"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 15 de outubro de 2022

DEUS TEM O CONTROLE DE TUDO

Nem toda a dor é destrutiva. Há um sentido no qual a dor age como um sistema de alerta, advertindo-nos de que se faz necessária uma assistência médica.

Isso também se aplica ao plano espiritual.

Há vezes em que nos agoniamos por causa de pecados inconfessos em nossas vidas.

Nossa culpa explode nos relacionamentos tensos, hábitos nervosos, noites insones.

Nossas consciências ficam muito pesadas, até buscarmos a cura com o Grande Médico.

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e para nos purificar de toda a injustiça." (1João 1:9)

A luta contra o pecado pode produzir uma forma de sofrimento. A Bíblia se refere a isso como uma batalha. Porém, não entramos indefesos na batalha.

Deus nos equipa com a Sua "armadura completa" (Ef 6:13).

Jesus pode nos libertar do poder de Satanás e do pecado.

Não somos obrigados a ceder às nossas tentações. Mas Deus espera que lutemos.

Deus não promete livrar-nos da batalha, mas sim livrar-nos pela batalha.

Quando nos tornamos cristãos, ganhamos um amigo, o Senhor Jesus Cristo.

Mas também ganhamos um inimigo – Satanás.

Satanás tenta desviar-nos da trilha do progresso espiritual. E busca destruir aquilo que nos auxilia.

Mas precisamos nos lembrar do seguinte:

Primeiro, Satanás não é onipotente. Não é um equivalente de Deus. Ele é um anjo caído, não um deus caído.

Segundo, nada pode surgir em nossas vidas sem o conhecimento e a permissão de Deus.

Na verdade, Satanás está sob a autoridade de Deus. Ele teve que receber a permissão de Deus para testar Jó.

Terceiro, Deus pode extrair o bem das provações e aflições que Satanás tenta colocar no caminho dos cristãos.

Às vezes, Ele permite que soframos para podermos crescer espiritualmente.

Extraído do livro A Segunda Vinda de Cristo de Billy Graham

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

FÉ EM DEUS

 - Crer que Deus existe

- Crer que Deus faz o que promete

- Crer que Deus sempre virá ao nosso encontro para nos ajudar nas horas difíceis.

Sem FÉ ninguém pode agradar a Deus. É preciso crer que Deus existe. E é preciso crer que Deus é abençoador dos que o buscam. (Hb.11.6) "Pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de [mostarda] direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível". Mt 17: 20

Só no evangelho de Mateus, Jesus critica cinco vezes a pequena fé de seus discípulos ante a coisas menores que uma montanha. ( Mt 6:30; 8:26; 14:31; 16:8; 17:20)

Jesus quando comparou a fé a um grão de mostarda ele não estava dizendo que uma fé tão pequena poderia realizar coisas tão prodigiosas. Mas ele queria dizer que assim como a semente de mostarda sendo a menor de todas as hortaliças, quando é plantada se torna a maior delas.

A fé, por mais que pareça pequena e insignificante, se ela for exercitada, plantada no terreno da vida ela crescerá e será capaz de nos trazer grande providência, ou seja, de realizar coisas prodigiosas.

Mateus 13:31,32 - "Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou, e semeou no seu campo; o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos".

O grão de mostarda sem ser plantado não da frutos e ainda é fácil de se perder. Assim é a fé, se ela não estiver depositada no Salvador e crescendo a cada dia pelo conhecimento da Palavra e pelas experiências adquiridas com as provações, ela é inoperante e fácil de se perder.

Mas se tal for investida, ela dará muitos resultados, pois a semente guardada para nada serve a não ser de enfeite, e esta semente que com certeza todos nós temos uma vez que a plantamos em terra fértil que é a confiança no Deus do impossível ela dá muitos frutos.

A Bíblia nos ensina que cada um de nós recebeu uma medida de fé dada por Deus (Rm 12:3), cada um de nós tem um grãozinho de mostarda. E devemos investir esta pequena fé em Deus e sua Palavra para que ela cresça até se tornar operante e gigante a ponto de remover montanhas e problemas e poder declarar como Paulo em Filip 4:13 "Tudo posso naquele que me fortalece".

Paulo quando escreveu sua Segunda carta aos crentes de Tessalônica ele diz que dava graças a Deus por que a fé deles crescia muitíssimo (2Ts 1:3) e esta fé fazia também crescer neles o amor uns para com os outros, pois eles tinham o mesmo propósito e visão de via que era acreditar no impossível.

Luciano Barroso

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

RETRATO DE UM SERVO

- O que você deseja ser quando crescer?

É uma pergunta que todos gostamos de fazer às crianças. E as respostas mais comuns são: “Policial”, “Professora”, e às vezes “Bombeiro”. Alguns são mais ousados. Respondem: “Artista de televisão”, ou “Cantor”, ou “Jogador de futebol”.

Recentemente, um garoto me disse que queria ser mecânico ou lixeiro. Quando lhe indaguei por quê, deu-me uma resposta clássica para um menino de nove anos: “Para poder ficar sujo!”

Sorri, lembrando-me momentaneamente de minha própria infância. E entendi perfeitamente o que ele quis dizer.

Vamos pegar esta pergunta e revirá-la um pouco. Imaginemos que estamos perguntado a Jesus Cristo o que ele deseja que sejamos, quando crescermos. É uma pergunta inteiramente nova. E creio sinceramente que ele daria a mesma resposta a todos nós.

“Quero que você seja diferente... que seja um servo.”

Em minha vida toda, nunca ouvi alguém dizer que, ao crescer, gostaria de ser servo. Parece uma posição aviltante... humilhante... sem dignidade bastante.

Jerry White, em seu valioso Honesty, Morality and Conscience (Honestidade, Moralidade e Consciência), aborda essa questão de servir aos outros.

“Os cristãos devem ser servos tanto de Deus como das outras pessoas. Mas a maioria das pessoas encara o trabalho e os negócios – a vida em geral – com a seguinte atitude: o que posso obter disso? Em vez de: como posso contribuir? 

Às vezes gostamos de pensar em nós mesmos como servos de Deus. Quem não gostaria de ser servo de um rei? Mas, quando se trata de servir a outras pessoas, pomo-nos a questionar as conseqüências.

A idéia de servir a Deus nos faz sentir nobres; mas a de servir às pessoas nos faz sentir humilhados.

Servindo a Deus, recebemos recompensas; servindo às pessoas, principalmente àquelas que não podem retribuir-nos, não recebemos nenhum benefício visível, nem glórias – a não ser de Deus. Cristo nos deu o exemplo: ‘O Filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.’ (Mt 20.28).

Para sermos servos de Cristo, temos que ser servos das pessoas. O conceito de servir as pessoas deve ser a base de tudo o que fazemos, no trabalho e nos negócios.

Ao servir, temos de pensar primeiro naquele a quem servimos. Um funcionário de uma firma que se dispõe a servir em seu trabalho está honrando a Deus, e aumentando seu próprio valor diante de seu empregador. Por outro lado, o empregado que procura servir a si mesmo dificilmente será valorizado por qualquer companhia.”

A ordem de Jesus: “seja diferente!” Quando Jesus se achava aqui na terra, atraiu a si um grande número de pessoas. Certo dia sentou-se no meio delas, e pôs-se a ensinar-lhes algumas verdades básicas sobre o crescimento delas, segundo o desejo dele.

O relato deste seu “Sermão do Monte” encontra-se em Mateus 5,6 e 7. Se fossemos sugerir um título geral para este grandioso sermão, seria: “Seja diferente”. Várias vezes durante o sermão, Jesus apresenta a maneira de agir e sentir dos religiosos de seus dias, e em seguida instrui seus discípulos a serem diferentes deles

Mateus 5.21,22: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.27,28: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.33,34: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.38,39: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.43,44: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”

Em Mateus 6, ele continua a explicar como deveriam ser diferentes nas esmolas para os necessitados (6.2), nas orações (6.5) e nos jejuns (6.16). O versículo-chave deste sermão é: “Não vos assemelheis, pois, a eles...” (6.8).

O fato é que Jesus enxergava o que havia por trás do orgulho e da hipocrisia daqueles religiosos, e estava resolvido a incutir nos discípulos traços de caráter tais como humildade e autenticidade.

Seu ensino diferente cortava aquela fachada de devoção religiosa como uma faca afiada corta a manteiga.

Até hoje, este sermão constitui o delineamento mais perfeito da contracultura cristã dada no Novo Testamento... oferecendo um estilo de vida totalmente oposto ao do sistema do mundo.

A introdução do sermão de Jesus é, sem dúvida alguma, a mais conhecida passagem dele, e se acha em Mateus 5.1-12. Trata-se da descrição mais exata do retrato de um servo cristão.

Extraído do livro Eu, um servo? Você está brincando! Autoria: Charles Swindoll

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A SANTIDADE DO CRENTE

VOCÊ SE CONSIDERA SANTO? COMO CRESCER EM SANTIDADE? 

A santidade para aquele que crê é um imperativo, uma ordem divina, uma necessidade. Sem santidade, a salvação se torna inviável. Vejam: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá ao Senhor” (Hb 12.14). 

A ordem do Senhor é para que vivamos em santidade e sejamos santos irrepreensíveis (1 Pe 1.16; v. 1 Co 1.2; Ef 1.4; 4.12; 1 Ts 3.13; Ap 22.11).

O processo da santificação do crente deve ser sem interrupção, contínuo e regular (2 Co 6.17).

A obediência à Palavra e o temor a Deus são caminhos, dentre outros, que aperfeiçoam a fazem progredir nossa santificação. 

POR QUE EXISTEM CRENTES QUE NÃO SE CONSIDERAM SANTOS?
Eles alegam que são pecadores, e apresentam Romanos 3.23: “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”; e Romanos 3.10: “Não há um justo, nem um sequer”. 

Esquecem-se de que tais versículos dizem respeito às pessoas em estado natural, que ainda não experimentaram o “novo nascimento” (Jo 3). Nenhum crente está “destituído da glória de Deus” (Jo 3.18; Rm 10.9, Ef 2.7-9).

Observem o que diz o versículo seguinte, Rm 3.24: “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em cristo Jesus”.

A condição para recebermos o perdão divino e escaparmos da condenação eterna é reconhecermos que somos pecadores, nos arrepender de nossos pecados e aceitarmos como nosso Senhor e exclusivo Salvador. 

Outros ainda apresentam Romanos 3.10: “Não há um justo, nem um sequer”. Não atentam para os versículos seguintes: “Não há ninguém que busque a Deus”. Nós buscamos a Deus. “Não há quem faça o bem”. Nós fazemos o bem. “Cuja boca está cheia de maldição; em seus caminhos há destruição e miséria, e não conhecem o caminho da paz”.

Ora, tais descaminhos não nos dizem respeito. Como em Romanos 3.23, tais verdades expressam a situação dos que ainda não aceitaram a oferta divina de salvação e, portanto, não são novas criaturas. 

Em algumas cartas paulinas somos chamados “santos”. Exemplo: “A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos” (Rm 1.7; ver Fp 1.15).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini:


Graça e Paz

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

RETRATO DE UM SERVO

O que você deseja ser quando crescer?

É uma pergunta que todos gostamos de fazer às crianças. E as respostas mais comuns são: “Policial”, “Professora”, e às vezes “Bombeiro”. Alguns são mais ousados. Respondem: “Artista de televisão”, ou “Cantor”, ou “Jogador de futebol”.

Vamos pegar esta pergunta e revirá-la um pouco. Imaginemos que estamos perguntado a Jesus Cristo o que ele deseja que sejamos, quando crescermos. É uma pergunta inteiramente nova. E creio sinceramente que ele daria a mesma resposta a todos nós.

“Quero que você seja diferente... que seja um servo.”

Jerry White, em seu valioso Honesty, Morality and Conscience (Honestidade, Moralidade e Consciência), aborda essa questão de servir aos outros.

“Os cristãos devem ser servos tanto de Deus como das outras pessoas. Mas a maioria das pessoas encara o trabalho e os negócios – a vida em geral – com a seguinte atitude: o que posso obter disso? Em vez de: como posso contribuir?

Às vezes gostamos de pensar em nós mesmos como servos de Deus. Quem não gostaria de ser servo de um rei? Mas, quando se trata de servir a outras pessoas, pomo-nos a questionar as conseqüências. A idéia de servir a Deus nos faz sentir nobres; mas a de servir às pessoas nos faz sentir humilhados.

Servindo a Deus, recebemos recompensas; servindo às pessoas, principalmente àquelas que não podem retribuir-nos, não recebemos nenhum benefício visível, nem glórias – a não ser de Deus.

Cristo nos deu o exemplo: ‘O Filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.’ (Mt 20.28). Para sermos servos de Cristo, temos que ser servos das pessoas. O conceito de servir as pessoas deve ser a base de tudo o que fazemos, no trabalho e nos negócios.

Ao servir, temos de pensar primeiro naquele a quem servimos. Um funcionário de uma firma que se dispõe a servir em seu trabalho está honrando a Deus, e aumentando seu próprio valor diante de seu empregador. Por outro lado, o empregado que procura servir a si mesmo dificilmente será valorizado por qualquer companhia.”

A ORDEM DE JESUS: “SEJA DIFERENTE!”

Quando Jesus se achava aqui na terra, atraiu a si um grande número de pessoas. Certo dia sentou-se no meio delas, e pôs-se a ensinar-lhes algumas verdades básicas sobre o crescimento delas, segundo o desejo dele. O relato deste seu “Sermão do Monte” encontra-se em Mateus 5,6 e 7. Se fossemos sugerir um título geral para este grandioso sermão, seria: “Seja diferente”. Várias vezes durante o sermão, Jesus apresenta a maneira de agir e sentir dos religiosos de seus dias, e em seguida instrui seus discípulos a serem diferentes deles.

Mateus 5.21,22: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.27,28: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.33,34: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.38,39: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.43,44: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Em Mateus 6, ele continua a explicar como deveriam ser diferentes nas esmolas para os necessitados (6.2), nas orações (6.5) e nos jejuns (6.16).

O versículo-chave deste sermão é: “Não vos assemelheis, pois, a eles...” (6.8). O fato é que Jesus enxergava o que havia por trás do orgulho e da hipocrisia daqueles religiosos, e estava resolvido a incutir nos discípulos traços de caráter tais como humildade e autenticidade. Seu ensino diferente cortava aquela fachada de devoção religiosa como uma faca afiada corta a manteiga. Até hoje, este sermão constitui o delineamento mais perfeito da contracultura cristã dada no Novo Testamento... oferecendo um estilo de vida totalmente oposto ao do sistema do mundo.

A introdução do sermão de Jesus é, sem dúvida alguma, a mais conhecida passagem dele, e se acha em Mateus 5.1-12. Trata-se da descrição mais exata do retrato de um servo cristão.

Extraído do Livro Eu, um servo? Você está brincando! De Charles R. Swindoll

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz