem, e punha-se à porta da tenda; e o SENHOR falava com Moisés. E, vendo todo o povo a coluna de nuvem que estava à porta da tenda, todo o povo se levantava e cada um, à porta da sua tenda, adorava.

falava o SENHOR a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo; depois tornava-se ao arraial; mas o seu servidor, o jovem Josué, filho de Num, nunca se apartava do meio da tenda.  (Êxodo 33:8-11)

Precisamos deixar a zona de conforto, o comodismo e buscar ao Pai, ter um relacionamento pessoal com Ele, pois somente através dessa comunhão seremos, restaurados, renovados, curados e libertos.

Chega de viver de migalhas, quando podemos desfrutar com abundancia das promessas de Deus e de sua presença, sem contar que será o diferencial na nossa vida, assim como foi com Moisés, veja em Êxodo 34.29-35:

 “...Sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia,depois que falara com ele. Olhando, pois, Arão e todos os filhos de Israel para Moisés, EIS QUE A PELE DO SEU ROSTO RESPLANDECIA; por isso temeram chegar-se a ele. Então Moisés os chamou, e Arão e todos os príncipes da congregação tornaram-se a ele; [...] Assim que Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o seu rosto.

Porém, entrando Moisés perante o SENHOR, para falar com ele, tirava o véu até sair; e, saindo, falava com os filhos de Israel o que lhe era ordenado. Assim, pois, VIAM OS FILHOS DE ISRAEL O ROSTO DE MOISÉS, E QUE RESPLANDECIA A PELE DO SEU ROSTO; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com ele. (Êxodo 34:29-35).

Quando temos a presença do Espírito Santo do Senhor somos transformados, REFLETIMOS A GLÓRIA DO PAI EM NOSSO SEMBLANTE, A PONTO DAS PESSOAS VEREM ALGO DIFERENTE EM NÓS. O que gera o desejo de descobrir o diferencial na nossa vida. Mas isso só será conseguido através de uma vida com Deus.

Através do reflexo da Glória do Pai em nós, vidas serão acrescentadas ao aprisco do Senhor.

O que você tem refletido?

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 25 de novembro de 2014

O EVANGELHO MUDA TUDO

O foco do Evangelho não é na incapacidade da humanidade, mas na glória de Deus"

O Evangelho é o poder de Deus para a salvação, e, infelizmente, muitas igrejas tem vergonha de proclamá-lo (Romanos 1.16). Como resultado, talvez não experimentemos os frutos da transformação em nossas igrejas que normalmente é associada ao evangelho (Colossenses 1.4-6; 2 Pedro 1.3-9).

A transformação pelo Evangelho normalmente é encontrada na companhia da proclamação do Evangelho.

O Evangelho pode (cuidadosamente) ser resumido da seguinte maneira:

Deus enviou seu Filho, Jesus Cristo, para viver nossa vida, morrer nossa morte e ressuscitar triunfante para reunir, pelo Espírito Santo, pecadores perdoados em uma nova vida como o povo de seu Reino, debaixo de seu gracioso reinado.

O foco do Evangelho não é na incapacidade da humanidade (incluindo a transformação), mas na glória de Deus. Eu sou transformado quando vivo de acordo com o Evangelho (Gálatas 2.14) – evitando tanto o legalismo como a libertinagem – e buscando a alegria encontrada ao render completamente a minha vida desregrada em troca de expressar graciosamente a vida justa de Cristo em cada aspecto da minha caminhada como cristão (Gálatas 2.20).

O EVANGELHO É O QUE NOS ENDIREITA PERANTE DEUS (JUSTIFICAÇÃO) E TAMBÉM É O QUE NOS LIBERTA PARA NOS DELEITARMOS NELE (SANTIFICAÇÃO). O EVANGELHO MUDA TUDO!

Como o Evangelho muda tudo?

É possível resumir simplesmente na não tão simples frase de J. I. Packer: “Deus salva pecadores”

DEUS
“Deus – Jeová Triúno, Pai, Filho e Espírito; três Pessoas trabalhando juntos em sabedoria soberana, poder e amor proporcionam a salvação de um povo escolhido, o Pai elegendo, o Filho cumprindo a vontade do pai ao redimir, o Espírito realizando o propósito do Pai e do Filho ao transformar.”

SALVA
“Salva – realiza tudo, do começo ao fim, que está envolvido no processo de trazer o homem da morte no pecado para a vida em glória: planeja, proporciona e comunica a redenção, convoca e preserva, justifica, santifica e glorifica. Pecadores não salvam a si mesmos de forma alguma. A salvação, do começo ao fim, completa e totalmente, no passado, no presente e no futuro, é do Senhor, glorificado para sempre – amém.”

PECADORES
“Pecadores – Quando nascemos, estamos mortos, condenados, depravados, corruptos, perversos, pecadores e completamente incapacitados de salvar ou mesmo levantar um dedo sequer para alcançar a salvação (Romanos 2-3; 6.23). O pobre pecador nem mesmo sabe que está morto. A lei de Deus mostra a extensão de nossa perversidade (Gálatas 3.24).”

A graça de Deus é estendida a nós, não porque mereçamos, mas apesar de não merecermos (Romanos 5.8). Nossas obras, mesmo quando tentamos fazer boas obras, não são adequadas para contribuir para nossa salvação ou santificação.

Uma vez que o Espírito regenera nossas almas perdidas, nós recebemos pela fé a obra completa de Cristo, que proporciona nossa justificação – uma declaração da justiça dele em nós. Conforme sua graça continua trabalhando em nossas vidas, o Evangelho frutifica em cada aspecto de nossas vidas (Colossenses 1.6; 2 Pedro 1-3-9).

Fonte: Iprodigo

Por Litrazini
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Graça e Paz


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Céu aberto

O navio não tinha bússola. Deixou a ilha de Creta e dirigia-se à Itália. Navegava de leste a oeste no mar Mediterrâneo, entre o sul da Europa e o norte da África. Estavam a bordo o dono da embarcação, a tripulação e os passageiros, ao todo 276 pessoas. Dentre elas havia um oficial do exército romano, alguns soldados, alguns presos e um médico e historiador chamado Lucas.

Um dos presos era Paulo de Tarso. O navio tinha saído de Alexandria, no Egito, e levava uma boa carga de trigo para Roma. Um vento forte o tirou da rota e uma tempestade escondeu o sol, a lua e as estrelas por duas semanas. O céu só se abriu depois do naufrágio do barco nas proximidades da ilha de Malta, ao sul da Sicília. Pode-se imaginar o alívio que o céu aberto trouxe para aqueles náufragos depois de tanto tempo de céu fechado (At 27).

A questão é que há outras situações de céu aberto mais importantes do que a de sentido literal. No mesmo livro de Atos há uma referência a céu aberto como metáfora, referindo-se à visibilidade de Deus e de sua glória. Trata-se do episódio envolvendo o primeiro mártir da história do cristianismo.

Estêvão estava sendo apedrejado. A dor era enorme. A morte, iminente. Ninguém estava por perto para suspender o apedrejamento. Ele olha firmemente para o céu e vê a glória de Jesus Cristo. Então, Estêvão exclama: “Olhem! Eu estou vendo o céu aberto!” (At 7.56, NTLH). No derradeiro momento da vida, esse fervoroso cristão vê o céu aberto e não a escuridão da maldade humana e da morte.

Há nuvens espessas e muito escuras que se colocam entre a criatura e o Criador. É uma espécie de véu que encobre Deus e as demais realidades. Isso infelicita muita gente porque os priva de Deus -- sem o qual a alma geme o tempo todo. É mais fácil e menos complicado crer em Deus do que não crer nele. No entanto, essa nuvem ou esse véu esconde do homem aquele por quem ele aspira sem saber.

Como entender a criação sem o Criador? Como entender a beleza, a ordem, a majestade, a funcionalidade, a imensidão das coisas criadas sem considerar a existência de Deus?

Como não crer em Deus se não há um povo sequer sem religião, em qualquer tempo e em qualquer lugar? Como não crer em Deus se até hoje o secularismo, o materialismo, o agnosticismo, o ateísmo e as ideologias, em separado ou todos juntos, não conseguiram apagar da mente humana a ideia de Deus? Como não crer em Deus se os escândalos, a perseguição e as guerras religiosas não foram suficientes para desacreditá-lo por completo? Como não crer em Deus diante do impasse da morte física e do mistério que a envolve?

O céu fechado não diz respeito apenas à incredulidade. Refere-se também à recusa em tratar Deus como Deus. Só depois de sujeitar-se resoluta e alegremente à soberania de Deus é que o ser humano pode exclamar: “Eu estou vendo o céu aberto!”

Não podemos ser ingênuos. Enquanto alguns evangelizam, outros “desevangelizam”. A arte de atrapalhar a caminhada para o céu aberto existe. Jesus condenou aqueles que não entram “nem deixam que entrem os que estão querendo entrar” (Mt 23.13, NTLH).

A parábola do semeador diz que existe de fato um ladrão de semente: as aves do céu costumam comer as sementes do evangelho lançadas no coração humano, impedindo que elas sequer germinem (Mt 13.4, 19).

Os homens não podem crer porque, segundo Paulo, “o deus desta era cegou o entendimento dos descrentes, para que não vejam a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus” (2Co 4.4).

Todavia, a situação não é irreversível, pois os que querem sair da escuridão que os envolve e entrar no céu aberto podem e devem contar com a graça de Deus. Porque “esse véu só é tirado quando a pessoa se une com Cristo” (2Co 3.14, NTLH)!

Revista Ultimato 329, março de 2011

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Mais de Deus! Mais de Deus?

Disse mais o SENHOR: Eis aqui um lugar junto a mim; aqui te porás sobre a penha. E acontecerá que, quando a minha glória passar, pôr numa fenda da penha, e te cobrirei com a minha mão, até que eu haja passado. E, havendo eu tirado a minha mão, me verás pelas costas; mas a minha face não se verá. (Êxodo 33:21-23)

Deus deu um lugar para Moisés ficar; Deus colocou Moisés na fenda; Deus cobriu Moisés com a mão; Deus passou; Deus revelou-se.

Tudo o que Moisés fez foi pedir. Tudo o que podemos fazer é pedir. A promessa da presença de Deus junto a Moisés também está à nossa disposição.

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.( Mt. 7.7).Somente pedindo é que receberemos, somente buscando é que acharemos.

E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis.(Mt. 21.22)

Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar.(João 16.23)

Todavia o ser humano, seja por que motivo for, normalmente, se priva da presença de Deus, é mais cômodo fazer como os Israelitas fizeram, buscar um intermediário e não ao próprio Deus:

E acontecia que, saindo Moisés à tenda, todo o povo se levantava, e cada um ficava em pé à porta da sua tenda; e olhava para Moisés pelas costas, até ele entrar na tenda.

E sucedia que, entrando Moisés na tenda, descia a coluna de nuvem, e punha-se à porta da tenda; e o SENHOR falava com Moisés. E, vendo todo o povo a coluna de nuvem que estava à porta da tenda, todo o povo se levantava e cada um, à porta da sua tenda, adorava.

falava o SENHOR a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo; depois tornava-se ao arraial; mas o seu servidor, o jovem Josué, filho de Num, nunca se apartava do meio da tenda.  (Êxodo 33:8-11)

Precisamos deixar a zona de conforto, o comodismo e buscar ao Pai, ter um relacionamento pessoal com Ele, pois somente através dessa comunhão seremos, restaurados, renovados, curados e libertos.

Chega de viver de migalhas, quando podemos desfrutar com abundancia das promessas de Deus e de sua presença, sem contar que será o diferencial na nossa vida, assim como foi com Moisés, veja em Êxodo 34.29-35:

 “...Sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, depois que falara com ele. Olhando, pois, Arão e todos os filhos de Israel para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia; por isso temeram chegar-se a ele. Então Moisés os chamou, e Arão e todos os príncipes da congregação tornaram-se a ele; [...] Assim que Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o seu rosto.

Porém, entrando Moisés perante o SENHOR, para falar com ele, tirava o véu até sair; e, saindo, falava com os filhos de Israel o que lhe era ordenado. Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, e que resplandecia a pele do seu rosto; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com ele. (Êxodo 34:29-35).

Quando temos a presença do Espírito Santo do Senhor somos transformados, refletimos a Glória do Pai em nosso semblante, a ponto das pessoas verem algo diferente em nós. O que gera o desejo de descobrir o diferencial na nossa vida. Mas isso só será conseguido através de uma vida com Deus.

Através do reflexo da Glória do Pai em nós, vidas serão acrescentadas ao aprisco do Senhor.

O que você tem refletido?

Litrazini


Graça e Paz