"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 22 de dezembro de 2018

GOZO NA AFLIÇÃO


SEGURANDO NAS MÃOS DO SENHOR
Salmos 73:23 – “Todavia estou de contínuo contigo, TU ME SEGURASTE PELA MINHA MÃO DIREITA.
Salmos 18:16 – “Do alto ESTENDEU ELE A MÃO E ME TOMOU; tirou-me das muitas águas.”         
Salmos 37:24 – “Ainda que caia não ficará prostrado pois O SENHOR O SEGURA PELA MÃO.”

TU CAMINHARÁS
Salmos 143:8 – “...Faze-me saber O CAMINHO QUE DEVO SEGUIR.”
Salmos 32:8 – “Ensinar-te-ei O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR.”
Isaias 57:12 – “ E dir-se-á: aplainai, aplanai, PREPARAI O CAMINHO.”

ACIMA DOS OBSTÁCULOS
Isaías 57:12 – “... TIRAI OS PROPEÇOS”.
Isaias 49:11 – “E FAREI DE TODOS OS MEUS MONTES UM CAMINHO, e as minhas veredas serão exaltadas.”
Salmos 18:29 – “Porque contigo entrei pelo meio dum esquadrão, COM O MEU DEUS SALTEI UMA MURALHA.”

TENDE GRANDE GÔZO
Tiago 1:2 – “Meus irmãos, TENDE GRANDE GÕZO, quando cairdes em várias tentações.”
Tiago 1:12 – “Bem aventurado o varão que “SOFRE A TENTAÇÃO, porque quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido dar aos que o amam.”

DAR-LHE-EI UM BELO PRESENTE
II Timóteo 4:7 – Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé, só me resta a COROA DA JUSTIÇA que me está guardada, a qual o Senhor justo juiz me dará naquele dia; não somente a mim, mas a todos os que amarem a sua vinda.”
Apocalipse 2:10 – “Sê fiel até a morte, e DAR-TE-EI A COROA DA VIDA

A VINDA DE JESUS
Tiago 5:8 – “Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque A VINDA DE JESUS ESTÁ PRÓXIMA.”

PREGAR A PALAVRA
Marcos 16:15 –“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, PREGAI O EVANGELHO a toda a criatura.”
Isaias 55:11 – “Assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que  me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.”
Tiago 1:21 – “Recebei com mansidão A PALAVRA EM VÓS ENXERTADA, a qual pode salvar as vossas almas.”
Provérbios 11:30 – “ E O QUE GANHA ALMAS SÁBIO É.”
Colossenses 4:17 – “Atenta para o ministério que recebeste do Senhor; para que o cumpras.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Quanto tempo iremos viver com Cristo no Céu?

Esta pergunta se responderia com 1 Tessalonicenses 4.16-17: Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Todavia, nos permitimos estender um pouco mais a resposta, para melhor entendimento do leitor.

O termo sempre tem a significação de permanência, continuidade, sem um espaço de tempo demarcado. Eternidade não tem princípio nem fim.

Quando o apóstolo diz que "estaremos sempre com o Senhor", ele está falando de um estado e de uma posição sem interrupção, a eternidade, na qual nós vamos entrar a partir da ressurreição e do arrebatamento. Isso exclui a idéia de dias, meses e anos. Esta significação é muito adequada para a nossa idéia de uma "eternidade com Deus", pois qualquer determinação de temporalidade faria deixar de ser um estado permanente de graça, uma vez que o beneficiado com esta etapa de satisfação espiritual sofreria com a expectativa do seu término.

A total felicidade da vida com Deus ou da vida eterna, será, pois, a ciência de que ela não terá fim, de que estaremos sempre com o Senhor. Nesse caso ainda, o termo sempre com o Senhor significa estar a igreja permanentemente na sua presença, não havendo ocasião em que Ele possa estar num lugar e a Igreja em outro, ou que Ele esteja querendo alguma coisa que não a queira também a Igreja.

Será uma compreensão total de Cristo e a Igreja, uma simbiose, de acordo com sua própria vontade, conforme o seu próprio desejo: Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. João 14:1-3 Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.  João 14:24

Esta ciência ainda mais nos encherá de gozo, se acompanharmos no Apocalipse os movimentos de louvor e glória que os crentes hão de presenciar e deles tomar parte: Ap 7.15-17: "Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu templo; e aquele que está assentado sobre o trono os cobrirá com a sua sombra.Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem sol nem calma alguma cairá sobre eles, porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima".

Quem pensará em medir tempo para tais acontecimento e aventar uma interrupção desse estado de gozo?

Repete-se o termo para todo o sempre em Apocalipse 5.14, como forma positiva, com igual valor de forma negativa em 7.16: "Nunca mais terão fome e nunca mais terão sede, nem o sol nem calma alguma cairá sobre eles". Esta posição de delícias será o estado eterno daqueles que servem ao Senhor e aguardam a sua vinda.

Fonte: Livro "A Bíblia Responde" Editora CPAD

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O Fruto do Espírito

“MAS O FRUTO DO ESPÍRITO é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança(domínio próprio). Contra essas coisas não há lei” (Gl 5.22-23).

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no cristão à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o cristão) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido: 2 Co 6.6; Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz: Ef 4.2,3; porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade Ef, 5.9; Cl 3.2-15; 2 Pe 1.4-9). 

O fruto do Espírito inclui:
(1) “Amor” (gr. agape), i.e., o interesse a busca do bem de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1 Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

 (2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que creem em Cristo (Sl 119.16; 2 Co 6.10; 12.9; 1 Pe 1.8).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o cristão e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1 Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2 Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1 Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13). 

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1 Tm 6.12; 2 Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com equidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2 Tm 2.25; 1 Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2 Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

 (9) “Temperança” (domínio próprio)(gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1 Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O cristão pode – e realmente deve – praticar essas virtudes continuamente.

Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos. 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz