"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 14 de dezembro de 2024

MALDIÇÃO QUEBRADA

"Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se Ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)."

Gravemos profundamente em nossos corações: Jesus levou voluntariamente sobre Si na cruz a maldição do pecado, que deveria cair sobre nós.

Lá, onde nós deveríamos estar dependurados, Jesus esteve em nosso lugar, pagando o preço da nossa salvação.

Assim fomos libertos da maldição.

Em 1 Pe 2.24 lemos o mesmo com as seguintes palavras:

"Carregando Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados."

Mas Ele não o fez apenas simbolicamente, Ele o fez de maneira real.

Ele o fez por todas as pessoas, para que ninguém tivesse de se perder, a não ser quem rejeitar essa oferta.

Jesus teve de fazer esse sacrifício porque todos os incontáveis sacrifícios de animais na Antiga Aliança não podiam tirar os pecados, mas apenas cobri-los.

Já que a expiação de nossa culpa exigiu um preço tão elevado, nunca conseguiremos levar o pecado suficientemente a sério.

Jesus, com Seu sacrifício no madeiro maldito, cumpriu o que havia prometido:

"Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo 10.11).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 23 de agosto de 2023

TRANSFORMANDO MALDIÇÕES EM BENÇÃOS

“O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele confiou o meu coração, e fui socorrido: pelo que o meu coração salta de prazer, e com o meu canto O louvarei”. (Sl.28.7)

“Espera no Senhor, anima-te e Ele fortalecerá o teu coração; espera pois no Senhor” (Sl 27.14)

“Preparado está o meu coração; Ó Deus, preparado está o meu coração; cantarei e salmodiarei” Sl. 57.7

“Não temerá maus rumores: o seu coração está firme, confiando no Senhor.” (Sl. 112.7)

“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento” (PV. 3.5)

“Reconhece-o em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas.” (Prov. 3.6)

“Sobre tudo o que deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida Pv.4.23

“O coração com saúde é a vida da carne.” Tenho um coração saudável, e boa saúde em toda a minha carne.

“Puseste alegria no meu coração, mais do que no tempo em que se multiplicaram o seu trigo e o seu vinho” (Sl. 4.7)

“O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nosso coração” (II CO.1.22)

“E a Paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações, e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Fl. 4.7

Hoje é o dia em que vamos trocar as palavras negativas (maldições) por BENÇÃOS, usando a Palavra de Deus.

Faça uma lista das coisas negativas que lhe vêm sendo ditas, e que lhe tem machucado o coração.

Encontre na PALAVRA DE DEUS promessas que transformarão esta situação.

Se alguém disse que você é desajeitado, ou um fracassado, ou louco, desequilibrado, proclame “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.”

Em lugar de falar sobre doenças, censure este pensamento, dizendo: “A alegria do Senhor é a minha força”;

“Louva ao Senhor, ó minha alma, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios; Ele perdoa todos os meus pecados e cura todas as minhas doenças.”

Cada vez que seu coração estiver em dificuldade devido a uma lembrança má, proclame uma BENÇÃO sobre ela, e repreenda a maldição! 

Transforma maldições em BENÇÃOS.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 5 de abril de 2023

LEGADO DE BENÇÃO OU MALDIÇÃO

Somos testemunhas oculares e atores protagonistas ou coadjuvantes de uma história que caminha a largos passos em direção ao caos moral e espiritual.

Estamos perdendo os padrões que de fato valem a pena serem reproduzidos e deixados como legados para as gerações que virão.

Em lugar disso estamos assassinando o certo e ressuscitando o errado.

Por não mantermos intactos os padrões divinos, estamos dando passos rumo a degraus cada vez mais baixos.

Deus está sendo expulso das escolas, do casamento, dos setores privado e público, e de modo geral das vidas.

A grande maioria dos pais não está usando a Bíblia, a moral e nem os valores corretos para educar seus filhos, em vez disso, a TV, a internet e o mundo que jaz no Maligno têm sido seus professores.

Com isso estão dando a essa geração e as gerações vindouras um legado de maldição e não de benção, estão deixando uma herança satânica e não divina.

Estamos tão acostumados ao errado que quando ele é reproduzido em nossa casa ou mesmo em nossas vidas, não nos incomodamos com ele, por isso nossa geração está debaixo de uma maldição sem precedentes.

Deus promete punir os que invertem os valores que priorizam a decência, a santidade e o caráter imaculado.

Essa punição claramente pode ser percebida pelos males que assolam a humanidade dos dias atuais.

A pior maldição bem como a maior punição que Deus pode enviar aos homens é ausentar-se de suas vidas: “A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de mim, o teu socorro”

Na oração do Pai Nosso Jesus ensinou seus discípulos a orarem pedindo que o Reino de Deus venha a terra, mas quando aceitamos os padrões satânicos democratizados pelas mídias, estamos buscando o contrário, ao invés de trazermos o Reino de Deus à terra, estamos trazendo o reino de satanás ao mundo.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


sábado, 22 de fevereiro de 2020

O PROCESSO DE JESUS: ESPINHOS: UM SINAL DA MALDIÇÃO


E, despindo-o, o cobriram com uma capa escarlate. E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça (Mateus 27:28-29).

O Senhor Jesus passou uma noite atribulada. Um de Seus discípulos O traiu, outro O negou. Mais de uma vez os sacerdotes O interrogaram perante o Sinédrio (conselho dos judeus) e, finalmente pronunciaram Sua sentença de morte. Em seguida, veio o amanhecer.

No propósito de cumprir o plano de matar Jesus Cristo, os líderes judeus O levaram a Pilatos, pois a sentença não poderia ser executada sem o consentimento do governador romano. Ele teria de passar por um julgamento.

Embora convencido da inocência do acusado, Pilatos cedeu à exigência dos judeus e decidiu que Jesus Cristo deveria ser crucificado.

Assim, a rejeição do verdadeiro Rei de Israel foi selada. Que trágico! Ele era o Enviado de Deus, o Messias, que havia confirmado Sua origem divina diante dos homens com muitos sinais e milagres.

Mas ao invés de insígnias reais, Ele recebeu uma coroa de espinhos, que os soldados romanos pressionaram sobre Sua cabeça.

Tudo isso aconteceu em meio a maus-tratos e abusos extremamente brutais.

Já depois da queda através do pecado, Deus amaldiçoou a terra com as palavras: "Espinhos e cardos também te produzirá” (Gênesis 3:18).

A coroa de espinhos foi, portanto, um sinal da maldição com que Aquele que era santo e puro foi desonrado.

Como ficamos comovidos pelo lamento do Senhor: "Bem conheces a minha afronta, e a minha vergonha, e a minha confusão; diante de ti estão todos os meus adversários" (Salmo 69:19).

O fato de que Jesus Cristo suportou a maldição na cruz em nosso lugar para libertar aqueles que desejam se livrar da maldição do pecado aconteceu conforme o conselho de Deus.

Vamos adorá-Lo por tal humilhação!

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 12 de outubro de 2019

MALDIÇÃO EM BENÇÃO!


Eliseu torna as águas saudáveis de Jericó

E os homens da cidade disseram a Eliseu: Eis que é boa a situação desta cidade, como o meu senhor vê; porém as águas são más, e a terra é estéril. E ele disse: Trazei-me um prato novo, e ponde nele sal. E lho trouxeram. Então saiu ele ao manancial das águas, e deitou sal nele; e disse: Assim diz o Senhor: Sararei a estas águas; e não haverá mais nelas morte nem esterilidade. Ficaram, pois, sãs aquelas águas, até ao dia de hoje, conforme a palavra que Eliseu tinha falado. (2Re 2.19-22)

VAMOS ENTENDER O PROBLEMA DA CIDADE:
Jericó foi uma das primeiras cidades conquistadas pelos hebreus na retomada das terras pós cativeiro egípcio, que perdurou por 430 anos.

O líder que vemos se chama Josué, homem de uma extrema habilidade militar, pois em algumas ocasiões, Josué ganhou guerras apenas com ferramentas de trabalhos agrícolas, como enxadas e pás. Agora em seu capitulo 6 o exímio comandante recebe uma ordem que o leva a tomar uma atitude fora de sua tática militar, porém a palavra de ordem vinha do próprio Senhor Deus, o Senhor dos Exércitos. Ele é levado a dar 13 voltas na cidade de Jericó, pois a cidade conforme registrado no versículo 1 do capitulo 6 de seu livro, era uma fortaleza com dois muros que cercavam a cidade, segundo historiadores a muralha era dupla, os dois muros ficavam separados um do outro por uma distancia de cinco metros.

O muro exterior tinha dois metros de largura e o interno quatro metros de largura, e ambos tinham dez metros de altura.

Pra entendermos um pouco dessa amplitude que era as muralhas, é só entendermos haviam casas construídas em cima dos muros, isto se dá ao fato de que era algo muito engenhoso. Enfim, eles rodeiam a cidade, os muros caem, e eles invadem a cidade conquistando-a, neste tempo de conquista o comandante Josué lançou a palavra de maldição sobre aquela cidade (Josué 6: 26 e 27), uma cidade que era bem situada por causa do Rio Jordão que passava próximo, realmente um oásis em meio ao deserto, agora era apenas uma ruína em uma boa localização. Tudo agora passa a ser estéril naquele ambiente e o oásis passa a ser maldito.

500 anos depois da maldição Hiel o betelita, edifica a cidade 1 Reis 16:34, mas, a maldição ainda estava presente na cidade e nos dias de Acabe, quando Hiel vai lançar o fundamento, seu filho primogênito Abirão morre, e quando ele vai por as portas da cidade seu filho mais novo Segube também é morto, para que se cumpra apalavra do Senhor pela boca de Josué.

A maldição parecia ser predominante, até passar o homem de Deus naquele lugar, os homens da cidade o procuraram e relataram sobre a dificuldade em que a cidade se encontrava, bem situada, porém maldita e suas águas más,

Eliseu faz algo que parece inusitado aos olhos de quem vê, ele pede um prato novo; vamos abrir aqui uns parênteses, (Prato, representa servir, Novo, indica que Deus nunca serve ninguém com algo velho), e ponha nele sal! Sal representa tempero, sabor, equilíbrio. E o o mais importante que ele faz é, ir até o manancial das águas, na fonte, no inicio, e profetizar lançando sobre aquelas águas algo novo e equilibrado.

Talvez esta seja a tua vida! Você até pode ser bem aparentado(a), pode até morar em um lugar luxuoso, pode ser que até frequente em uma igreja, mas por dentro sua cidade que é o seu interior, você carrega uma maldição, um trauma, talvez você não seja feliz, suas decisões por mais que sejam satisfatórias não tem um retorno pleno para tua vida.

Eu tenho algo pra lhe contar! Você precisa de algo novo! Só algo novo pode quebrar as maldições! E o que é esse algo novo? Se chama Evangelho! Não uma religião! Evangelho no grego significa Boa nova…

Jesus Cristo é essa boa nova! algo novo capaz de quebrar a maldição que lhe prendia, que lhe consumia. deixa ele mudar a sua vida só ele é capaz de ir na fonte do problema! Só ele é capaz de tornar a maldição em Benção!

Pr Jonas Rodrigo Bezerra

Por Litrazini
Graça e Paz


sábado, 16 de maio de 2015

VIVENDO POR PRINCÍPIOS, NÃO POR REGRAS

“E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina; Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas” [Mateus 7:28-29].

No livro de Mateus, nos capítulos 5 à 7, vemos o famoso Sermão do Monte onde, em resumo, Jesus trata acerca da forma como a Lei, as ordenanças de Deus, devem ser aplicadas. Jesus não fala sobre legalismo, mas sim de como viver na prática as ordenanças de Deus. Ele não foca as bençãos e maldições consequentes de nossa posição quanto a isso, mas sim a necessidade de viver segundo os princípios das ordenanças, não simplesmente obedecer às regras.

Ao final desse discurso vemos, segundo o texto em destaque, que de fato os ensinamentos proferidos neste tão rico sermão são de um teor até então não observado. Jesus mencionou a lei, ordenou a obediência, mas ensinou a obedecê-la com sinceridade. Não pregou o legalismo, mas sim toda a profundidade do Reino de Deus.

Li recentemente mais um artigo discutindo a legalidade do dízimo. E como é de praxe foi seguido de uma calorosa discussão entre os leitores. Contudo, o que se vê, na maior parte dos comentários sérios é uma dualidade de ideias diametralmente opostas: de um lado, aqueles que afirmam que o dízimo é uma farsa apoiados em textos sobre a revogação da Lei em Cristo, de outro lado, aqueles que defendem o dízimo como uma obrigação apoiados por textos que sugerem que Cristo apoia (ou pelo menos não proibiu) o dízimo. Como vemos, a discussão ocorre em torno da questão da legalidade, da aceitação – ou não – da Lei.

Se lermos Gálatas 3:24 veremos que a Lei foi dada para cuidar do homem até a vinda de Cristo. Ou seja, a obediência a essas regras serviriam para manter o coração do homem preparado para receber a Cristo. Mas por quê então ela deveria ser revogada? Notamos, pelo Sermão do Monte, que, apesar da Bíblia nos garantir diversas vezes que não o homem não está mais sob o julgo, sob a maldição, da Lei, os princípios nos quais essas regras foram fundamentadas permanecem passíveis de observância, caso contrário, Jesus não teria citado-os.

Lembre-se: a Bíblia é um livro de princípios, não de regras. Um exemplo disso vemos em Mateus 5:21-22: “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo. Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno”. Um assassinato nunca ocorre senão precedido de cólera; a abstenção da cólera certamente evitará o assassinato. Jesus não simplesmente pediu para seguirmos a regra “não matarás”, mas para vivermos o princípio do amor ao próximo, pois desta forma certamente a regra não será violada.

Por duas vezes (Mateus 9:13 e 12:7) Jesus afirmou: “Misericórdia quero, e não sacrifício”. Com isso ele diz que mais aceitável é o princípio da misericórdia do o sacrifício previsto na Lei. E isso não é algo novo. Veja Oséias 6:6: “Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos”.

Já no antigo testamento Deus já desejava que os princípios de sua Lei, de seu Reino, estivesse nos corações dos homens. Por isso ele determinou a Lei, para que os corações estivessem familiarizados com os princípios. Mas infelizmente, como naqueles tempos, ainda muitos têm vivido sobre o julgo do legalismo. Há dois grupos de pessoas sob esse julgo:

Aqueles que obedecem a Lei por medo da maldição advinda pela desobediência; Aqueles que obedecem a Lei como uma forma de receber as bênçãos prometidas.

O primeiro grupo, se esquece que somos redimidos por Cristo (Romanos 3:24) e portanto não podemos esperar que a justiça venha da Lei, pois estaríamos dizendo que o sacrifício de Cristo foi em vão (Gálatas 2:21).

O segundo grupo se esquece que todos somos pecadores (Romanos 3:23; 1 João 1:8) e portanto não somos de forma alguma merecedores das bênçãos, mas a recebemos unicamente por conta do amor incondicional de Deus.

Diante de tudo isso, o que fazer? A Bíblia nos orienta que devemos buscar uma profunda transformação de nosso ser (Efésios 4:24; Romanos 12:2, João 4:23-24). Cristo não nos quer condicionados a regras que observamos inconscientemente, mas nos quer transformados, vivendo sobre Seus princípios, não sob regras. E com o nosso ser transformado, não somos “obrigados” a fazer algo, mas sentimos o desejo (ou até a necessidade) de fazê-lo por princípio, por amor. Isso deve ser espontâneo, nunca forçado.

Se verdadeiramente buscarmos o Reino de Deus e o que Ele representa, vivermos em comunhão com o Espírito Santo e humildemente aceitarmos Seu direcionamento, certamente estaremos obedecendo e vivendo por princípios, não por regras. Lembre-se: isso não é uma filosofia, mas é algo bem prático. Se não nos dedicarmos à oração, ao jejum e à leitura da Bíblia, tenha por certo que não atingiremos tal objetivo.

Neto Casaroli

Por Litrazini
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Graça e Paz

sábado, 15 de novembro de 2014

AUTORIDADE ESPIRITUAL

Toda autoridade que existe foi instituída pelo próprio Deus. Portanto, quando desonramos as autoridades, estamos desonrando a Deus. Quando pecamos contra uma autoridade, pecamos contra Deus, e quando isto ocorre consciente ou inconscientemente, a Bíblia diz: “Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação”.

AS AUTORIDADES SÃO INSTITUÍDAS POR DEUS:

MUNDO: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus”: Rm13.1.

“Sujeitai-vos a toda autoridade humana por amor do Senhor, quer ao rei, como soberano, quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem”: I Pe.2.13,14.

DEUS É A FONTE DE TODA A AUTORIDADE NO UNIVERSO. Considerando que todas as autoridades governantes foram por ele instituídas, então toda a autoridade é delegada por ele e representa a sua autoridade. O próprio Deus estabeleceu este sistema de autoridade a fim de se manifestar.

FAMÍLIA: “Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos”: Ef.5.22-24.

 “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra”: Ef.6.1 a 3.

DEUS ESTABELECE SUA AUTORIDADE NO LAR, mas muitos dos seus filhos não prestam suficiente atenção a este setor da família. As epístolas de Efésios e colossenses mencionam a sujeição no lar, pois sem ela será difícil servir a Deus. As cartas de I Timóteo. e Tito falam do problema familiar como algo que poderia afetar o trabalho. A 1ª carta de Pedro considera a rebeldia contra a autoridade familiar como rebeldia contra o reino. Quando os membros de uma família entendem a autoridade dificuldades no lar desaparecem.

IGREJA: “Ora, rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, presidem sobre vós no Senhor e vos admoestam; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós”: 1Ts.5.12,13).

“Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei pois, os membros de Cristo, e os farei membros de uma meretriz? De modo nenhum. Ou não sabeis que o que se une à meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque, como foi dito, os dois serão uma só carne”: I Co. 6.15,16.

DEUS ESTABELECEU AUTORIDADES NA IGREJA TAIS COMO OS PASTORES QUE PRESIDEM BEM E OS QUE SE AFADIGAM NA PALAVRA E NO ENSINO.

Todos aqueles que são insubordinados às autoridades indiretas de Deus não estão sujeitos à autoridade direta de Deus.

A QUEBRA DO PRINCÍPIO DA OBEDIÊNCIA À AUTORIDADE ATRAI MALDIÇÃO SOBRE A PESSOA.

“Porque a rebelião é como o pecado de adivinhação, e a obstinação é como a iniqüidade de idolatria. Porquanto rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou, a ti, para que não sejas rei”: 1Sm.15.23.

A OBEDIÊNCIA AO PRINCÍPIO DA AUTORIDADE ATRAI A BÊNÇÃO SOBRE AS PESSOAS

A MEDIDA DA OBEDIÊNCIA
Quando a autoridade delegada (homens que representam a autoridade de Deus) e a autoridade direta (o próprio Deus) entram em conflito, a pessoa pode prestar submissão mas, não obediência à autoridade delegada como:
A)- A OBEDIÊNCIA ESTÁ RELACIONADA COM A CONDUTA: É RELATIVA. A submissão relaciona-se com a atitude do coração: é absoluta.
B)- SÓ DEUS RECEBE OBEDIÊNCIA IRRESTRITA SEM MEDIDA; qualquer pessoa abaixo de Deus só pode receber obediência restrita.
C)- SE A AUTORIDADE DELEGADA EMITIR UMA ORDEM CLARAMENTE EM CONTRADIÇÃO COM A ORDEM DE DEUS, DEVERÁ RECEBER SUBMISSÃO, MAS NÃO OBEDIÊNCIA. Temos que nos submeter à pessoa que recebeu autoridade delegada de Deus, mas devemos desobedecer a ordem que ofende a Deus.

Não existe ninguém apto a ser autoridade delegada por Deus se ele mesmo não aprender primeiro como sujeitar-se à autoridade. Ninguém pode saber como exercer autoridade até que sua própria rebeldia tenha sido resolvida.

ESTAR EM POSIÇÃO DE AUTORIDADE EXIGE RESTRIÇÃO; é preciso santificar-se. Outros podem, mas você não pode. Você tem de obedecer ao Espírito do Senhor conforme ele ensina dentro de você. Se não nos santificarmos como nosso Senhor, não estaremos qualificados para ficar em posição de autoridade.

A AUTORIDADE TEM SEUS FUNDAMENTOS NA SANTIFICAÇÃO. Sem santificação não pode haver autoridade. Quanto mais alta a autoridade maior a separação. Deus é a autoridade máxima. Vamos aprender a nos santificar de coisas impuras e comuns.

Baseado no livro Autoridade espiritual – editora vida

Por Litrazini
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Graça e Paz

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O Poder das Palavras

“Visto que amou a maldição, ela lhe sobrevenha, e assim como não desejou a bênção, ela se afaste dele. Assim como se vestiu de maldição, como sua roupa, assim penetre ela nas suas entranhas, como água, e em seus ossos como azeite.  Seja para ele como a roupa que o cobre, e como cinto que o cinja sempre. Seja este o galardão dos meus contrários, da parte do SENHOR, e dos que falam mal contra a minha alma.” Salmos 109:17-20

“Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo. Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo.

Ora, nós pomos freio nas bocas dos cavalos, para que nos obedeçam; e conseguimos dirigir todo o seu corpo.

Vede também as naus que, sendo tão grandes, e levadas de impetuosos ventos, se viram com um bem pequeno leme para onde quer a vontade daquele que as governa.

Assim também a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.

A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.

Porque toda a natureza, tanto de bestas feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana; Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.

Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.

De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.

Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?

Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce.”  Tiago 3:1-12

Houve uma mudança na minha vida quando resolvi mudar as minhas palavras. O meu ministério mudou quando percebei que, muitas vezes, minha boca era uma fonte de maldições.

Maldição é falar mal do que é bom. Precisamos tomar cuidado com o que falamos, se Deus disse que o casamento é uma bênção, eu não posso dizer que é uma desgraça. Isso seria contradizer a Palavra de Deus. Alguns têm muitos medos e complexos no presente, por causa de palavras malditas no passado.

Quando garoto, meus pais se separaram, por essa razão, repeti de ano, me chamaram de burro na escola. Até que uma professora, a dona Riza me ajudou e disse que eu seria sim, alguém na vida. Aquela palavra me levantou, me deu motivação. No meio de 150 alunos, tornei-me o melhor e fui homenageado diante de todos.

Ao pesquisar sobre bênção e maldição durante todos esses anos, constatei que apenas 5% das pessoas reage ao contrário ao ouvir uma palavra negativa, 95% a absorve negativamente. 

A bênção ocorre no mundo espiritual. A Palavra de Deus é bem superior às palavras dos homens. Ele abençoa!

É mais fácil falar mal, e quem não controla a própria língua, atrai maldição para si!

A palavra tem poder de abater e de levantar. Ela pode ser usada negativamente ou positivamente, é você que decide como usá-la.

Abençoe a sua família e tudo aquilo que você possui. Abençoe, não amaldiçoe!

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini
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Graça e Paz