"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 26 de novembro de 2019

O SANTO E O PROFANO


“…Assim respondeu o Senhor: “Se você se arrepender, eu o restaurarei para que possa me servir; ... lutarão contra você, mas não o vencerão, pois estou com você para resgatá-lo e salvá-lo”, declara o Senhor.” Jeremias 15.15-20.

Uma coisa é errar intencionalmente, outra coisa é errar por ignorância. Adão e Eva erraram conscientemente. Deus os havia advertido, eles erraram porque quiseram. Eles sabiam das consequências: morte, separação, disciplina, isolamento.

Sansão também foi alertado por seus pais, ele errou porque quis. Seus pais eram crentes, e disseram a ele: “Não se envolva com essas mulheres, são perigosas.” Mas ele errou porque quis.

Judas também errou porque quis: andou três anos com Jesus, viu os milagres que Ele realizava, ouviu Seus ensinamentos. Judas não conviveu com um ser humano comum, ele andou com Jesus, viu os milagres do Mestre, inúmeros, e mesmo assim optou por errar.

Os sacerdotes também desejaram errar: eles viram que Jesus Cristo era o Messias, mas, era mais cômodo agirem como agiam, e erraram conscientemente, crucificaram Jesus.

Os dois ladrões da cruz erraram, eram ignorantes, mas, um deles viu o erro que cometia, e resolveu consertar sua vida: deixou de ser profano.

Saulo de Tarso também errou: mas errou por ignorância, ele pensava que fazia o que era certo, ele perseguia os cristãos, até o dia que conheceu a verdade e optou por aquilo que é santo.

Todos sabemos através das advertências bíblicas o que é errado. Há pessoas agora errando misturando o santo com o profano por ignorância. Nesse texto, Jeremias passava por uma grande luta, ele queria que Deus libertasse a nação, que abençoasse a sua família e a Palavra do Senhor para ele foi:“Vocês não conseguem separar o santo do profano!”

Quem sabe você é uma pessoa santa dentro da igreja, mas, quando sai pelas portas, deixa de ser santo, e passa a ser profano (a)?

Muitos exaltam Jesus na casa de Deus e na rua deixam que o diabo use suas bocas. Misturam o santo com o profano.

O homem tem profanado aquilo que é santo, aquilo que Deus determinou. Muitos casais têm se perdido sexualmente no que é profano.

Nas festas, as pessoas têm participado de momentos que não tem nada de Deus: brigas, contendas, bebidas…

Se separarmos o santo do profano o Senhor nos abençoará! Precisamos aprender a discernir o que é santo e o que é profano.

À queixa de Jeremias o Senhor disse: “Se você se arrepender, eu o restaurarei…” Olha a condicional: ‘SE’.

Deus espera primeiro o arrependimento, então, a obra é feita. Muitos querem a restauração, poucos querem o arrependimento. Quando separamos o santo do profano, o Senhor nos faz como que uma muralha de bronze, as pessoas podem se levantar contra nós, mas, não prevalecem, porque o Senhor está conosco.

O que é de Deus é de Deus, o que é do diabo é do diabo. Você tem o Espírito Santo, separe o santo do profano.

O santo cada vez fica mais santo e o sujo, cada vez mais sujo. A palavra de Deus diz: “O limpo limpe-se mais e o sujo, suje-se mais ainda…”

Obedeça ao Senhor e Ele fará de você um muro de bronze, fortificado!

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 26 de março de 2017

O SAGRADO E O PROFANO

“TUDO O QUE É PROFANO É IMUNDO E QUE TUDO O QUE É SAGRADO É SANTO?”

Levando-se em consideração os aspectos puramente linguísticos e dentro do contexto cúltico da religião judaico-cristã, pode-se afirmar que a definição exigida pela pergunta depende do contexto em que se encontram as palavras.

É interessante observar que a resposta para o primeiro par de termos, aparentemente sinonímicos, “profano-imundo”, deve ser dada na negativa. Isto porque, nem sempre o que é profano deve ser tomado por imundo, já que em contextos diferentes o significado recai não necessariamente em aspectos de pureza, mas de ordinariedade – de coisa comum – por exemplo, a palavra Koinon.

Já o mesmo não pode ser dito do segundo par de termos “sagrado-santo”, pois a própria definição do termo hieros (consagrado) e “santo” (separado), exige que eles sejam interpenetrantes. Sendo assim, tudo o que é sagrado deve possuir necessariamente uma santidade.

Entretanto, os termos, “sagrado” e “profano”, são categorias dicotômicas que servem como ferramentas teóricas à Ciência da Religião, mas especialmente à antropologia e que pela abrangência semântica não se condiciona em reducionismos.

Apesar das línguas originais bíblicas trazerem palavras que expressem a dicotomia em suas variadas nuances, todavia, ela foge à esfera puramente teológica e se difunde culturalmente em outras esferas sociais.

“Sagrado” e “profano” ganham novos significados nas Ciências da Religião. Apresentam-se enquanto categorias teóricas religiosas para explicar o mundo sobrenatural em contraposição ao mundo natural.

Dependendo do campo de pesquisa e da plataforma teórica envolvida ele pode assumir diversos significados.

Há uma discussão muito interessante dos críticos da fenomenologia da religião clássica sobre Rudolf Otto a respeito da categoria explorada por ele em sua obra Das Heilige (O Sagrado) quanto ao termo sagrado. O sagrado para Otto é ontológico e totalmente “Outro”, abrangendo, mas não se esgotando no conceito judaico-cristão de Deus.

Já Émile Durkheim afirmava que “existe religião tão logo o sagrado se distingue do profano” (1996, p.150). Aqui Durkheim não trabalha o sagrado pelo seu aspecto metafísico, na verdade o sagrado pode ser “puro” ou “impuro”. Tudo o que não pode ser sagrado está na esfera do profano.

Para o antropólogo René Girard “É a violência que constitui o verdadeiro coração e alma secreta do sagrado” (1998, p.46). Sagrado para ele possui o significado de religião.

Em Ferraroti o sagrado não aparece esgotar-se na religião institucionalizada que ele denomina de “religião-de-igreja”. Para ele o sagrado se expressa de formas diversas, inclusive na sociedade moderna.

Até aqui, com estes parcos e singelos exemplos, tentei mostrar as várias nuances que o termo adquire nas teorias das ciências da religião.

Apesar de o artigo ter-se desviado sutilmente do propósito original – o teológico – é excitante pensar em uma investigação em direção a definição do termo “sagrado” e “profano” dentro de uma sociedade materialista e dessacralizada como a nossa. Fica aí a provocação.

Referências
DURKHEIM, È. As formas elementares da vida religiosa.  São Paulo: Martins Fontes, 1996.
FERRAROTI, Franco. Una fede senza dogmi. Laterza: Roma-Bari, 1990.
GIRARD, R. A Violência e o Sagrado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.
OTTO, R. O Sagrado. Lisboa: Edições 70, 2005.

Prof. Paulo Cristiano da Silva

Por Litrazini

Graça e Paz 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O SANTO E O PROFANO

“…Assim respondeu o Senhor: “Se você se arrepender, eu o restaurarei para que possa me servir; se você disser palavras de valor, e não indignas, será o meu porta-voz. Deixe esse povo voltar-se para você, mas não se volte para eles. Eu farei de você uma muralha de bronze fortificada diante deste povo; lutarão contra você, mas não o vencerão, pois estou com você para resgatá-lo e salvá-lo”, declara o Senhor.” Jeremias 15.15-20.

Uma coisa é errar intencionalmente, outra coisa é errar por ignorância. Adão e Eva erraram conscientemente. Deus os havia advertido, eles erraram porque quiseram. Eles sabiam das consequências: morte, separação, disciplina, isolamento.

Sansão também foi alertado por seus pais, ele errou porque quis. Seus pais eram crentes, e disseram a ele: “Não se envolva com essas mulheres, são perigosas.” Mas ele errou porque quis.

Judas também errou porque quis: andou três anos com Jesus, viu os milagres que Ele realizava, ouviu Seus ensinamentos. Judas não conviveu com um ser humano comum, ele andou com Jesus, viu os milagres do Mestre, inúmeros, e mesmo assim optou por errar.

Os sacerdotes também desejaram errar: eles viram que Jesus Cristo era o Messias, mas, era mais cômodo agirem como agiam, e erraram conscientemente, crucificaram Jesus.

Os dois ladrões da cruz erraram, eram ignorantes, mas, um deles viu o erro que cometia, e resolveu consertar sua vida: deixou de ser profano.

Saulo de Tarso também errou: mas errou por ignorância, ele pensava que fazia o que era certo, ele perseguia os cristãos, até o dia que conheceu a verdade e optou por aquilo que é santo.

Todos sabemos através das advertências bíblicas o que é errado.

Há pessoas agora errando misturando o santo com o profano por ignorância. Nesse texto, Jeremias passava por uma grande luta, ele queria que Deus libertasse a nação, que abençoasse a sua família e a Palavra do Senhor para ele foi:“Vocês não conseguem separar o santo do profano!”

Quem sabe você é uma pessoa santa dentro da igreja, mas, quando sai pelas portas, deixa de ser santo, e passa a ser profano (a)?

Muitos exaltam Jesus na casa de Deus e na rua deixam que o diabo use suas bocas. Misturam o santo com o profano.

O homem tem profanado aquilo que é santo, aquilo que Deus determinou. Muitos casais têm se perdido sexualmente no que é profano.

Nas festas, as pessoas têm participado de momentos que não tem nada de Deus: brigas, contendas, bebidas…

Se separarmos o santo do profano o Senhor nos abençoará! Precisamos aprender a discernir o que é santo e o que é profano.

À queixa de Jeremias o Senhor disse: “Se você se arrepender, eu o restaurarei…” Olha a condicional: ‘SE’.

Deus espera primeiro o arrependimento, então, a obra é feita.

Muitos querem a restauração, poucos querem o arrependimento. Quando separamos o santo do profano, o Senhor nos faz como que uma muralha de bronze, as pessoas podem se levantar contra nós, mas, não prevalecem, porque o Senhor está conosco.

O que é de Deus é de Deus, o que é do diabo é do diabo. Você tem o Espírito Santo, separe o santo do profano.

O santo cada vez fica mais santo e o sujo, cada vez mais sujo. A palavra de Deus diz: “O limpo limpe-se mais e o sujo, suje-se mais ainda…”

Obedeça ao Senhor e Ele fará de você um muro de bronze, fortificado!

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini


Graça e Paz