"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quarta-feira, 16 de outubro de 2024

DESTRUINDO AS OBRAS DAS TREVAS

Jesus Cristo veio para destruir as obras malignas.

Ele deu aos discípulos poder sobre toda a força do inimigo.

Quando o adversário tenta nos comprometer moralmente, dependemos única e exclusivamente das armas que Deus nos deu.

Quando nos sentimos emocionalmente fracos, podemos estar certo de que a armadura do todo poderoso resistirá aos ataques satânicos.

Quando indagamos se temos força espiritual suficiente para a guerra, podemos descansar protegidos pelo escudo da fé que temos em Cristo.

Nossa tradição cristã e nossas experiências, por melhor que sejam, não são salvaguardas contra os ataques do inimigo.

“Aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia” (I Co. 10.12).

Quando pensamos que podemos ganhar a guerra com nosso próprio esforço e achamos que já sabemos tudo, aí o demônio ganha vantagem sobre nós.

Por causa do nosso orgulho, bate de frente e derruba-nos por terra.

Possuímos nossas armas e atacamos o inimigo que nos ameaça.

As chaves para vencer a batalha estão em Efésios 6.10-18.

Aproprie-se das armas que o Senhor nos deixa e tenha vitória sobre os ataques do inferno.

A nossa luta não é carnal mas espiritual.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 25 de abril de 2023

CUMPRINDO A VONTADE DE DEUS

Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; 1 Co 1:27

“E sede cumpridores da palavra, não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.

Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era.

Aquele, que porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.”  (Tg 1:22 – 25)

“Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma” (Tg 2.17)

Deus nos chama, nos comissiona, nos capacita a sermos cumpridores da Palavra, fazendo sua obra.

Não olhando para nossas limitações, nossas falhas, mas sim olhando para aquele que nos arregimentou

Para que sejamos cumpridores da obra e da vontade de Deus.

Só assim daremos verdadeiro testemunho de Cristo, e ganharemos nossos familiares para Jesus.

“Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?

E como pregarão, se não forem enviados?

Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.” Rm 10: 14,15.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 27 de março de 2023

A LUZ DE JESUS

“Tenho contra ti que deixaste teu primeiro amor, lembra-te, pois de onde caíste... arrepende-te e volta a prática das primeiras obras...” (Ap 2:4-5).

Os crentes de Éfeso havia abandonado seu Deus (O Espírito do Senhor).

Aqueles cristãos perderam a motivação de servir a Deus, o seu amor para com o Senhor que era a adoração a Ele. 

O pecado apaga a chama do amor de Deus em nossas vidas e acabamos vivendo como crentes religiosos, conformados a servir a Deus por obrigação e status.

A igreja de Éfeso havia deixado de se relacionar com Deus como outrora, por isso que foi preciso tal exortação.

Um relacionamento que se esfria aos poucos só pode ser “incendiado” novamente pelo verdadeiro perdão e pelo resgate da paixão inicial.

Para Éfeso só havia uma solução o arrependimento.

Era preciso para Éfeso, lembrar do pecado, arrepender-se dele e “praticar” as primeiras obras. 

Tirar o castiçal significava que aquela igreja havia “deixado de iluminar” e ser luz para os outros.

A palavra diz que se “andarmos na luz”, como Cristo na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Cisto nos purifica de todo pecado” (1 Jo 1:7).

Disse-lhes, pois, Jesus: A luz ainda está convosco por um pouco de tempo. Andai enquanto tendes luz [...] Enquanto tendes luz, crede na luz, para que sejais filhos da luz. (Jo 12:35-36).

Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. (Jo 8:12)

O candeeiro removido demonstrava inoperância desta igreja. Ela deixou de ser diligente em suas obras para viver apenas de “ser chamada de igreja de Deus”.

E assim como todos castiçais do templo com os sete braços iluminaram o templo para o serviço, a Igreja de Deus deve iluminar os outros ao seu redor com a luz de Jesus.

Apesar de ser um livro profético a história nos relata que por mais de mil anos, não tem havido igreja em Éfeso, ou seja, seu candeeiro realmente foi removido, porque não se arrependeu. 

A luz própria de Éfeso foi apagada por não ouvir o que o Espírito de Deus disse a seu respeito (Ap 2:7).

Não seja como a Igreja de Éfeso que não se arrependeu e teve seu candeeiro removido, por isso é hora de “acender suas candeias” arrependendo-se e voltando a Deus, ao primeiro amor.

Anderson Cassio Oliveira / Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 12 de setembro de 2020

POR QUE A SALVAÇÃO PELAS OBRAS É O PONTO DE VISTA PREDOMINANTEMENTE?


A resposta simples é que a salvação pelas obras parece correta aos olhos do homem. Um dos desejos básicos do ser humano é o de estar no controle de seu próprio destino, e isso inclui o seu destino eterno.

A salvação pelas obras apela ao seu orgulho e ao seu desejo de estar no controle. Sendo assim, obter a salvação por obras é muito mais atraente que a ideia de ser salvo pela fé. Além disso, o homem tem um sentido inerente de justiça. Até mesmo o ateu mais ardente acredita em algum tipo de justiça e tem um senso de certo e errado, mesmo se não tiver nenhuma base moral para fazer tais julgamentos.

O nosso senso inerente de certo e errado demanda que, se quisermos ser salvos, as nossas "boas obras" têm de mais que compensar por nossas "más obras." Com isso em vista, é natural que o homem crie uma religião que implique algum tipo de salvação pelas obras.

Porque a salvação pelas obras apela à natureza pecaminosa do homem, ela constitui a base de quase todas as religiões, exceto do Cristianismo bíblico. Pv 14:12 nos diz que "Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte." 

A salvação pelas obras parece ser o caminho correto para o homem, e isso explica por que é o ponto de vista predominantemente. Esse é o principal motivo por que o Cristianismo bíblico é tão diferente de todas as outras religiões – ele é a única religião que ensina que a salvação é um dom de Deus e não de obras. "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Ef 2:8-9).

Uma outra razão pela qual a salvação pelas obras é o ponto de vista predominantemente é que o homem natural ou não regenerado não entende completamente a extensão de seu próprio pecado ou da santidade de Deus. O coração do homem é "Enganoso… mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?" (Jr 17:9), e Deus é infinitamente santo (Is 6:3).

O engano do nosso coração é o que influencia a nossa percepção do alcance desse engano e o que nos impede de ver o nosso verdadeiro estado diante de um Deus cuja santidade também somos incapazes de compreender plenamente. Entretanto, a verdade é que a nossa pecaminosidade e santidade de Deus se combinam para tornar os nossos melhores esforços como "trapos de imundícia" diante de um Deus santo (Is 64:6; cf. 6:1-5).

O pensamento de que as boas obras do homem pudesse jamais equilibrar suas más obras é um conceito totalmente anti-bíblico. Não só isso, mas a Bíblia também ensina que o padrão de Deus é nada menos do que 100 por cento de perfeição. Se tropeçarmos em manter sequer uma parte da justa lei de Deus, somos tão culpados como se tivéssemos quebrado todas (Tg 2:10). Portanto, de maneira nenhuma poderíamos jamais ser salvos se a salvação realmente dependesse de obras.

Uma outra razão por que a salvação pelas obras pode infiltrar denominações que afirmam ser cristãs ou dizem acreditar na Bíblia é que elas não compreendem passagens como Tiago 2:24: "Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente." Quanto interpretado no contexto de toda a passagem (Tg 2:14-26), torna-se evidente que Tiago não está dizendo que nossas obras nos tornam justos diante de Deus; em vez disso, ele está deixando claro que a verdadeira fé salvadora é demonstrada pelas boas obras.

A pessoa que afirma ser um cristão, mas vive em desobediência intencional a Cristo, tem uma fé falsa ou "morta" e não é salva. Tiago está fazendo um contraste entre dois tipos diferentes de fé – a verdadeira fé que salva e a falsa fé que é morta.

Há simplesmente muitos versículos que ensinam que uma pessoa não é salva por obras para justificar qualquer cristão acreditando no contrário. Tito 3:4-5 é uma de muitas dessas passagens: "Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo." As boas obras não contribuem à salvação, mas sempre serão uma característica de alguém que nasceu de novo. As boas obras não são a causa da salvação, mas sim evidência.

Embora a salvação pelas obras seja o ponto de vista predominantemente, não é um ponto biblicamente exato. A Bíblia contém abundante evidência de salvação pela graça somente, pela fé somente, em Cristo somente (Ef 2:8-9).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

POR QUE A SALVAÇÃO PELAS OBRAS É O PONTO DE VISTA PREDOMINANTEMENTE?

A resposta simples é que a salvação pelas obras parece correta aos olhos do homem. Um dos desejos básicos do ser humano é o de estar no controle de seu próprio destino, e isso inclui o seu destino eterno.

A salvação pelas obras apela ao seu orgulho e ao seu desejo de estar no controle. Sendo assim, obter a salvação por obras é muito mais atraente que a ideia de ser salvo pela fé. Além disso, o homem tem um sentido inerente de justiça. Até mesmo o ateu mais ardente acredita em algum tipo de justiça e tem um senso de certo e errado, mesmo se não tiver nenhuma base moral para fazer tais julgamentos.

O nosso senso inerente de certo e errado demanda que, se quisermos ser salvos, as nossas "boas obras" têm de mais que compensar por nossas "más obras." Com isso em vista, é natural que o homem crie uma religião que implique algum tipo de salvação pelas obras.

Porque a salvação pelas obras apela à natureza pecaminosa do homem, ela constitui a base de quase todas as religiões, exceto do Cristianismo bíblico. Provérbios 14:12 nos diz que "Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte." A salvação pelas obras parece ser o caminho correto para o homem, e isso explica por que é o ponto de vista predominantemente. Esse é o principal motivo por que o Cristianismo bíblico é tão diferente de todas as outras religiões – ele é a única religião que ensina que a salvação é um dom de Deus e não de obras. "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8-9).

Uma outra razão pela qual a salvação pelas obras é o ponto de vista predominantemente é que o homem natural ou não regenerado não entende completamente a extensão de seu próprio pecado ou da santidade de Deus. O coração do homem é "Enganoso… mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?"(Jeremias 17:9), e Deus é infinitamente santo (Isaías 6:3).

O engano do nosso coração é o que influencia a nossa percepção do alcance desse engano e o que nos impede de ver o nosso verdadeiro estado diante de um Deus cuja santidade também somos incapazes de compreender plenamente. Entretanto, a verdade é que a nossa pecaminosidade e santidade de Deus se combinam para tornar os nossos melhores esforços como "trapos de imundícia" diante de um Deus santo (Isaías 64:6; cf. 6:1-5).

O pensamento de que as boas obras do homem pudesse jamais equilibrar suas más obras é um conceito totalmente anti-bíblico. Não só isso, mas a Bíblia também ensina que o padrão de Deus é nada menos do que 100 por cento de perfeição. Se tropeçarmos em manter sequer uma parte da justa lei de Deus, somos tão culpados como se tivéssemos quebrado todas (Tiago 2:10). Portanto, de maneira nenhuma poderíamos jamais ser salvos se a salvação realmente dependesse de obras.

Uma outra razão por que a salvação pelas obras pode infiltrar denominações que afirmam ser cristãs ou dizem acreditar na Bíblia é que elas não compreendem passagens como Tiago 2:24: "Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente." Quanto interpretado no contexto de toda a passagem (Tiago 2:14-26), torna-se evidente que Tiago não está dizendo que nossas obras nos tornam justos diante de Deus; em vez disso, ele está deixando claro que a verdadeira fé salvadora é demonstrada pelas boas obras.

A pessoa que afirma ser um cristão, mas vive em desobediência intencional a Cristo, tem uma fé falsa ou "morta" e não é salva. Tiago está fazendo um contraste entre dois tipos diferentes de fé – a verdadeira fé que salva e a falsa fé que é morta.

Há simplesmente muitos versículos que ensinam que uma pessoa não é salva por obras para justificar qualquer cristão acreditando no contrário. Tito 3:4-5 é uma de muitas dessas passagens: "Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo." As boas obras não contribuem à salvação, mas sempre serão uma característica de alguém que nasceu de novo. As boas obras não são a causa da salvação, mas sim evidência.

Embora a salvação pelas obras seja o ponto de vista predominantemente, não é um ponto biblicamente exato. A Bíblia contém abundante evidência de salvação pela graça somente, pela fé somente, em Cristo somente (Efésios 2:8-9).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 14 de abril de 2015

SEJA SOBRENATURAL E VENÇA OS DESEJOS DA CARNE

Enquanto o fruto do Espírito é um e indivisível, as obras da carne são mais de uma. As obras da carne podem ser caracterizadas como pecados da carne, pecados ligados à religião pagã, pecados de temperamento e pecados de embriaguez.

Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. (Gl 5:19-21)

Existem dois fatores principais que norteiam o comportamento humano: pensamento e sentimento. Via de regra, nós fazemos o que achamos certo ou o que queremos fazer. As crises de consciência ocorrem quando desejamos o que condenamos, ou não queremos fazer o que acreditamos que deve ser feito.

O problema maior e mais complicado é que nossos desejos são pérfidos, perversos, são decaídos e pecaminosos, contrários à essência e ao desejo de Deus. E, nossos pensamentos são egoístas, são egocêntricos, individualistas, mesquinhos, destrutivos.

Em suma: somos pecadores, e vendidos sob a escravidão do pecado: “... Eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento operou em mim toda espécie de concupiscência; porquanto onde não há lei está morto o pecado”. (Rm.7.7, 8)

Personalidade é o conjunto de certo e errado, de bom e de ruim, de bonito e feio, de louvável e reprovável que cada ser humano tem dentro de si.

O que ocorre, e isto precisa ficar claro, é que tais valores são "incorretos", estão todos impregnados com alguma coisa nojenta aos olhos de Deus chamada 'pecado'. Então, quando o ser humano peca, quando faz alguma coisa que seja errada ou condenável pela Bíblia, nada estará fazendo contrária à sua natureza. Gritar, xingar, amaldiçoar, mentir, aproveitar-se da situação, roubar, e coisas tais, são inerentes à condição humana.

O NATURAL É COMETER PECADO, E TER AS OBRAS DA CARNE PRESENTES EM NOSSA VIDA. O SOBRENATURAL É VENCER A CARNE.
É por isso que a Bíblia diz em Mateus 11:12 que “Desde os dias de João Batista até hoje se faz violência ao reino dos céus e, pela força se apoderam dele”. “Os que andam em espírito, não se curvam aos desejos da carne” (Gl. 5.16)

Se não lutarmos contra a nossa natureza vil e perversa, seremos dominados por ela, e as obras da carne se farão presentes em nossa vida.

Quando as obras da carne se fazem presentes em nossa vida, significa que nosso espírito carnal está dominando nosso ser. Então, o Espírito de Deus se entristece, deixando-nos um vazio, e uma angústia em nossas almas e em nossos corações.

É necessário que você saiba que a carne (espírito carnal, decaído) deve ser extirpada, ou vai tirá-lo da igreja, afastá-lo do Senhor e levá-lo ao inferno mais cedo ou mais tarde.

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

DE VOLTA AO EVANGELHO

O evangelho é a melhor notícia que já ecoou nos ouvidos da história. É a boa nova da salvação vinda de Deus a pecadores perdidos. É o transbordamento do amor divino aos filhos da ira. É a graça sem par a pessoas indignas. É a misericórdia estendida a indivíduos arruinados.

O evangelho é o novo e vivo caminho que Deus abriu desde o céu para o céu. Esse não é o caminho das obras, mas da graça. Não é o caminho do mérito, mas da oferta gratuita. Não é o caminho da religião, mas da cruz. A salvação é uma obra monergística de Deus, trazendo libertação aos cativos, redenção aos escravos e vida aos mortos.

Com respeito ao evangelho, precisamos estar alertas sobre alguns perigos. Tanto no passado como no presente, ataques frontais foram e ainda são feitos para esvaziar o evangelho, distorcer o evangelho e substituir o evangelho por outro evangelho, que em essência, não tem nada de evangelho. Quais são esses perigos?

EM PRIMEIRO LUGAR, O PERIGO DE SUBSTITUIR O EVANGELHO DA GRAÇA PELO EVANGELHO DAS OBRAS.
O mundo odeia o evangelho, porque este é um golpe fatal em seu orgulho. O evangelho anula completamente qualquer possibilidade do homem vangloriar-se. Reduz o homem à sua condição de completo desamparo. Mostra sua ruína absoluta, sua depravação total, sua escravidão ao diabo, ao mundo e à carne, sua corrupção moral e sua morte espiritual.

A tentativa do homem chegar-se a Deus pelo caminho das obras é tão impossível como tentar construir uma torre até aos céus. O apóstolo Paulo diz aos judaizantes que estavam perturbando a igreja e pervertendo o evangelho, induzindo as pessoas a praticarem as obras da lei para serem salvas, que isso é um outro evangelho, um evangelho falso, que desemboca na ruína e na perdição.

EM SEGUNDO LUGAR, O PERIGO DE SUBSTITUIR O EVANGELHO DA CRUZ PELO EVANGELHO DA PROSPERIDADE.
Prolifera em nossos dias os pregadores da conveniência, os embaixadores do lucro em nome da fé. Multiplicam-se neste canteiro fértil da ganância, homens inescrupulosos que mercadejam a palavra de Deus, fazendo da igreja uma empresa, do púlpito um balcão, do evangelho um produto híbrido, do templo uma praça de negócios e dos crentes consumidores.

O vetor desses obreiros da iniquidade é o lucro. Pregam para agradar. Pregam para atrair as multidões com uma oferta de riqueza na terra e não de um tesouro no céu. Torcem as Escrituras, manipulam os ouvintes, enganam os incautos, para se locupletarem. Sonegam ao povo a mensagem da cruz, a oferta da graça, a mensagem da reconciliação por meio do sangue de Cristo.

Embora esses pregadores consigam popularidade estão desprovidos da verdade. Embora reúnam multidões para ouvi-los, não oferecem aos famintos o Pão do céu. Embora, se vangloriem de suas robustas riquezas acumuladas na terra, são miseravelmente pobres na avaliação do céu.

EM TERCEIRO LUGAR, O PERIGO DE SE PREGAR O EVANGELHO SEM O PODER DO ESPÍRITO SANTO. 
Se a pregação do falso evangelho das obras e da prosperidade é um negação do genuíno evangelho, a pregação do verdadeiro evangelho sem o poder do Espírito é uma conspiração contra o evangelho.

O EVANGELHO É O PODER DE DEUS PARA A SALVAÇÃO DE TODO O QUE CRÊ. 
Nele se manifesta a justiça de Deus. Não podemos pregá-lo sem a virtude do Espírito Santo. O pregador precisa ser um vaso limpo antes de ser um canal de bênção. Precisa viver com Deus antes de falar em nome de Deus. O pregador precisa ser cheio do Espírito antes de ser usado pelo Espírito.

Se a pregação do evangelho é lógica em fogo, a mensagem do evangelho precisa queimar no coração do pregador antes de inflamar os ouvintes.

Precisamos desesperadamente de um reavivamento nos púlpitos. Precisamos voltar ao evangelho!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Os crentes serão julgados?

Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal”. 2 Coríntios 5.10 

A Bíblia ensina que os crentes terão, um dia, de prestar contas “ante o tribunal de Cristo”, de todos os seus atos praticados por meio do corpo, sejam bons ou maus.

No tocante a esse julgamento do crente, segue-se o estudo de alguns de seus pontos.

(1) Todos os crentes serão julgados; não haverá exceção (Rm 14.10,12; 1 Co 3.12-15; 2 Co 5.10).

(2) Esse julgamento correrá quando Cristo vier buscar a sua igreja (1 Ts 4.14-17).

É um julgamento de obras.

(3) O juiz desse julgamento é Cristo (Jo 5.22, cf. “todo o juízo”; 2 Tm 4.8, cf. “Juiz”).

(4) A Bíblia fala do julgamento do crente como algo sério e solene, mormente porque inclui para este a possibilidade de dano ou perda (1 Co 3.15, cf. 2 Jo 8); de ficar envergonhado diante dEle “na sua vinda” (1 Jo 2.28), e de queimar-se o trabalho de toda sua vida (1 Co 3.13-15). Esse julgamento não é para sua salvação ou condenação. 

(5) Tudo será conhecido. A palavra “comparecer” (gr. Phaneroo, 2 Co 5.10) significa “tornar conhecido aberta ou publicamente”. Deus examinará e revelará abertamente, na sua exata realidade,
(a) nossos atos secretos (Mc 4.22; Rm 2.16),
(b) nosso caráter (Rm 2.5-11),
(c) nossas palavras (Mt 12.36, 37),
(d) nossas boas obras (Ef 6.8),
(e) nossas atitudes (Mt 5.22),
(f) nossos motivos (1 Co 4.5),
(g) nossa falta de amor (Cl 3.23-4.1) e
(h) nosso trabalho e ministério (1 Co 3.13).

(6) Em suma, o crente terá que prestar contas da sua fidelidade e infidelidade a Deus (Mt 25.21-23; 1 Co 4.2-5) e das suas práticas e ações, tendo em vista a graça, a oportunidade e o conhecimento que recebeu (Lc 12.48; Jô 5.24; Rm 8.1).

(7) As más ações do crente, quando ele se arrepende, são perdoadas no que diz respeito ao castigo eterno(Rm 8.1), mas são levadas em conta quanto à sua recompensa: “Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer” (Cl 3.25; cf. Ec 12.14; 1 Co 3.15;

2 Co 5.10). As boas ações e o amor do crente são lembrados por Deus e por Ele recompensados (Hb 6.10) “Cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer”(Ef 6.8).

(8) Os resultados específicos do julgamento do crente serão vários, como obtenção ou a perda de alegria (1 Jo 2.28), aprovação divina (Mt 25.21), tarefas e autoridade (Mt 25.14-30), posição (Mt 5.19; 19.30), recompensa (1 Co 3.12-14; Fp 3.14; 2 Tm 4.8) e honra (Rm 2.10; cf. 1 Pe 1.7).

(9) A perspectiva de um iminente julgamento do crente deve aperfeiçoar neste o temor do Senhor (2 Co 5.11; Fp 2.12; 1 Pe 1.17), e leva-lo a ser sóbrio, a vigiar e a orar (1 Pe 4.5,7), a viver em santa conduta e piedade (2 Pe 3.11) e a demonstrar misericórdia e bondade a todos (Mt 5.7; cf. 2 Tm 1.16-18). 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini


Graça e Paz