"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 6 de maio de 2024

GERAR VIDA EM ABUNDÂNCIA

O livro de Atos ensina que a Igreja de Cristo não lutava pela sobrevivência, mas por avivamento.

Morrer não era o problema. O problema era a Igreja não estar viva.

Os servos de Cristo não faziam a mínima questão de se manterem vivos;

Para eles era a obra que tinha de se manter viva.

As perseguições não os fizeram recuar.

A igreja se mantinha viva mesmo que isto custasse muito sofrimento pela continuação da obra;

Suas vidas refletiam a santidade de Deus.

Como Jesus lhes era maravilhosamente real, morrer não lhes era a pior coisa, desde que a Igreja continuasse viva.

Se ela morresse, isso sim seria desastroso.

Morrer significava-lhes estar com Cristo para sempre na glória do Pai; isso era o bem supremo da Igreja.

O propósito do Cristianismo não é a nossa felicidade, mas a glória de Deus.

E, se você pretende ser cristão, faça-o por amor a Cristo, esteja pronto para sofrer por Ele e com Ele, gerando assim vida e vida em abundância.

Nossa alienação, comodismo e mundanismo podem manter-nos vivos, mas matam a Igreja.

Os inimigos de Cristo já não nos combatem como antes;

Com isso a Igreja vai perdendo a guerra contra as forças das trevas.

Enfim, estamos vivos e a Igreja vai morrendo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 10 de setembro de 2022

A PRESENÇA DE DEUS

"Eis que, se me adianto, ali não está; se torno para trás, não o percebo. Se opera à esquerda, não o vejo; esconde-se à direita, e não o diviso. Mas ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como o ouro" (Jó 23:8-10).

Jó procura pela presença e o mover de Deus em sua vida, mas quanto mais o busca, menos o sente. Deus, no entanto, está trabalhando a seu favor e sabe tudo o que está acontecendo com ele.

O fato da presença de Deus não ser perceptível não quer dizer que ele não esteja ali, operando em nossas vidas.

Quando você aceitou o Senhor Jesus, e Ele o encheu do seu Espírito, a presença de Deus era maravilhosa e real.

Você apenas sussurrava o seu nome e Ele se manifestava. Semelhante a uma criança recém nascida, você recebia dele toda atenção.

Quando nos convertemos e somos cheios do Espírito Santo, ao menor gemido nosso, Deus se manifesta, vin­do em nosso socorro.

No entanto, para podermos amadurecer, ele permite que passemos por períodos em que já não nos res­ponde a qualquer instante.

Chegou a hora do aperfeiçoamento do carácter, e é no deserto que isso ocorre...

No deserto, parece que Deus está a milhares de quilómetros de nós e que suas promessas são ina­tingíveis.

Na realidade ele está ali, bem junto de nós, pois pro­meteu que jamais nos abandonaria (Hb 13:5).

O deserto é um período em que temos a impressão de que estamos andando na direção contrária a tudo que sonhamos, distanciando cada vez mais da promessa divina.

O objetivo do deserto é o nosso aperfeiçoamen­to. Nosso alvo deve ser conhecer melhor o Senhor, e não ape­nas viver em busca de suas provisões.

Assim, quando tivermos em abundância, reconheceremos que foi o Senhor quem nos deu.

Ele nos concede abundância de sua graça, para confirmar a sua aliança. (Dt 8:12-18)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 7 de maio de 2015

A CERTEZA DO PERDÃO DOS PECADOS

Por isso, te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. - Lucas 7.47.

Somente a certeza do perdão dos pecados pode livrar o ser humano da angústia existencial e torná-lo feliz, transformando o seu frio coração com o ardente amor de Deus.

Ainda que uma pessoa tenha escutado por milhares de vezes a pregação da Palavra de Deus, e tenha lido a Bíblia do princípio ao fim, se ela não reconhecer a sua condição natural diante de Deus, se ela não se der conta de que é uma pecadora perdida e condenada, mas, ao contrário estiver contente e satisfeita consigo mesma, neste caso, por mais conhecimento teórico que tenha obtido, não terá o amor a Deus; e toda a sua religião não será mais do que ritos e cerimônias.

Por outro lado, se alguém reconhece seus pecados sinceramente, de maneira que seu coração e sua carne desfaleçam, e assim mesmo não tenha a certeza do perdão, não esteja seguro da graça de Deus por meio da fé, então, ele está espiritualmente morto, continuará frio em sua relação com Deus, e de nada lhe servirá todos os esforços que faça em chegar a amar a Deus para ter a alegria em seu coração.

A Palavra de Deus sempre nos fala destas duas coisas: Do arrependimento e da fé, da abundância do pecado e da superabundância da graça.

Que alegria tão grande, que paz tão profunda, que maravilhosa vida nova, que amor ardente experimentamos quando em nosso pior estado, na maior e mais profunda indignidade, recebemos a firme declaração de Deus: “Não temas, teus pecados te são perdoados. Você pode estar certo de que não te castigarei e nem te condenarei por tuas maldades e erros. Não te acusarei de nenhum pecado. Pelo sangue de meu Filho te verei limpo e puro, sem nenhuma mancha ou contaminação. Porque você se refugia em meu Filho, e te revestes dos méritos Dele, você me agrada e assim quero viver em amizade contigo, agora, e por toda a vida”.

Quem possui a certeza de que seus muitos pecados foram perdoados, não pode deixar de louvar e honrar a Deus, com todo seu coração.

Sóstenes Ferreira da Silva

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A água da vida

“... Eu vim para que tenham vida” (João 10.10)

A busca humana por vida é ansiosa e, quase sempre, frenética! Sabemos que algo está errado quando nossa vida se torna aprisionada pelo casulo da falta de sentido. Desejamos, então, libertar-nos deste aprisionamento de uma vida massificada, insípida, sem cor e paradoxalmente “sem vida”.

Precisamos de vida! Carecemos de vida! Ansiamos por vida! Tal necessidade é a mais forte que se impõe sobre nós!  Há um desejo incontido de se viver uma vida autêntica e não apenas existir; de “ser” e não apenas “estar” ou ser reduzido ao “ter”.

Esta sede de vida faz com que procuremos por uma fonte que jorre a água capaz de dessedentar-nos. Nesta busca pela fonte, contudo, logo descobrimos que inclusive neste âmbito há muita propaganda enganosa. A experiência frustrante com as fontes que não dessedentam nossa sede vida faz com que nos acostumemos com o “quase” ou que desistamos da busca.

A “quase vida” é o estado no qual a maioria das pessoas vive ou sobrevive. Em um belíssimo texto cujo título é “Acostumar-se”, Clarice Lispector expressa bem este estado no qual acostumamo-nos com menos, com o pouco, com o nada. Ela conclui o texto assim: “A gente se acostuma para poupar a vida/Que aos poucos se gasta e se gasta de tanto se acostumar, e se perde em si mesma." E em uma frase da qual gosto muito, e a qual estou sempre repetindo, o teólogo, médico, músico, missionário e prêmio Nobel da Paz, Albert Schweitzer, expressou: “A tragédia do homem é o que morre dentro dele enquanto ele ainda está vivo”. O que Luis Fernando Veríssimo escreveu de uma outra forma: “embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu”.

No texto de João 10.10, Jesus adverte sobre os poderes geradores de morte que matam, roubam e destroem a vida.Conhecemos bem estes poderes, haja vista que os enfrentamos constantemente em nosso dia a dia. Alguns há que, de tão feridos, tornam-se cambaleantes e mortalmente feridos!

Você já parou para avaliar quais os poderes à sua volta estão minando sua vida?

No mesmo texto de João 10, versos 10-11, Jesus apresenta o antídoto contra os poderemos geradores da morte: a sua própria vida: “(...) eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor. "O bom pastor dá a vida pelas ovelhas”.  Jesus é o “pão da vida” (João 6.48); a fonte da vida (João 4.14; 7.38); o doador da vida (João 3.16, 36; 10.28; 17.2); a própria vida (João 1.4; Colossenses 3.4; I João 1.2).

Para dessedentar nossa sede de vida precisamos da vida de Jesus em nós.

Não se trata, contudo, “de viver com a ajuda de Cristo”, mas de um nascimento do alto (João 3.5, 2 Coríntios 5.17) que faz com “Cristo viva a Sua viva em nós". 

“Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”(Gálatas 2.19-20).

Viver a vida de Cristo é a única forma de dessedentar a sede que temos por vida.

Autoria: Ézio Martins de Lima

Por Litrazini



Graça e Paz