"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 22 de junho de 2021

FIDELIDADE DIVINA

Fidelidade é uma das palavras mais empregadas na Bíblia.

Frequentemente ela é associada a Deus, cujo atributo mais caro ao ser humano é precisamente a Sua fidelidade, pelo que muitas vezes é chamado de Rocha, numa indicação de Sua imutabilidade.

Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto. (Dt 32.4)

Como aprendemos no Novo Testamento, fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor (1 Co 1.9).

O Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno. (Tss 3.3)

NEle, fidelidade é a Sua persistência no propósito de ser misericordioso e bondoso para conosco.

Como o salmista, sabemos que a Sua misericórdia se eleva até aos céus e a Sua fidelidade, até às nuvens (Sl 57.10).

Por isto, cada um de nós pode elevar a Ele a sua voz, nestes termos: Quanto a mim, porém, Senhor, faço a ti, em tempo favorável, a minha oração. Responde-me, oh Deus, pela riqueza da tua graça; pela tua fidelidade em socorrer (Sl 69.13).

Cantarei para sempre as tuas misericórdias, oh Senhor; os meus lábios proclamarão a todas as gerações a tua fidelidade (Sl 89.1).

Tal é essa verdade que, em Deus, misericórdia e fidelidade são sinônimas.

O início da vida cristã, com a força revolucionária da salvação, se compara à explosão de uma corrida de 100 metros. No entanto, o prosseguimento da vida cristã se assemelha a uma corrida de longa distância, com um percurso de milhões de quilômetros.

A salvação por Jesus nos põe na pista; a fidelidade a Jesus nos mantém nela.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 8 de abril de 2017

SOBRE A ROCHA

Certa ocasião, Senhor Joanes atravessava, como de costume, um rio próximo da sua aldeia. Este rio era muito conhecido pelo Senhor Joanes apesar de não saber nadar, ele era muito prático; mergulhava e seguia boiando até que o próprio curso do rio o levava para a outra margem. E assim bastava ficar em pé sem se preocupar com o imprevisto.

Só que houve um dia que o Senhor Joanes descuidou-se e foi levado para águas mais profundas e com pouca correnteza. Percebendo que não estava, como de costume, no mesmo local conhecido, começou a se debater.

Quanto mais ele se debatia mais afundava. Foi perdendo as forças e quase a desistir ouviu uma voz da margem do rio que dizia: “-Seu Joanes ponha-se de pé, ponha-se de pé, ponha-se de pé, . E seu Joanes murmurava: -Como?! Não aguento mais, estas águas são profundas! E ele resolveu ouvir a voz e tentou se endireitar e se pôs em pé. Então percebeu que estava com a água pela cintura. A pouca correnteza levou-o para cima de uma rocha. E por pouco ele não morreu, pois já tinha se conformado com aquela situação.

Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei abalado. Salmos 62:6

O homem perdeu a comunhão com Deus no Éden e se distanciou. Foi levado às profundezas da decadência, seguiu a seu próprio rumo, indo de mal a pior. Quanto mais tentava se aproximar de Deus, mais as águas do pecado, o afogava. Então entrou em decadência total. Fazia forças com suas próprias mãos, tentando salvar-se. Mas cada vez se distanciava do Senhor.

Até que Deus executa o seu projeto escrito ainda no gênesis. Envia a Rocha, que é Cristo, para que todos aqueles que estão a se debater neste caudaloso rio de pecado sejam salvos e ponham os seus pés na rocha e se ergam.

Assim como esta ilustração, milhares de milhares de pessoas, pelo mundo, acham que por suas obras, seus feitos, vão ser salvos. Praticam até barbárie em nome da fé achando que assim conquistarão o Paraíso.

A palavra de Deus diz que não são as obras que salvam e que não são os sacrifícios que levam o homem aos céus e sim a Rocha, chamada Cristo, o Filho de Deus.

Hoje aquela voz te chama. Fique de pé, não precisa tanto esforço, tanto sacrifício. Fique apenas de pé, pois estás sobre a graça, chamado Cristo. Esta voz soa pelo mundo convencendo muitos a salvação.

Muitos  não querem ouvir sobre a rocha, rejeitam a salvação, preferem ser levados e afogados pelas águas do pecado.

Aquela voz salvou o Senhor Joanes. Bastando se pôr em pé, pois se ele não desse ouvido, com certeza morreria. Mas ele ouviu e se pôs de pé na rocha, usando suas últimas forças.

Quem sabe você tem batido em várias portas em busca da salvação. Tem seguido a rituais, tem feito sacrifícios e mais sacrifícios em busca da salvação. Tentas em vão,com tuas forças se salvar, eu tenho uma notícia para te dar, fique em pé, saia, levante-se, esta voz, o Espírito Santo, te chama para a Rocha que é Cristo. E estarás, definitivamente salvo.

Josiel Dias

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 3 de maio de 2015

O QUE DEVO FAZER?

Quem é assim não pense que vai receber alguma coisa do Senhor, pois não tem firmeza e nunca sabe o que deve fazer. (Tg 1.7-8)

A mulher samaritana não se perguntou: “Devo abandonar o meu sexto marido e voltar para o primeiro?”.

A mulher adúltera não se perguntou: “Devo continuar a pecar já que todos os meus acusadores, tanto os jovens como os mais idosos, pecam tanto quanto eu?”.

A mulher pecadora não se perguntou: “Devo me tornar uma religiosa para o resto da vida porque Jesus perdoou os meus muitos pecados?”.

Pedro não se perguntou: “Depois de ter negado a Jesus por três vezes devo abandonar o grupo de apóstolos?”.

Zaqueu, o publicano, não se perguntou: “Devo devolver quatro vezes mais o que roubei dos outros e dar metade dos meus bens para os pobres?”.

Abraão não se perguntou: “Devo mesmo oferecer meu único filho, a quem eu amo, em sacrifício?”.

Moisés não se perguntou: “Devo mesmo desprezar os prazeres do pecado aqui da corte de Faraó e sofrer com o povo de Deus?”.

Paulo não se perguntou: “Devo seguir para Jerusalém, onde a prisão e a morte estão à minha espera?”.

No entanto, podemos imaginar o irmão do filho pródigo se perguntando: “Devo me alegrar com meu pai e meus vizinhos porque meu irmão estava morto e vive de novo, estava perdido e foi achado?”

E, também, Pilatos deve ter tido esta dúvida no seu íntimo: “Devo soltar Jesus, em quem não encontrei crime algum, ou Barrabás, que promoveu uma rebelião aqui em Jerusalém e matou uma pessoa?”.

Do mesmo modo o mestre da lei deve ter se perguntado: “Devo cuidar primeiro do funeral do meu pai, ou seguir a Jesus imediatamente?”.

As pessoas que não estão sobre a rocha, que não têm firmeza, que não têm fé, que são como ondas do mar, que o vento leva de um lado para o outro, nunca sabem o que fazer, vivem confusas, tateando no escuro, indecisas, intranquilas. Muitas vezes, preferem fazer o que é mais cômodo, mais fácil, mais vantajoso.

Saber em que esquina se deve virar, o que fazer a cada estágio da vida, acertar em todas as escolhas – é algo extremamente necessário.

Fazer o que se deve fazer é sempre o melhor!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 18 de abril de 2015

A CASA SOBRE A ROCHA

“Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa.” – Lucas 6:47

Ir a Jesus… Ouvir suas palavras e observá-las! Esse é o convite!

No texto que se segue o Senhor faz uma comparação, ou melhor dizendo, uma parábola, e nela Ele compara aqueles que o ouve a um homem que construiu uma casa, cavando bem fundo para pôr os alicerces sobre uma rocha. Construção essa, por ter sido feita nos máximos padrões de segurança, resistirá a possíveis enchentes, ou eventos catastróficos quaisquer, mesmo assim, não se abalará, não cairá, pois está firme.

Claro que essa construção é uma comparação com a vida de alguém que põe todas as suas esperanças na Rocha Verdadeira, Cristo Jesus. O texto não se refere propriamente a um prédio, mas, a uma vida humana com alicerces em outra vida, divina.

MAS COMO IR A JESUS SE ELE JÁ NÃO SE FAZ PRESENTE FISICAMENTE?
E a resposta é simples: Pela fé. Deus é Espírito, semelhantemente ao vento, sopra onde quer, e ouve-se o barulho que ele faz, mas, não se sabe nem de onde ele vem, nem para onde ele vai… assim são também aqueles que são nascidos do espírito, pois a capacidade de discernir-lo só pode vir D’Ele mesmo.

É impossível, carnalmente falando, alguém ir a Jesus, isso por que Jesus não está mais aqui na terra em carne como foi a 2 mil anos atrás; é necessário pois, que quem se aproxima D’Ele o faça espiritualmente, do contrário, nada conseguirá.

Pela carne podemos nos aproximar de uma instituição religiosa, mas não de Jesus; pela carne podemos nos aproximar de pessoas de carne e osso, assim como nós, mas não de Jesus; pela carne podemos nos mover geograficamente apenas, mas, a viagem espiritual de encontro com o que é espiritual só pode ser feita pelo Espírito, e isso é evidente.

Do encontro espiritual com o nosso Criador surge a capacidade de ouvi-lo, também, com os sentidos da fé. Não necessariamente uma voz como a de outra pessoa, isso também pode acontecer, mas não é regra; geralmente trata-se de um sussurrar na consciência trazendo-nos a mente e ao coração o desejo de seguir essa voz.

O Espírito Santo, o Espírito da Verdade, é também o nosso auxiliador, o nosso mentor (aquele que ensina) e o nosso consolador (que encoraja e reanima, além de consolar). Por isso a firmeza daqueles que confiam no Senhor ser comparada aqueles que constroem sobre uma rocha: inabalável!

Mesmo que as lutas venham, que surjam tempestades e trovões, o Consolador abriga o coração daquele que crer, reanima-o e encoraja-o a prosseguir e enfrentar o que for necessário. VOCÊ JÁ EXPERIMENTOU ISSO?

Sabe aquele dia em que tudo parece estar perdido mais algo te diz: Não temas, eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou contigo! Isso é privilégio de quem tem fé.

Aos que por uma razão ou outra não conseguem crer n’Aquele que é a rocha, o aviso não é dos melhores, pois são parecidos a uma casa sem alicerces, sem segurança nenhuma, e consequentemente, muito frágil a qualquer evento exterior que possa danificar suas estruturas.

Fé não é desespero, é segurança e também um ato de gratidão e amor:

Que tal colocar sua vida sobre essa Rocha?

Ricardo Braz

Por Litrazini


Graça e Paz