"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

Mostrando postagens com marcador evangelização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador evangelização. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de junho de 2022

CONHECER JESUS

E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, (Filip. 3.8)

Conhecer a Jesus Cristo pela fé e, conhecer-se em Jesus Cristo pela identificação que nele temos em virtude de seu Espírito é benção indescritível que não pode ficar no âmbito da linguagem privada.

Além de conhecer o Filho de Deus, temos de reconhece-lo como Senhor;

Além de crer no coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, devemos confessá-lo com a boca;

Além de segui-lo, temos de ir por todo o mundo anunciando o Evangelho que ele veio encarnar como o grande mistério, a congregação de seus redimidos é chamada a ser a “coluna e baluarte” que sustém e propaga sua verdade.

Desta forma, Jesus Cristo, o objeto da fé, e a confissão, que é a manifestação do conhecimento que por sua graça recebe o homem, assinalam o reconhecimento do Senhorio em que se sustenta e tem sentido a proclamação do Evangelho: baseia-se em um poder soberano.

Assim, a identidade da igreja de Jesus Cristo se tem pela revelação que o Pai dá por seu Espírito, porém o reconhecimento de seu Senhorio implica um imperativo de evangelização inequívoco.

A evangelização se entende dentro da natureza da igreja, onde palpitam ao mesmo tempo identidade, revelação e reconhecimento do Senhorio de Jesus Cristo, que desembocam nas tarefas específicas de proclamar, ensinar, discipular as nações, confiar e esperar nele.

Transcrito Por Litrazini      

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 11 de julho de 2021

A EVANGELIZAÇÃO

A evangelização é uma grande ameaça ao diabo; por isso, ele não mede esforços a fim de impedir, desviar e desencorajar todo o esforço para a evangelização. Ele range os dentes, quando alguém se dispõe a falar do amor de Deus a um colega de trabalho ou de escola.

A Bíblia diz que satanás se oporá ao crescimento da Igreja nos últimos dias, quando usará, com renovada intensidade, as táticas que utilizou no passado.

As pessoas zombam dos cristãos - “Sabeis primeiro que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? ...” (2 Pe. 3.3,4).

O surgimento da iniquidade. “... estas palavras estão fechadas e seladas até o tempo do fim. ... Nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn. 12.9,10); “Saiba isto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis” (2 Tm. 3.1).

O surgimento da apostasia. “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos alguns apostarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (1Tm. 4.1); “Vede que não vos enganem” (Lc. 21.8); “Acautelai-vos por vós mesmos... e aquele dia vos pegue de surpresa como uma armadilha” (Lc. 21.34).

O surgimento de guerras e confusão política no mundo. “Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá grandes terremotos, fomos e pestes em vários lugares e acontecimentos terríveis e grandes sinais provenientes do céu” (Lc. 21.10,11).

O surgimento de falso cristos. “Cuidai para que ninguém vos engane. Muitos virão em meu nome, dizendo: “Sou eu!” e enganarão muitos”. (Mc. 13.5,6).

Nem todos tem o Dom de evangelista, mas todos podem evangelizar. Todo cristão precisa ser uma testemunha de Cristo.

Nós, entretanto, devemos ser os melhores comunicadores do Evangelho em todo e qualquer lugar.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 16 de março de 2020

A LETRA MATA, E O ESPÍRITO VIVIFICA

COMO ENTENDER?
O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. (2 Co 3.6)

“Não é a lei nem a Palavra de Deus escrita, em si mesmas, que destroem. Trata-se, pelo contrário, das exigências da lei, que sem a vida e o poder do Espírito, trazem condenação. Mediante a salvação em Cristo, o Espírito Santo concede vida e poder espiritual ao crente para que este faça a vontade de Deus. Mediante o Espírito Santo, a letra da lei já não mata” (Bíblia de Estudo Pentecostal).

“No seu contexto, esta linha de 2 Coríntios 3:6 expressa um contraste importante entre a impropriedade do sistema do Velho Testamento e a suficiência de Cristo para nos salvar do pecado.

A "letra" representa o "ministério da morte, gravado com letras em pedras" que foi dado aos israelitas através de Moisés (3:7,3).

O “Espírito” representa a nova aliança de Cristo, revelada através do Espírito Santo e escrita em nossos corações (3:3,4,6,8)”.

Há pregadores que se jactam, embora seja um número reduzido, de pregar somente sob a direção do Espírito, sem precisar recorrer à Palavra.

Ora, o Espírito ajuda o mensageiro a desenvolver e se lembrar do que foi lido e assimilado.

A lei mata no sentido em que ela expõe o pecado e aponta o castigo correspondente. Pela lei, os transgressores são condenados e morrem em seus delitos.

Porém, os que são de Cristo recebem poder para neutralizar as paixões carnais, guiados que são pelo Espírito Santo.

A Palavra de Deus não pode ser colocada em segundo plano na evangelização porque “é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redarguir [argumentar], para corrigir, para instruir em justiça” (2 Tm 3.16)

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 1 de julho de 2019

MÉTODOS DE EVANGELIZAÇÃO


1. O pacto de Lausane: O projeto de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a todo o mundo.

2. Igreja: uma agência de evangelização ou um campo missionário – A igreja que não evangeliza precisa ser evangelizada. Não vivemos para nós mesmos. Existimos para a nossa missão como o fogo existe para a combustão.

3. Cada crente uma testemunha, a única maneira de ganharmos esta geração – Se não ganharmos nossa geração teremos fracassado em nossa tarefa.

4. Evangelização é um estilo de vida mais do que um programa – Evangelização não é apenas uma questão de método, mas de compromisso. É mais um estilo de vida do que um programa.

I. EVANGELIZAÇÃO COMO ESTILO DE VIDA
1. PRECISAMOS TER VISÃO
a) Visão de que o homem sem Cristo está perdido
b) Visão de que as falsas religiões prosperam
c) Visão de que a ignorância não salva
d) Visão de que os campos estão brancos para a ceifa

2. PRECISAMOS TER PAIXÃO
a) A evangelização é uma tarefa imperativa
b) A evangelização é uma tarefa intransferível
c) A evangelização é uma tarefa impostergável

3. PRECISAMOS TER COMPROMISSO
a) A evangelização exige investimento financeiro
b) A evangelização exige investimento de vida

II. EVANGELIZAÇÃO COMO INFLUÊNCIA
1. O Método de André e Filipe
a) Vem e Vê – O envolvimento pessoal, a influência, o esforço.
b) Levar alguém a Cristo – Os crentes novos que levam outras pessoas a Cristo
c) Culto da colheita – Um domingo por mês você faz um culto especial de evangelização
d) Só Jesus satisfaz o seu coração – Trabalho de mobilização dos jovens e adolescentes para trazerem amigos
e) Reuniões de estudo em casa – para estudar a Bíblia, para assistir a uma mensagem de DVD.

2. O Método da Pescaria
a) Há diferentes tipos de peixes. Para cada um você precisa de uma isca diferente, de uma abordagem diferente.
b) Precisamos identificar os melhores métodos para alcançarmos os melhores resultados.
c) Jesus foi estratégico no envio dos discípulos como pescadores de homens.
d) Paulo foi flexível com os métodos.

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 7 de agosto de 2018

EVANGELIZAÇÃO — DEFINIÇÕES PROTESTANTES


Evangelização é a proclamação de Jesus Cristo como Senhor e Salvador, por cuja obra o homem se liberta tanto da culpa como do poder do pecado, e se integra nos planos de Deus, a fim de que todas as coisas se coloquem sob a soberania de Cristo.1  René Padilla, 71 anos, equatoriano, presidente da Fundação Kairós e da Tear Fund, pastor e diretor da Editora Nueva Creación

Evangelização é a difusão por todo e qualquer meio das boas novas de Jesus crucificado, ressurreto e agora reinando.2 John R. W. Stott, 82 anos, o mais notável teólogo do século 20, por 32 anos capelão da rainha da Inglaterra

Evangelização é a tarefa de compartilhar Cristo a toda e qualquer pessoa com a qual nos encontramos. 3 Joni Eareckson Tada, 53 anos, tetraplégica, há 36 anos presa a uma cadeira de rodas

A proclamação do evangelho inclui um convite para reconhecer e aceitar o senhorio salvador de Cristo em uma decisão pessoal, por intermédio do Espírito Santo, com o Cristo vivo, recebendo seu perdão e aceitando pessoalmente o chamado ao discipulado e a um novo estilo de vida de serviço. 4 Declaração de Stuttgart, por ocasião da Conferência de Missão e Evangelização, em 1989

A melhor definição de evangelização que eu conheço me foi dada por Cannon May Warren, da Abadia de Westminster, em Londres: “Evangelização é a apresentação de Jesus Cristo no poder do Espírito Santo, de tal maneira que os homens possam conhecê-lo como Salvador e servi-lo como Senhor, na comunhão da igreja e na vocação da vida comum”. Isso é evangelização. 5 J. Edwin Orr (1912-1987), historiador e avivalista

A evangelização abrange todos os esforços no sentido de declarar as boas novas de Jesus Cristo, com o objetivo de que as pessoas entendam a oferta de salvação de Deus, tenham fé e tornem-se discípulos. 6 Billy Graham, 85 anos, evangelista americano

Evangelização é o esforço extensivo da igreja, através de uma confrontação com o evangelho de Cristo, numa tentativa de conduzir os homens a um cometimento pessoal mediante a fé e o arrependimento em Cristo, como Salvador e Senhor. 7 C.E. Autrey, professor de teologia

Evangelização é o ato de falar aos outros do evangelho da salvação em Jesus, com o alvo de que eles possam arrepender-se, crer e encontrar vida nova nele. 8 Robin Keeley, editor de Fundamentos da Teologia Cristã

Notas
1. GRAHAM, Billy, PADILLA, C. René et al. A missão da igreja no mundo de hoje. São Paulo: ABU Editora, 1982. p. 139.
2. Id. p. 53.
3. Id. ibid.
4. STEUERNAGEL, Valdir, ed. A serviço do reino; um compêndio sobre a missão integral da Igreja. Belo Horizonte: Missão Editora, 1992.
5. Ultimato, Viçosa, p. 19. set. 1986.
6. Id. Ibid.
7. AUTREY, C.E. A teologia do evangelismo. 2. ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1980. p. 12.
8. KEELEY, Robin, org. Fundamentos da teologia cristã. São Paulo: Editora Vida, 2000. p. 337

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 9 de junho de 2018

EVANGELIZAÇÃO


Pedro pregou o seu primeiro sermão e aproximadamente três mil pessoas se converteram. Pouco tempo depois, no Templo, este número subiu para quase cinco mil pessoas, entre elas muitos sacerdotes. 

Depois veio a perseguição e, no término dela, em 313 d.C., com o Edito de Tolerância, havia cerca de dez milhões dos que professavam a fé em Cristo. No ano 1000 d.C., haviam cinquenta milhões de cristãos. No final de 1700 d.C., apesar do esforço missionário ter diminuído, o número para 215 milhões, o que significa um aumento de 165 milhões de pessoas em oitocentos anos. Em 1975 d.C., 

Willian Carey destacou-se ao iniciar as missões modernas, e em 1900 havia 500 milhões de cristãos no mundo. Houve, então um aumento de 285 milhões em cem anos. Na década de 1980 o número aumentou para 1.3 bilhão de pessoas. Em 1990, chegou a 1.8 bilhão. Isto significa que houve um aumento de um bilhão e quinhentos milhões de cristãos apenas no século vinte! Não há conquistas mais significativas do que esta nos anais da história. 

O reino de Cristo espalha-se mais rapidamente, três vezes mais do que a média de crescimento da população.

A evangelização é uma grande ameaça ao diabo; por isso, ele não mede esforços a fim de impedir, desviar e desencorajar todo o esforço para a evangelização. Ele range os dentes, quando alguém se dispõe a falar do amor de Deus a um colega de trabalho ou de escola. 

A Bíblia diz que satanás se oporá ao crescimento da Igreja nos últimos dias, quando usará, com renovada intensidade, as táticas que utilizou no passado.
As pessoas zombam dos cristãos - “Sabeis primeiro que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2 Pe. 3.3,4). 

O surgimento da iniquidade. “... estas palavras estão fechadas e seladas até o tempo do fim. Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados mas os ímpios procederão impiamente. Nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn. 12.9,10); “Saiba isto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis” (2 Tm. 3.1). 

O surgimento da apostasia. “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos alguns apostarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (1Tm. 4.1); “Vede que não vos enganem” (Lc. 21.8); “Acautelai-vos por vós mesmos, para que não aconteça que os vossos corações se sobrecarregam de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos pegue de surpresa como uma armadilha”(Lc. 21.34). 

O surgimento de guerras e confusão política no mundo. “Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá grandes terremotos, fomos e pestes em vários lugares e acontecimentos terríveis e grandes sinais provenientes do céu” (Lc. 21.10,11). 

O surgimento de falso cristos. “Cuidai para que ninguém vos engane. Muitos virão em meu nome, dizendo: “Sou eu!” e enganarão muitos”. (Mc. 13.5,6).
Nem todos tem o Dom de evangelista, mas todos podem evangelizar. Todo cristão precisa ser uma testemunha de Cristo. O diabo, coloca no coração dos membros das igrejas que a evangelização é de responsabilidade dos pastores e evangelistas, chamados especialmente para este fim, Satanás gosta que pensemos que outra pessoa pode fazer.

Nós, entretanto, devemos ser os melhores comunicadores do Evangelho em todo e qualquer lugar. 

Nossos vizinhos nos conhecem e sabem como vivemos. Os inimigos costuma convencer-nos de que somos inúteis, fracassados e sopra em nossos ouvidos que nosso testemunho é falho e ineficaz. Não temos dúvida quanto a isto: a oposição ao evangelismo aumentará nestes últimos dias

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 15 de agosto de 2015

DEUS TEM SAUDADES DAQUELES QUE O DEIXAM

Em certa altura da história do Antigo Testamento, na época de Jeremias, por volta do ano 627 antes de Cristo, o povo eleito se "desprendeu" e "saiu" da presença de Deus, "renunciou" os compromissos religiosos, "pôs-se" do lado de fora da aliança e da cerca que os protegia, "repudiou" a própria história (iniciada há mais de mil anos, com a chamada de Abraão) e "desertou" para o lado oposto.

Não é necessário usar tantos verbos para explicar o que aconteceu. Basta dizer, em uma linguagem mais clara, que Israel "apostatou" da fé.

A apostasia é algo muito sério. Entre os apóstatas mais notáveis do período bíblico estão o rei Acaz (2Cr 29.19), o rei Manassés (2Cr 33.19), Demas (2Tm 4.10), Himeneu e Alexandre (1Tm 1.19-20).

Há muitas razões para a apostasia. Uma delas é a força destruidora da perseguição religiosa. As ameaças, a tortura, a prisão e o martírio têm feito alguns cristãos renunciarem a fé. Às vezes apenas "da boca para fora", mas não no íntimo.

O relaxamento moral progressivo, por sua vez, pode descambar na apostasia. Daí a exortação: "Se continuarmos a pecar de propósito, depois de conhecer a verdade, já não há mais sacrifício que possa tirar os nossos pecados" (Hb 10.26, NTLH). A intensificação dos poderes demoníacos, por meio de falsos profetas, falsos mestres, falsos cristãos e falsos milagres, pode roubar a fé de muitos. O Apocalipse diz que todos ficarão maravilhados com a cura da besta que havia sido golpeada mortalmente e, então, se porão ao lado dela (Ap 13.3).

É difícil, mas pode acontecer que o apóstata venha a se arrepender e volte para o aprisco. Pela instrumentalidade dos profetas,

Deus se dirige às gerações apóstatas de maneira comovente. Às vezes, ele recorda os bons tempos anteriores à apostasia: "Eu me lembro bem de como você procurava me agradar e demonstrar o seu amor, como uma jovem noiva, [e quando] me seguia fielmente, através do deserto onde planta nenhuma podia nascer"(Jr 2.2, BV). 

Outras vezes, ele reclama com ternura: "O meu povo cometeu dois pecados: Eles abandonaram a mim, a fonte de água fresca, e cavaram cisternas, cisternas rachadas que deixam vazar a água da chuva" (Jr 2.13, NTLH). Quando convém, ele fala mais energicamente e faz promessas de renovo: "Venham cá, vamos discutir este assunto [pois] os seus pecados os deixaram manchados de vermelho, manchados de vermelho escuro; mas eu os lavarei, e vocês ficarão brancos como a neve, brancos como a lã" (Is 1.18, NTLH).

A evangelização pretende alcançar os que nunca ouviram o anúncio das boas-novas.

A reevangelização, por sua vez, quer alcançar aqueles que saíram do meio de nós, mas, a rigor, ainda não eram dos nossos (1Jo 2.19). É possível que "com laços de amor e de bondade" (Os 11.4) Deus os traga de volta!

Fonte: Ultimato

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 17 de julho de 2015

ESCOLA DOMINICAL, A MAIOR ESCOLA DO MUNDO

"A ESCOLA DOMINICAL É UMA AGÊNCIA DE ENSINO DO REINO DE DEUS."

Esta escola está presente em quase todos os países do mundo e possui milhões de alunos, que dominicalmente, se dedicam ao estudo das Sagradas Escrituras. Seus alunos procedem de todas as denominações protestantes, são oriundos de todos os extratos sociais e abrange todas as faixas etárias. Essa escola informa, transforma e treina pessoas para a realização da obra de Deus.

DESTACAREMOS TRÊS IMPORTANTES CARACTERÍSTICAS DA ESCOLA DOMINICAL:

A ESCOLA DOMINICAL É UMA ESCOLA QUE INFORMA ACERCA DAS VERDADES ETERNAS

O livro texto da Escola Dominical é a Palavra de Deus. As mesmas verdades que são ensinadas para as crianças são também transmitidas nas classes de adultos. Nessa escola pessoas incultas assentam-se na mesma classe com os doutores.

Nessa escola não há segregação de idade, raça ou grau de instrução. O que estudamos nessa escola não são os últimos inventos da ciência nem as lucubrações dos filósofos e pensadores, nem mesmo as últimas tendências da política, das artes ou da cultura, mas a verdade revelada de Deus.

A Bíblia é um livro divino humano. É inspirada por Deus e escrita por homens santos; ela é nascida no céu, amada na terra e perseguida pelo inferno. 

A Bíblia é o livro dos livros: O livro mais lido e o mais negligenciado; o livro mais amado e o mais odiado; o livro mais publicado, mais comentado e mais difundido de toda a história da literatura universal.

A ESCOLA DOMINICAL É UMA ESCOLA QUE OBJETIVA A TRANSFORMAÇÃO DA VIDA MEDIANTE O ENSINO FIEL DAS ESCRITURAS   

A transformação espiritual do homem e da mulher é uma obra exclusiva de Deus. Ainda que reuníssemos todos os nossos recursos não poderíamos sequer transformar uma vida. Mas, quando ensinamos a Palavra de Deus, no poder do Espírito Santo, essa mensagem bendita do evangelho transforma vidas e famílias inteiras. Os cativos são libertos, os perdidos são encontrados, os que vivem na região da sombra da morte encontram vida plena e abundante em Cristo Jesus.

A Escola Dominical não é apenas uma agência de ensino, mas, também, um instrumento poderoso de evangelização.

Por meio do ensino das Escrituras muitas pessoas têm vindo ao conhecimento salvador de Cristo e sido transformadas pelo poder do Espírito Santo. Temos visto muitos indivíduos sendo resgatados das trevas para a luz, da potestade de Satanás para Deus, deste mundo tenebroso para o glorioso reino de Cristo.

A ESCOLA DOMINICAL É UM CAMPO DE TREINAMENTO DOS SANTOS PARA REALIZAR A OBRA DE DEUS 

A Escola Dominical não apenas informa e transforma, mas também, treina pessoas convertidas para o exercício do ministério. A igreja não é apenas o receptáculo da graça, mas um canal por meio do qual, as boas novas do evangelho devem chegar até aos confins da terra para alcançar cada criatura.

O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a cada criatura, em todo o mundo. O sacerdócio universal dos crentes abre largas avenidas de oportunidades para que cada membro da igreja seja uma testemunha viva da graça e um embaixador das boas novas de salvação aos perdidos

Devemos nos reunir dominicalmente, não apenas para nos abastecermos, mas também para nos equiparmos para fazer a obra de Deus. Somos um exército. Cada soldado deve estar na sua linha de combate. Há trabalho para todos. Os desafios são imensos, o campo é vasto, as portas estão abertas, os obreiros são poucos e a seara é grande.

É tempo de repassarmos aos outros, o que temos recebido. É tempo de nos levantarmos, munidos de um profundo senso de urgência para fazermos a obra de Deus enquanto é dia, pois a noite vem quando ninguém pode trabalhar.

Que Deus nos ajude a ter uma Escola Dominical viva, dinâmica e operosa, que informa, transforma e treina pessoas para fazer a obra de Deus!

Autor: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini:

Graça e Paz

sábado, 13 de julho de 2013

Evangelização, a urgência de uma tarefa

Jesus concluiu sua obra na cruz. Triunfou sobre o diabo e suas hostes e levou sobre si os nossos pecados. Agora, comissiona sua igreja a levar essa mensagem ao mundo inteiro. O projeto de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a toda criatura, em todo o mundo.

Três verdades devem ser destacadas sobre a evangelização.

1. A evangelização é ordem de Deus. 
O mesmo Deus que nos alcançou com a salvação, comissiona-nos a proclamar a salvação pela graça mediante a fé em Cristo. Todo alcançado é um enviado. Deus nos salvou do mundo e nos envia de volta ao mundo, como embaixadores do seu reino.

Jesus disse para seus discípulos que assim como o Pai o havia enviado, também os enviava ao mundo. Isso fala tanto de estratégia como de ação. Jesus não trovejou do céu palavras de salvação; ele desceu até nós. A Palavra se fez carne; o Verbo de Deus vestiu pele humana.

A evangelização não é uma tarefa centrípeta, para dentro; mas centrífuga, para fora. Não são os pecadores que vêm à igreja, mas é a igreja que vai aos pecadores. Deus tirou a igreja do mundo (no sentido ético) e a enviou de volta ao mundo (no sentido geográfico). Não podemos nos esconder, confortavelmente, dentro dos nossos templos. Precisamos sair e ir lá fora, onde os pecadores estão.

Jesus, antes de voltar ao céu e derramar seu Espírito, deu a grande comissão aos seus discípulos. Essa grande comissão está registrada nos quatro evangelhos e também no livro de Atos. Não evangelizar é um pecado de negligência e omissão. Na verdade, é uma conspiração contra uma ordem expressa de Deus.

2. A evangelização é tarefa da igreja. 
Nenhuma outra entidade na terra tem competência e autoridade para evangelizar, exceto a igreja. A igreja é o método de Deus. Não podemos nos calar nem nos omitir. Se o ímpio morrer na sua impiedade, sem ouvir o evangelho, Deus vai requer de nós, o sangue desse ímpio

Em 1963, quando John Kennedy foi assassinado em Dalas, no Texas, em doze horas, a metade do mundo ficou sabendo de sua morte. Jesus Cristo, o Filho de Deus, morreu na cruz, pelos nossos pecados, há dois mil anos e, ainda, quase a metade do mundo, não sabe dessa boa notícia.

O que nos falta não é comissionamento, mas obediência. O que nos falta não é conhecimento, mas paixão. O que nos falta não é método, mas disposição. Encontramos o Messias, e não temos anunciado isso às outras pessoas. Encontramos o Caminho e não temos avisado isso aos perdidos. Encontramos o Salvador e não proclamamos isso aos pecadores. Encontramos a vida eterna e não temos espalhado essa maior notícia aos que estão mortos em seus delitos e pecados.

Precisamos erguer nossos olhos e ver os campos brancos para a ceifa. Precisamos ter visão, paixão e compromisso. Precisamos investir recursos, talentos e a nossa própria vida nessa causa de consequências eternas.

3. A evangelização é uma necessidade do mundo. 
O evangelho de Cristo é o único remédio para a doença do homem. O pecado é uma doença mortal. O pecado é pior do que a pobreza. É mais grave do que o sofrimento. É mais dramático do que a própria morte. Esses males todos, embora sejam tão devastadores, não podem afastar o homem de Deus. Mas, o pecado afasta o homem de Deus no tempo, na história e na eternidade.

Não há esperança para o mundo fora do evangelho. Não há salvação para o homem fora de Jesus. As religiões se multiplicam, mas a religião não pode levar o homem a Deus. As filosofias humanas discutem as questões da vida, mas não têm respostas que satisfazem a alma. As psicologias humanas levam o homem à introspecção, mas nas recâmaras da alma humana não há uma fresta de luz para a eternidade.

O mundo precisa de Cristo; precisa do evangelho. Chegou a hora da igreja se levantar, no poder do Espírito Santo e proclamar que Cristo é o Pão do céu para os famintos, a Água viva para os sedentos e a verdadeira Paz para os aflitos. Jesus é o Salvador do mundo!

Autor: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

As estratégias evangelísticas de Paulo


"Paulo foi o maior missionário da história da igreja."

Investigar o conteúdo da sua mensagem e a relevância de seus métodos é um desafio para a igreja contemporânea. Na busca do crescimento da igreja, não precisamos recorrer às novas técnicas engendradas no laboratório do pragmatismo, mas devemos nos voltar ao exemplo daquele que foi o maior bandeirante do Cristianismo.

Algumas estratégias de Paulo merecem destaque:

1. Paulo sempre buscou as sinagogas para alcançar os religiosos.
 Sempre que Paulo chegava em uma cidade, procurava ali uma sinagoga. Sabia que nesse ambiente religioso, judeus e pessoas tementes a Deus se reuniam para estudar a lei e orar. Seu propósito era argumentar com essa pessoas, a partir do Antigo Testamento, que o Jesus histórico é o Messias, o Salvador do mundo.

Não podemos perder a oportunidade de pregar a Palavra nos templos, onde pessoas religiosas se reúnem, para expor a elas as Escrituras e por meio delas apresentar-lhes Jesus.

2. Paulo sempre aproveitou os lugares seculares para alcançar as pessoas não religiosas. 
Tanto em Corinto como em Éfeso, Paulo lançou mão desse recurso. Não podemos limitar o ensino da Palavra de Deus apenas aos locais religiosos. 

Em Corinto Paulo ensinou na casa de Tício Justo e em Éfeso, na escola de Tirano. Paulo ia ao encontro das pessoas, onde elas estavam. Era um evangelista que tinha cheiro de gente. Estava nas ruas, nas praças, nas escolas. Era um pregador fora dos portões.

Ainda hoje podemos e devemos usar esses recursos. Podemos e devemos plantar igrejas, usando espaços neutros, como fábricas, escolas e hotéis. Muitas pessoas que, ainda hoje, encontram resistência para entrar num lugar religioso não oferecem qualquer resistência para ir a um lugar neutro. 

3. Paulo sempre utilizou os lares como lugares estratégicos para a evangelização e o ensino. 
Paulo ensinava publicamente e também de casa em casa, testemunhando tanto a judeus como a gregos o arrependimento e a fé em Cristo Jesus. Paulo era um evangelista e um mestre. O lar sempre foi um lugar estratégico para o crescimento da igreja. Na igreja apostólica não havia templos. As igrejas se reuniam nas casas. E a partir desses núcleos, a igreja espalhou-se e multiplicou-se por todo o império romano.

O lar deve ser uma embaixada do reino de Deus na terra, uma agência de evangelização e uma escola de discipulado.

4. Paulo sempre plantou igrejas em cidades estratégicas. 
Paulo foi um pregador fiel e relevante. Ele lia o texto e o povo. Conhecia as Escrituras e a cultura. Jamais mudou a mensagem, mas sempre buscou os melhores métodos para alcançar os melhores resultados. Por isso, fixou-se nas cidades mais importantes do império, porque estava convencido de que a partir dali, o evangelho poderia se espalhar para outros horizontes.

Nas quatro províncias que Paulo plantou igrejas, as províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor, procurou sempre se estabelecer em lugares geográfica, econômica e religiosamente importantes, pois sabia que as igrejas nessas cidades tornar-se-iam multiplicadoras na evangelização mundial.
5. Paulo sempre acreditou no poder da verdade para convencer e converter os corações. 
Paulo pregou com lágrimas, mas sem deixar de usar seu cérebro. Por onde passou, dissertou sobre a verdade das Escrituras e persuadiu as pessoas a crerem em Cristo. Ele dirigiu-se à mente das pessoas e tocou-lhes o coração.

Paulo rejeitou a sabedoria humana, mas não a sabedoria divina. Ele não confiou nos recursos da retórica, mas usou todos os argumentos lógicos e racionais, na dependência do Espírito, para alcançar as pessoas com o evangelho.

Hoje, à semelhança de Paulo, precisamos de pregadores que conheçam a verdade; pregadores que ousem pregá-la com clareza, exatidão e poder.


Por Litrazini

Graça e Paz


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Todo crente é um missionário


"Toda pessoa salva do pecado e do mundo por meio de Cristo..." é enviada de volta ao mundo como missionário. Todos nós, que fomos lavados no sangue do Cordeiro, somos portadores de boas novas aos que no mundo vivem sem esperança.

O missionário não é apenas aquele que sai da sua terra e vai para lugares distantes para mergulhar noutra cultura. O missionário não é apenas aquele que trabalho em campo transcultural. Precisamos resgatar o conceito bíblico de que todo discípulo é testemunha de Cristo quer na sua “Jerusalém” ou até os confins da terra.

O médico cristão é missionário de Cristo no hospital. O advogado é missionário de Cristo no seu escritório. O juiz é missionário de Cristo no tribunal. O comerciante é portador de boas novas atrás do balcão. O negociante é veículo da graça de Deus por onde anda. O estudante é missionário na escola. A empregada doméstica resplandece a luz de Cristo na casa onde trabalha.

A evangelização não é fundamentalmente um programa da igreja, mas um estilo de vida. Somos portadores de boas novas quer nos palácios, quer nas ruas, quer no mercado, quer na cátedra. Somos missionários na sala de aula, no banco, na fábrica, na indústria, no campo, nos lares. Onde quer que estejamos, nossa luz precisa brilhar. 

Cada pessoa que cruza o nosso caminho é um campo missionário que Deus abre diante de nós. Não podemos sonegar às pessoas o Evangelho. Somos embaixadores em nome de Cristo para rogar aos homens que se reconciliem com Deus. Recebemos de Deus o ministério da reconciliação.

Todos nós, redimidos pelo sangue de Cristo, somos membros do seu corpo. A igreja é o prolongamento da encarnação de Cristo na terra. Ela é o corpo de Cristo em ação no mundo. 

Não há membro inativo. Não há membro sem função no corpo. O ramo seco é cortado e jogado fora para arder no fogo. Não é preciso ter o dom de evangelista para contar aos outros que Deus amou ao mundo e enviou o seu único Filho para salvar todo o que crê.

Não é preciso ser um profundo conhecedor das Escrituras para começar a compartilhar o dom da vida eterna com as pessoas. Basta abrir a boca. Basta aproveitar as oportunidades. O poder de transformação está no nome de Jesus, na operação do Espírito Santo e na graça de Deus Pai. O que precisamos fazer é falar de Cristo, pois a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus.

Não haverá esperança para o mundo se todos os crentes não se dispuserem a testemunhar. O mundo não será evangelizado apenas a partir dos púlpitos evangélicos.

Cada crente deve fazer do seu lar e do seu trabalho uma trincheira do Reino de Deus. Não podemos esconder nossa luz. Não podemos ser discípulos secretos.

Cada crente deve ser um ganhador de almas.

Cada crente é um missionário. Essa é a nossa vocação. Esse mandato nos vem do céu. Cumpre-nos obedecê-lo sem detença e sem tardança.

Autor Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz