"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

Mostrando postagens com marcador perseguição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador perseguição. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de junho de 2024

JESUS NÃO NOS PROMETEU UM MAR DE ROSAS

Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes odiou a Mim. Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas Eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia. João 15:18 e 19.

O cristianismo, conforme Jesus apresentou, não é como um piquenique pacífico.

Entre todos os importantes educadores do mundo, talvez Ele seja o mais honesto.

Vez após outra, Jesus salientava o fato de que Seus seguidores seriam perseguidos porque eram semelhantes a Ele, porque andariam de acordo com princípios totalmente opostos aos da cultura em geral.

A realidade é que o verdadeiro cristianismo muda as pessoas.

Ele as deixa fora de sintonia com a cultura humana 'normal' (pecaminosa). E o resultado é perseguição. 

O próprio Jesus não ficou isento. Ele morreu a terrível e humilhante morte de cruz.

A perseguição e discriminação ainda não estão no fim.

A Bíblia nos diz que elas continuarão até o fim dos tempos.

Tais coisas, porém, não quebrantam o espírito dos seguidores de Cristo, porque eles sabem que este mundo não é seu lar.

Eles sabem que aqueles que são 'perseguidos por causa da justiça' herdarão o reino de Deus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 1 de abril de 2022

O AMOR DE MUITOS ESFRIARÁ

Jesus predisse que o amor de muitos esfriaria como parte de Sua resposta à pergunta dos discípulos: "Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo."

Em Mateus 24, no Sermão do Monte, Jesus descreve o fim dos tempos que precederão a Sua segunda vinda.

Ele diz que haverá falsos cristos (Mt 24:5), guerras (Mt 24:6), contendas e desastres naturais (Mt 24:7).

Jesus também alertou sobre a perseguição dos crentes, alguns dos quais provariam ser falsos discípulos que se voltariam uns contra os outros (Mt 24:9–10). “E”, disse Jesus, “por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará” (Mt 24:12).

Quer seja por causa da influência ilusória dos falsos mestres, da perseguição ou do medo da morte, o zelo de muitos falsos mestres diminuirá. Seu amor para com Deus e para com a igreja "esfriará".

Os verdadeiros cristãos, mesmo aqueles cuja fé é fraca, perseverarão até o fim (Mt 24:13). Deles é o amor verdadeiro, que é fruto do Espírito Santo (Gl 5:22), e esse amor não pode falhar (1Co 13:7).

O amor verdadeiro não pode esfriar porque é sustentado por Cristo, o qual é capaz de nos impedir de cair (Judas 1:24).

Para aqueles sem o Espírito, no entanto, o amor que têm ficará cada vez mais frio nos últimos dias.

Paulo expande essa ideia em 2 Timóteo 3:1–4 quando descreve os últimos dias. O amor que essas pessoas têm não é um amor caloroso e vivo por Deus, Sua verdade e Seu povo.

Em vez disso, é um amor a si mesmo e ao dinheiro (versículo 2).

Paulo descreve aqueles cujo amor por Deus, Cristo e os santos é apenas fingido, não é realidade. Eles fazem tudo o que fazem de maneira religiosa e motivados por amor próprio e fins egoístas.

Seu objetivo é obter glória e aplauso dos homens ou usar a religião para ganhar algo para si. Eles não fazem nada para a glória de Deus, a honra de Cristo ou o bem dos outros.
Como podemos ter certeza de que o amor que temos por Cristo nunca esfriará?

Começamos nos examinando para termos certeza de que estamos realmente na fé (2Co 13:5).

Se realmente pertencemos a Cristo, podemos ter certeza de que possuímos o amor do Espírito que nunca esfria.

Então, devemos fazer todos os esforços para aumentar o nosso amor: “E isto peço em oração: que o vosso amor aumente mais e mais no pleno conhecimento e em todo o discernimento, para que aproveis as coisas excelentes, a fim de que sejais sinceros, e sem ofensa até o dia de Cristo; cheios do fruto de justiça, que vem por meio de Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus” (Filip 1:9-11).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 9 de junho de 2018

EVANGELIZAÇÃO


Pedro pregou o seu primeiro sermão e aproximadamente três mil pessoas se converteram. Pouco tempo depois, no Templo, este número subiu para quase cinco mil pessoas, entre elas muitos sacerdotes. 

Depois veio a perseguição e, no término dela, em 313 d.C., com o Edito de Tolerância, havia cerca de dez milhões dos que professavam a fé em Cristo. No ano 1000 d.C., haviam cinquenta milhões de cristãos. No final de 1700 d.C., apesar do esforço missionário ter diminuído, o número para 215 milhões, o que significa um aumento de 165 milhões de pessoas em oitocentos anos. Em 1975 d.C., 

Willian Carey destacou-se ao iniciar as missões modernas, e em 1900 havia 500 milhões de cristãos no mundo. Houve, então um aumento de 285 milhões em cem anos. Na década de 1980 o número aumentou para 1.3 bilhão de pessoas. Em 1990, chegou a 1.8 bilhão. Isto significa que houve um aumento de um bilhão e quinhentos milhões de cristãos apenas no século vinte! Não há conquistas mais significativas do que esta nos anais da história. 

O reino de Cristo espalha-se mais rapidamente, três vezes mais do que a média de crescimento da população.

A evangelização é uma grande ameaça ao diabo; por isso, ele não mede esforços a fim de impedir, desviar e desencorajar todo o esforço para a evangelização. Ele range os dentes, quando alguém se dispõe a falar do amor de Deus a um colega de trabalho ou de escola. 

A Bíblia diz que satanás se oporá ao crescimento da Igreja nos últimos dias, quando usará, com renovada intensidade, as táticas que utilizou no passado.
As pessoas zombam dos cristãos - “Sabeis primeiro que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2 Pe. 3.3,4). 

O surgimento da iniquidade. “... estas palavras estão fechadas e seladas até o tempo do fim. Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados mas os ímpios procederão impiamente. Nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn. 12.9,10); “Saiba isto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis” (2 Tm. 3.1). 

O surgimento da apostasia. “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos alguns apostarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (1Tm. 4.1); “Vede que não vos enganem” (Lc. 21.8); “Acautelai-vos por vós mesmos, para que não aconteça que os vossos corações se sobrecarregam de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos pegue de surpresa como uma armadilha”(Lc. 21.34). 

O surgimento de guerras e confusão política no mundo. “Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá grandes terremotos, fomos e pestes em vários lugares e acontecimentos terríveis e grandes sinais provenientes do céu” (Lc. 21.10,11). 

O surgimento de falso cristos. “Cuidai para que ninguém vos engane. Muitos virão em meu nome, dizendo: “Sou eu!” e enganarão muitos”. (Mc. 13.5,6).
Nem todos tem o Dom de evangelista, mas todos podem evangelizar. Todo cristão precisa ser uma testemunha de Cristo. O diabo, coloca no coração dos membros das igrejas que a evangelização é de responsabilidade dos pastores e evangelistas, chamados especialmente para este fim, Satanás gosta que pensemos que outra pessoa pode fazer.

Nós, entretanto, devemos ser os melhores comunicadores do Evangelho em todo e qualquer lugar. 

Nossos vizinhos nos conhecem e sabem como vivemos. Os inimigos costuma convencer-nos de que somos inúteis, fracassados e sopra em nossos ouvidos que nosso testemunho é falho e ineficaz. Não temos dúvida quanto a isto: a oposição ao evangelismo aumentará nestes últimos dias

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 29 de outubro de 2017

A PERSEGUIÇÃO CONTINUA

Os apóstolos saíram do Sinédrio, alegres por terem sido considerados dignos de serem humilhados por causa do Nome. (Atos 5.41)

Furiosas por terem fracassado em sua primeira investida contra os apóstolos, as autoridades resolveram tomar uma atitude. Desta vez elas prenderam a maioria, se não todos os apóstolos e os colocaram em uma prisão pública.

Durante a noite, no entanto, um anjo abriu as portas do cárcere, levou-os para fora e mandou que eles fossem pregar o evangelho no pátio do templo. Foi o que eles fizeram.

Em sua defesa diante do Sinédrio, os apóstolos se preocuparam mais em glorificar a Cristo, aquele que Deus havia ressuscitado e exaltado. Os membros do Sinédrio ficaram furiosos com o testemunho corajoso dos apóstolos e queriam matá-los.

Foi nesse momento que Gamaliel, um fariseu muito respeitado, fez uma intervenção diplomática. Citando como precedente duas rebeliões anteriores (cujos detalhes históricos são incertos), ele aconselhou o concílio a libertar os apóstolos, pois se a atividade deles fosse de origem humana, fracassaria, mas se fosse da parte de Deus, ninguém poderia detê-la, e o concílio estaria lutando contra Deus.

Não devemos, no entanto, considerar o argumento de Gamaliel como um princípio invariável, pois o mal, pelo menos a curto prazo, muitas vezes triunfa, enquanto o bem por vezes fracassa.

O concílio aceitou o conselho de Gamaliel, açoitou os apóstolos, repetiu a ordem para que não falassem no nome de Jesus e os libertou.

A reação dos apóstolos é digna de nossa admiração. Mesmo com as costas brutalmente laceradas e sangrando, eles saíram do Sinédrio alegres, por terem sido considerados dignos de serem humilhados por causa do Nome (v. 41).

Assim, Lucas conclui seu relato sobre as duas perseguições deflagradas contra a igreja recém-nascida. Na primeira o concílio ordenou aos apóstolos que não falassem nem ensinassem em nome de Jesus, e isso os levou a orar por coragem para continuar pregando. Na segunda o concílio repetiu a ordem anterior e os açoitou, o que fez com que eles louvassem a Deus e se sentissem honrados por terem sofrido humilhação por Cristo.

O diabo nunca desistiu de tentar destruir a igreja à força. Até hoje a igreja ainda sofre perseguição em várias partes do mundo. Mas não precisamos temer por sua sobrevivência.

Como Tertuliano escreveu em sua Apologia: “Podem nos matar, torturar, condenar, reduzir-nos a pó… Quanto mais vocês nos massacram, mais nós crescemos; a semente é o sangue dos cristãos”.

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 12 de março de 2017

MAIS DE 90 MIL CRISTÃOS FORAM MORTOS EM 2016 POR SEGUIREM A JESUS CRISTO, APONTA ESTUDO

A perseguição religiosa a cristãos ao redor do mundo continua intensa, e segundo um levantamento divulgado, o número de fiéis mortos por seguires a Jesus Cristo somou 90 mil ao longo de 2016.

Esse número, assustador, em primeira análise pode parecer inferior ao de 2015, quando 105 mil cristãos foram assassinados por causa de sua fé. Mas o estudo que estima que houve uma morte de cristão a cada seis minutos em 2016 em decorrência de perseguição religiosa não pôde computar os dados da China e Índia, lugares onde há grande intolerância aos fiéis em Cristo.

A revelação do número estarrecedor foi feita por Massimo Introvigne, diretor do Centro Studi sulle Nuove Religioni (CESNUR – “Centro de Estudos sobre as Novas Religiões”, em italiano), à Rádio Vaticano.

Aproximadamente um terço das mortes de cristãos perseguidos em 2016 foram perpetradas por extremistas de outras religiões, como o caso do Estado Islâmico, por exemplo. De acordo com informações do portal Aleteia, houve também execuções resultante de perseguição feita por governos.

Introvigne afirmou que aproximadamente 70% dos cristãos mortos em 2016 viviam em áreas tribais da África, e parte dessas mortes se deve ao fato de os cristãos muitas vezes se negarem a pegar em armas durante conflitos regionais.

O Center for the Study of Global Christianity (“Centro de Estudos sobre o Cristianismo no Mundo”, em inglês) é outra entidade que se dedica ao monitoramento da perseguição religiosa contra cristãos, sempre produzindo estudos com base nos martírios históricos e contemporâneos.

Dados de uma pesquisa recente dessa entidade estimam que, entre 2005 e 2015, houve 900 mil cristãos assassinados ao redor do mundo por causa de sua fé. Segundo este levantamento, devem ser levados em conta argumentos históricos, sociológicos e teológicos na quantificação dos “crentes em Cristo que perderam a vida prematuramente, em situações de testemunho, em decorrência direta de hostilidade humana”.

Massimo Introvigne, na entrevista à emissora da Igreja Católica, destacou que a falta de informações confiáveis sobre os cristãos mortos na Índia e China torna o levantamento impreciso, pois o número de casos nestes dois países poderia evidenciar até um aumento em relação a 2015. Por lá, a Igreja Perseguida vive sob clandestinidade, o que dificulta o conhecimento real dos fatos.

Fonte: gospelmais

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 7 de junho de 2016

PERSEGUIÇÃO CONTRA OS CRISTÃOS AUMENTOU 700% NA CHINA

Especialistas acreditam que é a maior da história

A perseguição contra os cristãos na China ficou sete vezes maior na última década. De acordo com o último relatório da missãoChina Aid, desde 2008 é possível ver um aumento constante nos casos de prisões de líderes, fechamento e demolições de templos.

De fato, as comunidades religiosas na China vivem o mais intenso ano de perseguição desde a Revolução Cultural (1966-1976), quando o país passou a adotar o sistema comunista.

Nos tempos de Mao Tsé-tung, o ateísmo foi um dos pilares para o estabelecimento da República Popular da China. Contudo, sua tentativa de exterminar toda forma de religião no país fracassou.

Ao longo das décadas seguintes, houve uma tentativa do Estado de assumir o controle das igrejas do país. A questão religiosa passou para segundo plano, enquanto o país mais populoso do mundo passava por profundas mudanças sociais e econômicas. Na década de 1970, Pequim anunciou que desistiria de tentar erradicar a religião organizada.

Com a ascensão do presidente, Xi Jinping, o discurso mudou. Segundo ele mesmo, a “gestão da religião é, em essência, a gestão das massas”. Atualmente, o país está entre os que mais perseguem os cristãos no mundo, segundo a missão Portas Abertas. Estima-se que 90% das cruzes de igrejas consideradas “não oficiais” tenham sido retiradas à força.

O relatório publicado pela China Aid afirma que embora budistas e muçulmanos sofram represálias, os cristãos estão sendo mais perseguidos, espancados e torturados do que nunca.

Somente no ano passado na província de Zheijang, mais de 20 igrejas foram demolidas, 1.300 cruzes removidas, mais de 500 cristãos levados pela polícia, pelo menos 130 cristãos sendo agredidos pelas autoridades e 60 cristãos estão presos, sendo pelo menos 28 pastores. A maioria não é acusada de nenhum crime, a não ser o de defender a fé cristã.

Apesar de tudo isso, cristianismo continua crescendo em solo chinês. Oficialmente, existem hoje cerca de 100 milhões de cristãos no país mais populoso do mundo. Estudiosos acreditam que o número pode ser 3 vezes maior. Ao mesmo tempo, os membros do Partido Comunista Chinês totalizam 86,7 milhões, sendo que a maioria é comunista só de nome

Fonte: Gospel Prime / com informações de Release Internacional 

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 14 de junho de 2014

A abundante graça de Deus

Desde o Pentecostes, a igreja de Jerusalém, cheia do Espírito Santo, crescia em números e em graça. Permanecia firme na palavra e arraigada na oração. Tinha intimidade com Deus e simpatia aos olhos do povo. Adorava a Deus com entusiasmo e em cada alma havia temor.

Nessa igreja havia uma liderança cheia do Espírito e um povo comprometido com a santidade. No capítulo quatro de Atos, somos informados que em todos os crentes havia abundante graça (At 4.33). Cinco verdades nos chamam a atenção na passagem em apreço.

Em primeiro lugar, abundante graça apesar de atroz perseguição (At 4.3).
Os líderes da igreja estavam sendo encerrados em prisão e açoitados não porque fossem delinquentes e perturbadores da ordem social, mas porque pregavam o poderoso evangelho de Cristo.

Uma igreja fiel sempre despertará a fúria do mundo. Uma igreja santa sempre incomodará uma sociedade rendida ao pecado. Porém, apesar de viver debaixo de opressão, a igreja tinha abundante graça, exuberante alegria e poderoso testemunho.

Em segundo lugar, abundante graça manifestada num ousado testemunho (At. 4.8).
A igreja dava audacioso testemunho do evangelho mesmo debaixo das ameaças mais ruidosas. Longe da igreja recuar e calar sua voz diante dos açoites e prisões, tornou-se mais intrépida. O apóstolo Pedro, cheio do Espírito Santo, deixou claro que a cura do paralítico (descrita no capítulo 3 de Atos) não era um prodígio realizado por seu próprio poder. Era uma obra soberana de Jesus, o mesmo que vencera a morte, ressuscitando dentre os mortos. Pedro não se concentra no milagre da cura, mas anuncia a Jesus como o único que pode salvar o pecador.

O milagre não é o evangelho, mas abre portas para o evangelho. Pedro não hesitou em proclamar no quartel general do Judaísmo que o Messias esperado era o Jesus que havia sido crucificado em Jerusalém e levantado da morte. Não há nenhum hiato entre o Cristo divino e o Jesus histórico. Ele é o Salvador do mundo.

Em terceiro lugar, abundante graça demonstrada em fervorosa oração (At 4.24).
Enquanto a liderança da igreja é ameaçada pelas autoridades no front da batalha, a igreja fica na retaguarda da oração. Longe desses crentes perderem a coragem e o fervor espiritual diante da perseguição, entregam-se à oração com mais fervor, sabendo que Deus é soberano e que até mesmo as ações mais perversas dos ímpios estão rigorosamente sob o controle de Deus.

A igreja não pede cessação da perseguição, mas poder para testemunhar no meio da perseguição. A igreja não pede ausência de luta, mas oportunidade para pregar. Enquanto os crentes oravam, o Espírito Santo desceu sobre eles. A casa onde estavam reunidos tremeu e todos, com intrepidez, deram testemunho de Cristo.

Não há poder sem oração e não há eficácia na pregação sem oração. A igreja precisa não dos aplausos do mundo, mas do poder do Espírito Santo. Precisa não do reconhecimento da terra, mas da intrepidez do céu.

Em quarto lugar, abundante graça revelada na plenitude do Espírito Santo (At 4.31).
Quando a igreja orou, os céus se abriram, o Espírito Santo desceu e todos ficaram cheios do Espírito Santo. Antes desse revestimento de poder a igreja estava trancada por medo; agora, é trancada por falta de medo. Antes, eles temiam os açoites das autoridades, agora são as autoridades que temem a igreja.

Uma igreja cheia do Espírito é irresistível. Ela não teme ninguém a não ser a Deus. Ela não foge de nada exceto do pecado. Um crente cheio do Espírito Santo pode até ser preso e algemado, mas se torna um embaixador em cadeias. Os homens podem prender a nós, mas jamais a palavra de Deus.

Em quinto lugar, abundante graça comprovada pela visível generosidade (At 4.32).
Uma igreja cheia de graça é apegada às pessoas e desapegada das coisas. Não retém os bens apenas para si; distribui-os com generosidade. Não acumula com ganância, mas distribui com generosidade. Ama não apenas de palavras, mas de fato e de verdade. Suas obras são o avalista de seus palavras. Prega não apenas aos ouvidos, mas também aos olhos!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 21 de julho de 2013

Por que as pessoas rejeitam Jesus como seu Salvador?

Quais alguns motivos que as pessoas dão para não acreditarem em Jesus?

Há muitos motivos pelos quais as pessoas rejeitam a Jesus, mas os quatro a seguir servem como categorias gerais:

(1) Algumas pessoas acham que não precisam de um Salvador.
Essas pessoas se consideram “basicamente boas” e não percebem que elas, como todo mundo, são pecadoras e não podem se aproximar de Deus do jeito que querem. Mas Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

Aqueles que rejeitam a Jesus nunca vão poder encarar a Deus e se defenderem pelos seus próprios esforços.

(2) O medo de rejeição social ou perseguição desanimam algumas pessoas de declararem que Cristo é o seu Senhor.
Os descrentes em João 12:42-43 não confessaram a Cristo porque estavam mais preocupados com a sua posição entre seus companheiros do que em fazer a vontade de Deus:“Apesar de tudo, até muitos dos principais creram nele; mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga. Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus.”

(3) Para algumas pessoas, as coisas que o mundo tem a oferecer são mais importantes e atraentes do que as coisas eternas.
Lemos a história de um homem que pensava assim em Mateus 19:16-23. Esse homem não estava disposto a perder seus bens terrenos para ganhar um relacionamento eterno com Jesus. (Veja também 2 Coríntios 4:16-18).

(4) Muitas pessoas resistem às tentativas do Espírito Santo de convertê-las à fé em Cristo.
Estêvão, um líder da igreja primitiva, disse àqueles que estavam prestes a matá-lo: “Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo...” (Atos 7:51).

O Apóstolo Paulo fez um comentário parecido a um grupo de pessoas que estavam rejeitando o evangelho em Atos 28:23-27. 

Qualquer que seja o motivo pelo qual as pessoas rejeitam a Jesus Cristo, sua rejeição tem consequências eternas e desastrosas. “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”, a não ser o nome de Jesus (Atos 4:12), e aqueles que O rejeitam, qualquer que seja o motivo, vão ter que enfrentar a eternidade“nas trevas exteriores” do inferno onde também haverá “pranto e ranger de dentes” (Mateus 25:30).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz