sábado, 31 de março de 2018

ENRIQUECIDO PELAS ESCRITURAS


Gravem estas minhas palavras no coração e na mente; amarrem-nas como sinal nas mãos e prendam-nas na testa. Ensinem-nas a seus filhos.(Deuteronômio 11.18-19)

Assim que as crianças tiverem idade suficiente para começarem a compreender os conceitos de fé, elas devem criar o hábito de levar versículos das Escrituras da igreja para casa.

Elas devem recitar esses versículos aos seus pais no horário das refeições.

Em seguida, elas devem escrever os versículos, colocando-os em pequenas pastas ou bolsas, assim como colocam seus centavos e outras moedas em suas carteiras. Que a bolsa da fé seja de ouro.

Os versículos sobre vir à fé, tais como Sl 51.5, Jo 1.29, Rm 4.25 e Rm 5.12, são como moedas de ouro para essa pequena bolsa. Que a bolsa do amor seja de prata.

Os versículos sobre fazer o bem, tais como Mt 5.11, Mt 25.40, Gl 5.13 e Hb 12.6, são como moedas de prata para essa outra bolsa.

Ninguém deve pensar que é esperto demais para participar desse jogo e olhar com desprezo para esse tipo de brincadeira de criança.

Cristo teve de tornar-se um homem para nos treinar. Se queremos treinar uma criança, então devemos nos tornar crianças com elas.

Gostaria que essa brincadeira infantil fosse mais amplamente difundida. Em pouco tempo, veríamos muitas pessoas cristãs ricas nas Escrituras e no conhecimento de Deus. Elas fariam mais dessas bolsas, e, ao usá-las, aprenderiam toda a Escritura.

Assim como acontece nos dias de hoje, as pessoas vão ouvir um sermão e saem mais uma vez inalteradas. Elas agem como se o sermão só valesse o tempo que levam para ouvi-lo.

Ninguém pensa em aprender algo com ele ou lembrar-se dele. Algumas pessoas ouvem sermões por três ou quatro anos e, ainda assim, não aprendem o suficiente para responder a uma única pergunta sobre fé.

Mais do que o suficiente tem sido escrito em livros, mas nem perto do suficiente tem sido dirigido aos nossos corações. 

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 30 de março de 2018

OS PRINCIPAIS ALVOS DE UMA ESTRATÉGIA MISSIONÁRIA


A igreja de Cristo foi implantada com objetivo de levar o pecador de todas as partes do mundo a Ter um encontro com Cristo, essa é a sua missão. Emil Brunner disse, “a igreja existe pela missão como o fogo existe pelo queimar”. Quando deixa de queimar, o fogo deixa de ser. E quando a igreja deixa de ser missionária, deixa de ser igreja.

PODEMOS DEFINIR OS MACROS OBJETIVOS DA IGREJA:

Estabelecer igrejas em cada povo do mundo através de diferentes meio de evangelização

Oferecer a cada indivíduo de cada grupo humano uma oportunidade efetiva de entender a mensagem do Evangelho e levá-lo ao encontro com o Senhor Jesus e servi-lo na comunhão de uma igreja local.

O discipulado deve ser um objetivo irrevogável da missão da igreja. Não podemos nos contentar simplesmente com a evangelização porque isso não reflete na totalidade a ordem de Cristo na grande comissão.

O lugar geográfico é algo muito importante a definir. Nessa hora não devemos ser egoístas. Muitas igrejas se preocupam somente com a região onde elas estão implantadas. A igreja deve ter essa preocupação sim em relação as pessoas circunvizinhas, mas não pode deixar de pensar nos lugares que não existe uma igreja se quer. Mesmo existindo varias igrejas em uma mesma região, muitas vezes existe grupos específicos de pessoas que ainda não foram alcançadas, ex: crianças de rua; estrangeiros; etc...

A igreja precisa olhar para o mundo percebendo os seus desafios e problemas:
- A crescente densidade populacional; A diversidade cultural; A diversidade linguística; A diversidade religiosa; Complicações geográficas. Ex: deserto; montanha; lugar muito frio; etc.; Complicações financeiras; Complicações sociais ex: guerra, fome, refugiados; epidemias; rebeliões;  Perseguições

O PRINCIPAL OBJETIVO E O ALVO ESTÃO NA BÍBLIA:
OBJETIVO: Pregar; Batizar e discipular.
ALVO: O mundo

A igreja não deve transformar a grande comissão na grande omissão estreitando o Foco

Deus tem uma vocação para cada indivíduo sendo assim podemos perceber que cada grupo de crente (uma igreja local) é um potencial em vocação.

O corpo de Cristo deve trabalhar dentro de sua vocação. Não adianta uma única igreja querer abraçar todos os desafios missionários do mundo que não conseguirá, porque o desafio missionário é para todo o corpo e não para uma única igreja . Na verdade a igreja deve encontrar a sua vocação. Qual o propósito especifico de Deus para a sua igreja?

Será que é evangelizar o povo de Bangladesh? Ou será que é evangelizar um pequeno povoado na Groelândia?  Através do conhecimento do próprio corpo e a ampliação da visão missionária da igreja, junto com o poder da oração se tornará possível encontrar esse propósito especifico.

A igreja tem o desafio de focalizar a sua atuação dentro das suas possibilidades. A missão da igreja deve ser proporcional à capacidade da igreja. Claro que nessa hora a fé também deve estar prevista no desafio.

A igreja deve ser ousada porque temos um Deus ousado ao nosso favor. Existem igrejas que são pequenas em bairros simples que sustentam missionários na Europa. Por que isso é possível? Provavelmente porque eles têm uma visão missionária, tem um compromisso e principalmente porque tem fé.  O contraste também é verdadeiro: Existem igrejas grandes em bairros bons que não consegue cumprir os seus compromissos missionários. Porque que isso é possível? Provavelmente porque faltou planejamento, visão e fé.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 29 de março de 2018

JESUS ENXERGAVA O SOFRIMENTO ALHEIO


Ao passar, Jesus viu um cego de nascença (Jo 9.1) 

JESUS ENXERGAVA AS DEFORMIDADES FÍSICAS — as costas corcundas por 18 anos da mulher encurvada (Lc 13.11), a mão atrofiada daquele homem que estava na sinagoga (Lc 6.6), as pernas imóveis por 38 anos do paralítico do tanque de Betesda (Jo 5.5), os olhos baços do cego de nascença (Jo 9.1), o rosto sem a orelha direita do servo do sumo sacerdote (Lc 22.50).

JESUS ENXERGAVA OS TRANSTORNOS COMPORTAMENTAIS — a nudez e a violência do endemoninhado de Gerasa, que vivia nos sepulcros, gritava sem parar e cortava-se com pedras (Mc 5.1-5).

JESUS ENXERGAVA A TRISTEZA INTERIOR — a dor daquela mulher que já havia perdido o marido e agora estava sepultando o único filho (Lc 7.13), e as lágrimas da irmã e dos amigos de Lázaro, sepultado quatro dias antes (Jo 11.33). Duas vezes, Jesus perguntou a Maria Madalena: “Mulher, por que está chorando?” (Jo 20.13, 15).

JESUS ENXERGAVA O VAZIO EXISTENCIAL — ao encontrar-se com aquela samaritana que já havia vivido com cinco maridos e estava ligada ao sexto, o Senhor lhe disse solenemente: “Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede” (Jo 4.13-14). Este vazio acontece quando a pessoa não sabe de onde veio nem para onde vai, corre atrás de tudo e não tem nada, experimenta tudo e nunca se satisfaz. Jesus teve compaixão daquela multidão de homens e mulheres famintos “porque eram como ovelhas sem pastor” (Lc 9.10-17). A sede da alma é mais intensa do que a sede do corpo. O vazio existencial é mais doloroso do que o vazio estomacal.

JESUS ENXERGAVA A PRESSÃO DA CULPA – a mulher pecadora que ele havia perdoado, cheia de gratidão, não se conteve e entrou sem ser convidada na casa de Simão, o fariseu, e fez tudo o que o seu coração desejava: lavou os pés do Senhor com suas lágrimas, enxugou-os com seus cabelos, beijou-os e, por último, os ungiu com o perfume que trazia num frasco de alabastro. Embora fosse uma cena inusitada, Jesus não interrompeu o ritual da mulher e ainda a defendeu, explicando ao seu anfitrião que “aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama”. E ainda se dirigiu à vista de todos à mulher, dizendo-lhe três coisas: “Seus pecados estão perdoados”, “sua fé a salvou” e “vá em paz” (Lc 7.36-50).

O mesmo aconteceu com outra mulher em situação bastante complicada, que tinha sido surpreendida em adultério (portanto não tinha como se defender) e caído nas mãos dos implacáveis fariseus. Felizmente, ela foi levada a Jesus, que, depois de desmoralizar e mandar embora os acusadores da mulher, disse-lhe mais ou menos as mesmas três palavrinhas ditas à ex-“pecadora”: “Eu também não a condeno”, “agora vá” e “abandone sua vida de pecado” (Jo 8.1-11).

Ninguém suporta o peso continuado (“dia e noite”) da mão do Senhor, cujo propósito é conduzir o culpado à confissão e ao abandono do pecado (Sl 32.1-5).

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 28 de março de 2018

DEUS QUER FAZER GRANDES COISAS PELO SEU POVO


“... alegrai-vos no Senhor vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva temporã; fará descer a chuva no primeiro mês, a temporã e a serôdia. E as eiras se encherão de trigo, e os lagares trasbordarão de mosto e de azeite. E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o meu grande exército que enviei contra vós. E comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o meu povo nunca mais será envergonhado. E vós sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o Senhor vosso Deus, e que não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado.(Joel 2.21-27).

AS CHUVAS COPIOSAS (Joel 2.23).
As chuvas sobre a terra eram um prenúncio e um símbolo de uma chuva mais preciosa, o derramamento do Espírito Santo.

AS ESTAÇÕES FRUTÍFERAS (Joel 2.22).
Mediante o arrependimento, Deus está revertendo as calamidades, a assolação, advindas pelo pecado, transgressão e iniqüidade.O tempo da restauração da parte do Senhor, está vindo sobre a sua vida, família e ministério.

COLHEITAS ABUNDANTES (Joel 2.24,25).
No lugar da pobreza o povo de Deus recebeu a prosperidade; safras abundantes, colheitas recordes; a pobreza extrema deu lugar à prosperidade e à riqueza. Deus restituiu a eles tudo aquilo que fora destruído pelos gafanhotos, pela seca, pelos inimigos.

O DEUS A QUEM SERVIMOS, É O DEUS DA RESTITUIÇÃO.
(1Sm.30.4-9; Jó42.10-17).

A RESTAURAÇÃO DO LOUVOR (Joel 2.26).
Onde cessa a alegria do culto, cessa o sentido da vida. É na presença de Deus que há plenitude de alegria. (Sl16.11).

A MANIFESTAÇÃO DA PRESENÇA DIVINA (Joel 2.27).
Uma coisa é a onipresença de Deus, outra bem diferente é a sua presença manifesta. Tão logo o povo voltou-se para o Senhor, Ele lhes deu a conhecer a gloria de sua presença. (Isaias 64.1,2).

RESTAURAÇÃO DA ALEGRIA (Joel 2.23).
O templo cheio de gente que celebra a Deus com alegria é melhor do que todas as bênçãos materiais. A alegria do Senhor é a nossa força.

A LIBERTAÇÃO DA VERGONHA (Joel 2.27).
Quando nos voltamos para Deus em lágrimas, Ele se volta para nós em graça.

Quando tomamos a decisão de voltar para a casa do Pai, sempre encontraremos o Seu abraço de amor, Seu beijo de perdão e a Sua festa de reconciliação.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 27 de março de 2018

SE DEUS QUISER O QUE EU QUISER...


Todas as pessoas, conscientes ou inconscientemente, procuram fazer a vontade de Deus, ainda que seguindo na contramão. Sempre que perguntamos a alguém se ela fará algo ou irá a algum lugar, a resposta é: "Se Deus quiser." Mas, como sabem se Ele quer ou não? Qual é o critério usado na decisão? Muitos não saem de casa sem consultar o horóscopo, outros procuram videntes, vão ler a mão, não faltam os que abrem a Bíblia, colocam o dedo num versículo, lêem, e pensam, esta é a vontade de Deus para aquele dia ou para aquela decisão.

Disse alguém muito acertadamente que: "Como a lei natural, a espiritual está destinada por Deus a cumprir aquilo para qual foi criada. A ignorância não faz cessar sua operação. Se alguém desconhece a lei da gravidade e salta de uma janela, cairá e se espatifará no chão. Esse pode ser um caso de destruição por falta de conhecimento." E Oséias 4:6 diz: "O meu povo é destruído porque lhe falta o conhecimento."

Como explicado, o fato de você não conhecer a vontade de Deus, não será razão para livrá-lo do castigo. E pior ainda será conhecer a vontade de Deus e não se submeter a ela. Esta afirmação pode ser confirmada na parábola do servo vigilante registrada em Lucas 12:47-48 que diz: "O servo que soube a vontade de seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites. Mas o que não a soube, e fez coisas dignas de açoites, com poucos açoites será castigado. A qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou muito mais se lhe pedirá."

Parece mesmo que o melhor, é conhecer a vontade de Deus e submeter-se a ela. Um fato, porém que chama a atenção é que na maior parte das vezes, nós até queremos conhecer a vontade de Deus para certas situações, mas quando descobrimos, não a aceitamos e decidimos fazer a nossa própria vontade. Há o que chamo de um desejo receoso em se conhecer a vontade de Deus. Quando vamos buscar a Sua vontade, já vamos com a predisposição em fazer a nossa própria vontade.

O texto de Jeremias 42:1-6 é a ilustração perfeita, pois além de ser muito curioso e engraçado, mostra com perfeição o que acontece conosco quando buscarmos conhecer a vontade de Deus

Por desobedecer à vontade de Deus, que conheciam bem, e apesar das oportunidades e solenes avisos dados por Deus através dos profetas (que em sua maioria foram ignorados, desprezados e mortos), é que o povo de Israel fora derrotado e se tornara cativo da Babilônia.  Muitos foram mortos, outros levados como escravos para Babilônia. A cidade, os muros, o Templo, foram destruídos, saqueados e incendiados (Jeremias 39 e 40). Somente os mais pobres foram deixados pelo rei Nabucodonosor na terra de Judá, sob o governo de Gedalias, para cultivar a terra e viver nela. 

Algum tempo depois houve uma rebelião, e Gedalias, com diversos soldados babilônicos, que haviam sido deixados lá pelo rei, bem como várias outras pessoas, foram cruelmente assassinados. Após o fim da rebelião o medo tomou conta dos que sobraram, eles não sabiam qual seria a reação do rei ao saber do massacre de seus soldados e do governador que ele havia designado. Ficaram sem saber o que fazer: Se deviam ficar e tudo seria esclarecido; ou, se fugiam para o Egito em busca de proteção.

Então, procuraram Jeremias e pediram que orasse a Deus e lhes informasse qual era a melhor decisão a tomar na atual situação, e afirmaram que, ainda que não gostassem da resposta, obedeceriam. Parecia tudo perfeito, agora era só esperar e confiar em Deus. Jeremias faz o que lhe pediram. Consulta a Deus, Deus responde, e ele vai dar a resposta ao povo. 

Qual não foi sua surpresa. Eles não acreditaram em Jeremias e ainda o acusaram de mentiroso e trapaceiro. Não aceitaram a vontade de Deus e decidiram o que já estavam mesmo querendo fazer, fugir para o Egito em busca de proteção. 

O fim da história é completamente trágico. Eles dão com os burros n'água. Se tão somente tivessem aceitado a vontade de Deus teriam sido poupados. O rei entenderia a sua situação, veria que eram inocentes e não os castigaria. Indo para o Egito, inflamaram ainda mais a fúria do rei, que entendeu isto como sendo uma rebelião, e sendo mais poderoso, invadiria o Egito e destruiria a todos que lá estivessem (Jeremias 42 e 43)

Ficam aqui algumas interrogações que se aplicam perfeitamente bem a cada um de nós hoje: Eles realmente queriam saber qual era a vontade de Deus? Se estavam se dando mal por causa da sua infidelidade e desobediência a Deus, não estava na hora de aprender com o erro e demonstrar arrependimento e desejo de acertar?

O Senhor certamente lhes perdoaria e os faria prosperar. Por que persistir e insistir no erro da desobediência? Por que insistir em fazer a própria vontade se a de Deus era a melhor para eles mesmos? É muito diferente hoje?

Alguns princípios aqui se destacam:
Primeiro, diante da trágica situação e da difícil decisão, eles precisavam crer que a vontade de Deus era a melhor, ainda que a deles parecesse mais razoável.
Segundo, Deus revela a sua vontade, mas nós devemos estar dispostos a aceitá-la e a querer cumpri-la.
Terceiro, deixar de fazer a vontade de Deus é fazer mal para si mesmo.

Quase somos levados a crer que, toda vez que temos de escolher entre dois caminhos, o que mais nos agrada; o que mais nos parece aprazível; o que mais nos atrai; é sempre o errado e o contrário à vontade de Deus. Seria este um princípio bíblico? A vontade de Deus é sempre inversa à nossa? A vontade de Deus é sempre a mais dolorosa, a menos atrativa, a mais difícil? Você está disposto a descobrir? Uma coisa eu te garanto e posso afirmar, ela será sempre a melhor.

Jair Souza Leal

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 26 de março de 2018

VOCÊ ESTÁ PREGANDO O EVANGELHO?


Qual a tarefa suprema da Igreja? Proclamar o Evangelho de Jesus Cristo. No entanto estamos esquecendo-a. Você está sendo vencido pelo comodismo ou está alienado aos ensinos dos falsos pastores? A maior parte dos nossos pregadores não prega o evangelho, prega prosperidade. A pregação genuína do evangelho está sendo posta em um plano secundário.

Qual o chamado de Deus para nossas vidas? O mesmo do Profeta Ezequiel. Vejamos os versículos 17 a 19 do terceiro capítulo de Ezequiel:

Filho do homem, eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; e tu da minha boca ouvirás a palavra e os avisarás da minha parte. Quando eu disser ao ímpio: certamente morrerás; não o avisando tu, não falando para avisar o ímpio acerca do seu caminho ímpio, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua maldade, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, se avisares o ímpio, e ele não se converter da sua impiedade e do seu caminho ímpio, ele morrerá na sua maldade, mas tu livraste a tua alma.

Deus designa Ezequiel com Atalaia de Israel. Os atalaias se posicionavam sobre os muros da cidade, sobre topo de colinas, às vezes sobre torres de água ou instalações militares, pois precisavam de visão panorâmica. O trabalho deles consistia em avisar o povo sobre a aproximação de qualquer perigo. Eles serviam como protetores do povo e trabalhavam em favor do seu bem-estar.[1]

É nossa obrigação proclamar o evangelho. Essa obrigação não compete apenas aos pastores e obreiros, se você é um cristão, você também tem essa obrigação. Não digas: “sou apenas um crente de banco, não levo jeito para pregar, evangelizar é apenas para os pregadores.” Não seja tolo! Em Marcos 16.15, Jesus ordenou: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura.” Esse imperativo é para todos aqueles que estejam debaixo do seu senhorio.

Você está debaixo do senhorio de Cristo? Se estiver, então proclame dos telhados que o evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que nele crer!

Devemos avisar ao ímpio acerca de seus pecados, é nosso dever como cristãos. Deus nos constituiu como atalaias. Tome sua Bíblia e saia às ruas dizendo que não há outro que possa conduzir o homem a Deus a não ser, o Senhor Jesus Cristo.

Faça o que fez o Profeta Isaías, responda positivamente ao chamado de Deus. Vejamos o capítulo 6 versículo 8 do livro de Isaías: “…ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.” Não se esconda! Esse mesmo chamado é para nós cristãos. Seja um enviado de Deus. Obedeça ao imperativo de Jesus. Diga para Deus que estar disposto, peça-o capacitação, coloque-se à disposição de sua vontade.

Jesus disse aos seus discípulos que a seara é grande, mas poucos são os trabalhadores (Mateus 9.37). Trabalhe para Jesus. Alimente-se das verdades bíblicas e vá proclamar que não há salvação em nenhum outro, que não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos.

Por que você não está pregando o evangelho? Que não seja por vergonha! O Apostolo Paulo escrevendo aos romanos disse: “Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Romanos 1.16). Escrevendo aos coríntios disse: “Ai de mim, se não pregar o evangelho” (1 Corintios 9.16). Aos presbíteros de Efésios disse: “Em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (Atos 20.24).    

Deus nos confiou sua palavra. Ele nos entregou um tesouro. Precisamos ir e anunciar. Sonegar o evangelho é como um crime de apropriação indébita. O evangelho não é para ser retido, mas para ser proclamando. Ninguém pode reivindicar o monopólio do evangelho. A boa nova de Deus é para ser repartida. É nossa obrigação fazê-la conhecida de outros. Em qualquer lugar do mundo, deixar de pagar uma dívida é considerado um ato vergonhoso.[2] Hernandes Dias Lopes citando Charles Erdman aponta que proclamar o evangelho em todo o mundo e a toda criatura não é uma questão de sentimento ou preferência; é obrigação moral; é dever sagrado.[3]

Portanto, cumpra seu dever como cristão. Proclame a mensagem da cruz, e tome por exemplo o maior pregador da história — o Senhor Jesus Cristo. Pregue para aqueles que ninguém dá nada, como também para os abastados que do topo da autossuficiência pensam que não precisam de Jesus, quando na verdade, estão mortos em seus pecados precisando com urgência ter um encontro com o Salvador; para passar de um estado de condição deplorável para um estado de vida eterna, não sendo mais subjugados pelo pecado, mas, alcançados pela graça de Deus que quebra as correntes do pecado e transforma vidas.

[1] CHAMPLIN, Russell Norman, O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo.Volume 5. Editora Hagnos. São Paulo, SP 2001: p. 3207.
[2] LOPES, Hernandes Dias, Romanos. Hagnos. São Paulo, SP 2010: Apude: STOTT, Jonh.  Romanos, p.63.
[3] LOPES, Hernandes Dias, Romanos. Hagnos. São Paulo, SP 2010: Apude: ERDMAN, Charles R. Comentários de Romanos, p.26.

Moisés Soares

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 25 de março de 2018

O DEUS DOS OPRIMIDOS



Por causa da opressão do necessitado e do gemido do pobre, agora me levantarei. (Sl 12.5.)

SEM DÚVIDA, O salmista tinha na memória o livramento que Deus havia operado no Egito em favor do povo de Israel. Foi por isso que ele colocou na boca de Deus estas palavras: “Por causa da opressão do necessitado e do gemido do pobre, agora me levantarei” (Sl 12.5).

De fato, quando o rei do Egito submeteu os filhos de Israel à cruel escravidão e ordenou a todo o seu povo que lançasse no rio Nilo todo menino recém-nascido entre os judeus,

Deus ouviu o lamento deles e se levantou. Então, declarou a Moisés: “Por isso desci para livrá-los das mãos dos egípcios e tirá-los daqui para uma terra boa e vasta, onde manam leite e mel” (Êx 3.8). Esse poderoso livramento é mencionado em alguns salmos (Sl 66.5,6; 106.7-12; 135.8,9; 136.10-25).

O cuidado de Deus com os oprimidos não aparece apenas nos Salmos. O livro de Provérbios traz uma advertência muito séria: “Não explore os pobres por serem pobres, nem oprima os necessitados no tribunal, pois o Senhor será o advogado deles, e despojará da vida os que os despojarem” (Pv 22.22,23).

Mais adiante, lê-se que não se deve mudar de lugar os antigos marcos de propriedade nem invadir as terras dos órfãos, “pois aquele que defende os direitos deles é forte. Ele lutará contra você para defendê-los” (Pv 23.10,11).

O Novo Testamento também menciona que Deus coloca-se ao lado dos oprimidos, especialmente na Epístola de Tiago. Ali se lê que os ricos opressores devem chorar, tendo em vista a desgraça que lhes sobrevirá porque eles retiveram com fraude os salários dos seus trabalhadores e porque “o lamento dos ceifeiros chegou aos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (Tg 5.4).

Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos. Editora Ultimato.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 24 de março de 2018

EM MEIO À MISÉRIA NA ÁFRICA, PASTOR CLAMA A DEUS E VÊ MULTIPLICAÇÃO MILAGROSA DE COMIDA


Uma congregação localizada em uma região da África marcada pela fome e miséria experimentou o milagre da multiplicação dos alimentos, durante uma fase onde a maioria dos habitantes não tinha estoque em suas casas.

A igreja do pastor Abu (nome fictício por razões de segurança) costumava receber cristãos e até pessoas de outras religiões que não estavam interessadas em ouvir a mensagem do Evangelho, mas sim em se alimentar da comida que era oferecida no fim dos cultos.

O pastor geralmente usava o sustento de sua própria casa para comprar os alimentos para cerca de 300 pessoas, que apareciam todos os domingos no galpão onde acontecem as reuniões.

No entanto, a miséria e a fome passaram a se intensificar na região e a igreja não teve mais suprimentos para alimentar aquela multidão. Quando souberam disso, as pessoas começaram a murmurar entre si e contra Abu. Neste dia, o pastor se deparou com um homem que estava deitado no chão, com o corpo abatido e sem forças.

Este era Hydrus, que foi criado em uma família muçulmana e também estava ali por causa da comida que era oferecida. Enquanto estava no chão, o pastor se sentou ao lado dele para conversar e soube que Hydrus não tinha comido desde o último culto da igreja.

Abu levou Hydrus para sua casa e serviu sua própria refeição para ele. Sua esposa, percebendo que isso não seria suficiente, também lhe deu a parte dela. A família então deixou o muçulmano descansar no galpão da igreja, onde ele adormeceu profundamente. Enquanto dormia, ele teve um sonho que mudou sua vida.

“Eu sou o pão da vida”, ele ouviu Jesus dizer. “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede. Creia em mim como seu Senhor e salvador”. Quando Hydrus acordou, ele notou uma Bíblia na mesa e abriu no capítulo 6 do Evangelho de João, que, para sua surpresa, dizia as mesmas palavras de seu sonho.

Hydrus procurou o pastor Abu e ouviu algumas explicações, recebeu uma oração e se entregou a Jesus Cristo. Dentro de uma semana, o ex-muçulmano aprendeu muitas coisas a respeito da palavra de Deus e decidiu compartilhar seu testemunho no próximo domingo.

Apenas metade daqueles que estiveram na semana anterior estavam presentes do culto, pois o restante das pessoas sabiam que não haveria mais comida. Muitos daqueles que ouviram o testemunho de Hydrus também se entregaram a Cristo naquele dia.

MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO
Em mais uma reunião, o pastor não tinha comida para oferecer aos frequentadores. Com corações tristes, ele orou fervorosamente durante o culto para que Deus os sustentasse naquele dia.

Em oração, a esposa do pastor encheu uma panela com água e a colocou em seu fogão à lenha. Ela pediu a Hydrus para acrescentar um pacote com cerca de 100 gramas de farinha de trigo, que era tudo o que tinham.

Quando o culto terminou, eles ficaram maravilhados ao verem na panela uma comida muito mais saborosa do que o simples trigo cozido. Uma quantidade tão pequena só poderia servir a família do pastor, além de Hydrus. Porém, Abu e sua esposa decidiram compartilhar a refeição com todos.

Quando o pastor começou a repartir, ele notou que tudo o que era tirado da panela estava sendo imediatamente reabastecido. Abu agradeceu a Deus em alta voz e continuou servindo a todos, até que ficassem satisfeitos. Toda a igreja se reuniu mais uma vez para louvar a Deus, por seu cuidado e provisão.  

A partir de então, mais pessoas começaram a frequentar os cultos e, de fato, ouvir a Palavra de Deus. Atualmente, cerca de 600 pessoas atendem os serviços de adoração. Segundo o ministério Bíblias Para o Oriente Médio, líderes muçulmanos locais estão irritados com o crescimento da igreja, mas decidiram ficar calados até agora por causa da comida que está sendo fornecida aos famintos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE BIBLES FOR MIDEAST

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 23 de março de 2018

A PRESENÇA DE DEUS E A IGREJA HOJE


“...Segundo o que está escrito no livro das palavras do profeta Isaías, que diz: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; Endireitai as suas veredas. Todo o vale se encherá, E se abaixará todo o monte e outeiro; E o que é tortuoso se endireitará, E os caminhos escabrosos se aplanarão; E toda a carne verá a salvação de Deus...”  (Lc. 3.1-14)

- Deus nos salvou e nos chamou para desenvolvermos um íntimo relacionamento de amor com Ele, para andarmos com Ele em comunhão constante.
- Manter a chama acesa do primeiro amor por Jesus é o nosso grande desafio diário como discípulos.

NOSSO MAIOR PROBLEMA: PERDERMOS A PRESENÇA DE DEUS.
Estar longe de Jesus sem perceber a distância é a maior tragédia do cristianismo atual. O que nos faz perder a presença de Deus é a frieza, a desobediência, o pecado, o orgulho espiritual, a rebeldia, a prática religiosa sem a direção do Espírito Santo, a indiferença, a falta de oração. Quando alguém perde a presença de Deus, torna-se apenas um religioso morto espiritualmente...

NOSSO MAIOR DESAFIO: ATRAIRMOS A PRESENÇA MANIFESTA DE DEUS.
Nosso coração quebrantado, nossa fome, nossa paixão por Jesus, nossa sede, nossa humildade, nossa adoração em Espírito e em verdade é o que atrai a presença manifesta de Deus (Isaías 64.1-3). Davi estabeleceu os turnos de adoração de 24 horas, durante 33 anos a adoração não parou nem de dia e nem de noite em Jerusalém, cerca de 24 mil levitas cumpriam as escalas de acordo com os seus turnos, assim a adoração não parava.

É essa adoração que Deus deseja restaurar através da igreja (Atos 15.16-18). A adoração em unidade atrai a presença manifesta de Deus (Atos 4.31). Moisés clamou: “Se a tua presença não vai comigo, não nos faça subir deste lugar” (Êxodo 33.15).

NOSSA MAIOR NECESSIDADE: DESENVOLVERMOS INTIMIDADE COM DEUS.
Precisamos buscar ao Senhor de todo nosso coração, de toda nossa alma, com todo nosso entendimento e com todas as nossas forças, com nossa consciência, nossa vontade, nossa mente, nosso coração, nossa memória, nossas emoções (Mc 12.30; Jr 29.11-13).

É preciso ter paixão ardente pela presença de Deus. Essa deve ser a maior paixão de nossa vida. Precisamos andar com Deus em profunda comunhão e intimidade com Ele, e isso só é possível pelo Espírito Santo. “A intimidade com Deus produz santidade, santidade produz autoridade, autoridade nos leva a conquista”.

Buscar a presença manifesta de Deus apaixonadamente, essa é a base para continuarmos bem e terminarmos aprovados em Cristo. É através da presença manifesta de Jesus no meio da igreja, que milagres acontecem, pessoas são salvas, restauradas, libertas, curadas e os dons do Espírito Santo são manifestados.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz


quinta-feira, 22 de março de 2018

A RESTAURAÇÃO VEM PELO DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO


“E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões...” (Joel 2.28-32).

O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO ACONTECE DEPOIS QUE O POVO DE DEUS SE ARREPENDE DOS SEUS PECADOS E VOLTA-SE PARA ELE.

Esperar o derramamento do Espírito Santo sem tratar com o pecado é ofender ao Senhor, é atentar contra a santidade de Deus.

O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO É UMA PROMESSA SUBLIME DE DEUS (Joel 2.28). O derramamento do Espírito Santo não é algo que o homem possa fazer, a igreja não pode agendar; é agenda do céu; ele vem do céu, de Deus.

O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO É UMA PROMESSA SEGURA (Joel 2.28).
O que Deus promete, Ele cumpre, Ele vela pela sua Palavra para cumpri-la. As promessas de Deus são fiéis e verdadeiras, nenhuma delas jamais cairá por terra.

Essa promessa começou a se cumprir no dia de pentecostes (Atos 2.16-21).

O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO É UMA PROMESSA ABUNDANTE (Joel 2.28). Deus não promete porções limitadas do seu Espírito, mas um derramamento poderoso, abundante, torrentes gloriosas, rios de água viva (Isaias 44.3; João 7.38,39).

Não podemos pensar que esse derramamento do Espírito Santo ficou restrito ao dia de pentecostes. Não podemos pensar que já recebemos tudo o que deveríamos receber do Espírito Santo; há mais para nós, infinitamente mais (Ef 3.20). Essa promessa é para nós, para nossos filhos, para todos os salvos (Atos 2.39).

O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO QUEBRA AS BARREIRAS E OS PRECONCEITOS; nos afasta do pecado, nos aproxima de Deus o Pai e das pessoas.

A QUEBRA DO PRECONCEITO RACIAL (Joel 2.28).
O Espírito Santo é derramado sobre todos aqueles que se convertem a Jesus Cristo, em todos os lugares, de todas as raças, povos, tribos, línguas e nações. (Is.32.15;44.3-5;Ez. 36.27,28; 37.14; Zac.12.10).

A QUEBRA DO PRECONCEITO SEXUAL (Joel 2.28).
O Espírito Santo é derramado sobre filhos e filhas, servos e servas. Não há distinção, não há acepção. Na igreja de Deus, homem e mulher são um em Cristo (Gl3.28). Todos podem ser revestidos pelo poder do Espírito Santo.

A QUEBRA DO PRECONCEITO ETÁRIO (Joel 2.28).
Deus enche do o seu Espírito os jovens e os velhos; Onde Deus derrama do seu Espírito, os velhos recebem novo alento; deixam de viver apenas de lembranças, começam a sonhar, buscar novos desafios...Os jovens recebem visão, discernimento e compreensão das verdades de Deus.
Onde o Espírito Santo opera velhos e jovens tem a mesma linguagem, o mesmo ideal, a mesma paixão, o mesmo propósito, a mesma visão e a mesma missão.

A QUEBRA DO PRECONCEITO SOCIAL (Joel 2.29).
O Espírito Santo vem sobre rico e pobre, sobre o doutor e sobre o iletrado. (1 Co.1.27-29).

O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO APONTA PARA O JULGAMENTO DAS NAÇÕES (Joel 2.30,31).O derramamento do Espírito Santo aponta para o juízo das nações. Os salvos receberão a sua recompensa, mas os ímpios serão banidos para sempre da presença do Senhor.

O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO É PARA QUE A IGREJA LEVE A MENSAGEM DE SALVAÇÃO A TODOS OS POVOS (Jl 2.32). A salvação em Cristo, recebida pela fé, agora é estendida a todos os povos, de todos os lugares, de todos os tempos.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 21 de março de 2018

ARREPENDIMENTO


Se o homem não se arrepende, Deus afia a sua espada, arma o seu arco e o aponta. (Sl 7.12.)

Uma vez cometido, o pecado exige arrependimento. É assim que se expressa o salmista: já que Deus é um juiz justo e cada dia manifesta o seu furor contra o pecado, “se o homem não se arrepende, Deus afia a sua espada, arma o seu arco e o aponta, prepara as suas armas mortais e faz de suas setas flechas flamejantes” (Sl 7.12,13).

O arrependimento antecede o perdão e a conversão. É aquele tremendo mal-estar, aquela tristeza mística, aquele intenso pesar pela falta cometida.

É uma tristeza que provoca choro e lágrimas.

Como as de Davi, depois do adultério e do assassinato de Urias: “De tanto chorar inundo de noite a minha cama e de lágrimas encharco o meu leito” (Sl 6.6).

Como as de Pedro, depois da tríplice negação: “Saindo dali [da casa do sumo sacerdote], chorou amargamente” (Lc 22.62).

O arrependimento situa-se entre o pecado e o perdão, entre a conduta imprópria e a conduta própria, entre a vigência da carne e a vigência do Espírito, entre as trevas e a luz, entre o velho estilo de vida e o novo estilo de vida.

É aquele processo que abre caminho para a ruptura com o pecado e para a adesão à santidade.

O arrependimento é tão importante, que os profetas, o Senhor Jesus Cristo e o apóstolos pregavam sem cessar: “Arrependam-se” (Mt 3.2; 4.17; At 2.38).

Não existe um arrependimento só. Naturalmente o primeiro arrependimento celebra o novo nascimento, a mudança de vida. Mas, além desse arrependimento inicial, há outros arrependimentos.

Todas as vezes que agimos de modo incorreto ou impróprio, precisamos sentir a dor do arrependimento para sair da crise e obter o perdão de Deus. 

Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz