"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 7 de janeiro de 2023

SEGREDOS DO MINISTÉRIO DE PAULO

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim, e a vida que agora vivo na carne, eu vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2.20).

Em toda sua vida cristã Paulo jamais perdeu a visão de que ele precisava mortificar a sua própria carne:

“Já estou crucificado com Cristo”

Para que Cristo verdadeiramente vivesse nele e ele vivesse em Cristo:

“Vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim”...

O segredo do ministério bem sucedido de Paulo:

A consciência de que tudo depende de Cristo... “A vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus” ...

O segredo de sua fé em Cristo:

A consciência que não era merecedor de nada... Mas era resultado do que Cristo fez... 

“O Filho de Deus, me amou e se entregou a si mesmo por mim”...

O poder motivador de seu ministério e de sua pregação... “Cristo vive em mim”...

O segredo de sua força e vida... “Cristo vive em mim”...

O segredo de sua fé... Por isso ele pode dizer:

“Por esta razão sofro também estas coisas, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia” (2Tm 1.12).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 8 de junho de 2022

PAULO, O CONVERTIDO

A conversão de Paulo já estava sendo trabalhada por Deus, mas ele ainda recalcitrava contra os aguilhões.

Ele era como um boi selvagem e indócil que não se sujeitava ao ferrão do domador.

Deus já havia mostrado a ele que Jesus, o Nazareno, já havia vencido a morte e que os apóstolos, outrora medrosos, anunciavam com poder Sua ressurreição.

Ele vira como Estevão orou com rosto brilhando como de um anjo mesmo na hora do martírio.

Mas, como esses aguilhões não amansaram esse boi selvagem, o próprio Jesus apareceu a ele no caminho de Damasco e jogou-o ao chão.

Ele viu uma luz aurifulgente e ouviu uma voz poderosa vinda do céu.

Ele, então, descobriu que estava lutando não apenas contra a igreja cristã, mas contra o próprio Deus.

Sem tardança, Paulo se humilhou e se submeteu ao comando do Senhor Jesus.

Sua vida foi transformada.

Ele saiu imediatamente da potestade de Satanás e do reino das trevas e tornou-se nova criatura.

Recebeu uma nova vida, uma nova mente, um novo coração, uma nova família, uma nova Pátria.

Enfim, o touro selvagem estava subjugado!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

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Graça e Paz

 

domingo, 8 de outubro de 2017

PAULO, O VELHO!

O apóstolo Paulo, da primeira prisão de Roma, escreve para Filemon e diz acerca de si mesmo: “Paulo, o velho e, agora, até prisioneiro de Cristo Jesus” (Fm 9). Esse grande bandeirante do Cristianismo, depois de passar três anos na Arábia, ser perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém e esquecido em Tarso, agora é chamado por Deus para a obra missionária. Realiza três viagens e planta igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor.

​Ao viajar para Jerusalém, para levar oferta aos pobres da Judeia é preso e jurado de morte. De Jerusalém é transferido para Cesaréia Marítima, quartel general de Roma em Israel, e passa dois anos detido, sob forte acusação dos judeus, sob a égide dos governadores Félix e Festo. Em virtude da inclinação de Festo para entregá-lo ao sinédrio para granjear apoio político dos judeus e sabendo que o sinédrio tramava sua morte à traição, usando seu direito de cidadão romano, exigiu ser julgado em Roma, diante de César.

​Depois de uma viagem turbulenta e o enfrentamento de terrível naufrágio, Paulo chega em Roma. Chega não como sonhara chegar. Chega algemado, e nessa prisão fica dois anos, período em que vê a igreja sendo despertada pelo seu exemplo. Vê, ainda, toda a guarda pretoriana, os soldados de elite do imperador, sendo evangelizados.

Em vez de capitular-se ao desânimo nessa prisão, escreve cartas abençoadoras às igrejas de Éfeso, Filipos e Colossos e ainda uma carta pessoal a Filemon. É nessa epístola a esse homem que hospedava a igreja de Colossos em sua casa, que o veterano apóstolo refere-se a si mesmo como Paulo, o velho.

​A velhice de Paulo não foi um sinal de fraqueza, mas de robusta experiência. Ele não ensarilhou as armas nem tirou do mastro sua bandeira. Ao contrário, lutou ainda com mais denodo pela causa do evangelho.

Dessa prisão ele saiu para realizar a quarta viagem missionária. Deixou Timóteo em Éfeso, Tito em Creta, passou por Nicópolis e mui provavelmente foi à Espanha como era seu desejo. Nesse tempo, começa a perseguição romana contra a igreja, sendo os crentes acusados de agentes do incêndio do Roma. Paulo foi preso novamente e dessa prisão saiu para o martírio.
​
O velho apóstolo, não deixou herança; apenas cicatrizes. Não ajuntou riquezas na terra, mas acumulou rico tesouro no céu. Não pautou sua vida pela busca de conforto pessoal, mas doou-se, sem reservas, para que o evangelho chegasse a todos os gentios. Mesmo suportando solidão, abandono, traição, privação e ingratidão no final da vida, não fechou as cortinas de sua história com amargura na alma, mas com um cântico de exaltação a Cristo em seus lábios.

​A velhice, conforme a avaliação do grande evangelista Billy Graham, não é para os fracos. Chegar à velhice é um privilégio, mas as rugas nem sempre são um sinal de vitória. Muitos acumulam apenas anos e chegam diante de Deus de mãos vazias, com o coração cheio de remorso pelas oportunidades perdidas.

Muitos investem apenas em si mesmos e não fazem qualquer semeadura para abençoar outras pessoas. Outros chegam não com as cicatrizes do sofrimento pelo evangelho, mas com os troféus de palha que conquistaram para a sua própria promoção.

A velhice de Paulo não o livrou da prisão, mas suas cãs inspiram ainda hoje multidões a andarem com Deus. Suas cicatrizes custaram-lhe gemidos e lágrimas, mas motivam milhares ainda hoje a dar sua vida por Cristo. Seu legado não matricula os homens na escola do enriquecimento, mas estimula uma vasta multidão a não considerar a vida preciosa para si mesma, mas a completar a carreira que recebeu do Senhor Jesus, para testemunhar o evangelho da graça.

​Que Deus nos ajude a semear na vida com exultação ou mesmo com lágrimas, para que, na velhice, possamos nos apresentar diante de Deus, trazendo em nossas mãos farturosos feixes!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 30 de abril de 2016

LEIA ROMANOS E APRENDA COM PAULO A MENSAGEM DE JESUS

“Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.” Romanos 5:18

Paulo não conheceu a Jesus pessoalmente como os doze apóstolos, não teve o privilégio que Pedro teve de andar fisicamente lado a lado com o maior líder que o mundo já conheceu. Mas uma coisa fica muito clara quando lemos Romanos: Ninguém compreendeu o evangelho de Jesus Cristo, sua vida, morte, ressureição e missão como este homem que somente teve uma breve visão de Jesus a caminho de Damasco.

Por um tempo perseguiu a igreja de Cristo (ao que ele chamava de seita), consentindo até mesmo com a morte de alguns fiéis, e cuidava estar fazendo estas barbaridades em nome de Deus.

Na verdade ele acreditava estár sendo fiel a Deus, pois cumpria as ordens dos sacerdotes.

Mas bastou um único encontro com Jesus, no caminho para Damasco onde Paulo planejava mais um ataque contra o povo de Deus, para que este homem de coração duro para com Jesus se tornasse o maior missionário da palavra de Cristo.

Somente uma inteligência dada pela graça do Espirito Santo pode explicar um entendimento tão profundo sobre o evangelho de Jesus.

Acredito que nem João e Pedro, que eram os discípulos mais chegados, foram iluminados com tamanha compreensão dos passos e dos ensinamentos do filho de Deus.

Somente Paulo compreendeu o evangelho da graça. Somente Paulo que nunca viu a Cristo como homem soube expressar com tamanha clareza a mensagem que Jesus veio nos entregar na curta passagem pelo nosso planeta. “Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!” Romanos 8:39

O amor de Paulo a Jesus era tamanho, que nada o separou da sua missão. Paulo viveu e morreu para Jesus. Cumpriu seu ministério e fundou muitas igrejas levando a palavra de Cristo a toda criatura. Era incansável, e sentia-se devedor aos homens que precisam da salvação e a Deus o seu criador.

Por isso aconselho a todos, após ler os evangelhos, que leiam também as cartas de Paulo para compreender verdadeiramente o evangelho de Jesus Cristo.

Josélio Sousa Silva

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 15 de março de 2013

Paulo, a saga do maior bandeirante do cristianismo


A conversão de Paulo é uma prova incontestável do poder do Evangelho. O maior perseguidor do cristianismo tornou-se o seu maior expoente. Aquele que queria destruí-lo em seu berço tornou-se seu maior arauto. Destacamos três verdades sobre sua vida.

Paulo, o perseguidor 
Paulo era judeu e também cidadão romano. Nasceu em Tarso, na Cilícia, e foi criado em Jerusalém aos pés do mestre Gamaliel. Era fariseu, zeloso da lei, homem de mente peregrina, de cultura invulgar e de personalidade prismática. Tornou-se ferrenho perseguidor da igreja. Entrava nas sinagogas e arrastava para a prisão aqueles que confessavam o nome de Cristo. Não apenas prendia, mas também exterminava aqueles que aderiam à religião do Caminho. Seu zelo religioso, agregado à sua cegueira espiritual, fez dele uma fera selvagem.

Paulo tornou-se um monstro celerado, um implacável perseguidor, um pesadelo para aqueles que abraçavam a fé cristã. Alimentou o propósito de exterminar o cristianismo, usando a força, a truculência e a perseguição atroz. Com esse desiderato é que partiu para Damasco, capital da Síria, com o fim de manietar os cristãos e levá-los, presos, para Jerusalém.

Seu ódio não tinha limites. Sua fúria era semelhante à de um animal selvagem quando devora a sua presa.

Paulo, o convertido
A conversão de Paulo já estava sendo trabalhada por Deus, mas ele ainda recalcitrava contra os aguilhões. Ele era como um boi selvagem e indócil que não se sujeitava ao ferrão do domador. Deus já havia mostrado a ele que Jesus, o Nazareno, já havia vencido a morte e que os apóstolos, outrora medrosos, anunciavam com poder Sua ressurreição.

Ele vira como Estevão orou com rosto brilhando como de um anjo mesmo na hora do martírio. Mas, como esses aguilhões não amansaram esse boi selvagem, o próprio Jesus apareceu a ele no caminho de o próprio Jesus apareceu a ele no caminho de Damasco e jogou-o ao chão. Ele viu uma luz aurifulgente e ouviu uma voz poderosa vinda do céu. Ele, então, descobriu que estava lutando não apenas contra a igreja cristã, mas contra o próprio Deus. Sem tardança, Paulo se humilhou e se submeteu ao comando do Senhor Jesus.

Sua vida foi transformada. Ele saiu imediatamente da potestade de Satanás e do reino das trevas e tornou-se nova criatura. Recebeu uma nova vida, uma nova mente, um novo coração, uma nova família, uma nova Pátria. Enfim, o touro selvagem estava subjugado!

Paulo, o missionário
Jesus não apenas escolheu Paulo para a salvação, mas também o chamou para a obra missionária. Designou-o para pregar aos gentios, aos judeus e aos reis. Paulo tornou-se o maior bandeirante do cristianismo. Atravessou mares, cruzou desertos, enfrentou açoites e prisões para plantar igrejas na Europa e na Ásia. Tornou-se o maior evangelista, o maior plantador de igrejas, o maior teólogo e o maior expositor das verdades cristãs. Ele escreveu cartas inspiradas que se tornaram luzeiros para o mundo. Pastoreou igrejas e desbravou campos inalcançados, abrindo novas fronteiras para a implantação do Reino de Deus na terra.

Nessa saga bendita, foi preso em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, preso em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto.

Paulo enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, acusado em Cesaréia, picado por uma víbora em Malta e finalmente, foi degolado em  Roma. Como um mártir tombou na terra, mas como um príncipe de Deus foi recebido no céu.

Ainda hoje, nenhum rei, nenhum filósofo, nenhum pensador jamais teve a mesma projeção na terra. Sua vida ainda inspira milhões de pessoas, e, mesmo morto, ainda fala e fala com poderosa eloqüência aos ouvidos da História!

Autor: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz



quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

As estratégias evangelísticas de Paulo


"Paulo foi o maior missionário da história da igreja."

Investigar o conteúdo da sua mensagem e a relevância de seus métodos é um desafio para a igreja contemporânea. Na busca do crescimento da igreja, não precisamos recorrer às novas técnicas engendradas no laboratório do pragmatismo, mas devemos nos voltar ao exemplo daquele que foi o maior bandeirante do Cristianismo.

Algumas estratégias de Paulo merecem destaque:

1. Paulo sempre buscou as sinagogas para alcançar os religiosos.
 Sempre que Paulo chegava em uma cidade, procurava ali uma sinagoga. Sabia que nesse ambiente religioso, judeus e pessoas tementes a Deus se reuniam para estudar a lei e orar. Seu propósito era argumentar com essa pessoas, a partir do Antigo Testamento, que o Jesus histórico é o Messias, o Salvador do mundo.

Não podemos perder a oportunidade de pregar a Palavra nos templos, onde pessoas religiosas se reúnem, para expor a elas as Escrituras e por meio delas apresentar-lhes Jesus.

2. Paulo sempre aproveitou os lugares seculares para alcançar as pessoas não religiosas. 
Tanto em Corinto como em Éfeso, Paulo lançou mão desse recurso. Não podemos limitar o ensino da Palavra de Deus apenas aos locais religiosos. 

Em Corinto Paulo ensinou na casa de Tício Justo e em Éfeso, na escola de Tirano. Paulo ia ao encontro das pessoas, onde elas estavam. Era um evangelista que tinha cheiro de gente. Estava nas ruas, nas praças, nas escolas. Era um pregador fora dos portões.

Ainda hoje podemos e devemos usar esses recursos. Podemos e devemos plantar igrejas, usando espaços neutros, como fábricas, escolas e hotéis. Muitas pessoas que, ainda hoje, encontram resistência para entrar num lugar religioso não oferecem qualquer resistência para ir a um lugar neutro. 

3. Paulo sempre utilizou os lares como lugares estratégicos para a evangelização e o ensino. 
Paulo ensinava publicamente e também de casa em casa, testemunhando tanto a judeus como a gregos o arrependimento e a fé em Cristo Jesus. Paulo era um evangelista e um mestre. O lar sempre foi um lugar estratégico para o crescimento da igreja. Na igreja apostólica não havia templos. As igrejas se reuniam nas casas. E a partir desses núcleos, a igreja espalhou-se e multiplicou-se por todo o império romano.

O lar deve ser uma embaixada do reino de Deus na terra, uma agência de evangelização e uma escola de discipulado.

4. Paulo sempre plantou igrejas em cidades estratégicas. 
Paulo foi um pregador fiel e relevante. Ele lia o texto e o povo. Conhecia as Escrituras e a cultura. Jamais mudou a mensagem, mas sempre buscou os melhores métodos para alcançar os melhores resultados. Por isso, fixou-se nas cidades mais importantes do império, porque estava convencido de que a partir dali, o evangelho poderia se espalhar para outros horizontes.

Nas quatro províncias que Paulo plantou igrejas, as províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor, procurou sempre se estabelecer em lugares geográfica, econômica e religiosamente importantes, pois sabia que as igrejas nessas cidades tornar-se-iam multiplicadoras na evangelização mundial.
5. Paulo sempre acreditou no poder da verdade para convencer e converter os corações. 
Paulo pregou com lágrimas, mas sem deixar de usar seu cérebro. Por onde passou, dissertou sobre a verdade das Escrituras e persuadiu as pessoas a crerem em Cristo. Ele dirigiu-se à mente das pessoas e tocou-lhes o coração.

Paulo rejeitou a sabedoria humana, mas não a sabedoria divina. Ele não confiou nos recursos da retórica, mas usou todos os argumentos lógicos e racionais, na dependência do Espírito, para alcançar as pessoas com o evangelho.

Hoje, à semelhança de Paulo, precisamos de pregadores que conheçam a verdade; pregadores que ousem pregá-la com clareza, exatidão e poder.


Por Litrazini

Graça e Paz