"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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domingo, 12 de julho de 2020

A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS, RESTAURA OS SONHOS PERDIDOS.


Mefibosete, filho de Jonatas e neto do rei Saul. Seu nome significa: “Vergonha destruidora.” Ele viveu escondido por um longo tempo, fugindo das pessoas, por ser rotulado de aleijado…

Seu pai Jonatas, e seu avô morreram em um combate de guerra. Sua ama o tomou no colo e fugiu, mas na fuga ele caiu, na queda ele sofreu fraturas graves e tornou-se “coxo” para o resto da vida.

Quais rótulos você tem carregado em sua vida? 
Alcoólatra, viciado, drogado, divorciado, solteirão, rebelde, ovelha negra, rejeitado, adúltero, corrupto, fracassado,

A graça de Deus muda a sua vida, transforma a sua história, muda o seu destino. O pecado mata a inocência e destrói os sonhos, mutila o caráter e congela nossas emoções. (2 Sm 4:4).

Nunca é tarde demais para a graça de Deus alcançar e restaurar o pecador arrependido. (Mt 11.28).

O rei Davi preocupou-se com Mefibosete e se dispôs a cuidar dele, restaurar a sua dignidade, a sua história, tirando-o do anonimato e da vergonha. Davi mandou trazê-lo, restaurou a sua identidade, e restituiu a sua herança;

Mefibosete recebeu a restauração de sua honra, passou a sentar-se à mesa do rei Davi, por todos os dias de sua vida.  (2 Sm 9:1-13).

A graça nos dá a honra e o privilégio de sermos filho de Deus. (João 1.12).
Deus quer honrar você com bênçãos e o privilégio de filho, como filho Deus tem um lugar para você em Sua mesa; a mesa da reconciliação, do perdão,  da cura, da libertação, do recomeço, da restituição, da celebração, da exaltação (Sl 23.5) (Mt 8:11).

A graça se manifestou na pessoa de Jesus Cristo vindo buscar e salvar a humanidade perdida; esta é a restauração da maravilhosa graça de Deus. 

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1:14).

“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” (Lc 19.10).

A graça de Deus revela que podemos ter algo totalmente impossível, algo que não merecemos, algo que jamais conquistaríamos com esforços ou méritos humanos (Ef 2.8,9).

A graça revela beleza e encanto, porque é na pessoa de Jesus que conseguimos ver o amor, a misericórdia, a bondade e a formosura de Deus o nosso Pai. A graça revela o quanto Deus o ama, o valoriza e se importa com você.

O homem natural só consegue ver, imaginar Deus pelo seu poder, majestade, força e juízo, que se manifestaria para destruir toda oposição e rebeldia. Mas em Jesus Cristo, nós encontramos o caráter amoroso, misericordioso, bondoso, gracioso de Deus. 

Jesus supre as necessidades mais profundas do seu coração. Com Jesus você tem um lugar à mesa do Rei.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz


domingo, 30 de dezembro de 2018

PRINCÍPIOS PARA SE VIVER DEBAIXO DA GRAÇA DE DEUS


Elias era um homem temente a Deus. Falava os oráculos de Deus. Tinha uma íntima e saudável comunhão com o Senhor. *Orou para não chover devido à idolatria do povo e por três anos houve seca em Israel. Profetizou que a farinha da panela da casa da viúva de Serepta não se acabaria e o azeite da botija não faltaria e isto aconteceu. (I Reis 17:8-16) Enfrentou no monte Carmelo, com o perigo de perder a própria vida, o rei acabe, os 450 profetas de Baal e mais 400 profetas de Azéra e saiu-se vitorioso, orando para que Deus queimasse o altar de holocausto encharcado de água e tal fato se sucedeu.

Depois de feitos fantásticos, o texto que lemos nos diz que: Jezabel manda um recado para Elias, que o seu fim estava próximo. 1Re.19.1.3 – “Elias teve medo e correu para salvar a sua vida”. O vers. 4 - “Assenta-se debaixo de um zimbro e pede para si a morte numa conversa com Deus”.

Elias senta-se e depois dorme debaixo desta planta. De súbito é despertado por um anjo que lhe diz para levantar-se e comer pão cozido sobre as brasas e beber água. Ele come e bebe, dorme mais uma vez. O anjo lhe toca mais uma vez, faz novamente com que ele se alimente do pão e beba da água.

Depois de alimentado, com a força daquela comida, ele caminha 40 dias e 40 noites até chegar a Horebe, o monte de Deus. Ali Elias entra numa caverna para passar a noite. Tem um diálogo com Deus, onde finalmente abre o coração e recebe deste: Correção, orientação, alento, paz e direção para retornar ao caminho, retornar de novo a vida plena, debaixo da vontade de Deus.

A nossa estrutura física, emocional, mental e sobre tudo espiritual estão sujeitos a abalos que podem querer ofuscar, tampar, denegrir a visão que devemos ter de nosso Deus. Porém nunca podemos esquecer que se porventura, por algum motivo fracassarmos, cairmos, tivermos cometido escolhas erradas, houver cometido pecados, devemos lembrar:

I° PRINCÍPIO:... O CAIR É DO HOMEM, PORÉM O LEVANTAR, O ERGUER É DE DEUS.
Levantar: Tem o sentido de: Mudar de posição, Mudar de atitude, Mudar de rumo, Sair do estado que se encontra. Abrir os olhos para uma nova realidade
Sal. 145:14 - O Senhor sustém a todos os que estão a cair, e levanta a todos os que estão abatidos.
Sal. 30:5 - Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo.

Existe uma diferença entre cair e ficar permanentemente prostrado, do cair e levantar-se renovado para enfrentar a vida de frente.

Você pode nesta oportunidade estar com sua vida em frangalhos. Sua estrutura física, emocional, mental, espiritual pode sentir abalos sísmicos, como de um terremoto, porém Deus é suficiente para tirar você desta, erguê-la, renová-la, fortalecê-la novamente. O medo, os problemas, as angustias, a depressão, o estresse, a ansiedade, a covardia, autocomiseração, não podem ofuscar a Graça, o Poder e o amor de Deus sobre você. Deus o ama e quer que você entenda isto claramente. Você é especial para Deus.

II° PRINCIPIO – SÓ DEUS PODE COLOCÁ-LO (A) EM PÉ NOVAMENTE E MOSTRAR-LHE A DIREÇÃO A SEGUIR.
Deus pode e quer tocar-lhe tirando-o(a) do sono, da apatia, do desanimo, da falta de fé, da insensatez da incredulidade. Deus vai colocá-lo(a) em pé novamente e mostrar-lhe a direção a seguir.

Veja o que a Bíblia nos diz em I Co. 2:9 o seguinte: Mas, como está escrito: “As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam”. “A comida já esta pronta pra você. É só levantar e comer. O Senhor mesmo preparou”:  *Pão cozido em brasa. Isto é, pão feito no fogo. Jesus disse: “Eu sou o pão da vida”.(João 6:48) “Eu sou o pão vivo que desceu do céu”.Se alguém comer deste pão viverá para sempre. Este pão é a minha carne que darei pela vida do mundo”.(João 6:57)

O FOGO: Simboliza a obra do Espírito Santo, como purificação em nossas vidas.
A ÁGUA é representada pela Palavra de Deus, que é viva. A Bíblia nos diz que Elias comeu e bebeu e com a força daquela comida, caminhou 40 dias e 40 noites até Horebe, o monte de Deus.
Obs. Você diariamente precisa alimentar-se da Palavra Viva do Senhor, para que você alcance vitórias no seu dia a dia.

III° PRINCÍPIO – A VOZ DE DEUS CALMA E SUAVE, SEMPRE ESTARÁ PRESENTE EM SUA VIDA, QUANDO VOCÊ ESTIVER NA CAVERNA. 1Re.19.1.11 - Vem para fora, põe-te neste monte perante a minha face.

CAVERNA:
É lugar de refúgio, lugar de fuga, lugar apenas para passar a noite. Mesmo em cavernas, Deus calmamente, suavemente irá dizer-lhe: "Que fazes aqui? Vem para fora. Eu sou o teu Deus. Eu conheço os teus problemas. Porque você é meu. Conheço as suas dores, os seus momentos de choro, de lágrimas, porém estou lhe dando a solução agora. Vem para fora, perante a minha face”. * “Saia da depressão. Chega de medo. Estou lhe dando a vitória Não há necessidade de ter medo. Quem é Jezabel? Quem são os seus deuses. Eles não puderam livrar nem mesmo os seus profetas”.

Jesus está lhe dizendo: “Vem para fora. Vem para a luz. Saia das trevas, da escuridão da noite. Vem para mim. Eu sou a luz neste mundo. Quem me segue não andará em trevas. Venha a mim, você que está cansado, e sobrecarregado, que eu o aliviarei. Lançai sobre mim, toda sua ansiedade, pois eu tenho cuidado de você”.                                                    

Pr. Nélson R. Gouvêa

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 16 de março de 2018

A MISERICÓRDIA E A GRAÇA DE DEUS


Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. (Salmos 51.2) 

Os cristãos , depois de terem recebido a aprovação de Deus por meio da fé e depois de saberem que os seus pecados são perdoados, não devem tornar-se superconfiantes e começar a pensar que estão imunes ao pecado.

Eles ainda enfrentarão uma luta constante contra o pecado que ainda permanece neles, assim como aconteceu com Davi.

Devido à misericórdia e à graça de Deus, Davi recebeu a aprovação do Senhor e foi santificado por uma justiça completamente fora de si. A misericórdia e a graça de Deus não são emoções nem atitudes humanas. Pelo contrário, são uma bênção divina que recebemos ao acreditarmos que os nossos pecados foram perdoados em Cristo.

Por causa de Cristo, nós podemos esperar misericórdia e compaixão, como Davi o fez no Salmo 51.

Assim, a justiça que recebemos é completamente exterior a nós. É uma dádiva genuína de Deus, que é compassivo e misericordioso conosco por causa de Cristo.

Suponha que um homem que merece a pena de morte seja levado ao tribunal de um príncipe. Mas o príncipe o libertou por compaixão, mesmo ele merecendo nada além da morte.

Você não diria que a culpa desse homem foi perdoada não por causa de qualquer coisa que ele tivesse feito, mas por causa da bondade do príncipe misericordioso?

Porém, não basta que esse homem seja perdoado pelo crime cometido. Ele também deve ser libertado da cadeia, deve receber roupas para vestir e deve encontrar um emprego para que possa viver.

O mesmo acontece conosco quando recebemos a aprovação de Deus. Depois que Deus, em sua misericórdia, nos liberta da culpa, nós ainda precisamos do dom do Espírito Santo para nos purificar do pecado que ainda resta em nós.

Nós necessitamos que o Espírito nos fortaleça para que não sejamos dominados pelo pecado e por nossos desejos corrompidos. 

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 12 de julho de 2017

A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS, RESTAURA OS SONHOS PERDIDOS.

Mefibosete, filho de Jonatas e neto do rei Saul. Seu nome significa: “Vergonha destruidora.” Ele viveu escondido por um longo tempo, fugindo das pessoas, por ser rotulado de aleijado…

Seu pai Jonatas, e seu avô morreram em um combate de guerra. Sua ama o tomou no colo e fugiu, mas na fuga ele caiu, na queda ele sofreu fraturas graves e tornou-se “coxo” para o resto da vida.

Quais rótulos você tem carregado em sua vida? 
Alcoólatra, viciado, drogado, divorciado, solteirão, rebelde, ovelha negra, rejeitado, adúltero, corrupto, fracassado,

A graça de Deus muda a sua vida, transforma a sua história, muda o seu destino. O pecado mata a inocência e destrói os sonhos, mutila o caráter e congela nossas emoções. (2 Sm 4:4).

Nunca é tarde demais para a graça de Deus alcançar e restaurar o pecador arrependido. (Mt 11.28).

O rei Davi preocupou-se com Mefibosete e se dispôs a cuidar dele, restaurar a sua dignidade, a sua história, tirando-o do anonimato e da vergonha. Davi mandou trazê-lo, restaurou a sua identidade, e restituiu a sua herança;

Mefibosete recebeu a restauração de sua honra, passou a sentar-se à mesa do rei Davi, por todos os dias de sua vida. (2 Samuel 9:1-13).

A graça nos dá a honra e o privilégio de sermos filho de Deus. (João 1.12).

Deus quer honrar você com bênçãos e o privilégio de filho, como filho Deus tem um lugar para você em Sua mesa; a mesa da reconciliação, do perdão,  da cura, da libertação, do recomeço, da restituição, da celebração, da exaltação (Salmo 23.5) (Mateus 8:11).

A graça se manifestou na pessoa de Jesus Cristo vindo buscar e salvar a humanidade perdida; esta é a restauração da maravilhosa graça de Deus. 

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (João 1:14).

“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” (Lucas 19.10).

A graça de Deus revela que podemos ter algo totalmente impossível, algo que não merecemos, algo que jamais conquistaríamos com esforços ou méritos humanos (Efésios 2.8,9).

A graça revela beleza e encanto, porque é na pessoa de Jesus que conseguimos ver o amor, a misericórdia, a bondade e a formosura de Deus o nosso Pai. A graça revela o quanto Deus o ama, o valoriza e se importa com você.

O homem natural só consegue ver, imaginar Deus pelo seu poder, majestade, força e juízo, que se manifestaria para destruir toda oposição e rebeldia. Mas em Jesus Cristo, nós encontramos o caráter amoroso, misericordioso, bondoso, gracioso de Deus. 

Jesus supre as necessidades mais profundas do seu coração. Com Jesus você tem um lugar à mesa do Rei.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 11 de julho de 2017

O PODER TRANSFORMADOR DA GRAÇA DE DEUS

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas. (Efésios 2:8-10)

A graça é um dom de Deus, mas também é o poder de Deus que nos transforma completamente.

Algumas pessoas são como a mulher samaritana, que buscam preencher seu vazio existencial e frustrações usando sua beleza e seu corpo, sem no entanto, conquistar uma vida de significado… Devido a isso, muitas pessoas chegam a dizer: “Eu nasci para sofrer…”

Do outro lado temos pessoas que nasceram em famílias abastadas, promissoras, mas um acidente de percurso, uma falência financeira, a morte de um familiar; marcaram suas vidas, rotulando-as e levando-as a viver sem expectativas, escondidas e fugitivas…

Um dia Deus na pessoa de Seu Filho decidiu vir a esse mundo, tornando-se homem e assim revelou o seu grande amor por todos nós que estávamos perdidos e, ao mesmo tempo o seu poder de nos resgatar. (Is 61.1-3).

A graça de Deus traz boas novas aos quebrantados, cura os corações abatidos, libertação aos cativos, liberdade aos presos, consolo os que choram, salvação, alegria, louvor, justificação.

A graça de Deus se manifestou em Cristo, não apenas para nos levar para o céu, mas para nos libertar, e assim, trazer o céu até nós. (Jo 8.32). “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).

A graça de Deus restaura os corações feridos, sedentos, mesmo daqueles que possuem muitos bens, recursos e desfrutam dos prazeres deste mundo.

A qualquer hora, podemos ter um encontro inesperado e transformador com a graça de Deus (Jo 4:6-7). A graça de Deus pode revelar situações e circunstâncias inesperadas; a graça de Deus procura atender e preencher o vazio da alma humana (Jo 4:16-18).

Talvez, ao lado daquele poço, em busca de água, aquela mulher tivera seus encontros inicialmente amorosos e depois frustrantes…

Agora ela tem um encontro diferente, é o encontro de um coração ferido, decepcionado; com  o autor da vida, com a verdadeira fonte de vida, Jesus Cristo.

Qual era a sede daquela mulher?
A mesma de todos os seres humanos…“Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a Deus?” (Salmos 42:1-2).

“Alguém disse: Por fora somos todos diferentes, mas por dentro, somos todos iguais.” Todos os homens possuem um vazio existencial que só pode ser preenchido pela presença poderosa do Senhor Jesus. O olhar de Jesus viu o coração triste e angustiado daquela mulher, por isso, ele pediu: “Dá-me de beber” (João 4.7).

Jesus ofereceu, não a água que ela conhecia, mas a Água da Vida, porque Jesus estava cuidando da sede do seu coração (João 4:10).

Jesus respondeu:  “Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna” (João 4:13-14). 

As vezes nos sentimos infelizes por algo que não sabemos explicar, porém, Jesus é a fonte que sacia a nossa sede espiritual.

Você tem sede? Venha a Jesus e beba! 
“No último e mais importante dia da festa, Jesus levantou-se e disse em alta voz: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (Jo 7:37-38). (Apoc. 22.1).

“O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Apoc. 22.17).

A graça de Deus está disponível agora mesmo para transformar a sua vida para sempre…

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 1 de abril de 2016

A GRAÇA DE DEUS NOS CAPACITA A ENFRENTAR O SOFRIMENTO

A vida é a professora mais implacável: primeiro dá a prova, e depois a lição. C. S. Lewis disse que "Deus sussurra em nossos prazeres e grita em nossas dores". Paulo fala sobre um sofrimento que muito o atormentou: o espinho na carne. Depois de ser arrebatado ao terceiro céu, suportou severa provação na terra.

Há um grande contraste entre estas duas experiências de Paulo. Ele foi do paraíso à dor, da glória ao sofrimento. Ele experimentou a bênção de Deus no céu e bofetada de Satanás na terra. Paulo tinha ido ao céu, mas agora, aprendeu que o céu pode vir até ele.

Charles Stanley em seu livro Como lidar com o sofrimento, sugere-nos algumas preciosas lições.

EM PRIMEIRO LUGAR, HÁ UM PROPÓSITO DIVINO EM CADA SOFRIMENTO (2Co 12.7).
Há um propósito divino no sofrimento. O nosso sofrimento e a nossa consolação são instrumentos usados por Deus para abençoar outras vidas. Na escola da vida Deus está nos preparando para sermos consoladores.

Jó morreu sem jamais saber porque sofreu. Paulo rogou ao Senhor três vezes, antes de receber a resposta. O que Paulo aprendeu e que nós também precisamos aprender é que quando Deus não remove "o espinho", é porque tem uma razão. Deus não permite que soframos só por sofrer. Sempre há um propósito. O propósito é não nos ensoberbecermos.

EM SEGUNDO LUGAR, É POSSÍVEL QUE DEUS RESOLVA REVELAR-NOS O PROPÓSITO DE NOSSO SOFRIMENTO (2CO 12.7).
No caso de Paulo, Deus decidiu revelar-lhe a razão de ser do "espinho": evitar que ficasse orgulhoso. Quando Paulo orou nem perguntou por que estava sofrendo, apenas pediu a remoção do sofrimento.

Não é raro Deus revelar as razões do sofrimento. Ele revelou a Moisés a razão porque não lhe seria permitido entrar na Terra Prometida. Disse a Josué porque ele e seu exército haviam sido derrotados em Ai. O nosso sofrimento tem por finalidade nos humilhar, nos aperfeiçoar, nos burilar e nos usar.

EM TERCEIRO LUGAR, O SOFRIMENTO PODE SER UM DOM DE DEUS (2CO 12.7).
Temos a tendência de pensar que o sofrimento é algo que Deus faz contra nós e não por nós. Jacó disse: "Tendes-me privado de filhos; José já não existe, Simeão não está aqui, e ides levar a Benjamim! Todas estas cousas em sobrevêm" (Gn 42.36). A providência carrancuda que Jacó pensou estar laborando contra ele, estava trabalhando em seu favor. O espinho de Paulo era uma dádiva, porque através desse incômodo, Deus o protegeu daquilo que ele mais temia – ser desqualificado espiritualmente.

EM QUARTO LUGAR, DEUS NOS CONFORTA EM NOSSAS ADVERSIDADES (2CO 12.9).
A resposta que Deus deu a Paulo não era a que ele esperava nem a que ele queria, mas era a que ele precisava. Deus respondeu a Paulo que ele não estava sozinho. Deus estava no controle de sua vida e operava nele com eficácia.

Precisamos compreender que Deus está conosco e no controle da situação. Precisamos saber que Deus é soberano, bom e fiel. Jó entendeu isso: "Eu sei que tudo podes e ninguém pode frustrar os teus desígnios".

EM QUINTO LUGAR, PODE SER QUE DEUS DECIDA QUE É MELHOR NÃO REMOVER O SOFRIMENTO (2CO 12.9).
De todos, esse é o princípio mais difícil. Quantas vezes nós já pensamos e falamos: "Senhor por que estou sofrendo? Por que desse jeito? Por que até agora? Por que o Senhor ainda agiu?".

Joni Eareckson ficou tetraplégica e numa cadeira de rodas dá testemunho de Jesus. Fanny Crosby ficou cega com 42 dias e morreu aos 92 anos sem jamais perder a doçura. Escreveu mais de 4 mil hinos. Dietrich Bonhoeffer foi enforcado no dia 9 de abril de 1945 numa prisão nazista.

Se Deus não remover o sofrimento, ele nos assistirá em nossa fraqueza, nos consolará com sua graça e nos assistirá com seu poder. A graça de Deus nos capacita a lidar com o sofrimento, sem perdermos a alegria nem a doçura (2Co 12.10).

Autoria: Rev. Hernandes Dias Lopes

Litrazini


Graça e Paz

domingo, 12 de outubro de 2014

OFERTA MISSIONÁRIA, GRAÇA DE DEUS

"A Bíblia diz que a contribuição não é um peso..." mas uma graça e graça é um dom imerecido (2Co 8.1). A contribuição não é apenas algo que oferecemos a Deus, mas sobretudo, um favor que Deus concede a nós.

Deus nos dá o privilégio de sermos parceiros no grande projeto de evangelizarmos o mundo e assistirmos os santos. A contribuição é uma semeadura e o dinheiro é uma semente. A semente que se multiplica é a que semeamos e não a que comemos. Quando semeamos com fartura, colhemos com abundância (2Co 9.6). Quando semeamos coisas materiais, recebemos bênçãos espirituais na mesma medida que aqueles que semeiam as coisas espirituais, recolhem bens materiais (1Co 9.11).

COMO DEVEMOS CONTRIBUIR PARA A OBRA MISSIONÁRIA?
Em primeiro lugar, devemos contribuir com alegria (2Co 9.7).
A contribuição deve ser um momento de grande alegria. Dar com tristeza para a obra de Deus não tem sentido, pois antes de Deus aceitar a oferta, Ele precisa aceitar o ofertante. O Senhor Jesus diz que mais bem-aventurado é dar do que receber (At 20.35).

EM SEGUNDO LUGAR, DEVEMOS CONTRIBUIR COM PROPORCIONALIDADE (1CO 16.2).
A proporção é o melhor sistema da contribuição. Não deve existir sobrecarga para aquele que tem pouco nem insensibilidade por aquele que tem em abundância. O apóstolo Paulo coloca esse princípio da seguinte maneira: “Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem. Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade, suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância aqueles venha suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade, como está escrito: o que muito colheu não teve demais; e o que colheu pouco não teve falta

EM TERCEIRO LUGAR, DEVEMOS CONTRIBUIR COM REGULARIDADE (1CO 16.2).
A contribuição deve ser regular, metódica e sistemática. Assim como as necessidades dos missionários são constantes, as ofertas precisam também ser constantes.

As ofertas missionárias não devem ser esporádicas e espasmódicas, pois as necessidades são diárias. Não podemos reter em nossas mãos os recursos que devem promover o avanço do reino de Deus e o sustento dos obreiros do reino. A obra missionária é uma tarefa de toda a igreja. Aqueles que vão não devem receber nem menos nem mais do que aqueles que ficam guardando a bagagem (1Sm 30.24).

EM QUARTO LUGAR, DEVEMOS CONTRIBUIR COM SACRIFÍCIO (2CO 8.3-5).
Não contribuímos apenas com as sobras, mas, sobretudo, com o que nos é essencial. Devemos dar não apenas da nossa riqueza, mas também da nossa pobreza, sabendo que Deus é quem multiplica a nossa sementeira para continuarmos investindo na sua obra (2Co 9.10).

Os crentes macedônios nos dão o exemplo: “Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários, pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também se deram a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus” (2Co 8.3-5).

EM QUINTO LUGAR, DEVEMOS CONTRIBUIR COM SENSO DE ADORAÇÃO (FP 4.18).
A oferta missionária é como aroma suave e como sacrifício aceitável e aprazível a Deus. Na mesma medida que assistimos as necessidades dos santos, tributamos culto de adoração a Deus com nossas ofertas.

A contribuição cristã não é apenas algo financeiro. Ela desencadeia reflexos no céu e na terra; ela toca o coração de Deus e o coração dos homens.

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz


domingo, 17 de agosto de 2014

A AMIZADE COM O MUNDO

A amizade do mundo é inimizade contra Deus. (Tg. 4.4)

É impossível ser amigo de Deus e do mundo incrédulo ao mesmo tempo. Nem Cristo, nem os apóstolos, nem todos os fiéis tentaram praticar esta arte.

Você pode deixar de crer e de seguir a Cristo; você pode deixar de se examinar para checar se continua na fé e se vive fazendo a vontade de Deus; você pode abandonar a Palavra e deixar de ser sincero; você pode deixar de escutar a voz do Espírito Santo em tua consciência, se é assim que você deseja.

O Senhor pode te deixar viver como você bem entender.Como está escrito: “Meu povo não ouviu a minha voz, e Israel não me quis a mim. Os deixei, portanto, seguir a dureza de seu coração; caminharam em seus próprios conselhos”. Assim também Deus pode te deixar, se você quiser. Mas, que o Senhor tenha compaixão de ti e tal não te permita!

Se você ainda tem um dia de graça, sê sincero consigo mesmo, e receba com prazer a revelação que o Espírito Santo deseja te dar. Milhares têm sido despertados do sono do engano e vivem para louvar eternamente a misericórdia de Deus. Por isso, pare e reflita!

Se pela graça de Deus você percebe que esteve distanciado Dele, não permita que ninguém e nada negue teu despertar espiritual, nem cale a voz do Espírito Santo dentro de ti.

Não aceite outra coisa senão as vestes nupciais, tecidas com a perfeita justiça de Cristo, que te dá a verdadeira paz e nova vida.

O reino de Deus está perto de ti, os braços do Pai eterno estão abertos em todo o tempo para nos receber com amor, desde o momento em que Cristo se entregou por nós para morrer na cruz.

Ainda que você fosse mil vezes pior do que é, os méritos de Cristo são suficientes para que você seja recebido por Deus, sem nenhuma reprovação.

O Espírito quer te dar vida, quer te dar a fé salvadora, por isso você deve se arrepender, reconhecendo com tristeza os pecados que pesam sobre ti. Foge para Cristo, tal como você está e tudo ficará bem!

É possível que você nunca antes tenha compreendido realmente o amor de Deus em Cristo. Mas, se você recebeu a vida espiritual e logo a perdeu, então, você já conhece o caminho: Volta da mesma forma de antes ao mesmo Salvador!

“Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente”. Ele ainda continua convidando: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba“e o que quiser, tome de graça da água da vida”.

Amado Pai, faça com que reconheçamos e gostemos da tua misericordiosa, boa e perfeita vontade. Amém.

Sóstenes Ferreira da Silva

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Poucos compreendem o que seja a graça de Deus

A expressão máxima da graça de Deus é a presença de Jesus Cristo no mundo, e tudo quanto, como fruto de sua vida, morte e ressurreição, irrompe como possibilidade para a natureza criada e toda a humanidade

Contam que C.S. Lewis chegou ao auditório de um congresso religioso e observou acalorado debate.Perguntou ao sujeito ao lado qual a razão de tanta discussão. Estão discutindo qual é a distinção do Cristianismo em relação às outras religiões, esclareceu o homem. Simples, comentou Lewis, sem hesitar, a graça de Deus. 

De fato, todas as religiões estão baseadas no esforço pessoal e no princípio da justiça retributiva. Somente o Cristianismo apresenta a possibilidade de um relacionamento entre Deus e os homens além das fronteiras do mérito e demérito. Infelizmente as palavras de Lewis, dos pais do protestantismo, e, pior, uma das afirmações mais categóricas e fundamentais do Novo Testamento se perderam na poeira do fenômeno religião de consumo, onde os deuses disputam melhores lugares nas prateleiras do mercado religioso. Poucos cristãos, ou que se dizem cristãos, compreendem o que seja a graça de Deus. Arrisco, portanto, algumas sugestões.

A graça de Deus é o favor imerecido de Deus para com a humanidade. [Mateus 5.45; Efésios 2.8-10; Tiago 1.17,18; 2Pedro 1.3]

A graça de Deus é a disposição de Deus em tratar bem aqueles que o rejeitam e dar coisas boas a quem não lhe quer bem ou mesmo sequer reconhece sua existência. [Mateus 5.41-48]

A graça de Deus é a boa vontade de Deus, a pré-disposição positiva de Deus, o desejo de abençoar, a intenção constante de fazer o bem e agir com bondade em relação ao universo criado e toda a humanidade. [Êxodo 33.19; Salmo 100.5; 2Crônicas 16.9; Jeremias 29:11; 33:3; Hebreus 4:16] 

A graça de Deus é a interpelação, o apelo, o chamamento, o convite, a insistente convocação de Deus para que a humanidade se renda à sua bondade.[Hebreus 1.1,2; 3.7; 3.15; 4.7; Atos 14.16,17; 26.14]

A graça de Deus é o fluxo constante de amor e vida divinos que sustentam o universo e toda a humanidade. [Isaías 18.4; Atos 17.28; Romanos 11.33-36; Hebreus 1.3] 

A graça de Deus é a energia ativa, o poder abençoador, a força, o empurrão que Deus imprime no universo e na humanidade para que o bem e o bom possam existir. [1Coríntios 15.10; Filipenses 2.13,14; Colossenses 1.29]

A graça de Deus é a ação e o trabalho de Deus em favor do universo e de toda a humanidade. [Salmo 37.5; Isaías 64.4; Mateus 6.25-34; Filipenses 4.19; 1Pedro 5.7]

A graça de Deus é a oportunidade, chance, concessão, permissão, autorização que Deus concede à humanidade para que experimente sua bondade e participe de seus atos bondosos. [Isaías 55.6; 2Coríntios 8.1]

A vida não se explica sem a graça de Deus: Deus tudo criou, tudo sustenta e a todos concede vida e fôlego para que existam, inclusive em rebeldia e de maneira contrária ao seu caráter três vezes Santo. O Deus cristão é o Deus de toda a graça [Isaías 6.1-5; Atos 17.24,25; 1Pedro 5.10], e o seu evangelho não é outro senão o evangelho da graça de Deus [Atos 20.24].

A graça de Deus está presente inclusive onde a igreja ainda não está e aonde o evangelho ainda não chegou. [Atos 10.31; 14.16,17]

O mundo, a humanidade e o futuro são viáveis pelo fato de estarem sob a graça de Deus. Vale a pena fazer o bem, vale a pena semear para a justiça e a paz, pois a mão de Deus está promovendo e agindo em cooperação para trazer à existência o que é bom. [Romanos 8.28-30]

Toda e qualquer experiência humana do amor; todos os atos de justiça, compaixão, e solidariedade; todas as expressões da ética e da estética; a arte e a cultura; a ciência, a tecnologia e o trabalho; as filosofias e sabedorias; a ordem, a estrutura inteligente e a coerência lógica da realidade física, orgânica e social; o prazer, a alegria e o contentamento; a superação, a possibilidade de começar de novo, e a inovação; a rebeldia contra a morte e tudo quanto a promove, sustenta ou representa; as possibilidades utópicas em relação ao futuro; a fé, a esperança e a paz, se explicam pela graça de Deus.

A expressão máxima da graça de Deus é a presença de Jesus Cristo no mundo, e tudo quanto, como fruto de sua vida, morte e ressurreição, irrompe como possibilidade para a natureza criada e toda a humanidade. Como bem disse o apóstolo João [1.14], Jesus é a verdade cheia de graça.

Autoria: Ed René Kivitz / Guia-me

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Oferta missionária, graça de Deus

A Bíblia diz que a contribuição não é um peso..." mas uma graça e graça é um dom imerecido (2Co 8.1). A contribuição não é apenas algo que oferecemos a Deus, mas sobretudo, um favor que Deus concede a nós.

Deus nos dá o privilégio de sermos parceiros no grande projeto de evangelizarmos o mundo e assistirmos os santos. A contribuição é uma semeadura e o dinheiro é uma semente. A semente que se multiplica é a que semeamos e não a que comemos. Quando semeamos com fartura, colhemos com abundância (2Co 9.6). Quando semeamos coisas materiais, recebemos bênçãos espirituais na mesma medida que aqueles que semeiam as coisas espirituais, recolhem bens materiais (1Co 9.11).

Como devemos contribuir para a obra missionária?
Em primeiro lugar, devemos contribuir com alegria (2Co 9.7).
A contribuição deve ser um momento de grande alegria. Dar com tristeza para a obra de Deus não tem sentido, pois antes de Deus aceitar a oferta, Ele precisa aceitar o ofertante. O Senhor Jesus diz que mais bem-aventurado é dar do que receber (At 20.35).

Em segundo lugar, devemos contribuir com proporcionalidade (1Co 16.2).
A proporção é o melhor sistema da contribuição. Não deve existir sobrecarga para aquele que tem pouco nem insensibilidade por aquele que tem em abundância. O apóstolo Paulo coloca esse princípio da seguinte maneira: “Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem. Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade, suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância aqueles venha suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade, como está escrito: o que muito colheu não teve demais; e o que colheu pouco não teve falta

Em terceiro lugar, devemos contribuir com regularidade (1Co. 16.2).

A contribuição deve ser regular, metódica e sistemática. Assim como as necessidades dos missionários são constantes, as ofertas precisam também ser constantes.

As ofertas missionárias não devem ser esporádicas e espasmódicas, pois as necessidades são diárias. Não podemos reter em nossas mãos os recursos que devem promover o avanço do reino de Deus e o sustento dos obreiros do reino. A obra missionária é uma tarefa de toda a igreja. Aqueles que vão não devem receber nem menos nem mais do que aqueles que ficam guardando a bagagem (1Sm 30.24).

Em quarto lugar, devemos contribuir com sacrifício (2Co 8.3-5).
Não contribuímos apenas com as sobras, mas, sobretudo, com o que nos é essencial. Devemos dar não apenas da nossa riqueza, mas também da nossa pobreza, sabendo que Deus é quem multiplica a nossa sementeira para continuarmos investindo na sua obra (2Co 9.10).

Os cristãos macedônios nos dão o exemplo: “Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários, pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também se deram a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus” (2Co 8.3-5).

Em quinto lugar, devemos contribuir com senso de adoração (Fp 4.18).
A oferta missionária é como aroma suave e como sacrifício aceitável e aprazível a Deus. Na mesma medida que assistimos as necessidades dos santos, tributamos culto de adoração a Deus com nossas ofertas.

A contribuição cristã não é apenas algo financeiro. Ela desencadeia reflexos no céu e na terra; ela toca o coração de Deus e o coração dos homens.

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini


Graça e Paz