"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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domingo, 31 de outubro de 2021

NOSSA HISTÓRIA COM DEUS

Há um ditado interessante que diz: "o pecado é como o perfume, você acaba se acostumando com ele". Isto é real. Todo o perfume que passamos, tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos a sua presença em nós.

Nós nos acostumamos tão facilmente com algo que elas se tornam corriqueiras para nós. Todavia não podemos ter o Senhor com corriqueiro para nós.

Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm águas. (Jr 2.13)

A cisterna é um local para armazenar água. A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e ficamos com o passado, com as experiências do passado.

Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia.

Com frequência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros. Temos que ter a nossa própria história com o Senhor. Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.

Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres. (Ap 2.4-5)

Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos esclarecer isto cada vez mais.

Devemos que entender que o morno, ao qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja. Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.

“Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.”

Cada dia que passa aumenta o que o Senhor nos falou em Ml 3.18. A cada momento, a cada tempo está se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

A MAIOR HISTÓRIA DE AMOR


Nos romances e grandes histórias de amor, as pessoas pessoas se apaixonam por algum interesse em comum, por afeição, por atração e etc…

A história de amor de Deus pela sua vida é muito diferente de tudo que você já viu ou ouviu, pois Deus criou o homem para ser sua imagem e semelhança e não Ele a nossa imagem e semelhança, e com o passar das nossas vidas vamos abandonando toda chance de fazer com que Deus seja apaixonado por nós, porque pecamos sem nenhum temor e não parecemos com Jesus nos nossos atos.

Na verdade, que presente ou atitude o homem pode dar a Deus para que Ele ame um pouco mais?

Nenhum, Deus não precisa de nada, nós é que precisamos de Deus. Assim se você  estiver perto de Deus Ele não muda, continua sendo Deus perfeito e santo, mas o homem estando distante de Deus continua sem vida, com um vazio que necessita preencher de alguma forma, assim a cada dia se apaixonar por algo diferente, como pelo trabalho, pelo esporte preferido, por carros, pelos relacionamentos e qualquer outra coisa, e o mais impressionante é que depois de trocarmos a presença de Deus na nossa vida por tudo isso, Ele continua nos amando.

O nosso amor por Deus é do tipo que lembra do amado quando esta enfermo, ou alguém esta doente na família, quando um desastre acontece, quando sofremos por outros amores(romances), quando estamos desempregados e etc. Mas Deus é diferente, porque Ele te amou primeiro, te protege quando você não vê, traz a provisão a cada dia e você nem percebe.

A perfeição de Deus foi expressa em uma Cruz, provando seu amor para conosco, afim de nos livrar da ira vindoura que se manifestará diante do tribunal de Cristo, onde nossas obras serão julgadas. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. Colossenses 3:14

Agora que você sabe que é o grande amor de Deus, qual será sua posição?

Deixe de se apaixonar pelo que não vale a pena, se apaixone por Jesus todos os dias da sua vida e tenha salvação:

Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. Marcos 12:30

Daniel da Silva Marim

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

DEUS NÃO ESTÁ AUSENTE


Quando o cristão, de Bíblia na mão, examina o cenário mundial, percebe que não adoramos um Deus ausente e que Deus se acha nas sombras da história e que Ele tem um plano. O cristão não se perturba com o caos, a violência, o atrito, o derramamento de sangue e a ameaça de guerra que enchem as páginas de nossos jornais. Sabemos que essas coisas são consequência do pecado e da cobiça do homem, e se estivessem acontecendo outras coisas, teríamos dúvidas quanto à Bíblia.

Todos os dias temos milhares de provas do cumprimento das profecias bíblicas, e sempre que leio meu jornal digo a mim mesmo: "A Bíblia tem razão."

Por mais pressagiado que seja o futuro, o cristão conhece o final do enredo da história. Estamos caminhando para um clímax glorioso, e todos os escritores do Novo Testamento acreditam em que "o melhor está ainda por vir".

Como disse John Baillie, "a Bíblia mostra que o futuro se acha nas mãos de Deus. Se estivesse nas nossas, faríamos tremenda confusão. O futuro não está nas mãos do demônio, pois nesse caso ele nos levaria à destruição. O futuro não está à mercê de qualquer determinismo histórico que nos leve cegamente à frente, pois nesse caso a vida seria destituída de sentido. Mas o futuro se acha em mãos daquele que está preparando algo que 'nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano'."

Disse o salmista: "O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?" (Salmos 27:1). 
Conta-se o caso de um menino que viajava sozinho num trem, na Inglaterra. Numa das estações, um cavalheiro idoso entabulou conversa com o menino, seguindo-se o diálogo:

– Está viajando sozinho, meu filho?
– Sim, senhor.
– Até onde você está viajando?
– Até o fim da linha.
– Não tem medo de fazer toda essa viagem sozinho?
– Não, não tenho.
– E por que?
– Porque meu pai é o maquinista.

Não admira que o menino demonstrasse tanta confiança e nada receasse. Seu pai estava no controle da composição, e sabia que seu filho estava em alguma parte da mesma.

Deus, nosso Pai, está no controle do mundo e conhece "os Seus", neste planeta em rebelião.

Conta-se que o secretário de Oliver Cromwell foi despachado ao continente europeu com alguma missão importante. Pernoitou uma vez numa cidade da costa e revolvia-se na cama, incapaz de conciliar o sono. De acordo com costume antigo, um servo dormia em seu quarto e, enquanto aquilo sucedia, o mesmo dormia a sono solto. O secretário de Cromwell, afinal, despertou o homem, que perguntou por que seu senhor não conseguia descansar.

– Tenho grande receio de que alguma coisa corra mal nesta viagem – foi a resposta.
– Senhor – perguntou o criado
– posso fazer uma ou duas perguntas? Deus governava o mundo antes de nascermos?
– Sem a menor dúvida.
– E o governará também depois de estarmos mortos?
– Certamente que sim.
– Nesse caso, senhor, porque não O deixamos governar também o presente?
 A fé do secretário de Cromwell se avivou, daí resultou sua paz de espírito e, em poucos minutos, tanto ele quanto seu criado dormiam profundamente.

A história está marchando para algum lugar. O cristão diz, com Davi: "Nas tuas mãos estão os meus dias" (Salmos 31:15). E sabemos perfeitamente que Aquele que faz bem todas as coisas trará a beleza, extraída das cinzas e do caos mundial.

Um novo mundo está nascendo, e uma nova ordem social aparecerá quando Cristo voltar para estabelecer Seu Reino.

As espadas serão transformadas em ferramentas de lavoura e o leão se deitará ao lado da ovelha. Um futuro fabuloso está à nossa frente.

Extraído do Livro MUNDO  EM  CHAMAS de BILLY GRAHAM / Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 3 de setembro de 2017

A TRAGÉDIA NÃO É O FIM

A Bíblia conta em 2 Samuel 9 a história de Mefibosete. Sua vida foi cheia de tragédias. Quando ele tinha cinco anos, mataram seu avô; no mesmo dia, mataram seu pai. Como se não bastasse, a babá, querendo protegê-lo, o pegou nos braços e saiu correndo para escondê-lo. Ao fazer isto, ela tropeçou e deixou o menino cair no chão. Ele quebrou as duas pernas e nunca mais andou.

Mefibosete foi então escondido. Quem o escondeu pensava estar protegendo-o do novo rei, Davi. Pois pensava que Davi queria matá-lo por ser Mefibosete o herdeiro do trono. Mefibosete, que nascera para ser um príncipe, morar no palácio, e desfrutar de uma vida formidável, vivia escondido numa casa emprestada, que não era sua, solitário e sem comunicação.

No entanto, Davi, o rei, fizera uma aliança com o pai de Mefibosete, Jônatas, e prometera cuidar e proteger todos os seus descendentes. Mefibosete, por pensar que Davi o procurava para o mal, mais se escondia.

Quando Davi o descobriu, mandou um dos seus servos buscá-lo. Ziba foi ao encontro de Mefibosete e o carregou nos braços de volta ao palácio.

Davi restaurou a vida de Mefibosete e lhe devolveu tudo o que ele tinha direito. Mefibosete passou a viver lado a lado com o rei.

Todas as nossas tragédias fazem com que nos escondamos também. Pensamos que o Supremo Rei nos abandonou e ficamos com medo ou raiva, não entendendo porque este Rei amoroso permite que coisas horrendas nos aconteçam.

O grande Rei fez uma aliança com seu filho Jesus. Ele também prometeu cuidar de você. Ele enviou o Espírito Santo para nos achar, buscar e trazer para o seu palácio. Em sua presença todas as nossas dores são curadas, nossos sonhos são realizados, nossas amarguras dissipadas, e nossas lágrimas enxugadas.

Não posso explicar porque tragédias acontecem com gente boa. Alguns dizem que é o destino, não creio; outros dizem que é castigo, mas que mal fez Jesus para morrer na cruz? Ainda outros dizem que estamos sendo purificados.

A verdade é que muitos de nossos sofrimentos não têm explicação plausível.nO que posso afirmar com segurança é que o Rei está a sua procura. Ele quer abraçar-lhe, cuidar de você, realizar seus sonhos, e mudar sua história.

Nenhuma tragédia é final. Tudo pode ser mudado. Quando cremos nisto, quando mantemos a esperança viva, quando não desistimos da vida, quando aceitamos o amor de Deus, temos as forças renovadas.

Como ministrar a outros se nos sentimos feridos?
Do mesmo modo que Jesus salvou o mundo através de suas chagas. Pois se o grão de trigo não morrer fica ele só, mas ao morrer o grão de trigo produz muitos grãos. Assim podemos consolar os outros com as mesmas consolações com que fomos consolados. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza.

Creia, a partir de você uma história de paz, amor, vida, e esperança começa a ser escrita. A tragédia não é o fim.

Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 13 de maio de 2016

A HISTÓRIA SOBRE A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

O início da EBD, como a conhecemos hoje, deu-se em 20 de julho de 1780 na cidade de Gloucester. Era uma cidade importante da Inglaterra no período pós Revolução Industrial, notável por sua indústria de tecelagem. Atraía muita gente que, deixando a vida no campo, seguia para as cidades buscando melhores condições de vida.

Entretanto, na cidade de Gloucester, a imensa riqueza de uma minoria contrastava com a grande pobreza e o analfabetismo da maioria da população. O fato de existirem muitas igrejas não impedia o avanço da criminalidade.

Robert Raikes, fundador da Escola Dominical, dedicou-se à carreira de jornalista e editor, trabalhando na Imprensa Raikes, de propriedade da família, a qual ele passou a dirigir após a morte de seu pai.

Raikes preocupava-se muito em melhorar as condições das prisões, visando a regeneração dos criminosos que para ali eram conduzidos. Descobriu que o abandono em que viviam as crianças pobres da localidade e as suas atividades, também aos domingos, eram um estímulo à prática do crime. Que perversos os meninos de Gloucester ! Lutavam uns com os outros, eram mentirosos e ladrões, indescritivelmente sujos e despenteados. Depredavam propriedades e infestavam ruas, tornando-as perigosas com as calamidades deles.

Robert Raikes, um homem de profundas convicções religiosas, fundou então uma escola que funcionava aos domingos porque as crianças e os jovens trabalhavam 6 dias por semana, durante 12 horas. Usava a Bíblia como livro de estudo, cantava com os alunos e ministrava-lhes, também, noções de boas maneiras, de moral e de civismo.

O plano de Raikes exigia um profundo sentimento de caridade cristã. Conseguiu que algumas senhoras crentes o ajudassem, fazendo visitas aos bairros pobres da cidade, a fim de convencerem os pais a enviarem seus filhos à escola.

De 1780 a 1783, sete Escolas já tinham sido fundadas somente em Gloucester, tendo cada uma 30 alunos em média. Em 3 de novembro de 1783, Robert Raikes, triunfalmente, publicou em seu jornal a transformação ocorrida na vida das crianças.

O historiador John Richard Green afirmou:”As Escolas Dominicais fundadas pelo Sr. Raikes, no final do século XVIII, originaram o estabelecimento da educação pública popular”.

O efeito da Escola Dominical foi tão poderoso, que 12 anos após sua fundação, não havia um só criminoso na sala dos réus para julgamento nos tribunais de Gloucester, quando antes a média era de 50 a 100 em cada julgamento !

Em muito pouco tempo, o movimento se espalhou e várias igrejas ao redor do Mundo organizaram suas Escolas Dominicais. Nas E.B.D. mais antigas, segundo se tem notícia, o ensino limitava-se à leitura de passagens bíblicas estudadas simultaneamente por crianças e adultos. Mais à frente, nasceu o desejo de que houvesse um sistema de lições graduadas: seriam adaptadas ao desenvolvimento da mente infantil e viria estabelecer conveniente e necessária promoção de alunos de grau em grau entre os diferentes departamentos da Escola Dominical.

Em resposta a esse apelo, o Comitê das Lições Internacionais, unanimemente, encaminhou o assunto à Convenção em Louisville, realizada em junho de 1908. Foi criado um Subcomitê, que preparou lições dirigidas aos principiantes, ao departamento primário elementar e ao primário superior. Em anexo, enviaram uma lista dos assuntos que corresponderiam aos anos seguintes desses mesmos departamentos.

Anunciou-se também a preparação do programa geral de lições para todos os departamentos em que a Associação Internacional dividiu a Escola Dominical: Principiantes (4 e 5 anos), Primário Elementar (6 a 8 anos), Primário Superior (9 a 12 anos), Intermediário (13 a 16 anos), Superior (17 a 20 anos) e Adultos (20 anos em diante).

Extraído do site universidadedabiblia.com.br

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Barnabé investiu na vida de outros

Muitas vezes queremos ter uma posição de destaque e realizar uma obra que será notada por todos. Por isso nos esquecemos da importância do trabalho de retaguarda. Neste sentido podemos aprender com Barnabé, alguém que soube investir na vida de outras pessoas. Por isso mesmo foi um homem que teve um ministério de grande alcance.

Quem olha superficialmente para a vida de Barnabé diz que ele foi uma pessoa de pouca importância na historiada Igreja. No entanto, um estudo mais atencioso da sua vida mostra que, no plano de Deus teve uma importância fundamental.

Deixando todo preconceito de lado, Barnabé reconheceu a obra de Deus entre os gentios de Antioquia e abriu caminho para que Paulo pudesse realizar tudo que realizou. Ele investiu na vida de Paulo, ensinando-lhe também a investir na vida de outros. Foi ele que, vendo em Marcos um futuro líder, deu-lhe treinamento para que mais tarde Marcos tivesse capacidade de escrever o primeiro dos quatro evangelhos.

Foi também Barnabé que, inicialmente sozinho, depois com Paulo, levou em grande escala o Evangelho aos gentios, fundando igrejas que viriam a ter importância fundamental em toda a história do cristianismo. Barnabé era um homem que sabia ouvir e obedecer a voz de Deus. É com pessoas assim que Deus trabalha e realiza a Sua obra no mundo. "Um ministério de investimentos na vida de outros". Talvez esta seja a melhor definição da vida de Barnabé.

Era um homem comum, um homem do povo. Não era grande pregador e não realizou feitos fenomenais. Mas foi de importância fundamental para o estabelecimento e desenvolvimento do cristianismo porque ele aprendeu a investir na vida de outros.

Clemente de Alexandria presta-nos a informação de que Barnabé era um dos setenta discípulos. O seu nome original era José. Recebeu depois o nome de Barnabé, que significa "Consolador". Foi uma mudança muito significativa pois durante o seu ministério ele sempre demonstrou ser um consolador, conselheiro e ajudador.

Na língua grega, o termo é "parácleto" a mesma palavra usada para o Espírito Santo. Indica alguém chamado para o lado de outrem, a fim de ajudá-lo.

Barnabé: seu papel na história do cristianismo
De fato, sempre encontramos Barnabé agindo com muita consideração para com as pessoas. Desde o início, Barnabé foi um homem de muita importância na vida da comunidade. Em Atos 4.37, vemos Barnabé vendendo sua propriedade espontaneamente e colocar o dinheiro à disposição da Igreja. Logo ele seria imitado por outros membros da Igreja.

Em Atos 9.27, Barnabé, demonstrando sua confiança em Paulo, leva-o até aos apóstolos e o apresenta como um homem de sua inteira confiança.

Quando chega a Jerusalém a notícia de que gentios estavam se convertendo em grande número em Antioquia, resolveram mandar Barnabé, pois, além de ter muita maturidade, tinha a plena confiança dos apóstolos e da Igreja. Ele tinha capacidade para avaliar o que estava acontecendo e dar prosseguimento à obra (At 11.22).

O trabalho de Barnabé em Antioquia foi aprovado por Deus, e a igreja se desenvolveu grandemente.
Barnabé, sabendo que necessitava de ajuda, partiu em busca de Paulo (At 11.25). Juntamente com Paulo levou a Igreja de Antioquia a iniciar o movimento missionário aos gentios. Desta forma, o Espírito Santo pode chamar Barnabé e Paulo para o trabalho de estabelecimento de novas igrejas (At 13.1,2).

Barnabé, ao contrário de Paulo, não era um homem de se impor como líder proeminente.
Embora Barnabé tivesse praticamente introduzido Paulo no ministério, humildemente ele ocupa uma posição de retaguarda, deixando Paulo assumir a liderança. Durante um bom tempo Barnabé acompanhou Paulo em viagens missionárias, estabelecendo e confirmando as igrejas (At 13.7; 43, 46, 50;14.1,12, 14, 20; 15.2 12, 22, 25, 35). Até que em Atos 15.36-41, Barnabé se separa de Paulo, devido ao fato de que Paulo não queria levar João Marcos na viagem.

Para Paulo, Marcos já havia falhado uma vez e não deveria ter outra chance. Mas Barnabé via em Marcos um grande potencial e sabia que, se ele fosse abandonado ali, ele iria ficar desanimado e não mais continuaria no ministério. Assim, Barnabé preferiu se desligar de Paulo, que já tinha maturidade suficiente e ficar com Marcos. Mais uma vez, Barnabé tomou a decisão certa, pois Marcos, depois de ter sido treinado, foi de grande utilidade para a Igreja, e até mesmo para o próprio Paulo (Cl 4.10).

A partir desta separação, Barnabé sai de cena, no livro de Atos, mas não da vida da Igreja. Ele continuou com outra equipe fundando e confirmando igrejas, e fazendo de homens que poucos davam valor, grandes homens de Deus. Acredita-se que Barnabé foi martirizado na ilha de Chipre em Salamina.

A importância de Barnabé no estabelecimento da Igreja primitiva
Muitas vezes damos muita importância aquelas pessoas que realizam grandes obras, colocando no ostracismo as pessoas que não aparecem como grandes líderes

Pior do que isso é desprezar este tipo de trabalho em nossos próprios missionários. Estejamos atendendo às pessoas que Deus coloca em nossas vidas. Aprendamos, com Barnabé, a investir em outras pessoas, pois é bem possível que um Paulo surja como resultado de nosso ministério. Essa é também uma maneira de termos igrejas com homens maduros em sua liderança.

Élcio Augusto Lodos

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 5 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher


08 de março, é uma ocasião celebrada por grupos de mulheres em todo o mundo. Esta data também é comemorada pela ONU – Organização das Nações Unidas, e em muitos países, ela é observada como feriado nacional. É quando mulheres em todos os continentes, freqüentemente separadas por limites, etnias, línguas, culturas, economia e diferenças políticas, juntam-se para celebrar seu Dia, quando podem olhar para trás, e lembrar uma tradição que representa no mínimo nove décadas de lutas por igualdade, justiça, paz e desenvolvimento da mulher. 

O Dia Internacional da Mulher é a história de mulheres comuns que fazem História; ela está enraizada suas lutas em séculos passados para participar na sociedade em pé de igualdade com os homens.

Na Grécia antiga elas os forçaram a acabar com a guerra; durante a Revolução Francesa, as mulheres parisienses clamando por liberdade, igualdade e fraternidade, marcharam sobre Versailles reivindicando o direito de votar.

A idéia de um Dia Internacional da Mulher primeiro surgiu no início do século XX, quando o mundo industrializado passava por um período de expansão, turbulência, explosão do crescimento populacional e ideologias radicais.

A seguir há uma breve cronologia dos eventos mais importantes:

1909- De acordo com a declaração do Partido Socialista da América, o primeiro Dia Internacional da mulher foi observado por todos os Estados Unidos em 28 de fevereiro. As mulheres continuaram a celebrá-lo no último domingo daquele mês até 1913.

1910 - A Internacional Socialista, reunindo-se em Copenhagem, estabeleceu que o Dia da Mulher em caráter internacional, para honrar o movimento pelos direitos das mulheres e para ajudar na conquista do voto universal para as mulheres. A proposta foi aclamada por unanimidade pela conferência por mais de 100 mulheres de 17 países, entre as quais estavam as primeiras três mulheres eleitas para o Parlamento Finlandês. Não foi estabelecida uma data de observância.

1911 - Como um resultado da decisão tomada em Copenhagem no ano anterior, O Dia Internacional da Mulher foi estabelecido pela primeira vez para 19 de março na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, onde mais de um milhão de mulheres compareceram nas manifestações. Além do direito de votar e ocupar cargos públicos elas exigiam o direito de trabalhar, de treinamento vocacional, e um fim na discriminação no emprego.

Menos de uma semana mais tarde, em 25 de março o trágico incêndio no Triângulo, ceifou as vidas de mais de 140 jovens operárias, na cidade de Nova York, a maioria delas de imigrantes judias e italianas. Este acontecimento teve um impacto significativo na legislação trabalhista dos Estados Unidos, e as condições de trabalho que culminaram com o desastre foram invocadas durante as comemorações subseqüentes do Dia Internacional da Mulher.

1913-1914 - Como parte dos preparativos do movimento de paz na véspera da Primeira Guerra Mundial, as mulheres Russas observaram seu primeiro Dia Internacional da Mulher no último domingo de fevereiro de 1913. Em outros lugares na Europa por volta de 8 de março do ano seguinte, mulheres fizeram manifestações tanto para protestar contra a guerra quanto para expressar solidariedade com suas irmãs.

1917- Com dois milhões de soldados russos mortos na guerra, as mulheres russas escolheram novamente o último domingo de fevereiro para fazer uma greve pela paz e pelo pão. Líderes políticos se opuseram quanto ao tempo da greve, mas as mulheres seguiram em frente de qualquer maneira. O resto faz parte da história: Quatro dias mais tarde o Czar foi forçado a abdicar-se e um governo provisório outorgou às mulheres o direito de votar. Aquele domingo histórico caiu em 23 de fevereiro do Calendário Juliano, então em uso na Rússia, mas em 8 de março pelo Calendário Gregoriano em uso nos demais lugares.
 
Desde aqueles primeiros anos, O Dia Internacional da Mulher tem assumido uma nova dimensão global para as mulheres em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.
O crescimento internacional do movimento feminino, que tem sido fortalecido pelas quatro conferencias femininas mundiais das Nações Unidas, tem ajudado a fazer da comemoração um “point” para esforços coordenados pela reivindicação dos direitos femininos e participação nos processos econômicos e políticos.

De modo crescente, o Dia Internacional da Mulher é um tempo para refletir nos progressos conquistados, para exigir mudanças e para celebrar atos de coragem e determinação de mulheres comuns que têm exercido um extraordinário papel na história dos direitos das mulheres.

Publicado pelas Nações Unidas Department of Public Information--DPI/1878--January 1997

Por Litrazini

Graça e Paz



quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A tragédia não é o fim


A Bíblia conta em 2 Samuel 9 a história de Mefibosete. Sua vida foi cheia de tragédias. Quando ele tinha cinco anos, mataram seu avô; no mesmo dia, mataram seu pai. Como se não bastasse, a babá, querendo protegê-lo, o pegou nos braços e saiu correndo para escondê-lo. Ao fazer isto, ela tropeçou e deixou o menino cair no chão. Ele quebrou as duas pernas e nunca mais andou.

Mefibosete foi então escondido. Quem o escondeu pensava estar protegendo-o do novo rei, Davi. Pois pensava que Davi queria matá-lo por ser Mefibosete o herdeiro do trono. Mefibosete, que nascera para ser um príncipe, morar no palácio, e desfrutar de uma vida formidável, vivia escondido numa casa emprestada, que não era sua, solitário e sem comunicação.

No entanto, Davi, o rei, fizera uma aliança com o pai de Mefibosete, Jônatas, e prometera cuidar e proteger todos os seus descendentes. Mefibosete, por pensar que Davi o procurava para o mal, mais se escondia.

Quando Davi o descobriu, mandou um dos seus servos buscá-lo. Ziba foi ao encontro de Mefibosete e o carregou nos braços de volta ao palácio.

Davi restaurou a vida de Mefibosete e lhe devolveu tudo o que ele tinha direito. Mefibosete passou a viver lado a lado com o rei.

Todas as nossas tragédias fazem com que nos escondamos também. Pensamos que o Supremo Rei nos abandonou e ficamos com medo ou raiva, não entendendo porque este Rei amoroso permite que coisas horrendas nos aconteçam. 

O grande Rei fez uma aliança com seu filho Jesus. Ele também prometeu cuidar de você. Ele enviou o Espírito Santo para nos achar, buscar e trazer para o seu palácio. Em sua presença todas as nossas dores são curadas, nossos sonhos são realizados, nossas amarguras dissipadas, e nossas lágrimas enxugadas.

Não posso explicar porque tragédias acontecem com gente boa. Alguns dizem que é o destino, não creio; outros dizem que é castigo, mas que mal fez Jesus para morrer na cruz? Ainda outros dizem que estamos sendo purificados.

A verdade é que muitos de nossos sofrimentos não têm explicação plausível.

O que posso afirmar com segurança é que o Rei está a sua procura.

Ele quer abraçar-lhe, cuidar de você, realizar seus sonhos, e mudar sua história.

Nenhuma tragédia é final. Tudo pode ser mudado.

Quando cremos nisto, quando mantemos a esperança viva, quando não desistimos da vida, quando aceitamos o amor de Deus, temos as forças renovadas.

Como ministrar a outros se nos sentimos feridos? 
Do mesmo modo que Jesus salvou o mundo através de suas chagas. Pois se o grão de trigo não morrer fica ele só, mas ao morrer o grão de trigo produz muitos grãos.

Assim podemos consolar os outros com as mesmas consolações com que fomos consolados. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza.

Creia, a partir de você uma história de paz, amor, vida, e esperança começa a ser escrita.

A tragédia não é o fim.

Autor: Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini

Graça e Paz