"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 21 de junho de 2021

AS DIMENSÕES DA MANSIDÃO

A palavra mansidão é uma das mais interessantes da Bíblia, porque seu significado foi mudando com o tempo.

No início, mansidão era um vocábulo aplicado a pessoas pobres, desprovidas de qualquer bem ou proteção. Essas pessoas, por terem apenas a Deus como seu único bem, dependiam dEle e esperavam dEle a solução dos seus problemas.

É a este tipo de mansidão a que se referem os poetas e profetas do Antigo Testamento. Os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abundância de paz (Sl 37:11).

Os mansos terão regozijo sobre regozijo no Senhor, e os pobres entre os homens se alegrarão no Santo de Israel (Is 29:19). Este é o mesmo sentido que Jesus dá a esta virtude, ao prometer que são bem-aventurados os mansos, porque [eles] herdarão a terra (Mt 5.5).

No Antigo Testamento, mansidão é prioritariamente uma atitude de completa dependência diante de Deus e a consequente aplicação desta disposição no relacionamento com os outros.

Se sou dependente de Deus, vou ter uma relação diferente com Ele e vou tratar meus semelhantes (até os que me importunam) de modo coerente com o meu relacionamento com Deus.

No Novo Testamento, a mansidão (prautes, no grego) está associada a um estado de espírito diante de Deus e a uma disposição de mente diante do próximo.

Diante de Deus, mansidão é a marca da humildade. Diante de Deus, mansidão é uma das dimensões do domínio próprio e da longanimidade.

Ser manso é ter a capacidade de se controlar diante daquilo que nos irrita.

Manso é aquele capaz de perder uma discussão, sem se exasperar.

Manso é aquele capaz de discutir um assunto, sem perder a calma.

Manso é aquele capaz de ser livre do espírito de vingança, mesmo diante da provocação.

Manso é aquele que prefere errar perdoando em lugar de "acertar" odiando (ou odiar errando).

Jesus era manso. Ele mesmo se apresentou assim, ao dizer que seu jugo era suave. Eu sou manso e humilde de coração (Mt 11.29)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 1 de junho de 2021

A MARCA DA HUMILDADE

Mansidão é poder, é força, é temperamento e violência sob controle.

A mansidão é a virtude em que os nossos próprios conflitos emocionais e nossas frustrações pessoais estão sob controle. O orgulho vem quando olhamos para nós mesmos, a mansidão vem quando olhamos para Deus.

Os dicionários a descrevem como docilidade, brandura, submissão. Mansidão tem muito a ver com brandura e humildade. Não demonstrar ressentimentos é uma virtude cristã; porém, uma virtude ainda maior é não sentir-se ressentido.

Vemos na vida de Pedro claramente essa diferença, o Pedro impulsivo e até violento antes do Pentecostes, em contraste, o amável e submisso após.

No Antigo Testamento, mansidão é prioritariamente uma atitude de completa dependência diante de Deus e a consequente aplicação desta disposição no relacionamento com os outros.

Se sou dependente de Deus, vou ter uma relação diferente com Ele e vou tratar meus semelhantes (até os que me importunam) de modo coerente com o meu relacionamento com Deus.

No Novo Testamento, a mansidão (prautes, no grego) está associada a um estado de espírito diante de Deus e a uma disposição de mente diante do próximo. Diante de Deus, mansidão é a marca da humildade.

O Senhor Jesus é o grande exemplo de mansidão, em Mt 11.29 ele afirmou: “Sou manso e humilde de coração”. Não devemos confundir mansidão com fraqueza.

Somos exortados a tratar com mansidão aqueles que foram achados nalguma falta (Gl 6.1). Enquanto que a bondade é a prática de atos de benignidade, a mansidão nos faz abster de praticar qualquer ato que vá ferir, magoar, prejudicar, irritar, ou até mesmos deixar nossos companheiros de jornada aborrecidos ou entristecidos.

Manso é aquele capaz de perder uma discussão, sem se exasperar. Manso é aquele capaz de discutir um assunto, sem perder a calma. Manso é aquele capaz de ser livre do espírito de vingança, mesmo diante da provocação. Manso é aquele que prefere errar perdoando em lugar de "acertar" odiando (ou odiar errando).

A verdadeira bravura é a mansidão. O verdadeiramente bravo é o manso. A mansidão é a verdadeira superioridade.

Quando eu sou dominado pela raiva ou quando reajo ao que o outro me diz ou me faz, eu lhe sou inferior.

Quando perante os seus acusadores, Jesus respondeu com mansidão. Não replicou, não lhe ferveu o sangue, não chamou seus anjos para agir contra eles; bravura como destempero e descontrole é característica que não se deve querer.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 15 de fevereiro de 2015

BEM AVENTURADOS OS MANSOS

Mansidão é difícil de definir.Não é inatividade subserviente. Não é aquiescência passiva. Os gregos não tinham respeito pela mansidão porque a igualavam a servidão – pessoas tirando vantagem sobre você, pisando em você, socando seu estômago enquanto você agradece pelo privilégio de ser socado, esse tipo de coisa.

Mas não é isso que a Bíblia quer dizer com mansidão.

Mansidão é uma combinação de paciência, gentileza e completa submissão à vontade de Deus.

Mansidão é aprender autocontrole ao invés de querer estar no controle.

Mansidão é abrir seu coração ao invés de cerrar os punhos.

Mansidão é a firme resolução de que é sempre melhor sofrer do que pecar.

Mansidão é uma das grandes virtudes do cristão (Colossenses 3.12). O mundo pode não ter espaço para ela, mas a Bíblia tem.

Moisés era o homem mais manso da terra (Números 12.3).E se você sabe alguma coisa sobre Moisés, você sabe que ele não nasceu com uma personalidade mansa. Ele matou uma pessoa! Não estamos falando de um traço de personalidade.

Você pode ser calado ou exagerado, introvertido ou extrovertido, e ainda ser manso. Moisés precisou aprender a mansidão pela vida e pelo Senhor.

Pense também em Paulo. Havia algumas questões importantes em Corinto que Paulo não temia tratar. Mas sua abordagem foi a de apelar com os santos à mansidão e benignidade de Cristo (2 Coríntios 10.1).

Se você pensa que mansidão é para perdedores, você pensa que Jesus é um perdedor. O Filho do Homem era manso (Mateus 11.29). Claro, essa não é a única coisa a ser dita sobre Jesus, mas é uma delas.

Quando você for confrontado, quando for injustiçado, quando perder a paciência e começar a ficar tenso por dentro, como manifestar mansidão?

Quando você vai atrás de seus adversários, é com um chicote ou com um lenço branco? Quais pecadores te aborrecem mais, os do seu próximo ou os seus?

MANSIDÃO NÃO É SER CAPACHO. É TER UMA ATITUDE DIGNA MESMO DIANTE DE CONFUSÃO, ANSIEDADE E INJUSTIÇA.

BEM AVENTURADOS OS MANSOS, POIS ELES – LOGO ELES! – HERDARÃO A TERRA (Mateus 5.5).

KEVIN DEYOUNG / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21

Por Litrazini:


Graça e Paz

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O Fruto do Espírito

“MAS O FRUTO DO ESPÍRITO é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança(domínio próprio). Contra essas coisas não há lei” (Gl 5.22-23).

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no cristão à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o cristão) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido: 2 Co 6.6; Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz: Ef 4.2,3; porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade Ef, 5.9; Cl 3.2-15; 2 Pe 1.4-9). 

O fruto do Espírito inclui:
(1) “Amor” (gr. agape), i.e., o interesse a busca do bem de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1 Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

 (2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que creem em Cristo (Sl 119.16; 2 Co 6.10; 12.9; 1 Pe 1.8).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o cristão e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1 Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2 Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1 Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13). 

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1 Tm 6.12; 2 Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com equidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2 Tm 2.25; 1 Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2 Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

 (9) “Temperança” (domínio próprio)(gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1 Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O cristão pode – e realmente deve – praticar essas virtudes continuamente.

Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos. 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini
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Graça e Paz