segunda-feira, 30 de abril de 2018

SOLIDÃO E AFLIÇÃO


Volta-te para mim e tem misericórdia de mim, pois estou só e aflito. (Sl 25.16.)

Quando a solidão e a aflição se encontram e permanecem juntas por algum tempo, o sofrimento é muito maior.

Foi por isso que o salmista orou: “Volta-te para mim e tem misericórdia de mim, pois estou só e aflito” (Sl 25.16).

Passar por uma aflição qualquer sem ter alguém do lado é muito complicado.

A ausência desse alguém significa que não teremos mão para nos segurar, braço para nos abraçar, ouvidos para nos ouvir, boca para nos consolar, olhos para nos mostrar simpatia, nem ombros sobre os quais possamos chorar.

Jesus passou por experiência semelhante à do salmista.

Foi na madrugada de quinta para sexta da semana da paixão, naquele período de tempo espremido entre a reunião no Cenáculo e a reunião na casa de Caifás.

Embora seus discípulos estivessem com Jesus ali no Getsêmani, o Senhor estava só porque todos eles dormiam.

Até Pedro, Tiago e João, que Jesus separou dos outros para ficarem com Ele bem de perto, caíram no sono.

O Senhor passou por aquele momento de tristeza mortal sozinho (Mt 26.36-46). Absolutamente a sós não, porque“apareceu-lhe então um anjo de céu que o fortalecia”(Lc 22.45).

Pode dar-se o caso de nos imaginarmos sozinhos quando não o estamos.

Isso aconteceu com Elias. Ele se julgava “o único que sobrou”, mas havia outros 7 mil não-adoradores de Baal (Rm 11.1-4).

Retirado de Refeições Diárias com o Sabor de Salmos. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 29 de abril de 2018

A UNIVERSALIDADE DO PECADO


Todos os homens foram envolvidos na situação de pecado, em que caíram nossos primeiros pais. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram”: Romanos 5.12. “Pois todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus”: Romanos 3.23 “Porque, assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo”: I Corintios 15.21,22. /

Todos os homens cometem atos de pecado, consciente ou inconscientemente, e são por eles responsáveis. É terrível a descrição que o Apóstolo Paulo faz da humanidade pecadora em Romanos  3.10 a 18! LER

Veja o que você consegue aprender em I João 1.8 a 10: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e purificar de toda injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós”

AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO
Nós nascemos pecadores.“Certamente em iniqüidade fui formado; e em pecado me concebeu minha  mãe.”:Salmo 51.5. Sendo Adão o tronco de toda a humanidade, a Bíblia afirma que o seu pecado foi imputado a todos os seus filhos, a toda a humanidade. Somos pecadores por natureza. Leia Efésios  2.1 a 3.

Quando Adão pecou ele foi expulso do Jardim do Éden, Gênesis 3.22 a 24. O fato de Adão estar fora do jardim, quer significar que Adão perdeu a sua intimidade com o Criador. Isto é, MORREU ESPIRITUALMENTE. A separação do homem de Deus é a primeira conseqüência dos nossos pecados: “Certamente a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar. Nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir Mas as vossas iniqüidades fazem a divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”:Isaías 59.1,2.

Mas o homem não apenas passa pela morte espiritual. Ele também tornou-se FISICAMENTE MORTAL. A MORTE FÍSICA diz respeito à separação da alma do corpo.“E o pó volte á terra como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.”: Ecleseastes 12.7. 

Finalmente, você deve entender que o grande amor deDeus providenciou para estes dois tipos de MORTE um santo remédio. Em Romanos 6.23: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”. O Remédio?  É dom gratuito de Deus.

CONVICÇÃO DE PECADO
Uma coisa é afirmar que todo homem é pecador. Outra, bem diferente, é o homem estar convicto disto. Sim, pesa sobre o homem uma responsabilidade pessoal, pois poderia alguém dizer que o homem não é responsável pelo pecado: nem pelo pecado de Adão, nem pelo seu pecado atual. Mas a Bíblia afirma que o homem é responsável pelo seu pecado e, a nossa consciência também afirma isto quando pecamos. Veja a experiência do Salmista, o que ele sentia nos textos seguintes:

“Pois já as minhas iniqüidades ultrapassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças”: Salmo 38.4 – O pecado era uma carga muito pesada. O Salmo 51.1 a 4 diz: “Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti, contra ti somente, pequei, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares”. – O pecado esta sempre à nossa frente

Além do Salmista, muitos outros servos de Deus, reconheceram-se pecadores. Veja em casa Josué 7.20 (Acã); I Samuel 15.24 (Saul); Lucas 15.21 (Filho pródigo). Mas, entre todos, foi o Apóstolo Paulo, um grande homem de Deus, que reconheceu a força e o poder do pecado sobre a sua vida. Veja Isto em Romanos 7.18 a 25.

CONFISSÃO E PERDÃO DE PECADOS
Enquanto estamos no mundo, cometemos pecados, mas não podemos viver na prática do pecado (fazer sempre), porque Cristo está em nós e, Ele não está sob o jugo do pecado “Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo”: I João 3.8. O cristão é um ser humano sujeito a cair, tem falhas e erros comuns a todos, porém ele é vencedor sobre o pecado.

Biblicamente, tão importante quanto reconhecer nossos pecados, é confessá-los a Deus. É dizer a Deus, sinceramente, que precisamos do perdão divino. O mesmo Salmista Davi, que tanto reconhecia seus pecados, com a mesma sinceridade os confessava; Veja que belo testemunho no Salmo 32.3 a 5 – “Enquanto me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido o dia todo. Pois, de dia e de noite, a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Disse: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões, e tu perdoaste a culpa do meu  pecado”

Lidiomar T. Granatti / Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 28 de abril de 2018

E AQUELES QUE NUNCA OUVIRAM O EVANGELHO?


ROMANOS 1.19-20 — AQUELES QUE NUNCA OUVIRAM O EVANGELHO ESTÃO PERDIDOS?

“Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis”.

Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo. 14.6). Também At. 4.12 diz a respeito de Cristo: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”.

Diante disso, podemos afirmar que alguém que jamais ouviu o Evangelho de Cristo estará eternamente perdido? Paulo parece responder a essa pergunta afirmativamente. Mas é justo condenar pessoas que jamais ouviram falar a respeito de Cristo?

RESPOSTA APOLOGÉTICA: A resposta de Paulo é clara. Ele disse que os gentios são “inescusáveis”, então a condenação dos gentios é justa (Rm. 2.12). Essa passagem está ensinando que os judeus são julgados pela lei (pelas Escrituras hebraicas), porém os gentios são condenados pela “lei escrita em seus corações” (v. 15).

A questão acerca da justiça de Deus, quanto ao julgamento dos gentios, admite a inocência por parte dos não salvos que não ouviram as Boas Novas — o Evangelho. Mas a Bíblia nos diz que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm. 3.23).

Além disso, Romanos 1.18-20 diz que Deus claramente se revela através daquilo que Ele criou “para que eles fiquem inescusáveis”. Os seres humanos não são inocentes no tocante à revelação natural de Deus.

Se uma pessoa não ouviu o Evangelho, e vive da melhor foma possível para alcançar a salvação por sua própria habilidade, está simplesmente fazendo obras, mas a salvação é pela graça (Ef. 2.8-9).

Ninguém é capaz de fazer algo para obter como pagamento o acesso ao céu. Se assim fosse, o sacrifício de Cristo na cruz seria desnecessário. Aqueles que buscam a luz necessária para a salvação irão encontrá-la para que possam salvar-se (Is. 55.6; Lc. 11.9; Hb. 11.6).

Deus possui muitas maneiras de fazer com que a verdade da salvação através de Cristo alcance aqueles que o buscam. Ele pode enviar um missionário (At. 10), uma transmissão através do rádio, televisão, mídias digitais ou uma Bíblia (SI. 119.130).

Mas aqueles que dão as costas à luz que possuem (ignorando as obras criadas por Deus), e se encontram perdidos em trevas, não terão ninguém a quem atribuir a culpa, senão a si mesmos (Jo. 3.19).

Texto Base: Resposta às Seitas, Norman L. Geisler e Ron Rhodes, CPAD, 1997. Texto adaptado e compilado pelo Pr. Edison Miranda da Silva e Maria Candida Alves.

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 27 de abril de 2018

O HOMEM ANTES DO PECADO


O homem não foi sempre pecador. Ele foi criado santo, tendo uma origem elevada, “à imagem e semelhança de Deus”. Portanto, sendo o homem reflexo, mesmo que finito, dos atributos morais de Deus, e sendo a santidade o principal atributo de Deus, necessariamente a santidade será o principal atributo do homem que Ele criou.

DEFINIÇÃO DE PECADO
“Portanto, assim como por um só homem (Adão) entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram”: Romanos 5.12. Pecado é simplesmente falta de conformidade com a vontade de Deus, ou qualquer transgressão dessa vontade.

O pecado não é o que o homem faz, é uma atitude interior, um principio de vida interior de independência de Deus.(Eu sou dono do meu nariz, ninguém manda na minha vida). Dessa forma “pecado” tem dois sentidos:

COMO UM ESTADO - (ATITUDE) – pois SOMOS PECADORES, atitude interior de amar a sua independência (gostar de ser senhor de si mesmo)

COMO ATO - POIS COMETEMOS PECADOS. Portanto, nós não apenas cometemos pecados, em nosso dia-a-dia, mas, por natureza, somos pecadores. Ex: rebeldia, inveja, inimizades, desobediência, adultério, vícios, mentira, etc

A Bíblia nos apresenta algumas definições claras e especificas de pecado, são elas:

PECADO É INIQÜIDADE – “Qualquer que comete o pecado também comete iniqüidade, porque o pecado é iniqüidade”: I João 3.4; A palavra iniqüidade significa: imundície, desonestidade, etc. tudo que tenha a ver com sujeira, trevas é pecado.

PECADO É DEIXAR DE FAZER O BEM –“Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz, comete pecado”: Tiago 4.17, a  omissão sempre foi rejeitada por Deus e é pecado quando deixamos de fazer o bem, quer seja a homens ou a Deus.

A INCREDULIDADE É PECADO – “... e tudo o que não é de fé é pecado”: Romanos 14.23. Viver sem fé é permanecer num estado de pecado, eis a razão porque quem não crê já está condenado. “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”: Marcos 16.16 e sem fé é impossível agradar a Deus: Hebreus 11.6.

O REMÉDIO PARA O PECADO
 “Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”: Lucas 15.7. Jesus trouxe o remédio para o pecado: Arrependimento è Deixo de ser independente e passo a ser dependente de Deus. O Homem está perdido porque é rebelde, independente de Deus.

Arrepender-se e mudar de atitude, cortar o mal pela raiz, para que o pecado não torne a brotar, este é o grande segredo que custou a vida do Filho de Deus, Jesus Cristo.

Você quer anular este sacrifício? Pense nisso!!!

“Escondi a tua Palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”: Salmo 119.11

Lidiomar T, Granatti / Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 26 de abril de 2018

JESUS MORREU EM NOSSO LUGAR


O Pastor H.M.S. Richards conta uma pequena história de quando era garoto. Ele diz que gostava de pular a cerca e colher as maçãs do vizinho.

Um dia a mãe o chamou e mostrando-lhe uma vara verde, disse:
- Você está vendo esta vara verde?  – Sim, mãe. – Se você colher mais uma maçã do vizinho, vou castigá-lo cinco vezes com esta vara, entendeu?– Sim, mãe. 

 Os dias passaram. As maçãs estavam cada dia mais vermelhas e o menino não conseguiu resistir à tentação. Pulou a cerca e comeu maçãs até ficar satisfeito. O que ele não podia esperar era que ao voltar para casa a mãe estivesse esperando-o com a vara verde na mão. Tremeu. Sabia o que iria acontecer. Quase sem pensar suplicou:

– Mãe, me perdoe. – Não, filho – disse a mãe – eu fiz uma promessa e terei que cumpri-la. – Mãe, por favor, eu prometo que nunca mais tornarei a fazer isso. – Não posso filho, você terá que receber o castigo. – Por favor mãe, por favor – continuou suplicando com olhos lacrimejantes. 

Que mãe pode ficar insensível vendo o filho amado suplicando perdão? 
Ela tomou entre as suas, as mãos do filho e perguntou:  – Você não quer receber o castigo?  – Não, mãe.  – Então, só existe uma saída meu filho.  – Qual é? 

A mãe estendeu a vara para ele e disse: – Segura a vara meu filho. Em lugar de eu castigar você com esta vara você vai me castigar. O castigo tem que se cumprir, porque a falta existiu. Você não quer receber o castigo, mas eu o amo tanto que estou disposta a receber o castigo por você. 

"Até aquele momento eu tinha chorado com os olhos – contou Richards – naquele momento eu comecei a chorar com o coração. Como teria coragem de bater na minha mãe por um erro que eu havia cometido?" 

Você entendeu a mensagem?  É isso que acontece entre Deus e nós quando, depois de pecar, suplicamos perdão. Ele olha com amor para nós e diz: 
– Filho, você pecou e merece a morte, mas você não quer morrer. Então, só resta uma saída, Meu filho.  – Qual é? – perguntamos ansiosos.  – Em lugar de você morrer pelo pecado que cometeu, estou disposto a sofrer a conseqüência de seu erro – responde Ele com sua voz mansa. 

Richards não teve coragem de castigar sua mãe por um erro que ele tinha cometido. Mas nós tivemos coragem de crucificar o Senhor Jesus na cruz do calvário. Continuamos crucificando-O cada dia com as nossas atitudes. E Ele não diz nada. Como um cordeiro é levado ao matadouro e como ovelha muda diante dos seus tosquiadores, não abre a boca, não reclama, não exige direitos, não pensa em justiça. Apenas morre, morre lentamente consumido pelas chamas de um amor misterioso, incompreensível, infinito.

Não, eu nunca terei palavras para agradecer o que Ele fez por mim. Eu nunca poderei entender a plenitude de Seu amor por mim. Mas ao levantar os olhos para a montanha solitária e ver pendurado na cruz um Deus de amor, meu coração se enternece e exclamo como a garota da faculdade: "Como teria coragem de não amar alguém que me ama tanto?" 

E quanto a você? Correrá agora aos braços de Jesus dizendo: "Senhor, porque me amas tanto? Estou aqui e te entrego a minha vida, ou o que resta dela. Te entrego meu coração manchado de egoísmo. Toma-o, Senhor, e transforma-o."  

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 25 de abril de 2018

OS NOMES E TÍTULOS DE CRISTO


Os nomes e títulos dados a Jesus Cristo na Bíblia revelam muita coisa relacionada com sua natureza e trabalho.

1- JESUS – Foi o nome terreno conferido a ele por José desde o seu nascimento, em obediência a ordem de Deus dada por meio do Anjo Gabriel. Esta palavra significa“SALVADOR”. “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados”: Mateus 1.21.

2- CRISTO – (provavelmente do grego), o mesmo que Messias (palavra hebraica). É um título que literalmente significa: “O UNGIDO DE DEUS”. “E Simão Pedro, respondendo, disse-lhe: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”: Mateus 16.16.

3- O SENHOR – No Novo Testamento, corresponde a palavra “Jeová” do Antigo Testamento. Um dos nomes de Deus, consequentemente, quando aplicado a Jesus, é uma prova de sua divindade: “E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”:Filipenses 2.11.

4 - O VERBO – (Ou palavra de Deus) “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade”: João 1.14.

5- O FILHO DE DAVI – Nome pelo qual foi chamado mais de uma vez, é seu nome judaico característico, mostrando a sua descendência do Rei. “E, partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando e dizendo: Tem compaixão de nós Filho de Davi”: Mateus 9.27.

6- O FILHO DO HOMEM – É o nome que a maior parte das vezes Jesus empregou falando de si mesmo. “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”: Lucas 19.10.

7- O FILHO DE DEUS – É um título empregado freqüentemente por Jesus Cristo, a ele é aplicado geralmente com profunda reverência, por outros, bem como usado por ele próprio. Em João 9.34,35: “Eu mesmo vi e já vos dei testemunho de que este é o Filho de Deus. No dia seguinte João estava outra vez ali, com dois dos seus discípulos”.

A Bíblia esclarece que Jesus Cristo era o Filho de Deus antes de seu nascimento humano em João 16.28: “Sai do Pai e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo e vou para o Pai”. I João 4.9: “...Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo, para que por ele vivamos”.Romanos 8.3:  “Deus enviando seu próprio Filho em ...”Em João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira  que enviou seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Lidiomar T.Granatti / Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 24 de abril de 2018

A FÉ SE REVELA NO AMOR


Este é o meu mandamento: Amem-se uns aos outros. (João 15.17) 

Nesta passagem, Cristo repete o mandamento de amar uns aos outros. Pelo amor, os cristãos se mantêm unidos e é o amor a marca dos verdadeiros cristãos.

Jesus enfatizou esse mandamento porque sabia quantos falsos cristãos surgiriam – quantos louvariam a fé com palavras bonitas e com um grande espetáculo, mas não viveriam suas palavras.

Assim como o santo nome de Deus é desonrado e usado para o mal e assim como o Cristianismo, a igreja e tudo o que é santo são utilizados de forma errônea e má, assim também a fé, o amor e as boas obras serão utilizados para promover um espetáculo falso e para sustentar máscaras.

Pois o Diabo não deseja ser tão assustador como é normalmente pintado, mas, antes, deseja brilhar nas finas roupagens da Palavra de Deus, da igreja cristã, da fé e do amor.

Cristo nos ensina que não é suficiente louvar a fé e a ele mesmo. Precisamos também produzir frutos cristãos. Pois onde esses frutos não forem evidentes, ou onde aparecer o oposto dos frutos, Cristo certamente não estará presente. Nesse caso, existirá apenas um falso nome.

Essa é a razão pela qual devemos dizer a esses tipos de pessoas: “Eu ouço esse nome lindo e glorioso, que é nobre e digno de honra. Mas e quanto a você?”. Da mesma forma o espírito maligno disse aos filhos de Ceva: “Jesus, eu conheço, Paulo, eu sei quem é; mas vocês, quem são?”(At 19.15).

No entanto, alguns poderão questionar: “Não é a fé que nos justifica e nos salva, e não as obras?”. Sim, isso é verdade. Mas onde está a sua fé? Como ela é demonstrada?

A fé nunca deve ser inútil, surda, morta ou decadente. Antes, deve ser uma árvore viva e cheia de frutos. Essa é a diferença entre a fé genuína e a fé falsa. Se existe a fé verdadeira, ela se mostrará na vida da pessoa. 

Retirado de Somente a Fé - Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 23 de abril de 2018

FRUTO, NUNCA MAIS


“E, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não tendo achado senão filhas, disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente” (Mt 21.19).

Jesus já havia subido a Jerusalém para a festa da páscoa. Estava mergulhado na sombra da cruz. Era sua última semana, antes de ser preso, julgado, condenado e pregado na cruz. Jesus saíra de Jerusalém para pernoitar em Betânia e logo de manhã estava de volta à cidade que o aclamara e à cidade que, liderada pelos sacerdotes, reivindicaria sua morte. Cedo de manhã, ao voltar para Jerusalém, teve fome.

Nesse momento, ele vê uma figueira à beira do caminho. Aproxima-se dela, mas não encontrou nenhum fruto, apenas folhas. Jesus, então, pronuncia seu juízo à figueira. Aquela que, fazendo propaganda de frutos, deles estava desprovida, foi sentenciada a ficar sem frutos. Imediatamente a figueira secou. Que lições podemos aprender com esse episódio?

EM PRIMEIRO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS SÃO APARÊNCIAS QUE ENGANAM.
Na figueira, as folhas vêm depois dos frutos. Se a figueira tinha folhas, logo, anunciava ter frutos. Mas sua aparência era enganosa. Assim, também, muitas pessoas parecem ser espirituais. Estão estrategicamente posicionadas à beira do caminho. Chamam a atenção para seu porte, para sua linda roupagem, para sua atrativa aparência. Estão revestidos de folhas, mas desprovidas de frutos. Fazem propaganda de frutos, mas só têm folhas. Sua vida é uma mentira. Seu discurso é um engano. Sua espiritualidade é uma farsa.

EM SEGUNDO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS SÃO PROPAGANDA QUE DECEPCIONAM.
A figueira primeiro produz frutos e depois brotam as folhas. As folhas protegem os frutos, mas não são um substituto deles. Os frutos vêm antes das folhas. Folhas sem frutos são propaganda enganosa. Consumada hipocrisia. Discurso sem vida. Espiritualidade falaciosa. Jesus estava com fome. A figueira, por ter folhas, fazia propaganda de seus frutos. Mas, ao examiná-la, Jesus não encontra nela frutos. Aquela figueira era uma decepção.

EM TERCEIRO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS SÃO PROMESSAS QUE FRACASSAM.
Jesus não encontra frutos na figueira para matar sua fome. Chegou faminto e saiu faminto. A promessa de frutos era exuberante, mas a realidade dos frutos inexistente. Havia um abismo entre o que figueira demonstrava e o que de fato a figueira era. Mesmo à beira do caminho, gerando tantas expectativas e as mais santas, frustrava a todos. Sua mensagem aos transeuntes era propaganda enganosa. Suas promessas eram um consumado fracasso.

EM QUARTO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS DESEMBOCAM EM SEVERO JUÍZO.
Mateus registra a palavra severa de Jesus à figueira: “Nunca mais nasça fruto de ti” (Mt 21.19). Marcos, de igual forma, registra:“Nunca jamais coma alguém fruto de ti!” (Mc 11.14). Imediatamente após a sentença de Jesus, a figueira secou e secou até à raiz (Mc 11.20).

A maldição que caiu sobre aquela figueira foi permanecer como estava, sem frutos. O que Jesus fez, foi arrancar sua máscara e sentenciá-la a permanecer estéril. Jesus não amaldiçoou aquela figueira. Ela já era uma maldição. Não passava de uma consumada mentira.

Esse milagre operado por Jesus, demonstrando seu juízo à figueira estéril tinha o propósito de alertar a respeito da falsa espiritualidade de Israel e de seus líderes, que embora, ostentassem grande pompa religiosa, estavam desprovidos dos frutos da piedade.

Esse milagre é um alerta para nós, ainda hoje. Jesus não se contenta com folhas, ele quer encontrar em nós frutos!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 22 de abril de 2018

A FALTA DE PERDÃO É UMA PRISÃO


Quem não perdoa, está preso. Lemos em Mateus 18.34: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida”.A palavra verdugo significa “torturador”. Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição. A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa.

Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas: angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc.

Muita gente tem sofrido com a falta de perdão. Outro dia ouvi alguém dizendo que o ressentimento é o mesmo que você tomar diariamente um pouco de veneno, esperando que quem te magoou venha a morrer. A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu. Por isso sempre digo a quem precisa perdoar: – “Já não basta o primeiro sofrimento, porque acrescentar um outro maior (a mágoa)”?

Alguns acham que o perdão é um benefício para o ofensor. Porém, eu digo que o benefício maior não é o que foi dado ao ofensor, mas sim o que o perdão produz na vítima, naquele que está ferido. Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada.

Em outra porção das Escrituras (onde o contexto dos versículos anteriores é o perdão), vemos o Senhor Jesus nos advertindo do mesmo perigo:
“Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo”. (Mateus 5.25,26)

Não sei exatamente como é está prisão, mas sei que Cristo não estava brincando quando falou dela. A falta de perdão me prende e pode prender a vida de mais alguém. Isto é um fato comprovado. Tenho presenciado gente que esteve presa por tantos anos, e ao decidir perdoar foi imediatamente livre. Isto também pode acontecer com você, basta decidir perdoar.

SEGUINDO O EXEMPLO DIVINO
Como deve ser o perdão? A pessoa tem que pedir o perdão ou merecê-lo para poder ser perdoada? Não. Devemos perdoar como Deus nos perdoou: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou”. (Efésios 4.32)
O texto bíblico diz
que nosso perdão e reconciliação horizontal deve seguir o exemplo da que Deus em Jesus praticou para conosco. Então, basta perguntar: – “Fizemos por merecer o perdão de Deus? Não. Então nosso ofensor também não precisa fazer por merecer”.

O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento. O apóstolo Paulo falou aos efésios que o perdão é fruto de um coração compassivo e benigno. O perdão flui da benignidade do nosso coração, e não por haver ou não benignidade no ofensor.

Jesus disse que se eu souber que alguém tem algo contra mim, devo procurá-lo para tentar a reconciliação. Mesmo se tal pessoa não me procurar ou nem mesmo quiser falar comigo, tenho que ter a iniciativa, tenho que tentar. Deus ofereceu perdão gratuito a todos, independentemente de qualquer comportamento, e Ele é nosso exemplo!

Pr. Luciano Subira

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 21 de abril de 2018

ESPERANÇA EM TEMPO DE ANGÚSTIA


“Eu, porém, esperarei no Senhor; esperei no Deus da minha salvação” Mq 7:7

O verso acima, retirado do livro do profeta Miquéias, transmite um estado de confiança constante. Foi pronunciado em um tempo em que Israel, estava sendo invadida pela crença nos deuses de Samaria, os lugares altos repletos de sacrifícios pagãos. Miquéias então, profundamente consternado com a degeneração da nação, escolhe continuar servindo e acreditando que somente o Senhor Jeová seria Seu Refúgio e Fortaleza. Triste, abatido, mas cheio de esperança: “Ai de mim! Porque estou como quando são colhidas as frutas de verão, como os rabiscos da vindima: não há cachos de uvas para comer, nem figos temporãos que a minha alma desejou... Eu, porém, esperarei no Senhor, esperei no Deus da minha salvação” Mq. 7:1-7.

Quando os frutos são colhidos dos pés é para serem devorados. São desprendidos dos seus galhos e perdem todo o contato com o ambiente de sustentação. Assim se sentia Miqueias. Solitário, prestes a ser devorado de tanta tristeza, porque seu lugar de morada, já não era o mesmo. Por todos os lados, havia pecado, deuses estranhos e pessoas enganadas e incrédulas. Miqueias, porém guardou o coração. 

A palavra “esperar” no verso inicial do texto, pode ser traduzida como “Yachal”: "esperar, ser paciente, permanecer com esperança”. E esperança, pode ser traduzida como “tiqvah”, cujo significado original é: “esticar como uma corda”. A prostituta Raabe foi instruída a pendurar uma “tiqvah” na porta de sua casa para que a morte não chegasse até sua família.


Esperança, portanto é essa Corda que nos sustenta – não somos nós que sustentamos a corda- é ela que nos sustenta.

Equipes de salvamento são treinadas para resgate com cordas de maneira que o resgatado esteja inteiramente seguro sem fazer esforços, visto que nesses casos é comum a falta de força física e desmaios por parte do resgatado.

O profeta Miquéias estava a dizer que mesmo que todos se entregassem à morte por cultuarem deuses estranhos, ele permaneceria entregue a “tiqvah”, a “corda" que o sustentaria. Deus não o deixaria perecer em meio aquele mar de desgraças. Do alto, a todo e qualquer momento, o resgate chegaria: a nação ouviria a voz Daquele que os amava, apesar da infidelidade. No coração do profeta, essa esperança estava viva, ele era o grito de socorro aos céus, também o que fora escolhido para resgatar vidas naquele lugar. 

A “tiqvah” sempre me traz alegria. Ela é essa “corda” que alça o homem de seu estado de morte e o transporta à vida. Essa Corda que nos torna confiantes em todo o tempo, sabendo que do alto vem o socorro. Essa “tiqvah" não tem limites, ela se estende até os limites do impossível e busca feridos nos lugares mais profundos de miséria e dor: “Eu, porém, esperarei no Senhor, no Deus da minha salvação” Mq 7:7.

Deus é o que mantem em nós a viva esperança de livramento e vitória. Ele é socorro, é ânimo. Ele é a Corda e ao mesmo tempo o Resgate. Permaneçamos com os olhos e o coração voltados para Ele, é de lá que vem nosso socorro: "O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra" Sl 121:2. Que assim seja para mim e para você.

Wilma Rejane 

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 20 de abril de 2018

O VALOR TERAPÊUTICO DAS ESCRITURAS


A lei do Senhor é perfeita, e revigora a alma. (Sl 19.7)

A lei do senhor era lida pelos adultos e ensinada às crianças. Era objeto de conversa o dia todo, enquanto assentado em casa, enquanto andando pelo caminho, enquanto se preparando para dormir e para acordar. Era amarrada aos braços, presa na testa e escrita nos batentes das portas (Dt 6.6-9).

Feliz, muito feliz era aquele que meditava na lei do Senhor dia e noite (Sl 1.1,2).

Para o experiente salmista, “a lei do Senhor é perfeita”, “os testemunhos do Senhor são dignos de confiança”, “os preceitos do Senhor são justos”, “os mandamentos do Senhor são límpidos” e “as ordenanças do Senhor são verdadeiras” (Sl 19.7-11).

Mas o poeta de Israel não fica apenas na admiração e na contemplação. Ele enumera também o valor terapêutico da Palavra de Deus. A cada palavra elogiosa, menciona uma virtude dos oráculos divinos.

Além de perfeita, a lei do Senhor “revigora a alma”. Além de serem dignos de confiança, os testemunhos do Senhor “tornam sábios os inexperientes”. Além de justos, os preceitos do Senhor “dão alegria ao coração”. O salmista não hesita em afirmar que “os mandamentos do Senhor são límpidos e trazem luz aos olhos” (Sl 19.7-9).

Não se lê a Bíblia apenas para se tomar conhecimento da verdade. A verdade sozinha torna-se lei, torna-se um peso, torna-se cansativa e pode até mesmo gerar a tal soberba da verdade, a soberba teológica.

A Palavra de Deus é leite para acabar com a fome, é alimento para fazer crescer, é lenha para atear o fogo do entusiasmo, é combustível para pôr em movimento os bons propósitos do coração.

A Escritura existe “para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2Tm 3.17).

Retirado de Refeições Diárias com o Sabor de Salmos. Editora Ultimato

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Oração com Ousadia


"Então, chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar... deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. 45 Então, chegou junto dos seus discípulos e disse-lhes: Dormi, agora, e repousai; eis que é chegada à hora, e o Filho do Homem será entregue nas mãos dos pecadores."(Mt. 26.36 .45)

No jardim do getsêmani Jesus Cristo convidou seus discípulos para orar, ele os deixou e subiu um pouco mais acima, de lá orou ao Pai. Quando voltou encontrou seus discípulos dormindo. Ele olha para seus discípulos e diz:Não puderam vigiar uma hora comigo? 

A cena do jardim é algo que por estes vinte séculos passados continuam presente em nossos dias, pois Jesus nos convida a orar, nos convida para estar no jardim da oração. Muitas vezes não vamos ou, se vamos, dormimos ou nossa oração está cheia de pensamentos deste mundo. satanás tem lançado dardos inflamados para que você se desconcentre quando está orando, ele coloca em sua mente preocupações do dia-a-dia, e adormecemos. 

De uma maneira geral a igreja encontra-se no jardim, mas em diferente situação. Hoje estamos esperando a volta de Jesus. Diferentemente da crucificação, hoje estamos nos preparando para sua vinda, mas muitos estão dormindo. Mateus-cap-25vs1.

Não temos ousadia na oração. Muitas vezes, temos vontade de orar, temos planos de oração, temos lugar para orar, temos motivos para orar, só que perdemo-nos em nossos afazeres diários e a oração fica para depois. Lamento te dizer, mas a benção também fica para depois. Lembre-se do que Faraó disse para Moises quando estava com a praga de moscas. Pois bem, Moises ia orar naquele instante para livrá-lo porém ele disse para Moises orar amanhã. Passou mais uma noite incomodado com aqueles insetos, bastava dizer: ore agora. 

O problema é que quando vamos para oração, aparece vários pensamentos que tentam nos tirar da presença de Deus, coisas diversas como: o que tenho para fazer depois que eu sair daqui, telefone que toca, pensamentos no que vai comer, nas contas, etc..

VEJA O QUE O SENHOR DIZ PARA QUANDO ORAR:
"Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará."  Mateus 6:6 

Não nos apressamos em sair da presença de Deus, pois Ele sabe o que está em oculto no mundo espiritual, Ele vê o que você não vê, Ele sente o que tu não sentes.

JÁ NOTOU COMO O MUNDO PRENDE AS ALMAS?
Tudo tem uma trama. Parece loucura, mas não é? Veja bem, primeiro são festas de final de ano, depois, vem carnaval, Páscoa, dia das mães, dia dos namorados, dias dos pais, dia das crianças, dia dos finados, "até dos mortos" aniversário etc.. sem falar nas pessoas que são viciadas em novelas, ai então elas não tem mais vidas. Vivem para seu aparelho de TV. Isso tudo tem uma só intenção: roubar a atenção do povo, mas nós os salvos não podemos cair nessa. Nós temos vida própria. Com Jesus, não precisamos de dias ou datas para isso ou para aquilo, ou será que você tem? É por isso que sua vida de oração não tem ousadia e está tão fraca.

NÃO CONSEGUE VIGIAR UMA HORA?

Como tem pessoas que trocam o sentido da vida para sentir a vida. Não precisamos disso, pois ele Jesus nos deu a vida e vida com abundância. 

Orar com ousadia representa buscar, falar com Deus. Tenha essa oportunidade de ser vitorioso em Cristo Jesus nosso senhor. Encha sua lâmpada com azeite de tua oração. Mergulhe no mundo Espiritual e veja as maravilhas que Deus tem para ti. 

Orar com ousadia é ter certeza da vitória, é conquistar algo que muitas vezes deixou de receber, é ter o impossível ao seu dispor. Chore aos pés de Jesus. 

Quantas vezes você orou e pela fé viu os pés feridos do mestre? Ore aos pés de Jesus. Clame a ele! Entregue sua vida em oração. 

Tenha sua família em oração, seu trabalho em oração, sua igreja, seu pastor, enfim todos que você conhece ore, ore pelos desviados, pelos seus inimigos, e principalmente ore por Israel sua pátria espiritual. 

Tenha fé e ore com ousadia ao Senhor.

João Luis Paim da Silva 

Por Litrazini
Graça e Paz