"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quinta-feira, 30 de outubro de 2025

O EVANGELHO DE DEUS

O evangelho de Jesus Cristo é notícia, boas notícias

A melhor e a mais importante notícia que qualquer ser humano poderá ouvir.

Esse evangelho declara que a única maneira de conhecer a Deus em paz, amor e alegria é mediante a morte reconciliadora de Jesus Cristo, o Senhor ressurreto

O evangelho de Jesus Cristo é o único evangelho: não há outro; e mudar sua substância é perverter e realmente destruí-lo.

Ele é tão simples que criancinhas podem entendê-lo e tão profundo que os mais sábios teólogos nunca esgotarão suas riquezas

Compartilhar a alegria e a esperança desse evangelho é um privilégio supremo.

É também uma obrigação imposta, pois a grande comissão de Jesus continua em pé

Jesus pagou na cruz nossa pena em nosso lugar, satisfazendo as demandas de castigo da justiça divina, derramando seu sangue em sacrifício e tornando assim possível a justificação para todo aquele que nele crer

A justificação da parte de Deus daqueles que nele creem é uma transição decisiva aqui e agora, de um estado de condenação e castigo para um estado de aceitação e favor, em virtude da plena obediência de Jesus, que culminou em sua morte voluntária, por ter carregado sobre si os nossos pecados

A salvação em seu sentido pleno é salvação da culpa do pecado no passado, do poder do pecado no presente e da presença do pecado no futuro.

A fé salvadora resulta em santificação, na transformação da vida em conformidade crescente com Cristo, pelo poder do Espírito Santo. Santificação significa arrependimento contínuo

O evangelho é, em primeira instância, o evangelho de Deus.

Deus é seu autor e Ele o revela a nós em sua Palavra e por meio dela.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 8 de julho de 2024

A VERDADEIRA RIQUEZA

O mundo aprende a acumular para si riquezas, mas Deus, ensina que melhor é dar do que receber;

A verdadeira riqueza deve ser acumulada nos céus; que o coração não deve estar nas riquezas, mas n'Ele, pois, onde estiver o tesouro do homem, ali estará o seu coração.

As riquezas humanas são perecíveis, as que se acumulam nos céus, são eternas e mais valiosas, portanto devemos ser ricos para com Deus.

Contrário à lógica humana, Deus ensina que: os últimos serão os primeiros;

Ele não veio chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento;

O que entra no homem não o contamina, mas, sim, o que sai, pois é do coração que provém toda a maldade existente.

Quanto ao mundo que tanto almeja poder e longevidade, Deus, ao invés de fazer do homem um ser divino, imortal e cheio de poderes, prefere, Ele mesmo, tornar-se homem mortal e passível de fraquezas.

A sabedoria de Deus é vista pelo homem como louca, é humanamente ilógica.

Por isso Deus escondeu-a dos sábios e entendidos deste mundo e a revelou aos pequeninos, aos ignorantes, incultos.

Ele escolheu as coisas que não são para confundir as que são.

Enquanto os gregos, senhores da lógica, buscavam sabedoria e conhecimento coerente; e os judeus, detentores das alianças e promessas de Deus, buscavam sinais do céu, para crer que Jesus era o Deus encarnado.

Aquele, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria, em cumprimento das promessas dadas ao seu povo, adentrou este mundo, revelando toda a sua glória e sabedoria aos pequeninos.

Assim, os sábios e poderosos não O reconhecem, antes, crucificam-no, expulsando-o deste mundo, e continuam em busca de conhecimento e sinais.

"Naquela mesma hora exultou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos; sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado." (Lc 10:21)

Jair Souza Leal

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 31 de julho de 2019

A FAVELA DA ALMA


Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas. 2 Coríntios 4:18

Sociólogos, economistas, políticos e cientistas sociais têm se preocupado com a trágica realidade das favelas urbanas. Na verdade, elas são o retrato de uma sociedade desigual e excludente.

As favelas urbanas são também a vergonha explícita da nossa iniqüidade social.

Tirar o homem da favela é o grande desafio urbano/humanístico.

É deplorável ver o homem na favela, também é lamentável constatar o crescimento de uma "favela" no coração do homem.

Tirar a favela de dentro do homem é um grande desafio para os terapeutas, teólogos, conselheiros, educadores, em fim, para todos que tem um compromisso com a existência e dignidade humana.

A "favela interior" é o resultado do crescimento de um tipo diferente de pobreza, marcada pela ausência de sentimentos, valores e atitudes nobres, cada vez mais escassos em nossa sociedade materializada.

Esta pobreza interior é denunciadora também de um "lixo interior" que o ser humano permite que vá se acumulando pelas esquinas da alma, ao longo da vida.

Pelo menos, três diferentes tipos de pobreza interior denunciam a existência de uma "favela" dentro de nós. 

Primeiro, é a pobreza de espírito, não tomada aqui como uma virtude ressaltada por Jesus Cristo, no Sermão do Monte mas, como um espírito pobre, cuja pobreza se dá pelo excesso de egoísmo, maldade, mesquinhez, avareza, arrogância e outros sentimentos desta natureza.

Alguém pode ter muito dinheiro, bens ou propriedades, todavia, se possuir um espírito pobre, vive numa grande miséria.

São pessoas desprovidas da verdadeira riqueza, que é a riqueza do "ser", onde os sentimentos, valores e atitudes nobres constituem o maior patrimônio.

Uma segunda pobreza interior que denuncia a "favela" que habita em nós, é a pobreza espiritual. É o coração humano vazio de fé, esperança, enfim, vazio de Deus. A ausência de Deus no ser humano empobrece a sua vida.

A fé é de um valor imensurável e enriquece a existência na medida em que liberta a vida dos limites da matéria, abrindo as cortinas do infinito e do sobrenatural. "Tudo é possível ao que crer".

Por fim, a "favela" que existe dentro do homem é fruto também da pobreza afetiva provocada pela ausência do amor. Quem não ama vive mergulhado numa verdadeira miséria existencial, desprovido de tudo que dignifica e enobrece a vida.

Até a religião sem amor se transforma em fanatismo e radicalismo.

O amor produz a compaixão, o perdão e a solidariedade. O amor enriquece a vida!

Esforçar-se para tirar o homem da favela e tirar do seu caminho o lixo que a sociedade produz é uma tarefa tão nobre quanto urgente.

Todavia, é também urgente e igualmente nobre, o esforço para retirar a "favela" de dentro do homem, e limpar a sua alma do lixo produzido pelos sentimentos mesquinhos e pela ausência de Deus.

A verdadeira riqueza é a presença de Deus em nós.

Estêvam Fernandes Oliveira

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 26 de maio de 2019

BÊNÇÃOS NÃO SE JOGAM FORA!


Antes de sermos capazes de pedir a bênção de Deus com total confiança, precisamos de uma compreensão clara do que esta palavra significa. Ouvimos as palavras “bênção” e “abençoar” em todos os púlpitos.

Pedimos que Deus abençoe os missionários, as crianças e a comida que estamos prestes a comer. É costume de alguns pedirem “bênção” dos pais ou avós.

Não é à toa que o significado da palavra “bênção” tenha se transformado em algo tão vago e inócuo quanto a expressão “bom dia”.

Não é de admirar que os cristãos de hoje não estejam à busca de bênçãos – não sabem o que significa!

Abençoar no sentido bíblico significa pedir ou conceder um favor sobrenatural.

Ao clamarmos pela bênção de Deus, não estamos pedindo aquilo que poderíamos conseguir pelo nosso próprio esforço. Estamos clamando pela maravilhosa e ilimitada bondade, que apenas Deus tem de conhecer e de nos conceder. 

É a este tipo de riqueza que o escritor de provérbios se refere: “A bênção do Senhor é a base da verdadeira riqueza, pois não traz tristezas e preocupações” (Pv 10:22).

Observe um aspecto fundamental no pedido de Jabez: ele deixou inteiramente nas mãos de Deus a natureza da bênção, onde, quando e como ela seria dada a Jabez.

Este tipo de confiança radical nas boas intenções de Deus para conosco não tem nada em comum com a “doutrina da prosperidade”. Ela prega que você deve pedir a Deus uma Mercedes, um salário milionário ou algum outro sinal exterior que possa significar que você encontrou um meio de fazer seu pé de meia através de uma conexão especial com Deus. Ao contrário, a bênção de Jabez é muito definida: Pede a Deus que ele nos dê exatamente que aquilo que Ele tem reservado para nós.

Quando buscamos a bênção de Deus como valor máximo para nossa vida, estamos nos jogando de corpo inteiro no rio da vontade de Deus, de seu poder e de seu propósito para nós.

Todas as demais necessidades se tornam secundárias diante daquilo que realmente queremos: ficar totalmente imersos naquilo que Deus está tentando fazer em nós, através de nós e ao nosso redor, para a Sua glória.

Permita-me falar-lhe de um legítimo subproduto da busca sincera pela bênção de Deus: a sua vida será marcada por milagres.

Como posso saber?

Porque Deus nos promete, e tenho visto estas coisas acontecerem em minha própria vida! 

Extraído do livro A Oração de Jabez de autoria de Bruce H. Wilkinson / Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 18 de abril de 2019

NÃO PERCA DEUS DE VISTA


Quando o jovem rico procurou Jesus (Marcos 10:17-22), sua pergunta indicava que perdera algo pelo caminho.

Como um homem religioso, procurara cumprir todos os mandamentos.

Mas seu coração estava em outras coisas. Ele vinha cumprindo a Lei simplesmente pelo benefício que ela oferecia: a garantia da vida eterna.

Nunca aprendera a amar a Deus de coração. Era como um segundo negócio que traria seus lucros no tempo certo.

Seu principal negócio era aumentar a riqueza que havia herdado. Isso não era uma tarefa fácil e consumia todo seu tempo.

Exigia vários esforços: evitar pessoas cujas conversas terminariam inevitavelmente em pedidos de empréstimos; analisar propostas de negócios que envolviam fortes investimentos com retornos duvidosos; fiscalizar e cobrar a produção dos rebanhos, dos olivais, das videiras, da produção de pães e das empresas de pesca.

Tudo isso sem falar dos homens que lhe ofereceram sua filha em casamento, mas cujo interesse final era o dote que receberiam em troca. Esse era o grande negócio da sua vida. O resto era pura religiosidade.

Ser religioso, aliás, agregava bastante valor aos seus negócios. Todos queriam fechar contratos com um homem honrado que cumpria a Lei de Moisés. O seu coração estava nisso. Ele vibrava com cada oportunidade de aumentar sua riqueza. Sentia um prazer imenso em ser reconhecido pela sua capacidade de negociar.

E euforia tomava conta do seu coração, momentos antes da reuniões de negócio. Era uma homem muito ambicioso. Sua ambição não conhecia limites. Alguns até o reputavam como ganancioso. Estabeleceu metas e alvos a si mesmo. E nada nem ninguém o impediria de atingir seus objetivos.

E, no meio de toda essa correria, perdeu a maior riqueza da vida: a certeza da vida eterna e seu resultado mais imediato, a paz no coração.

Recusou a proposta de Jesus de trocar toda sua riqueza pela vida eterna, pois lhe pareceu uma troca injusta. Ou então descobriu-se escravo da riqueza ao invés de dono dela. E como escravo, não teria como dizer não a ela. Mas a vida é feita de escolhas e ele fez a sua. A riqueza era mais importante. Saiu triste por não ter como ficar com as duas. Abriu mão da vida eterna pela riqueza terrena.

Ele perdeu a vida eterna em algum momento da sua caminhada. Ou nunca a teve de verdade, porque nunca colocou seu coração nela.

Por mais que tenhamos ambições, metas e alvos a atingir nessa vida, nunca percamos Deus de vista.

Ele é nossa maior riqueza, e portanto, nossa maior prioridade.

Pr Edival Alves dos Santos

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 29 de julho de 2016

O PERIGO DA AVAREZA

O pedido que certo homem fez a Jesus para que este o ajudasse num litígio sobre uma herança gerou uma demorada discussão sobre o relacionamento do homem com as riquezas (Lucas 12:13-34).

Jesus respondeu com uma pergunta, uma afirmação, uma parábola e um sermão. Jesus perguntou:”Quem me constituiu juiz ou partidor entre vós?”.

Depois advertiu contra a ganância.Depois ainda contou a parábola do homem que só se preocupava em armazenar todas as suas mercadorias e não era rico em relação a Deus. Depois pregou a respeito da preocupação excessiva pelos bens materiais. 

As lições que Jesus dá acerca das riquezas devem ser aplicadas a cada um de nós.

Os bens materiais muitas vezes tomam conta de nossa vida e de nosso pensamento.

O desejo pelas coisas nos leva a dedicar tempo demais e trabalho demais para comprar a prestação sem podermos pagar e para murmurar, reclamando que não podemos ter tudo o que queremos.

Jesus disse: “Onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. É tão fácil ficarmos presos a esta vida.

Somos capazes de dedicar tanto tempo, atenção e esforço pelo nosso bem estar material que não temos tempo ou ânimo de sobra para nos dedicar a Deus. 

Poucas pessoas se admitem ser gananciosas ou invejosas. Mas a Bíblia nos adverte constantemente contra esses pecados.

Se o nosso coração está preso a esta vida, somos idólatras, independentemente de quão alto cantemos o nosso amor por Jesus. “Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lucas 12:15).

Fonte: estudosdabiblia.net/2003420.htm

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

TEMOR DO SENHOR, RIQUEZA, HONRA E VIDA

O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre (Salmo 111.10)

DEUS É AMOR: Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor (1João 4.8)

Nós somos imagem e semelhança de Deus, logo pela lógica e por fé também somos amor: E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança (Gn.1.26 A).

E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. (1João 4.16)

Fomos criados com o propósito específico de refletir o amor de Deus pela humanidade, que foi consumado através do sacrifício de seu Filho na Cruz do Calvário.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)

Quando manifestamos o amor e o plantamos nos nossos irmãos, colhemos em Deus as bênçãos esperadas (lei da semeadura).

Ao cumprir a ordenança inequívoca do IDE, propagação das boas novas do Evangelho, estamos sendo obedientes ao Deus da Palavra e, a Bíblia é muito clara com relação às promessas que se seguem à obediência, são 43 versículos dedicados às inúmeras bênçãos decorrentes disso.

Se andardes nos meus estatutos, e guardardes os meus mandamentos, e os cumprirdes, Então eu vos darei as chuvas a seu tempo; e a terra dará a sua colheita, e a árvore do campo dará o seu fruto... (Lv. 26.3-46)

Sem contar com o mais importante que é glorificar o Nome do Senhor, é o cumprimento do nosso propósito, como diz João 15.8-10: Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.

MAS DEUS TAMBÉM É JUSTIÇAPor isso o SENHOR vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é o SENHOR, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz (Daniel 9.14).; daí isso implica que devemos ser justos;

Você já percebeu que Deus não obriga ninguém, em uma linguagem bem popular, Deus não estupra ninguém, o que, por vezes, não acontece com o ser humano.

E por ser justo, vemos 53 versículos com maldições que são acometidas àqueles que não obedecem ao Rei dos reis e Senhor dos senhores

Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão...(Dt. 28.15-68)

Portanto, a responsabilidade que nos foi confiada pelo nosso Soberano Senhor determina o futuro de cada um de nós.

Somos livres para escolher o que fazer, mas, também somos responsáveis pelas conseqüências das nossas escolhas

O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, honra e vida (Pv 22.4)

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A MORTE DO EVANGELHO DA CRUZ

Para as seitas, o “evangelho” da riqueza fácil é muito mais rentável. O Evangelho da cruz, do arrependimento, do perdão do gloriar-se nas próprias fraquezas não mais atende às necessidades das ovelhas. 

As Boas Novas foram substituídas pela participação dos fiéis em campanhas e pelo uso de amuletos que garantem sucesso nos negócios. 

São muitos os testemunhos na televisão de empresários que ampliaram seus negócios após comparecerem com regularidade aos referidos eventos religiosos e, claro, após darem as ofertas requeridas. Não importa se continua em adultério, desonestidade, prostituição, cheio de soberba, e faça o que bem entender. Nas campanhas, é proibido falar em pecado. 

Quanto às entrevistas de sucesso empresarial, observem o seguinte: “De cada dez empresas criadas no Brasil, cinco quebram antes de completarem dois anos de existência” (Pesquisa SEBRAE). “Em oito anos, quase metade das empresas criadas no País fecha” (IBGE).

A falência ou sucesso acontece com empresários católicos, evangélicos, espíritas ou ateus, participem ou não de campanhas de prosperidade. Não duvido da sinceridade dos entrevistados nem do poder de Deus para atender os desejos de cada um de seus filhos. Porém, o sucesso não decorre da participação em uma campanha. 

Milhares de pequenos e grandes empresários, crentes, prosperam sem que participem de qualquer campanha. E milhares, quer participem, quer não participem, não conseguem bons resultados.

O merchandising das entrevistas nunca expõe os insucessos. Ou seja, os empresários falidos, apesar dos dízimos e das campanhas, jamais serão entrevistados. Por que? 

Serei mais objetivo. Num universo de 1.000 empresários ateus e 1.000 participantes de campanhas da prosperidade, o percentual de sucessos e insucessos nos negócios não se altera. Pela estatística que vimos, metade terá algum tipo de prosperidade e metade sofrerá perdas. 

Notem que os entrevistados sempre começam declarando que “depois que vim para cá”, ou “depois que participei da campanha”. Raramente, glorificam a Deus pelo progresso. A glória pertence à Igreja patrocinadora do evento. 

Para que houvesse transparência, imparcialidade e justiça, os menos favorecidos deveriam ser ouvidos. Porque não prosperaram?

E os que experimentaram êxito, mas depois entraram em falência? 

E os assalariados que continuam no mesmo miserê, apesar de serem freqüentadores assíduos de tais apelos promocionais? 

O Senhor garante que somos abençoados, quer participemos de campanhas, quer não. Ele diz que devemos buscar em primeiro lugar, não as campanhas, mas o Seu Reino, e “todas estas coisas nos serão acrescentadas”, isto é, o comer, o beber, o vestir. 

O engano está na sutileza do merchandising. 

MAS A MENSAGEM DA CRUZ NÃO ESTÁ SEPULTADA. ESTÁ PRESENTE NA GRANDE MAIORIA DOS PÚLPITOS CRISTÃOS QUE ZELA POR MANTER ACESA A CHAMA DO VERDADEIRO EVANGELHO. 

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa 

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O POVO MAIS RICO DO MUNDO

O apóstolo Paulo escreve sua Carta aos Efésios de sua primeira prisão em Roma. Ele já era um homem velho e trazia no corpo as marcas de Cristo.

Já havia sido preso em Filipos, Jerusalém e Cesaréia.

Como bandeirante do Cristianismo, já havia sido apedrejado, açoitado, fustigado com varas e enfrentado naufrágios e perigos de toda sorte.

Agora, o apóstolo estava algemado e preso em Roma, a capital do Império. Ao escrever sua Epístola aos Efésios, longe de reclamar de suas cadeias, ou rogar qualquer alívio do sofrimento, relembra à igreja, quão rico é o povo de Deus.

Paulo diz que aqueles que crêem em Cristo são santos e fiéis e detentores tanto da graça como da paz. Para nossa geração embriagada pelas bênçãos e tão apática em relação ao abençoador,

Paulo diz que já somos abençoados com toda sorte de bênção em Cristo Jesus. Somos o povo mais rico do mundo. É claro que Paulo não está falando da teologia da prosperidade, reduzindo as riquezas espirituais apenas ao nível material.

A Bíblia diz que há ricos pobres e pobres ricos. A verdadeira riqueza não é terrena, é celestial; não é material, é espiritual.

Somos o povo mais rico do mundo, porque somos abençoados com toda sorte de bênção espiritual pelo Deus Pai (Ef. 1.4-6), pelo Deus Filho (Ef 1.7-12), e pelo Deus Espírito Santo (Ef 1.13,14). Nossa salvação é uma obra realizada pelo próprio Deus triúno e para a glória do Deus triúno (Ef 1.6,12,14).

QUAIS SÃO ESSAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS E, QUE NOS TORNA O POVO MAIS RICO DO MUNDO?

1. NÓS FOMOS ESCOLHIDOS POR DEUS (Ef 1.4).

Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi Deus quem nos escolheu. Não fomos nós que amamos a Deus, foi ele quem nos amou primeiro.

Deus nos escolheu não porque cremos em Jesus, mas cremos em Jesus porque ele nos escolheu.

Deus não nos elegeu porque éramos santos, mas nos elegeu para a santidade.

Ele nos escolheu não porque tínhamos boas obras, mas fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras.

Deus nos escolheu, em Cristo, desde a eternidade, para a salvação não por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos.

2. NÓS FOMOS ADOTADOS NA FAMÍLIA DE DEUS (1.5).

Deus não apenas nos livrou da condenação eterna, que os nossos pecados merecem, mas também nos adotou em sua família.

Somos filhos de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Temos livre acesso à sua presença por meio de Jesus.

O Espírito Santo, agora, habita em nós e nos transforma de glória em glória, na imagem de Cristo, nosso irmão primogênito. Aqui cruzamos vales escuros, pisamos o chão crivado de espinhos pontiagudos, porém, em breve, estaremos na Casa do Pai, no Paraíso, na Cidade Celeste, com corpos glorificados, para reinarmos com Jesus, pelos séculos sem fim.

3. NÓS FOMOS REMIDOS PELO SANGUE DE CRISTO (1.7).

Deus nos amou e nos resgatou da casa do valente, da potestade de Satanás, do reino das trevas, da masmorra do pecado, mesmo quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos.

Éramos escravos da carne, do mundo e do diabo quando Deus quebrou as correntes que nos mantinham prisioneiros. Fomos libertos e resgatados. Pelo sangue de Jesus fomos comprados para Deus, para sermos propriedade exclusiva de Deus, e para vivermos para a glória de Deus. Esse resgate não foi mediante ouro ou prata, mas pelo precioso sangue de Jesus!

4. NÓS FOMOS SELADOS COM O SANTO ESPÍRITO DA PROMESSA (Ef 1.13,14).

DEUS PAI NOS ESCOLHEU E NOS ADOTOU EM SUA FAMÍLIA, DEUS FILHO NOS REMIU COM O SEU SANGUE E, DEUS, O ESPÍRITO SANTO, NOS SELOU COMO PROPRIEDADE EXCLUSIVA DE DEUS.

Ninguém neste mundo nem no vindouro pode arrancar-nos dos braços de Deus.

Estamos seguros e guardados. Temos o selo de Deus. O Espírito Santo, que habita em nós, é o penhor e a garantia de que aquele que começou boa obra em nós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus.

Somos ricos, muito ricos; de fato, o povo mais rico do mundo!

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini:


Graça e Paz

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Não perca Deus de vista

Quando o jovem rico procurou Jesus, sua pergunta indicava que perdera algo pelo caminho. Como um homem religioso, procurara cumprir todos os mandamentos.

E, pondo-se a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele, e lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus. Tu sabes os mandamentos: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; não defraudarás alguém; honra a teu pai e a tua mãe. Ele, porém, respondendo, lhe disse: Mestre, tudo isso guardei desde a minha mocidade. E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me. Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades. (Mc.10.17-22)

Mas seu coração estava em outras coisas. Ele vinha cumprindo a Lei simplesmente pelo benefício que ela oferecia: a garantia da vida eterna. Nunca aprendera a amar a Deus de coração. Era como um segundo negócio que traria seus lucros no tempo certo. Seu principal negócio era aumentar a riqueza que havia herdado. Isso não era uma tarefa fácil e consumia todo seu tempo.

Exigia vários esforços: evitar pessoas cujas conversas terminariam inevitavelmente em pedidos de empréstimos; analisar propostas de negócios que envolviam fortes investimentos com retornos duvidosos; fiscalizar e cobrar a produção dos rebanhos, dos olivais, das videiras, da produção de pães e das empresas de pesca.

Tudo isso sem falar dos homens que lhe ofereceram sua filha em casamento, mas cujo interesse final era o dote que receberiam em troca. Esse era o grande negócio da sua vida. O resto era pura religiosidade.

Ser religioso, aliás, agregava bastante valor aos seus negócios. Todos queriam fechar contratos com um homem honrado que cumpria a Lei de Moisés. O seu coração estava nisso. Ele vibrava com cada oportunidade de aumentar sua riqueza. Sentia um prazer imenso em ser reconhecido pela sua capacidade de negociar.

E a euforia tomava conta do seu coração, momentos antes da reuniões de negócio. Era uma homem muito ambicioso. Sua ambição não conhecia limites. Alguns até o reputavam como ganancioso. Estabeleceu metas e alvos a si mesmo. E nada nem ninguém o impediria de atingir seus objetivos.  E, no meio de toda essa correria, perdeu a maior riqueza da vida: a certeza da vida eterna e seu resultado mais imediato, a paz no coração.

Recusou a proposta de Jesus de trocar toda sua riqueza pela vida eterna, pois lhe pareceu uma troca injusta. Ou então descobriu-se escravo da riqueza ao invés de dono dela. E como escravo, não teria como dizer não a ela. Mas a vida é feita de escolhas e ele fez a sua. A riqueza era mais importante. Saiu triste por não ter como ficar com as duas. Abriu mão da vida eterna pela riqueza terrena.

Ele perdeu a vida eterna em algum momento da sua caminhada. Ou nunca a teve de verdade, porque nunca colocou seu coração nela.

Por mais que tenhamos ambições, metas e alvos a atingir nessa vida, nunca percamos Deus de vista. Ele é nossa maior riqueza, e portanto, nossa maior prioridade.

Autor: Pr Edival Alves dos Santos

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 11 de maio de 2013

A Procura da Sabedoria


O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca a sabedoria.  Pv. 18:15

Um lindo dia numa aldeia, um menino vagueia a procura da sabedoria ele foi a casa do seu melhor amigo e perguntou:

- Você sabe aonde posso encontrar sabedoria? E o seu amiguinho respondeu: 

- Não sei, mas talvez o vizinho da esquina possa te ajudar!! 

Então o menino foi a casa desse vizinho, que um homem forte e de semblante sério e perguntou:

- O Senhor sabe aonde posso encontrar sabedoria???

O homem respondeu com um sorriso no rosto: 

- Não sei mas o homem mais velho da aldeia é que pode te mostrar como conseguir sabedoria, mora nas montanhas ao longe .

O menino agradeceu e sem falar a ninguém foi para as montanhas para encontrar esse senhor. 

O menino foi andando e quando percebeu já estava longe de sua aldeia e como queria saber aonde encontrar sabedoria continuou, e encontrou uma, duas, três aldeias e sempre fazia a mesma pergunta: 

- Aonde posso encontrar sabedoria e todos indicavam sempre o velho que morava nas montanhas, e o menino foi procurando e os dias foram passando sem ele perceber até que um dia quando já não tinha mais esperança em encontrar esse velhinho e a saudade da sua família já estava quase insuportável, o menino encontrou um velho sentando a beira de um rio o menino sentou ao seu lado sem falar nada.

O velho olhou para o menino e perguntou:

- O que você procura menino? O menino olhou para o velho e disse:

- Estou procurando o velho que mora nas montanhas para que ele me mostrasse aonde posso encontrar sabedoria e não o encontro, já estou a dias a sua procura e passei por várias aldeias e todos  falam dele. O velho olhou para o menino e disse:

- Você passou por pessoas tristes, por pessoas que mal tinha casa para morar, você passou por pessoas que nem tinham comida para comer, você passou por pessoas aonde o coração estava cheio de dor e ódio, você passou por pessoas aonde a inveja domina o seu caráter. 

- A sabedoria esta nas mãos daqueles que podem ver a beleza de uma flor, ficar feliz com o sorriso de uma criança, ajudar aos outros sem pensar em retribuição. 
  
- A sabedoria, é uma riqueza que nem sempre traz riquezas físicas, mas riquezas espirituais, pois somente um homem bom e generoso pode ter fieis amigos e ter o rei dos céu. 

- Ajude aos outros sem se preocupar em ganhar algo em troca, seja feliz nas coisas mais simples, pois quando tiver coisas grandiosas você continuará a ter amigos e eles ficarão feliz em te ajudar a crescer e a progredir ao invés deles ficarem cobiçando e invejando as tuas glórias e vitórias.

O menino ao terminar de ouvir tudo aquilo agradeceu e saiu correndo para a sua aldeia, pois já encontrará a sabedoria que tanto procurava.

Procure sabedoria em DEUS e entregue a sua vida a Ele, DEUS te ensinará os verdadeiros caminhos da sabedoria.

Autor: Aristides S.P. Souza

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz