"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 7 de março de 2022

BENIGNIDADE DO CRISTÃO

A benignidade é justamente a capacidade de se exercer justiça sem perder a compaixão. A benignidade, que é a gentileza que expressa a integridade da alma, deve ser uma realidade entre os cristãos.

Está associada à ideia de amabilidade, benevolência, bondade, brandura, compaixão, generosidade, liberalidade e misericórdia.

Jesus tratou com ternura as crianças, os desamparados, os paralíticos e os marginalizados.

Com aqueles que precisavam de firmeza, Jesus foi inflexível e firme, foi compassivo com os indefesos.

Um coração gentil é um coração contrito que chora pela dificuldade dos maus e pela integridade dos bons.

Emoções são coisas que brotam, despencam ou explodem em nossa alma sem pedir autorização ou licença.

Raiva, frustração, tristeza não são coisas que pedimos para sentir. Ciúme, inveja e humilhação são coisas que simplesmente aparecem em nossa alma sem sequer pedir permissão, sem a nossa autorização.

Não somos nós que temos emoções, é o contrário: as emoções é que nos tem, pelo menos num primeiro momento.

Benignidade é a virtude que uma pessoa tem de fazer com que os outros se sintam à vontade em sua presença. Ela também se caracteriza pelo esforço demonstrado por alguém para evitar que algum mal venha sobre os outros.

Benignidade de sentimento é empatia, que é o interesse que alguém tem em sentir o que seu próximo sente. Se o outro chora, o benigno chora; se o outro ri, ele ri; se o outro está angustiado, ele se angustia; Assim, em lugar de "não estar nem aí" pelo outro, o benigno se interessa não só pelas necessidades do outro, mas pelos sentimentos.

Deus manda o sol e a chuva para justos e injustos (Mt 5.45). Não é justo este comportamento; não é justo, mas é benigno.

Jesus nos ensina: “...Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai” - Lc 6.33-36.

O oposto de benignidade é: severidade, dureza, aspereza, descortesia, rigidez, inflexibilidade, amargura, crueldade, ferocidade, violência, indiscrição, rudeza, desdém, azedume, egoísmo, pequenez.

As distorções são: fraqueza de caráter, sentimentalismo exagerado, negligência, descuido, abandono, desatenção, indiferença.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O Fruto do Espírito

“MAS O FRUTO DO ESPÍRITO é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança(domínio próprio). Contra essas coisas não há lei” (Gl 5.22-23).

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no cristão à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o cristão) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido: 2 Co 6.6; Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz: Ef 4.2,3; porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade Ef, 5.9; Cl 3.2-15; 2 Pe 1.4-9). 

O fruto do Espírito inclui:
(1) “Amor” (gr. agape), i.e., o interesse a busca do bem de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1 Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

 (2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que creem em Cristo (Sl 119.16; 2 Co 6.10; 12.9; 1 Pe 1.8).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o cristão e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1 Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2 Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1 Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13). 

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1 Tm 6.12; 2 Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com equidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2 Tm 2.25; 1 Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2 Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

 (9) “Temperança” (domínio próprio)(gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1 Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O cristão pode – e realmente deve – praticar essas virtudes continuamente.

Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos. 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini
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Graça e Paz