"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quarta-feira, 15 de março de 2023

O ACESSO À BONDADE MARAVILHOSA

“Provai e vede que o Senhor é bom; bem aventurado o homem que nele confia”, Sl 34.8

É maravilhoso saber que podemos experimentar a bondade de Deus.

Neste salmo, Davi nos convida a fazer prova de Deus no que diz respeito à sua bondade.

A Bíblia ensina que a bondade do Senhor é muito grande e acessível aos que o temem.

Oh! quão grande é a tua bondade, que guardaste para os que te temem, a qual operaste para aqueles que em ti confiam na presença dos filhos dos homens! Sl 31: 19;

Ensina que a bondade de Deus dura para sempre e que devemos nos converter a ela, abandonando o caminho da maldade como estilo de vida para alcançar a vida vitoriosa.

Existe muita gente que pratica o mal como desculpa para sobreviver num mundo perigoso como o nosso.

A Palavra de Deus é clara: “Por que te glorias na maldade, ó homem poderoso? Pois a bondade de Deus dura para sempre.”

Devemos confiar na bondade de Deus.

Devemos viver louvando a Deus em todo tempo porque sua bondade está à nossa disposição em todo o tempo e porque ela realiza, a nosso favor, milagres e maravilhas, Sl 107: 8; Jr 31: 14.

Você pode, se quiser e tiver fé, experimentar a bondade de Deus,

Por isso também rogamos sempre por vós, para que o nosso Deus vos faça dignos da sua vocação, e cumpra todo o desejo da sua bondade, e a obra da fé com poder; 2 Ts 1: 11.

Faça, hoje, prova de Deus, entregando sua vida nas mãos dele e deleite-se em sua bondade maravilhosa.

“Provai e vede que o Senhor é bom”

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 12 de abril de 2022

PRODUZINDO BONDADE

Pelo Espírito Santo, podemos produzir bondade, embora não sejam bons.

Produzimos bondade quando reconhecemos a bondade de Deus, que nele significa perfeição absoluta e generosidade completa.

Se queremos produzir bondade, precisamos meditar na bondade de Deus.

Produzimos bondade quando reconhecemos que a bondade Deus nos alcançou e nos alcança.

Quando nos lembramos que é a bondade de Deus que permite que estejamos vivos e ativos (Lam 3.22), nosso compromisso muda.

Produzimos bondade quando deixamos de nos considerar os crentes padrões.

Se, porém, tu, que tens por sobrenome cristãos; repousas no evangelho; te glórias em Deus; conheces a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído no evangelho; (....) não te ensinas a ti mesmo? Por que tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Por que dizes que não se deve cometer adultério e o cometes? Por que abominas os ídolos e lhes roubas os templos? Por que tu, que te glórias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? (Rm 2.17-23)

Produzimos bondade quando temos interesse em perfumar a terra com ela. Podemos pensar as nossas vidas como sendo frascos de perfume. Enquanto o perfume está fechado, não passa de um frasco de perfume.

Ninguém sabe qual é o seu cheiro. Às vezes, o frasco é lindo. Às vezes, a marca é charmosa. Há muitos cristãos frascos. Precisamos ser cristãos perfumes.

Se nos contentamos em ficar fechados em nós mesmos, não produzimos bondade.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

sexta-feira, 18 de março de 2022

AMOR EM AÇÃO

Biblicamente, afirmar que alguém é bom é dizer que esta pessoa é semelhante a Deus.

É a qualidade do cristão em ser generoso, de atitudes gentis, para com os outros sem interesses escusos, mas de maneira natural, como consequência de um caráter bondoso.

Jesus no trato com as pessoas agia de forma bondosa a ponto de afirmarem sobre ele: "Ele é bom", Jo. 7.12.

O Salmo 23:6 nos diz que certamente a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. Barnabé foi descrito como homem bom, cheio do Espírito e de fé: At 11.24.

Segundo o Senhor Jesus em Mt. 25.21, o servo mais digno de elogio é o “servo bom e fiel”. Mt. 12.32 declara que “O homem bom tira do tesouro bom coisas boas”.

As pessoas boas exercem uma influência silenciosa comparadas ao sal. Ser “Sal” é ser diferente do mundo nas atitudes essenciais de coração e mente.

O cristão é comparado à luz que é manifesta, enquanto o sal fica escondido. As pessoas devem ver as nossas boas obras, pois a bondade cristã é ativa.

Sorrir, ser simpática, cordata e amável pode tornar uma pessoa benquista, mas não é suficiente; A benignidade precisa ser externada através de ATOS de bondade. Daí porque a benignidade está intimamente ligada à bondade.

Atos de bondade, na intenção de Deus, são atos praticados sem se exigir lucro, recompensa ou retorno

Se faz necessário lembrar que SEM o Espírito de Deus ninguém consegue praticar essa bondade, não faz parte da essência do ser humano.

A Bíblia afirma a bondade como algo que dura para sempre (Sl.106.1; 107.1; Jr.33.11). Diz mais ainda em Mc.10.18, agora pela boca do Filho Jesus Cristo, que só Deus é bom.

Só produzimos o bem pela presença do Espírito conosco. Fora dEle, nossa inclinação é para o caos, não para a beleza; é para a maldade, não para a bondade.

O caos e a maldade são naturais; a beleza e a bondade são espirituais.

A palavra bom significa ser como Deus. Bondade é amor em ação, demonstra justiça fazendo o que é certo.

Pelo poder do Espírito Santo, a longanimidade, benignidade e bondade andam juntas e são marcas do caráter de Cristo, que devem estar refletidos em nós.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 10 de junho de 2021

A BONDADE DE DEUS

 O salmo 33.5 diz que a terra está cheia da bondade de Deus. Esta bondade está presente na Sua criação.

O universo reflete a bondade de Deus.

Nós sabemos pouco sobre o cosmos, mas o pouco que sabemos mostra que nele está presente a bondade de Deus, bondade ordenadora, bondade harmonizadora.

O ser humano reflete a bondade de Deus.

Alguns biólogos têm procurado uma explicação para a natureza humana. Contra a corrente dos que acham que os genes são egoístas.

O debate entre esses autores apenas confirma que a biologia não pode explicar a natureza humana, senão parcialmente.

Recentemente, o mundo assistiu a frustração dos geneticistas encarregados de mapear os genomas humanos; sua conclusão foi patética: ainda não dá para entender a natureza humana.

Nós sabemos pouco sobre a natureza humana, mas o pouco que sabemos mostra que nela está presente a bondade de Deus, bondade que injeta no homem o desejo de ser bom.

É por isto que o Espírito Santo produz bondade. Ele produz algo que a natureza humana deseja, mas não consegue produzir por si só.

Deus, portanto, está presente no desejo do bem e está presente na capacitação para a prática deste bem. Este desejo humano é uma decorrência da bondade de Deus.

A Bíblia afirma a sua bondade como algo que dura para sempre (Sl 106.1; 107.1; 118.1; 136.1; Jr 33.11).

Diz mais ainda a Bíblia, agora pela boca do Filho Jesus Cristo, que só Deus é bom (Mc 10.18; Lc 18.19)

Só produzimos o bem pela presença do Espírito conosco. Fora dEle, nossa inclinação é para o caos, não para a beleza; é para a maldade, não para a bondade.

O caos e a maldade são naturais; a beleza e a bondade são espirituais.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

OUSE SER DIFERENTE


Tenha coragem de exercer a bondade, ainda que a ridicularizem por isso!

Em um mundo em que as pessoas tentam destruir umas às outras, odeie o mal e faça o bem (Romanos 12.9; 16.19)!

Ouse ser diferente em sua família, no trabalho, na rua, por onde for, a fim de que você seja uma agente de transformação, e o Espírito de Deus reine!

Abomine a perversidade, a mentira, a desonestidade, a injustiça, a corrupção e todo tipo de maldade, para que seu espírito, alma e corpo sejam conservados irrepreensíveis e íntegros para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo (1 Tessalonicenses 5.23).

O estadista, escritor e filósofo político Edmund Burke (1729-1797) disse: “Basta que homens bons não façam nada para que o mal triunfe”. Portanto, se eu e você nos acomodarmos, o mal ganhará espaço.

Se o erro está triunfando em sua casa, não se conforme: ore, jejue, declare a Palavra e repreenda o mal em nome de Jesus! Deus quer usar sua Igreja para reverter a maldade que há no mundo (2 Timóteo 3.1-5). 

Tenha coragem de ser diferente, influencie, em vez de ser influenciada!

Não há como ficar “em cima do muro”: ou praticamos o bem ou o mal, pois até a omissão é pecado (Tiago 4.17). Como os cristãos de Roma, cuja bondade foi elogiada pelo apóstolo Paulo (Romanos 1.8), que possam dizer de nós: “Ali vai alguém de bom caráter, um canal de bênçãos”.

Somos sal da terra e luz do mundo (Mateus 5.13,14).

Ouse brilhar e dar sabor à sua vida e à de quem cruzar o seu caminho, pois a bondade é como uma árvore que produz frutos de saúde e vida (Salmo 1.1-3).

Elizete Malafaia

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 26 de julho de 2019

NUNCA ERRA!!!


Há muito tempo atrás, havia um rei que não acreditava na bondade de DEUS, tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra!

Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.

Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom??? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado por esta fera e perdido o meu dedo.

O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e ele sabe o porquê de todas as coisas.

O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!

Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.

Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.

Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afetuosamente. Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?

Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum.

Por isso, lembre-se: Tudo o que Deus faz é perfeito. 

Autor Desconhecido / transcrito por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 2 de julho de 2016

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE MISERICÓRDIA E GRAÇA?

Misericórdia e graça são frequentemente confundidas. Embora os termos tenham significados semelhantes, graça e misericórdia não são a mesma coisa.

Para resumir a diferença: a misericórdia é Deus não nos castigando como merecem os nossos pecados e a graça é Deus nos abençoando apesar de não merecermos. Misericórdia é a libertação do julgamento, enquanto graça é estender bondade aos indignos.

Segundo a Bíblia, todos nós pecamos (Eclesiastes 7:20, Romanos 3:23, 1 João 1:8). Como resultado do pecado, todos nós merecemos a morte (Romanos 6:23) e julgamento eterno do lago de fogo (Apocalipse 20:12-15). Com isso em mente, todo dia que vivemos é um ato de misericórdia de Deus.

Se Deus nos desse tudo o que merecemos, todos estaríamos, agora, condenados por toda a eternidade. No Salmo 51:1-2, Davi clama: "Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado."

Um apelo a Deus por misericórdia é pedir a Ele que suspenda o julgamento que merecemos e, ao invés, conceda-nos o perdão que não merecemos.

Não merecemos nada de Deus. Deus não nos deve nada. Qualquer coisa boa que tivermos em nossas vidas é um resultado da graça de Deus (Efésios 2:5). Graça é simplesmente um favor imerecido. Deus nos dá coisas boas que não merecemos e que nunca poderíamos ganhar por nós mesmos.

Resgatados do julgamento pela misericórdia de Deus, a graça é tudo o que recebemos além dessa misericórdia (Romanos 3:24). A graça comum refere-se à graça soberana que Deus concede a toda a humanidade independentemente da sua posição espiritual diante dele, enquanto que a graça salvadora é a dispensa especial da graça pela qual Deus soberanamente concede imerecida assistência divina sobre os seus eleitos para a sua regeneração e santificação.

Misericórdia e graça são mais bem ilustradas na salvação disponível através de Jesus Cristo. Merecemos o julgamento, mas se recebermos Jesus Cristo como o nosso Salvador, recebemos a misericórdia de Deus e somos libertos desse julgamento.

Em vez de julgamento, pela graça recebemos a salvação, perdão dos pecados, vida abundante (João 10:10) e uma eternidade no céu, o lugar mais maravilhoso que se possa imaginar (Apocalipse 21-22).

Por causa da misericórdia e graça de Deus, nossa resposta deve ser cair de joelhos em adoração e ação de graças. Hebreus 4:16 declara: "Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade."

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 27 de junho de 2015

QUANDO NÓS OS AMAMOS, NÓS O AMAMOS

“Quando vocês fizeram uma destas coisas a alguém negligenciado ou ignorado, era eu – vocês o fizeram a mim”.(Mt. 25.40) (MSG) 

Há muitas razões para ajudar os necessitados. 
 “A benevolência é um bem para o mundo”. 
 “Todos nós flutuamos no mesmo oceano. Quando a maré sobe, ela beneficia a todos”. 
 “Livrar alguém da pobreza é liberar o potencial dessa pessoa como um pesquisador, professor ou médico”. 
 “Quando diminuímos a pobreza e a doença, reduzimos a guerra e as atrocidades. Pessoas saudáveis e felizes não ferem umas às outras”. 

A compaixão tem uma dúzia de defesas. Mas para os cristãos, nenhuma é superior a esta: quando amamos os necessitados, estamos amando Jesus. É um mistério além da ciência, uma verdade além da estatística. Mas é uma mensagem que Jesus deixou clara como cristal: quando nós os amamos, nós o amamos. 

Este é o tema do seu último sermão. A mensagem que ele deixou por último. Ele deve querer este ponto carimbado em nossa mente. Ele descreveu a cena do juízo final. O último dia, o grande Dia do Juízo. Nesse dia Jesus emitirá uma ordem irresistível. Todos virão. De navios naufragados e de cemitérios esquecidos, eles virão. De túmulos reais e de campos de batalha cobertos de grama, eles virão. De Abel, o primeiro a morrer, à pessoa sendo enterrada no momento em que Jesus chamar, todos os seres humanos da história estarão presentes. 

Todos os anjos estarão presentes. Todo o universo celestial testemunhará o evento. O desfecho surpreendente. Em algum momento Jesus “separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes” (Mt. 25.32). Os pastores fazem isto. Eles andam pelo rebanho e, um a um, com o uso de uma vara conduzem os bodes em uma direção e as ovelhas em outra. Gráfico, este pensamento do Bom Pastor percorrendo o rebanho da humanidade. Você. Eu. Nossos pais e filhos.

Como uma pessoa pode imaginar este momento sem o aparecimento repentino desta pergunta imprescindível:

O QUE DETERMINA SUA ESCOLHA? COMO JESUS SEPARA AS PESSOAS? 
Jesus dá a resposta. Aqueles à direita, as ovelhas, serão aqueles que o alimentaram quando ele estava com fome, que o trouxeram água quando ele estava com sede, que lhe deram hospedagem quando ele estava solitário, roupa quando ele estava nu e consolo quando ele estava doente ou preso. A marca do salvo é a sua preocupação com os necessitados. A compaixão não os salva – ou nós. A salvação é a obra de Cristo. A compaixão é consequência da salvação. 

As ovelhas responderão com uma pergunta sincera: quando? Quando nós o alimentamos, visitamos, vestimos ou consolamos (versículos 34-39)? 

Jesus relatará, um a um, todos os atos de bondade. Cada ação feita para melhorar a situação de outra pessoa. Mesmo as menores. Na verdade, todas elas parecem pequenas. Dar água. Oferecer comida. Compartilhar roupa. As obras de misericórdia são ações simples. E ainda assim, nestas simples ações nós servimos Jesus. Espantosa é esta verdade: nós servimos Cristo servindo as pessoas necessitadas. 

Algumas delas moram em nossa vizinhança; outras moram nas selvas onde você não consegue entrar e têm nomes que você não consegue pronunciar. Algumas delas brincam em favelas de papelão ou vendem sexo em uma rua movimentada. Algumas delas caminham por três horas para conseguir água ou esperam o dia inteiro por uma dose de penicilina. Algumas delas trouxeram suas aflições para si mesmas e outras herdaram a confusão dos seus pais. 

Nenhum de nós pode ajudar todas as pessoas. Mas todos nós podemos ajudar alguém. E quando as ajudamos, nós servimos Jesus. Quem gostaria de perder uma chance de fazer isso? 

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo. Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar” (Mt. 25.34-46) (NTLH). 

Autor: Pr. Max Lucado

Por Litrazini:
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Graça e Paz


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O Fruto do Espírito

“MAS O FRUTO DO ESPÍRITO é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança(domínio próprio). Contra essas coisas não há lei” (Gl 5.22-23).

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no cristão à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o cristão) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido: 2 Co 6.6; Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz: Ef 4.2,3; porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade Ef, 5.9; Cl 3.2-15; 2 Pe 1.4-9). 

O fruto do Espírito inclui:
(1) “Amor” (gr. agape), i.e., o interesse a busca do bem de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1 Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

 (2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que creem em Cristo (Sl 119.16; 2 Co 6.10; 12.9; 1 Pe 1.8).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o cristão e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1 Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2 Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1 Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13). 

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1 Tm 6.12; 2 Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com equidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2 Tm 2.25; 1 Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2 Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

 (9) “Temperança” (domínio próprio)(gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1 Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O cristão pode – e realmente deve – praticar essas virtudes continuamente.

Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos. 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini
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Graça e Paz