"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 3 de junho de 2023

O ENGANO DO FIM DOS TEMPOS

A religião mundial descrita em Apocalipse 17:1-18 como "a grande meretriz" será parte do cenário dos últimos tempos.

O termo meretriz é usado em todo o Antigo Testamento como uma metáfora da falsa religião.

A verdadeira identidade dessa religião tem sido debatida durante séculos e tem resultado em uma série de diferentes pontos de vista entre os comentaristas e teólogos bíblicos.

Existem argumentos convincentes de que essa religião mundial seja o catolicismo, o islamismo, o movimento da nova era ou alguma forma de religião nem sequer inventada ainda, e uma pesquisa na Internet produzirá muitas outras possibilidades e teorias.

Não há dúvida de que algum tipo de religião mundial sob o falso profeta será uma parte do fim dos tempos, talvez composta de um número de diferentes religiões, seitas e ismos que existem hoje.

Apocalipse 17:1-18 nos dá várias características dessa religião mundial.

A falsa religião dominará todos os "povos, multidões, nações e línguas" da terra (versículo 15), significando que terá autoridade universal, sem dúvida dada a ela pelo Anticristo, o qual governa o mundo naquele tempo.

Os versículos 2-3 descrevem a meretriz como cometendo adultério com os "reis da terra", referindo-se à influência da falsa religião entre os governantes do mundo e pessoas influentes.

A expressão "com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra" pode se referir àqueles que estão bêbados com o poder que recebem de adorar o deus falso desta religião, como Satanás frequentemente aprisiona aqueles que cobiçam poder.

As alianças forjadas pela religião falsa unirão a igreja e o estado como nunca antes.

O versículo 6 descreve a meretriz como "embriagada com o sangue dos santos" e o sangue dos que testificam de Jesus.

O assassinato de crentes durante a tribulação será parte do plano do Anticristo (Ap 6:9).

Muitos que se opõem à religião mundial serão decapitados (Ap 20:4), e aqueles que se recusarem a adorar o Anticristo ao aceitar a sua marca não poderão comprar e vender, tornando a sobrevivência muito difícil (Ap 13:16-17) .

Eventualmente, a meretriz perderá o favor com o Anticristo, o qual irá querer receber a adoração do mundo para si mesmo.

Ele não compartilhará a adoração do mundo com os profetas e sacerdotes da falsa religião, por mais obsequiosos que sejam.

Uma vez que o Anticristo ganhe a atenção do mundo pelo seu milagroso retorno dos mortos (Ap 13:3,12,14), ele se voltará contra o falso sistema religioso e o destruirá, estabelecendo-se como Deus.

O engano, Jesus nos diz, será tão grande que, se fosse possível, até mesmo os eleitos cairiam nele (Mt 24:24).

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 18 de maio de 2022

CONHECENDO JESUS

Jesus não disse que veio para trazer uma verdade. Ele disse: "Eu sou a verdade..." (Jo14:6).

Jesus não veio trazer simplesmente uma religião, nem uma filosofia, ou um monte de regras como código de conduta.

Jesus veio trazer Ele mesmo. Ele é a ressurreição e a vida.

Para receber esta vida temos que conhecê-lo, Jo 17:3 "E a vida eterna e esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste."

Este conhecimento alcançamos pela fé na sua palavra.

Peça ao Espírito Santo que lhe ajude a conhecer Jesus, foi para isto mesmo que o espírito veio. (Jo 1613:15)

Jesus existia antes de todas as coisas - No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez

Todos nós começamos a nossa vida quando somos gerados no ventre de nossas mães, antes não existíamos. Mas não foi assim com Jesus.

Ele existia muito antes de nascer em Belém. Não como homem, mas como o Verbo de Deus.

O verbo nunca foi criado, Ele era Deus e sempre existiu. Foi ele quem criou todas as coisas.

O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas (Colos 1.15-17)

“...A nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas (Hb. 1.1-3)

Por Litrazini

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Graça e Paz

  

domingo, 17 de abril de 2022

COMUNHÃO COM DEUS E A SANTIFICAÇÃO

A igreja em Corinto estava rodeada de imoralidade e falsa religião.

Os cristãos eram frequentemente tentados a voltar às más práticas do mundo.

Paulo entendeu esta tentação quando lhes escreveu cartas de encorajamento.

“Ora, amados, visto que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus”. (2Co 7.1)

Paulo ensinou que o pecado não tem lugar na vida do cristão.

Portanto, temos que separar-nos do mal e da impureza, não apenas 50%, 90% ou 99% do pecado, mas de toda imundície.

Por quê? Por causa de nosso respeito a Deus. Ele merece nosso serviço de santificação.

"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?" (IICo 6.14,15)

Encontramos nestes versículos uma lista de coisas que são totalmente opostas. Paulo não encoraja a nenhum tipo de compromisso.

Ele não nos diz que um pouco de mal pode coexistir com a justiça. Em vez disso, mostra que não pode haver nenhuma tolerância do pecado na vida de um cristão.

Os cristãos pecam “Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” 1 Jo.1:8,10

Mas temos que admitir esses erros e procurar o perdão de Deus para manter a comunhão com ele:

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. 1Jo.1:9

Pecados sexuais, embriaguez, desonestidade e todas as outras características da carne têm que ser abandonadas.

Pessoas que praticam tais coisas não terão permissão para entrar na eterna comunhão com Deus: Gl.5:19-21.

“Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte”. Ap.21:8.

Sem nos santificar, não teremos comunhão com o Senhor que morreu por nós.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

FARISEUS HIPÓCRITAS - A RELIGIÃO DOS QUE FAZEM E NADA SÃO


"Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1ª Tm 4.1)

Muitos acreditam que este alerta de Paulo pra Timóteo está relacionado com libertação de incrédulos ou ainda falsos crentes na igreja, mas não! Está relacionado com AUTORIDADES e PREGADORES.

Hoje existem muitos púlpitos que estão AFASTANDO as pessoas de Deus. É isso que significa o termo “apostatar”. Esse termo em grego: “aphistemi” significa fazer retroceder, desviar-se ou afastar-se da fé. E a única condição de fazer isso com alguém está nas mão das autoridades instituídas
.
Os "espíritos enganadores” dessas autoridades, distorcem a compreensão e trocam a intenção da Palavra de Deus. Por isso hoje há uma distorção clara do Evangelho nos púlpitos das igrejas. Se o pregador pensar que não pode trazer uma mensagem verdadeira pensando que vai escandalizar seu irmão, nunca irá pregar as verdades bíblicas por causa dos débeis na fé (Rm 14.1).

A igreja está vivendo os últimos dias na face da terra e prestes a vivermos o arrebatamento, mas muitos líderes espirituais não tiveram a coragem de falar as verdades bíblicas. Ficam enganando os outros com coisas fúteis e entretenimento gospel. E dizendo: "É irmãos, a nossa igreja é assim, sempre pensamos desta maneira aqui!”.

Satanás, Pai da mentira, introduziu no meio cristão um tipo de evangelho corrupto, farisaico, fácil, ascético e mentiroso, enganando centenas de irmãos. O ministério dos fariseus continua em alta ainda hoje nas igrejas.

O termo fariseu pode ser, previamente, entendido como “os separados”. Tratava-se de uma seita que se vangloriava de ter a correta interpretação da lei de Moisés. Consideravam-se os protetores da lei de Deus e achavam que podiam determinar os limites dentro dos quais os judeus crentes deveriam viver.

A estes fariseus, super-religiosos, que davam o dízimo de tudo, que faziam várias orações diariamente, que dirigiam o louvor na igreja, que perdiam qualquer reunião social para participarem de uma reunião na igreja e que, sobretudo, julgavam e mediam todas as pessoas, a estes Jesus chamou de HIPÓCRITAS.

A palavra hipócrita vem do grego e pertence ao vocabulário das artes cênicas. Significa artista, ator, mascarado, duas caras, fingimento, aquele que está atuando, aquele que parece, mas, no fundo no fundo, não é. Assim é o super-religioso. Ele apenas parece. E por parecer e não ser, não faz o que deveria fazer, mas deixa de fazer o que esperado seria. Preocupado com a aparência, não com o conteúdo. Um discurso dissonante da práxis. Uma pantomima sacra. Um sepulcro bem caiado.

Ser rotulado como fariseu na época de Jesus gerava orgulho. Seria o equivalente hoje ao radicalismo cristão, a santidade exagerada, à super valorização do fazer ao invés do ser, dos partidários da teologia do “nada pode”, com um discurso tão paradoxal que dá até a impressão que foi o Diabo quem criou o mundo, e não Deus.

Fujam dos que dizem que Jesus perdoa, que você deve perdoar, mas eles mesmo nunca perdoam ninguém. Fujam dos que dizem que Jesus não se importava com o bens materiais, que você não deve se importar, mas eles mesmo nunca abrem mão de nada que possuem. Fujam dos que dizem que Jesus ama a igreja, que você deve amar, mas que eles mesmo fazem com a Noiva o que bem entendem. Fujam dos que dizem que Jesus obedeceu, que você deve obedecer, mas eles mesmo já não ouvem mais a voz do Sumo Pastor.”

Eles são os “espíritos enganadores”, nada pode ser mais demoníaco do que afastar as pessoas do bem mais precioso da terra, à saber… A Palavra de Deus e a Sua Graça Salvífica!

Bruno dos Santos

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 16 de agosto de 2020

A RELIGIÃO TEM MUITAS CARAS E NENHUMA DELAS É A CARA DE DEUS


Atemorizados pela presença dos filisteus e amorreus na terras que lhes foram designadas por Moisés, os danitas não requisitaram a sua herança no território de Judá. Emfim resolveram avaliar esta possibilidade e enviaram espias para se infiltrarem entre o povo local e procurarem uma fraqueza capaz de facilitar a invasão.

Descobriram na casa de Mica uma mistura da religiosidade judaica com as crenças locais. Perceberam também, que os amorreus e os filisteus já não estavam presentes naquelas terras férteis e que o povo habitava ali distraidamente.

Para completar o pacote argumentativo resolveram acrescentar um componente profético, pedindo ao velho amigo levita, que fizesse uma previsão favorável aos danitas. Ele usou o chavão profético, que os israelitas procuravam ouvir antes de sair para a batalha: “Disse-lhes o sacerdote: Ide em paz; o caminho que levais está sob as vistas do Senhor.” Jz 18:6.

Falsas profecias, como esta, já foram feitas com o objetivo de ganhar favores profissionais, financeiros, políticos, para realizar casamentos convenientes, entronizar Reis, eleger pastores e realizar levantes eclesiásticos.

— Sinto de Deus, que você se casará comigo. Disse um rapaz para a moça mais bonita da Igreja.
Ela prontamente respondeu: — sou uma mulher casada.

É o que as pessoas chamam de cantada profética. Já soube de casos em que alguém pediu a um profeta amigo seu, que fosse dizer ao irmão empregador o seguinte: — eu o Senhor encontrei um funcionário ideal para a sua empresa. A primeira letra do nome dele é Francisco.

Foi este tipo de religiosidade que eles implantaram no território da cidade de Dã, crendo, que aquilo pareceria simpático aos moradores do local, que facilitaria a entrada da tribo naquele local. Os danitas se utilizaram de meios escusos na sua ocupação da terra.

Foi assim que espalharam uma contaminação religiosa em Israel, chegando a colocar a imagem construída por Mica, em Dã, fundando uma nova sede religiosa, que tentava roubar a cena de Siló, a cidade onde ficava o Tabernáculo.

Ubirajara Crespo

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 26 de junho de 2019

TER UMA RELIGIÃO OU TER JESUS


Vamos tentar aqui esclarecer o que significa ter uma religião, ou mais precisamente, ser uma pessoa religiosa.

Antes de mais nada, informamos algo aqui muito interessante: quando Jesus esteve aqui em carne e osso, já existia no mundo de então mais de trezentas religiões e seitas. E as que existiam nos locais onde o Mestre pisou, todas elas tentaram ser uma pedra de tropeço para Jesus (fariseus, saduceus, zelotes, herodianos etc). 

Ou seja, todas elas somente quiseram atrapalhar a obra salvítica que Ele veio realizar.

Para falar a verdade, elas não diferem em nada das muitas religiões que conhecemos hoje (mesmo algumas que se auto-denominam cristãs). Ainda vemos muitos "fariseus" (que virou sinônimo de hipócrita) modernos metidos a cumpridores de lei se auto justificando por aí. São chamados também de sepulcros caiados.

E no que deu tanta religiosidade, tanto zelo? No maior de todos os crimes já perpetrados pela humanidade a um homem justo: a morte por crucificação, que era dada na época somente aos piores criminosos e monstros.

Mataram o Autor da vida, justamente Aquele que nos viera mostrar o caminho para o Céu, um caminho diferente e simples, apenas apertado e estreito, do qual tentamos nos desviar de todas as maneiras por causa de nossa religiosidade.

Preferimos sempre escolher outro caminho, o nosso próprio caminho, o caminho da auto justificação, do auto conhecimento, do auto renascimento, do auto aperfeiçoamento, tudo à nossa própria maneira, para depois ainda pensarmos que somos os mais sabidões.

Vejamos o que diz a Palavra de Deus a respeito disso: Todavia, falamos sabedoria entre os perfeitos; não porém a sabedoria deste mundo, nem dos intelectuais deste mundo, que se aniquilam; mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; a qual nenhum dos intelectuais deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca teriam crucificado o Senhor da glória (1Cor 2.6-8).
Na verdade, Jesus em nenhuma parte da Bíblia diz que Ele é a religião que devemos seguir. Vemos sempre Ele afirmando que é O CAMINHO, A PORTA, A RESSURREIÇÃO, A VIDA, O BOM PASTOR, entre tantas alegorias por Ele pronunciadas, para nos dar a entender que fora dEle não há outro nem outra solução para o problema do pecado do homem que precisa ser resolvido diante de Deus. 

Jesus é o Criador, o resto é criatura.

Por isso, se somos do tipo que vive se desculpando e se retraindo para poder afirmar: Eu já tenho a minha religião, estamos cometendo um grande equívoco que pode custar toda uma eternidade. Jesus não está oferecendo a nós mais uma religião, mas nos dando gratuitamente a salvação com garantia de uma vida abundante aqui e agora e eternamente.

Se pararmos para pensar um pouquinho veremos que isso não existe em nenhuma religião do mundo e nunca houve.

Jesus não nos diz que precisamos nascer e renascer em vários corpos por uma infinidade de vezes para que sejamos perfeitos. Isso é uma velha invenção do capeta que tem enganado a muitos que não examinam as Escrituras.

Ora, ora, não vamos morrer com a nossa religião (porque meu pai, meu avô, meu bisavô, meu tataravô era assim), mas vamos verificar a veracidade do que nos diz o Senhor Jesus. Não nos custa nada.

Por que deveríamos morrer na ignorância? Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (João 8:32).

Por que não ser liberto pelo Rei Jesus? Ora, não vamos cometer também o mesmo engano dos fariseus que disseram a Jesus: Nunca fomos escravos de ninguém (João 8.33) Eles que já tinham sido escravos dos babilônios, dos persas, dos gregos, e agora eram escravos dos romanos. 

Mas não era desse tipo de liberdade que Jesus falava (e nos fala agora), mas da liberdade do espírito. Essa, para quem não sabe, é a verdadeira liberdade.

Não vamos nos enganar: quem não serve a Jesus, serve ao diabo. Não há outra opção. Nem existe essa coisa de neutralidade e muito menos de "ficar em cima do muro".

E aí? Será que devemos optar pela nossa religião? 

Será que devemos ficar com a tradição que nossos pais nos legaram? 

Ou será que o ensinamento de nossos antepassados é mais importante que o ensino do Autor da vida?

Oh, amigo, vamos deixar essa nossa religiosidade hipócrita de lado e vamos seguir apenas a Jesus, pois fora dEle não há a menor possibilidade de sermos salvos (Atos 4.12).

Senhor Jesus, para quem iríamos nós? Só tu tens as palavras da vida eterna (João 6.68).

Adail Campelo de Abreu

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 8 de dezembro de 2018

FAÇA A SUA OPÇÃO


A religião tem preocupado bastante os cristãos autênticos, pois constantemente confunde-se profundidade espiritual com religiosidade intensa. A religião legalista prefere viver tranquila em sua mentira a perder prestígio por causa de verdades reveladas.

Por isso o cristianismo deve tomar muito cuidado com as generalizações. O desafio para os cristãos é não permitir que o cristianismo se torne uma farsa. Só assim haverá esperança de existir na terra um povo santo. Leis e regras sem a unção divina produz morte na alma, pois, a religião pode mudar o comportamento ético das pessoas mas não lhes altera a vontade.

Com esforço próprio, o homem abandona seus vícios. Outras coisas lhe são exigidas. E, ele, sem qualquer transformação interior, está sempre pronto a obedecer. E, aí o legalismo passa a dominá-lo, e produzir seus efeitos maléficos, capazes de tornar-lhe a vida pior.

Algumas pessoas parecem ter ficado mais feias depois da “conversão”. Já não sorriem nem brincam; não cumprimentam mais os vizinhos e amigos não crentes. Agora consideram a todos como criaturas do diabo. Tomam essas atitudes em nome da fé, dizendo-se convertidos. Mas será este tipo de vida que Jesus veio trazer-nos? Foi para isso que Ele morreu na cruz?

Infelizmente, essa é a vida que o legalismo reserva aos que se lhe submetem. C.S. Lewis escreve: “Os pecados da carne são maus, mas são os menos maus dos pecados. Os piores são puramente espirituais. O prazer em fazer os outros sentirem que estão errados, em ser mandão, caluniador e orgulhoso. É por isso que uma pessoa fria, farisaica e arrogante, e que frequenta regularmente a igreja, pode estar mais perto do inferno que uma prostituta.”

Foram os líderes da religião que levaram Jesus à cruz. A santidade vem da graça, não da lei; da ação do Espírito de Cristo no homem, não de impactos causados por regras impostas. Nem tudo que os fariseus pregavam era errado ou mentira: “Observai, pois e praticai tudo o que vos disserem” (Mt. 23.3)

O discurso deles era bom, mas atitude, hipócrita. Todas as formas de religião que falam de Jesus, apresentam verdades. O problema não é o discurso, que é bom: “Jesus é o Senhor”, “Jesus cura”, “Jesus liberta”, “Jesus salva”, “Jesus batiza com o Espírito Santo”, etc.  Isto deveria tornar-nos um povo cada vez mais santo, mas tal não acontece quando há algo errado na prática. Mas a prática não condiz com o discurso: O amor e o perdão não existem, a liberdade anunciada não passa de outro tipo de escravidão, e o socorro prometido não vem.

Se não há quebrantamento, santidade; Se não há transformação – de dentro para fora – que perdure ao longo da vida, ou se a beleza de Cristo não brotou na face da alma, então tudo não passou de um agradável momento religioso. Não atribuamos ao Senhor da glória tal fenômeno emocional.

Que o mesmo poder que ressuscitou a Jesus Cristo dentre os mortos, jogue por terra os elementos mortais da religião, e faça surgir vidas lavadas no sangue do Cordeiro, e santificadas no Espírito para a glória de Deus Pai.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

O QUE FAZER COM LITERATURAS DE SEITAS?

“Muitos também dos que tinham praticado artes mágicas ajuntaram os seus livros e os queimaram na presença de todos; e, calculando o valor deles, acharam que montava a cinquenta mil moedas de prata.” (Atos 19.19)

Frequentemente ouvimos a seguinte queixa de pessoas que deixam as seitas “O que devo fazer com a literatura da minha antiga religião?”

A resposta a esta pergunta não é tão simples. Muitos ex-membros de seitas investiram uma grande quantidade de dinheiro em livros e artefatos, incluindo bibliotecas de obras inteiras (por exemplo, adventistas, mórmons e Testemunhas de Jeová) de seus antigos líderes e profetas. A eliminação desse material todo representa a perda de grandes quantidades de dinheiro e também dá muito trabalho.

A SEGUIR DAMOS ALGUMAS DICAS DO QUE FAZER COM A LITERATURA HERÉTICA:

DOAR AOS MINISTÉRIOS APOLOGÉTICOS – Ministérios apologéticos frequentemente coletam livros de seitas para fins de pesquisa. Uma vez que essas seitas muitas vezes mudam o conteúdo de seus livros com impressões sucessivas, é útil possuir cópias de versões antigas e fora de impressão comparando com a nova versão a fim de verificar se houve alteração de doutrinas ou mudanças em algum ensinamento específico. 

Recomendamos que pessoas que se libertaram das seitas ou estão em vias de libertação e que desejem dispor de seus livros, entrem em contato com o CACP ou algum ministério que trabalhe com o evangelismo de seitas para a doação deste material. Por outro lado, mesmo os apologistas só podem armazenar certo número de livros.

JOGAR NO LIXO – Jogar fora os livros ou mesmo reciclá-los é uma opção, mas este método de dispor-se da literatura herética pode resultar em perigo às pessoas que eventualmente possam achar esses livros em lixos e lê-los.

DOAR ÀS BIBLIOTECAS OU SEBOS – Doar as bibliotecas municipais ou vendê-los em sebos é um problema ainda maior; eles tornam-se acessíveis para pessoas interessadas em religião, mas despreparadas apologeticamente a um preço muito reduzido!

DEVOLVER A SEITA – Outro erro é devolver às bibliotecas da seita ou aos membros dela que ainda estão em atividade. Lembre-se: o que você não quer de ruim para você, não faça aos outros.

DESTRUÍ-LOS – Quando a pessoa não conseguir dispor da literatura herética pela primeira opção, então somente destruindo-os garante que ninguém mais possa lê-los. Os livros de seitas, tais como os do espiritismo, da teosofia, dos mórmons, dos adventistas, dos Testemunhas de Jeová e de outras seitas similares, ensinam heresias. 

Na maioria das vezes esses escritos são frutos da imaginação de falsos profetas que deturparam a Escritura e o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. A teologia derivada de suas visões e endossos não é o evangelho de vida da expiação substitutiva e da obra acabada do Senhor Jesus na cruz. Pelo contrário, é uma mistura sincrética de graça e boas obras, obediência a organização e devoção ao líder da seita.

Os crentes em Éfeso nos dão um exemplo claro de uma forma apropriada de dispor da literatura herética. Livros que ensinam heresias, de acordo com o exemplo do livro de Atos, devem ser destruídos. 

Ao destruir essas literaturas que pervertem a verdade bíblica, a pessoa está demonstrando obediência à Palavra de Deus. É um ato de proteção e preocupação para com seus vizinhos, amigos e a sociedade em geral. Ao se livrar da literatura perniciosa das seitas, que, do ponto de vista espiritual, se configura como doutrinas de demônios, você está fazendo uma escolha entre a vida e a morte.

Prof. Paulo Cristiano da Silva

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

FARISEUS HIPÓCRITAS - A RELIGIÃO DOS QUE FAZEM E NADA SÃO

"Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1ª Tm 4.1)

Muitos acreditam que este alerta de Paulo pra Timóteo está relacionado com libertação de incrédulos ou ainda falsos crentes na igreja, mas não! Está relacionado com AUTORIDADES e PREGADORES.

Hoje existem muitos púlpitos que estão AFASTANDO as pessoas de Deus. É isso que significa o termo “apostatar”. Esse termo em grego: “aphistemi” significa fazer retroceder, desviar-se ou afastar-se da fé. E a única condição de fazer isso com alguém está nas mão das autoridades instituídas
.
Os "espíritos enganadores” dessas autoridades, distorcem a compreensão e trocam a intenção da Palavra de Deus. Por isso hoje há uma distorção clara do Evangelho nos púlpitos das igrejas. Se o pregador pensar que não pode trazer uma mensagem verdadeira pensando que vai escandalizar seu irmão, nunca irá pregar as verdades bíblicas por causa dos débeis na fé (Rm 14.1).

A igreja está vivendo os últimos dias na face da terra e prestes a vivermos o arrebatamento, mas muitos líderes espirituais não tiveram a coragem de falar as verdades bíblicas. Ficam enganando os outros com coisas fúteis e entretenimento gospel. E dizendo: "É irmãos, a nossa igreja é assim, sempre pensamos desta maneira aqui!”.

Satanás, Pai da mentira, introduziu no meio cristão um tipo de evangelho corrupto, farisaico, fácil, ascético e mentiroso, enganando centenas de irmãos. O ministério dos fariseus continua em alta ainda hoje nas igrejas.

O termo fariseu pode ser, previamente, entendido como “os separados”. Tratava-se de uma seita que se vangloriava de ter a correta interpretação da lei de Moisés. Consideravam-se os protetores da lei de Deus e achavam que podiam determinar os limites dentro dos quais os judeus crentes deveriam viver.

A estes fariseus, super-religiosos, que davam o dízimo de tudo, que faziam várias orações diariamente, que dirigiam o louvor na igreja, que perdiam qualquer reunião social para participarem de uma reunião na igreja e que, sobretudo, julgavam e mediam todas as pessoas, a estes Jesus chamou de HIPÓCRITAS.

A palavra hipócrita vem do grego e pertence ao vocabulário das artes cênicas. Significa artista, ator, mascarado, duas caras, fingimento, aquele que está atuando, aquele que parece, mas, no fundo no fundo, não é. Assim é o super-religioso. Ele apenas parece. E por parecer e não ser, não faz o que deveria fazer, mas deixa de fazer o que esperado seria. Preocupado com a aparência, não com o conteúdo. Um discurso dissonante da práxis. Uma pantomima sacra. Um sepulcro bem caiado.

Ser rotulado como fariseu na época de Jesus gerava orgulho. Seria o equivalente hoje ao radicalismo cristão, a santidade exagerada, à super valorização do fazer ao invés do ser, dos partidários da teologia do “nada pode”, com um discurso tão paradoxal que dá até a impressão que foi o Diabo quem criou o mundo, e não Deus. Penso que para estes hoje, Jesus ainda diria assim….coadunando com o Apóstolo Paulo pra Timóteo:

"Fujam dos que dizem serem meus representantes, mas que as suas práticas não condizem com o meu discurso. Fujam dos religiosos hipócritas. Fujam dos super-homens. Fujam dos super-crentes. Acautelem-se dos hipócritas. Cuidado com os que impõem sobre outros, cargas que eles mesmos não conseguem carregar. Fujam dos que dizem que Jesus ama, que você deve amar, mas eles mesmo nunca amam ninguém.

Fujam dos que dizem que Jesus perdoa, que você deve perdoar, mas eles mesmo nunca perdoam ninguém. Fujam dos que dizem que Jesus não se importava com o bens materiais, que você não deve se importar, mas eles mesmo nunca abrem mão de nada que possuem. Fujam dos que dizem que Jesus ama a igreja, que você deve amar, mas que eles mesmo fazem com a Noiva o que bem entendem. Fujam dos que dizem que Jesus obedeceu, que você deve obedecer, mas eles mesmo já não ouvem mais a voz do Sumo Pastor.”

Eles são os “espíritos enganadores”, nada pode ser mais demoníaco do que afastar as pessoas do bem mais precioso da terra, à saber… A Palavra de Deus e a Sua Graça Salvífica!

Bruno dos Santos

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 10 de outubro de 2017

A RELIGIÃO NOS EMPRESTA MUITAS CARAS E NENHUMA DELAS É A CARA DE DEUS

Atemorizados pela presença dos filisteus e amorreus na terras que lhes foram designadas por Moisés, os danitas não requisitaram a sua herança no território de Judá. Emfim resolveram avaliar esta possibilidade e enviaram espias para se infiltrarem entre o povo local e procurarem uma fraqueza capaz de facilitar a invasão.

Descobriram na casa de Mica uma mistura da religiosidade judaica com as crenças locais. Perceberam também, que os amorreus e os filisteus já não estavam presentes naquelas terras férteis e que o povo habitava ali distraidamente.

Para completar o pacote argumentativo resolveram acrescentar um componente profético, pedindo ao velho amigo levita, que fizesse uma previsão favorável aos danitas. Ele usou o chavão profético, que os israelitas procuravam ouvir antes de sair para a batalha: “Disse-lhes o sacerdote: Ide em paz; o caminho que levais está sob as vistas do Senhor.” Juízes 18:6.

Falsas profecias, como esta, já foram feitas com o objetivo de ganhar favores profissionais, financeiros, políticos, para realizar casamentos convenientes, entronizar Reis, eleger pastores e realizar levantes eclesiásticos.

— Sinto de Deus, que você se casará comigo. Disse um rapaz para a moça mais bonita da Igreja.
Ela prontamente respondeu: — sou uma mulher casada.

É o que as pessoas chamam de cantada profética. Já soube de casos em que alguém pediu a um profeta amigo seu, qu/e fosse dizer ao irmão empregador o seguinte: — eu o Senhor encontrei um funcionário ideal para a sua empresa. A primeira letra do nome dele é Francisco.

Foi este tipo de religiosidade que eles implantaram no território da cidade de Dã, crendo, que aquilo pareceria simpático aos moradores do local, que facilitaria a entrada da tribo naquele local. Os danitas se utilizaram de meios escusos na sua ocupação da terra.

Foi assim que espalharam uma contaminação religiosa em Israel, chegando a colocar a imagem construída por Mica, em Dã, fundando uma nova sede religiosa, que tentava roubar a cena de Siló, a cidade onde ficava o Tabernáculo.

Ubirajara Crespo

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 26 de março de 2017

O SAGRADO E O PROFANO

“TUDO O QUE É PROFANO É IMUNDO E QUE TUDO O QUE É SAGRADO É SANTO?”

Levando-se em consideração os aspectos puramente linguísticos e dentro do contexto cúltico da religião judaico-cristã, pode-se afirmar que a definição exigida pela pergunta depende do contexto em que se encontram as palavras.

É interessante observar que a resposta para o primeiro par de termos, aparentemente sinonímicos, “profano-imundo”, deve ser dada na negativa. Isto porque, nem sempre o que é profano deve ser tomado por imundo, já que em contextos diferentes o significado recai não necessariamente em aspectos de pureza, mas de ordinariedade – de coisa comum – por exemplo, a palavra Koinon.

Já o mesmo não pode ser dito do segundo par de termos “sagrado-santo”, pois a própria definição do termo hieros (consagrado) e “santo” (separado), exige que eles sejam interpenetrantes. Sendo assim, tudo o que é sagrado deve possuir necessariamente uma santidade.

Entretanto, os termos, “sagrado” e “profano”, são categorias dicotômicas que servem como ferramentas teóricas à Ciência da Religião, mas especialmente à antropologia e que pela abrangência semântica não se condiciona em reducionismos.

Apesar das línguas originais bíblicas trazerem palavras que expressem a dicotomia em suas variadas nuances, todavia, ela foge à esfera puramente teológica e se difunde culturalmente em outras esferas sociais.

“Sagrado” e “profano” ganham novos significados nas Ciências da Religião. Apresentam-se enquanto categorias teóricas religiosas para explicar o mundo sobrenatural em contraposição ao mundo natural.

Dependendo do campo de pesquisa e da plataforma teórica envolvida ele pode assumir diversos significados.

Há uma discussão muito interessante dos críticos da fenomenologia da religião clássica sobre Rudolf Otto a respeito da categoria explorada por ele em sua obra Das Heilige (O Sagrado) quanto ao termo sagrado. O sagrado para Otto é ontológico e totalmente “Outro”, abrangendo, mas não se esgotando no conceito judaico-cristão de Deus.

Já Émile Durkheim afirmava que “existe religião tão logo o sagrado se distingue do profano” (1996, p.150). Aqui Durkheim não trabalha o sagrado pelo seu aspecto metafísico, na verdade o sagrado pode ser “puro” ou “impuro”. Tudo o que não pode ser sagrado está na esfera do profano.

Para o antropólogo René Girard “É a violência que constitui o verdadeiro coração e alma secreta do sagrado” (1998, p.46). Sagrado para ele possui o significado de religião.

Em Ferraroti o sagrado não aparece esgotar-se na religião institucionalizada que ele denomina de “religião-de-igreja”. Para ele o sagrado se expressa de formas diversas, inclusive na sociedade moderna.

Até aqui, com estes parcos e singelos exemplos, tentei mostrar as várias nuances que o termo adquire nas teorias das ciências da religião.

Apesar de o artigo ter-se desviado sutilmente do propósito original – o teológico – é excitante pensar em uma investigação em direção a definição do termo “sagrado” e “profano” dentro de uma sociedade materialista e dessacralizada como a nossa. Fica aí a provocação.

Referências
DURKHEIM, È. As formas elementares da vida religiosa.  São Paulo: Martins Fontes, 1996.
FERRAROTI, Franco. Una fede senza dogmi. Laterza: Roma-Bari, 1990.
GIRARD, R. A Violência e o Sagrado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.
OTTO, R. O Sagrado. Lisboa: Edições 70, 2005.

Prof. Paulo Cristiano da Silva

Por Litrazini

Graça e Paz 

terça-feira, 7 de abril de 2015

QUANTO CUSTA A SALVAÇÃO?

Esta passagem de Atos é maravilhosa, Deus em sua soberania reconhece a Cornélio como um bom homem, veja: "Morava em Cesaréia um oficial do exército romano, chamado Cornélio, comandante de um regimento italiano. Ele era um homem que tinha fé em Deus como também toda sua família. Praticava a caridade com boa vontade e era um homem de oração."(Bíblia Viva - Atos 10: 1 e 2)

Deus se agradou dele devido ao seu bom coração e suas obras, o que aprendemos com isso? Deus não está preocupado com nossa religiosidade, nosso prestigio, nosso dinheiro, se somos ricos ou pobres, se estamos doentes ou sadios, a cor de nossa pele, etc.

Deus conhece o coração de cada ser humano, Ele sabe que todos somos pecadores e necessitamos da graça dEle, mesmo alguém que não compartilha da mesma visão que temos, pode fazer Deus se agradar dele e ser também considerado como alguém digno de estar em Sua presença.

O que quero dizer com isso? Simplesmente o seguinte: jamais podemos julgar as pessoas pela religião que elas professam, jamais podemos dizer que alguém ama ou não ama a Deus se baseando na sua religião, em Tiago 1:27 (Bíblia Viva), está escrito: "O cristão puro e sem faltas, do ponto de vista de Deus o Pai, é aquele que cuida dos órfãos e das viúvas, e cuja alma permanece fiel ao Senhor - sem se contaminar nem se sujar em seus contatos com o mundo".

Jesus nos ensina: "Mestre, qual é o grande mandamento na lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas".(Mateus 22: 39 e 40)

Jesus não nos ensinou a sermos religiosos, Ele nos ensinou a amar a Deus em primeiro lugar e amar a todas as pessoas, se alguém seguir estes mandamentos de Jesus será bem visto aos olhos de Deus.

Como podemos verificar em toda a Bíblia, Deus busca aqueles que têm o coração voltado para Ele, àqueles que seguem os Seus mandamentos, mesmo não tendo o perfeito conhecimento de Deus, todas as pessoas nascem com a necessidade de encontrar a Deus, pois viemos dEle e nosso espírito vai procurar nos fazer voltar a Ele, a nossa carne (corpo) e alma não, são coisas desse mundo, veja o que diz o Senhor Jesus: "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca". (Mateus 26: 41).

O diabo e seus anjos tentarão de todas as formas nos enganar para que não percebamos a necessidade de se voltar a Deus.

Mas aí alguém pode perguntar: 'Mas a Bíblia diz que para termos comunhão com Deus temos que receber Jesus Cristo como nosso único Senhor e suficiente Salvador, não é?' Perfeito, é isso mesmo, a Bíblia diz: "Depois levou-os para fora e suplicou: 'Senhores, que devo fazer para ser salvo?' Eles responderam: 'Creia no Senhor Jesus, e você será salvo, e a sua família inteira também". (Bíblia Viva - Atos 16: 30 e 31)

Para termos comunhão com Deus precisamos nos arrepender dos nossos pecados e receber Jesus Cristo em nosso coração, e isso é de graça, graça de Deus, nos seus anos de história a religião já protagonizou coisas absurdas em nome da fé, angariar indultos para ser salvo, a teologia da prosperidade, como se fosse possível comprar a Deus, comprar a salvação através de boas ações praticadas, tudo isso é enganação, a Salvação é de graça, e a graça é de Deus, "Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens..." (Tito 2: 11).

E mais: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." (1ª João 1: 9).

A salvação é de graça, mas só a recebe quem aceita a Jesus Cristo em seu coração como único Senhor e suficiente Salvador, veja o que o próprio Jesus Cristo diz no evangelho de João 14: 6 "Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por Mim." E foi exatamente isso que Deus mandou Pedro ir fazer na casa de Cornélio, Pedro foi apresentar as Boas Novas, foi dizer que Jesus Cristo tinha morrido e ressuscitado ao terceiro dia e agora está sentado à direita de Deus intercedendo por nós. E Cornélio, homem de coração puro, se arrependeu junto com sua família e todos que ali estavam, receberam a Jesus Cristo e foram batizados.

A RESPOSTA À PERGUNTA DO TEXTO É:
A Salvação é de graça, a Graça de Deus. Se qualquer pessoa for agradável a Deus, Ele fará com que algum servo Seu (no texto de Atos foi Pedro) vá a esta pessoa para lhe apresentar a Jesus Cristo, e Deus já deixará o coração deste alguém quebrantado para quando ouvir as Boas Novas realmente se arrependa de todos os seus pecados e receba a Jesus Cristo

Autor: Frank Medina

Por Litrazini

Graça e Paz