sábado, 31 de outubro de 2020

FALTA DA MÃO SUSTENTADORA DE DEUS

 Deus tem demonstrado seu poder vez após vez em favor do povo de Israel. De fato, antes de iniciar esta grande oração, o profeta recontou a maior manifestação do poder de Deus de todos os tempos em favor de Israel. Foi quando milagrosamente abriu o Mar Vermelho e permitiu que escapassem de Faraó e do seu exército (Is 63.12-14).

Mas agora nada estava mais claro para Isaías do que isso: que Deus estava retendo seu poder de Israel. Enquanto contemplava o futuro, via Israel sendo derrotado, o belo templo sendo reduzido a um montão de ruínas, a maioria do povo sendo levado como escravos a Babilônia. Uma pergunta corria pela sua mente:

Onde está Deus? v. 11. Então, quando faz esta oração, imediatamente pergunta: onde estão o teu zelo e as tuas obras poderosas? Ele quer saber por que Deus não demonstrou sua energia e poder em seu favor, como fizera em tantas ocasiões anteriores; e por que estava deixando Israel para se virar sozinho.

O povo de Deus já ouviu muitas vezes o mundo insultá-lo, dizendo: onde está o teu Deus? (Salmo 43.2,10; 79.10; 115.2). Mas é algo muito triste quando o povo de Deus precisa fazer esta pergunta a si mesmos.

Somos felizes se podemos responder aos céticos, mostrando indicações atuais do poder de Deus. Mas o que devemos fazer quando Deus retém de nós o seu poder, e não podemos apontar a nenhuma evidência?

Para manter credibilidade no mundo, a igreja precisa ter o poder de Deus. Ela está envolvida numa grande batalha espiritual, e somente o poder de Deus a capacitará a prevalecer. Engenhosidade e sabedoria humanas simplesmente não são capazes de enfrentar o desafio.

Tentar fazer este tipo de obra sem o poder de Deus é como tentar quebrar enormes rochas de granito somente com nossas mãos.

O problema é que a igreja tenta subsistir com seu próprio poder. Confia nas suas próprias habilidades. A sabedoria humana pode produzir muitas coisas, e a igreja quer passar a imagem de que isto vem da mão de Deus, mas o mundo não o aceita.

Ainda nos bombardeiam com a pergunta perturbadora: `Onde está o teu Deus? Se ficarmos quietos, e examinarmos nosso coração, seremos obrigados a admitir que as muitas coisas que estamos produzindo são substitutos baratos e rotos para o verdadeiro poder de Deus.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

ATALAIAS DE DEUS SOBRE OS MUROS DA VIGILÂNCIA

Antigamente as cidades eram cercadas de muros. As muralhas imponentes construídas ao redor das cidades as transformavam em verdadeiras fortalezas. Todavia as muralhas não eram suficientes para salvaguardar as cidades da ação do inimigo, era preciso lutar para se defender, aproveitando-se da vantagem de se estar protegido por muralhas tão fortes.

Neste contexto era imprescindível a participação dos atalaias. Os chamados atalaias eram vigias, homens preparados para detectar a aproximação de qualquer inimigo que pudesse colocar em risco a segurança dos cidadãos.

Neste texto Deus fala com Ezequiel que Ele, Deus também estabeleceu vigias sobre seu povo. Ele adverte os tais sobre a grande responsabilidade que está sobre seus ombros. “A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca e lhe darás aviso da minha parte ...” (Ez.33.7-9)

Nós que temos o Espírito Santo habitando em nossos corações, temos também hoje a responsabilidade de um atalaia.

Vivemos em um mundo cercado de perigos que ameaçam nossa segurança. Estamos a mercê dos ataques de nosso arque inimigo, satanás que nas trevas mais tenebrosas forja o tempo todo planos para nos destruir. Portanto é preciso vigiar contra os ataques do inferno que sutilmente acontece em nosso dia a dia. “Para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.” (2Co 2:11)

A igreja é a cidade de Deus como também é o corpo de Cristo. Os membros da igreja gozam do privilégio de contar com o ministério dos atalaias. Se fossemos fiéis para com as visões e revelações de Deus, como também obedientes, poderíamos evitar muitos males e triunfar sobre as provações da vida.

Há três elementos que nos capacitam a sermos verdadeiros atalaias. Caráter, visão e sensibilidade.

O Atalaia deve ser verdadeiro não leviano para que seus avisos, conselhos e advertências sejam acatados.

O atalaia deve ter boa visão, por isso fica num lugar elevado, assim devem ser os atalaia de Deus, devem subir os degraus da santidade e da comunhão com Deus alcançando espiritualmente falando os lugares mais elevados para que tenham nítidas visões do mundo espiritual.

O Atalaia deve ser uma pessoa sensível, cheia de amor que saiba se portar ante a dor e o sofrimento. Que não deixe de se importar e que não se esquive de envolver-se, ainda que o problema não seja seu.

Quantas pessoas já não disseram: Há se pelo menos eu tivesse contado a ele o sonho que teve ... então aquela angustia, aquela dor, aquela inquietação era um aviso de Deus, porque não orei, por que não tomei providencias ...

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

FRUTO, NUNCA MAIS

“E, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não tendo achado senão filhas, disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente” (Mt 21.19).

Jesus já havia subido a Jerusalém para a festa da páscoa. Estava mergulhado na sombra da cruz. Era sua última semana, antes de ser preso, julgado, condenado e pregado na cruz. Jesus saíra de Jerusalém para pernoitar em Betânia e logo de manhã estava de volta à cidade que o aclamara e à cidade que, liderada pelos sacerdotes, reivindicaria sua morte. Cedo de manhã, ao voltar para Jerusalém, teve fome.

Nesse momento, ele vê uma figueira à beira do caminho. Aproxima-se dela, mas não encontrou nenhum fruto, apenas folhas. Jesus, então, pronuncia seu juízo à figueira. Aquela que, fazendo propaganda de frutos, deles estava desprovida, foi sentenciada a ficar sem frutos. Imediatamente a figueira secou. Que lições podemos aprender com esse episódio?

EM PRIMEIRO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS SÃO APARÊNCIAS QUE ENGANAM.

Na figueira, as folhas vêm depois dos frutos. Se a figueira tinha folhas, logo, anunciava ter frutos. Mas sua aparência era enganosa. Assim, também, muitas pessoas parecem ser espirituais. Estão estrategicamente posicionadas à beira do caminho. Chamam a atenção para seu porte, para sua linda roupagem, para sua atrativa aparência. Estão revestidos de folhas, mas desprovidas de frutos. Fazem propaganda de frutos, mas só têm folhas. Sua vida é uma mentira. Seu discurso é um engano. Sua espiritualidade é uma farsa.

EM SEGUNDO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS SÃO PROPAGANDA QUE DECEPCIONAM.

A figueira primeiro produz frutos e depois brotam as folhas. As folhas protegem os frutos, mas não são um substituto deles. Os frutos vêm antes das folhas. Folhas sem frutos são propaganda enganosa. Consumada hipocrisia. Discurso sem vida. Espiritualidade falaciosa. Jesus estava com fome. A figueira, por ter folhas, fazia propaganda de seus frutos. Mas, ao examiná-la, Jesus não encontra nela frutos. Aquela figueira era uma decepção.

EM TERCEIRO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS SÃO PROMESSAS QUE FRACASSAM.

Jesus não encontra frutos na figueira para matar sua fome. Chegou faminto e saiu faminto. A promessa de frutos era exuberante, mas a realidade dos frutos inexistente. Havia um abismo entre o que figueira demonstrava e o que de fato a figueira era. Mesmo à beira do caminho, gerando tantas expectativas e as mais santas, frustrava a todos. Sua mensagem aos transeuntes era propaganda enganosa. Suas promessas eram um consumado fracasso.

EM QUARTO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS DESEMBOCAM EM SEVERO JUÍZO. Mateus registra a palavra severa de Jesus à figueira: “Nunca mais nasça fruto de ti” (Mt 21.19). Marcos, de igual forma, registra: “Nunca jamais coma alguém fruto de ti!” (Mc 11.14). Imediatamente após a sentença de Jesus, a figueira secou e secou até à raiz (Mc 11.20).

A maldição que caiu sobre aquela figueira foi permanecer como estava, sem frutos. O que Jesus fez, foi arrancar sua máscara e sentenciá-la a permanecer estéril. Jesus não amaldiçoou aquela figueira. Ela já era uma maldição. Não passava de uma consumada mentira.

Esse milagre operado por Jesus, demonstrando seu juízo à figueira estéril tinha o propósito de alertar a respeito da falsa espiritualidade de Israel e de seus líderes, que embora, ostentassem grande pompa religiosa, estavam desprovidos dos frutos da piedade.

Esse milagre é um alerta para nós, ainda hoje. Jesus não se contenta com folhas, ele quer encontrar em nós frutos!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

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Graça e Paz

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

ATIVIDADES QUALIDADES DE DEUS

 ONIPRESENÇA - A Bíblia ensina que somente Deus é onipresente. É a presença de Deus em todas as coisas por ele criadas. Ele age com a mesma facilidade com que pensa e quer, porque para Deus não há espaço nem tempo, Ele tem o poder de estar em todo lugar ao mesmo tempo. Ler Salmo 139.7 a 12 

ONISCIÊNCIA - A Bíblia ensina que somente Deus é onisciente. A mente perfeita de Deus viu tudo o que existe e pode existir.Ele conhece tudo de antemão não há nada que se esconda à sua onisciência.Somente Deus possui poder para ler nossos pensamentos. Em Mateus 10.30, Deus diz que até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Ler Salmo 139.1 a 4

ONIPOTÊNCIA - A Bíblia ensina que somente Deus é onipotente, É o poder de fazer tudo o que for objeto de sua vontade.Deus tem todo o poder nos céus na terra, nas águas e embaixo da terra.“O Senhor Jeová! Já começaste a mostrar ao teu servo a tua grandeza e a tua mão forte. Pois que Deus há nos céus e na terra que possa realizar obras e feitos poderosos como os teus?” (Deuteronômio 3.24)

ETERNO, A Bíblia ensina que somente Deus é eterno. Significa que não há em Deus mudança nenhuma, Ele não muda de propósito, de pensar nem de natureza. “Antes que os montes nascessem, ou que formássemos a terra e o mundo de eternidade a eternidade tu és Deus” Salmo 90.2.

UNICO, somados os atributos de Deus nos dão uma idéia de sua unidade. “Assim diz o Senhor Rei de Israel, e seu Redentor, o Senhor dos exércitos: Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e fora de mim não há Deus” Isaias 44.6

INFINIDADE – Somente Deus é infinito. “Antes que os montes nascessem, ou que formássemos a terra e o mundo de eternidade a eternidade tu és Deus” Salmo 90.2.

SANTIDADE - A Bíblia ensina que somente Deus é santo “Pois está escrito: Sede santos porque eu sou Santo” 1 Pedro 1.16. É o princípio básico de suas ações

VERDADEIRO – Somente um é verdadeiro “Ora, a vida eterna é esta que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”João 17.3; “Deus não é homem que minta...” Números  23.19

JUSTIÇA – Somente Deus é justo, fora ele não há um justo sequer. Ele não só garante a punição dos maus, como o patrocínio dos bons. “E não entreis em juízo com o teu servo, porque à tua vista não se achará justo nenhum vivente.”(Salmo 143.2). “Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. (Romanos 3.10)

BENEVOLENTE – Deus é benevolente, bondoso. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3.16

AMOR “Deus é amor” – “E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor. Quem está em amor está em Deus, e Deus nele”.  I João 4.16. É a maior definição de Deus.

Lidiomar Trazini Granatti / Litrazini

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Graça e Paz

terça-feira, 27 de outubro de 2020

O QUE É O TRIBUNAL DE CRISTO?

“Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo... De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” Rm 14:10-12  

Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.” II Cor 5:10

No contexto das duas Escrituras, é claro que se referem aos cristãos, não aos não-crentes. O Tribunal de Cristo, desta forma, envolve crentes dando contas de suas vidas a Cristo. O Tribunal de Cristo não determina salvação; esta foi determinada pelo sacrifício de Cristo em nosso lugar (I João 2:2), e nossa fé Nele (João 3:16).

Todos os nossos pecados são perdoados e nunca seremos condenados por eles (Rm 8:1).

Não devemos olhar para o Tribunal de Cristo como Deus julgando nossos pecados, mas sim como Deus nos galardoando por nossas vidas. Sim, como dizem as Escrituras, teremos que dar conta de nossas vidas. Parte disto é, certamente, dar conta pelos pecados que cometemos. Entretanto, este não será o foco principal do Tribunal de Cristo.

No Tribunal de Cristo, crentes são recompensados tomando-se por base o quão fielmente serviram a Cristo (I Co 9:4-27; II Tm 2:5).

As coisas pelas quais seremos julgados serão provavelmente o quão fielmente obedecemos à Grande Comissão (Mt 28:18-20), o quão vitoriosos fomos sobre o pecado (Rm 6:1-4), o quão bem controlamos nossa língua (Tg 3:1-9), etc.

A Bíblia fala dos crentes recebendo coroas por diferentes coisas com base em quão fielmente serviram a Cristo (I Co 9:4-27; II Tm 2:5).

As várias coroas são descritas em IITm 2:5; IITm 2:4-8; Tg 1:12; I Pe 5:4 e Ap 2:10. Tg 1:12 é um bom resumo de como devemos pensar no Tribunal de Cristo: “Bem aventurado o homem que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.”

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

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Graça e Paz

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

E AQUELES QUE NUNCA OUVIRAM O EVANGELHO?

ROMANOS 1.19-20 — AQUELES QUE NUNCA OUVIRAM O EVANGELHO ESTÃO PERDIDOS?

“Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis”.

Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo. 14.6). Também At. 4.12 diz a respeito de Cristo: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”.

Diante disso, podemos afirmar que alguém que jamais ouviu o Evangelho de Cristo estará eternamente perdido? Paulo parece responder a essa pergunta afirmativamente. Mas é justo condenar pessoas que jamais ouviram falar a respeito de Cristo?

RESPOSTA APOLOGÉTICA: A resposta de Paulo é clara. Ele disse que os gentios são “inescusáveis”, então a condenação dos gentios é justa (Rm. 2.12). Essa passagem está ensinando que os judeus são julgados pela lei (pelas Escrituras hebraicas), porém os gentios são condenados pela “lei escrita em seus corações” (v. 15).

A questão acerca da justiça de Deus, quanto ao julgamento dos gentios, admite a inocência por parte dos não salvos que não ouviram as Boas Novas — o Evangelho. Mas a Bíblia nos diz que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm. 3.23).

Além disso, Romanos 1.18-20 diz que Deus claramente se revela através daquilo que Ele criou “para que eles fiquem inescusáveis”. Os seres humanos não são inocentes no tocante à revelação natural de Deus.

Se uma pessoa não ouviu o Evangelho, e vive da melhor forma possível para alcançar a salvação por sua própria habilidade, está simplesmente fazendo obras, mas a salvação é pela graça (Ef. 2.8-9).

Ninguém é capaz de fazer algo para obter como pagamento o acesso ao céu. Se assim fosse, o sacrifício de Cristo na cruz seria desnecessário. Aqueles que buscam a luz necessária para a salvação irão encontrá-la para que possam salvar-se (Is. 55.6; Lc. 11.9; Hb. 11.6).

Deus possui muitas maneiras de fazer com que a verdade da salvação através de Cristo alcance aqueles que o buscam. Ele pode enviar um missionário (At. 10), uma transmissão através do rádio, televisão, mídias digitais ou uma Bíblia (SI. 119.130).

Mas aqueles que dão as costas à luz que possuem, e se encontram perdidos em trevas, não terão ninguém a quem atribuir a culpa, senão a si mesmos (Jo. 3.19).

Texto Base: Resposta às Seitas, Norman L. Geisler e Ron Rhodes, CPAD, 1997. Texto adaptado e compilado pelo Pr. Edison Miranda da Silva e Maria Candida Alves.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 25 de outubro de 2020

O SIGNIFICADO DE "SHEKINAH"

Costumo definir sinteticamente SHEKINAH como: "a glória de Deus manifesta"!

O vocábulo "shekinah" não aparece na Bíblia, é uma transliteração da raiz hebraica "shkn" = habitar. Este termo "shkn" é muito usado pelos TARGUMITAS e RABIS e adotado pelos cristãos. Refere-se à glória visível de Deus habitando no meio do seu povo. Usa-se este vocábulo para designar a presença radiante de Deus, como vista na coluna de fogo, no Monte Sinai, no Propiciatório entre os querubins, no Tabernáculo, no Templo, etc.

Embora a palavra "shekinah" não apareça na Bíblia, há alusões à glória de Deus ("shekinah") em diversas passagens.

Embora as escrituras neguem a existência de qualquer localidade permanente para Deus, descrevem, simultaneamente com a Sua transcendência, a Sua "glória", ou presença apreensível. A glória pode ser expressada no "rosto" de Deus, no Seu "nome" (Ex 33.18-20), no "Anjo" - os aparecimentos pré-encarnados de Cristo - ou na "nuvem" (Ex 14.19). A Shekinah diz respeito à nuvem que cercava a glória (Ex 40.34), parecia uma nuvem pesada através da qual chispam os relâmpagos (Êx 19.9,16).

A Shekinah apareceu pela primeira vez quando Deus conduziu Israel para fora do Egito e o protegeu por meio de "uma coluna de nuvem e de fogo" (13.21; 14.19). A nuvem vindicou Moisés contra os "murmuradores" (16.10; Nm 16.42) e cobriu o Sinai (Ex 24.16) enquanto ele se comunicava ali com Deus (v.18; cf. 33.9). Deus "habitava ( sakan, 25.8) no meio de Israel no tabernáculo (miskan, "lugar de habitação", v.9; cf. 1 Rs 8.13), que tipificava a Sua morada no céu (1 Rs 8.30; Hb 9.24).

A nuvem encheu o tabernáculo (Êx 40.34-35; cf. Rm 9.4); e o uso pós-bíblico, portanto, designou essa manifestação permanente e visível como "shekinah", "habitação" [da presença de Deus]". Pouco depois, em duas ocasiões, "saiu fogo (consumidor) de diante do SENHOR" (Lv 9.23; 10.2). Especificamente, Deus apareceu "na nuvem sobre o propiciatório que está sobre a arca" (Lv 16.2; Ex 25.22; cf. Hb 9.5).

A Shekinah conduziu Israel através do deserto (Ex 40.36-38); e, embora a perda da arca importasse em "Icabode [nenhuma glória]" (1 Sm 4.21), a nuvem voltou a encher o Templo de Salomão ( 1 Rs 8.11; cf. 2 Cr 7.1). Ezequiel visualizou sua partida por causa do pecado (Ez 10.18) antes da destruição desse templo, e o judaísmo confessava a ausência dela do segundo templo.

A Shekinah reapareceu com Cristo (Mt 17.5; Lc 2.9), o Deus verdadeiro localizado (Jo 1.14; skene, "tabernáculo"; cf. Ap 21.3, = sekîna?), a glória do último templo (Ag 2.9; Zc 2.5). Cristo subiu na nuvem da glória (At. 1.9) e, um dia, voltará dessa maneira (Mc 14.62; Ap. 14.14; cf. Is 24.3; 60.1)."

SHEKINAH. Esplendor, glória ou presença de Deus habitando no meio do seu povo e o equivalente judaico mais próximo do Espírito Santo. O termo é posterior à Bíblia, mas o conceito está no ensinamento de que Deus habita no meio do seu povo (Êx 29.45s.).

A glória de Deus é vista em fenômenos como relâmpagos e nuvens no monte Sinai (Êx 19.16) e a nuvem brilhante que descia sobre a tenda da congregação e guiou Israel pelo deserto (Êx 40.34ss.).

A glória divina também está presente de modo especial no templo e na cidade celestiais (Ap 15.8; 21.23). Foi vista na transfiguração de Jesus (Lc 9.32) e será vista quando Jesus voltar à terra (Mc 8.38).

- Transcrito do Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed.

Pr. Edemar V. Silva

Por Litrazini

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Graça e Paz

 

sábado, 24 de outubro de 2020

RAZÕES POR MISSÕES


Por causa do pecado surgiu a necessidade de se fazer missões, pois o homem foi afastado de Deus e a cada dia esta distância aumenta mais, não pela vontade de Deus, mas porque o homem se afunda cada vez mais no pecado, portanto isto o afasta de Deus. Sendo Deus conhecedor de tudo, ao longo da historia tem executado seu plano missionário e a Bíblia é o registro deste plano. 

RAZÕES PORQUE FALAMOS E FAZEMOS MISSÕES. 

PORQUE MISSÕES É O DESEJO DE DEUS DE VER TODOS OS HOMENS SALVOS E CONHECENDO A VERDADE. I Tm 2:4. 

Isto implica que: 

Todos os homens estão perdidos. Rm 3:23. Muitos estão sendo enganados. As pessoas precisam ser conscientizadas de sua situação. 

SATANÁS QUER MANTE-LOS CEGOS. II Co 4:4 

Por isso ele luta para que vivam nos vícios, na prostituição, na jogatina, nas religiões, etc 

Pois ele sabe se permanecerem onde estão receberão a morte como recompensa. Rm 6:23a 

Pois ele sabe que só a luz do evangelho pode produzir mudança. 

PORQUE MISSÕES E FRUTO DE COMPROMISSO. I Tm 1:15 

DEUS COMPROMETEU-SE PESSOALMENTE COM O HOMEM 

Missões não brotaram do acaso, a bíblia afirma que Cristo morreu por nós desde a fundação do mundo. Quando o homem pecou Deus comprometeu-se a salvá-lo antes mesmo de anunciar o castigo pela desobediência. Gn 3:15. Ele não foi pego de surpresa, na sua soberania já tinha tudo preparado, embora seu plano se concretizou somente muitos anos depois. 

SÓ FAÇO MISSÕES SE ESTOU COMPROMETIDO COM DEUS 

Não a como desvencilhar uma coisa da outra. Deus esta totalmente comprometido com missões. Não existe esta idéia de estar comprometido com Deus, sem estar comprometido com missões. Se você tem pensado ou agido desta maneira é preciso rever seus conceitos. 

A ULTIMA ORDEM DE JESUS ANTES DE SUBIR AOS CÉUS FOI “IDE POR TODO O MUNDO E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA”. Mc 16:15 

Não foi uma opção que Ele deixou, mas uma ordem. Não existe igreja, se a mesma não esta comprometida com missões. Igreja é fruto e resultado da obra missionária seja onde for. 

PORQUE MISSÕES É PROVA DE AMOR. 

É tão somente o seu amor que o impulsiona a fazer missões; Ele usou todos os seus recursos, até mesmo o seu bem mais precioso “Jesus Cristo” seu único Filho.

Que missões seja a marca do nosso amor para com Deus.  

Fonte: Missões Novas Tribos do Brasil

Por Litrazini

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Graça e Paz

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

MOTIVOS PARA VIVERMOS COM OTIMISMO - Rm 8.1-39


LIBERTOS DO JULGAMENTO – NENHUMA CONDENAÇÃO 

Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito...” – Rm.8.1-4

Todos estávamos condenados, visto que o salário do pecado é a morte. Mas, Cristo levou sobre si a nossa culpa, morreu a nossa morte, suportou em seu corpo o nosso castigo, bebeu sozinho o cálice da  ira de Deus que deveríamos beber, satisfez as demandas da lei em nosso lugar e nos justificou diante do trono de Deus. Por isso, estamos livres de toda condenação. 

LIBERTOS DA DERROTA – NENHUMA OBRIGAÇÃO 

“...Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele...” Rm.8.5-17

Não somos devedores à carne. Não há nenhuma obrigação com a velha natureza. Agora podemos viver em vitória. 

PAULO DESCREVEU A VIDA EM TRÊS NÍVEIS:

AQUELES QUE NÃO TÊM O ESPÍRITO – Rm.8.5-8

Eles vivem na carne (v. 5). A pessoa não salva não tem o Espírito de Deus. Sua mente é centrada nas coisas que agradam a carne. Eles estão em guerra com Deus (v. 7) Eles não podem agradar a Deus (v. 8). Uma pessoa não salva só pensa em agradar a si mesma. Ela não anseia pela glória de Deus nem tem prazer em obedecer a Deus.

AQUELES QUE TÊM O ESPÍRITO – Rm.8. 9-11

Seu corpo se transforma no templo do Espírito Santo. 

Quando você tem o Espírito Santo: você tem a garantia que é de Cristo. Você tem a garantia que o final da sua vida é não de derrota, mas de um glorioso triunfo (v. 11).

AQUELES QUE O ESPÍRITO OS TÊM – Rm,.8 12-17

Não é suficiente para nós termos o Espírito, é preciso que o Espírito Santo nos tenha.

Ele é o Espírito da vida (Rm.8 13)  É o Espírito que nos conduz à vida plena e abundante.

Ele é o Espírito da morte (Rm.8 13) É o Espírito que nos dá poder para mortificarmos os feitos do corpo.

Ele é o Espírito de adoção (Rm.8 14) Somos filhos de Deus por adoção e por geração. Somos filhos e também herdeiros. Tudo que o Pai tem é nosso. Somos ricos!

Ele é o Espírito da direção (Rm 8.14)  Não andamos errantes, confusos, perdidos. O Espírito nos guia. e também testifica que somos filhos de Deus (Rm.8 16).

LIBERTOS DO DESENCORAJAMENTO – NENHUMA FRUSTRAÇÃO 

Rm.8.18-30 Paulo contrasta o sofrimento presente com a glória futura. 

LIBERTOS DO MEDO – NENHUMA SEPARAÇÃO – Rm.8. 31-39

Não precisamos temer o passado, porque já fomos justificados e nenhuma condenação há para os que estão em Cristo (Rm.8 1). 

Não precisamos temer o presente, porque Deus está no controle da nossa vida, dirigindo todas as coisas para o nosso bem (Rm.8 28). 

Não precisamos temer o futuro, porque nada nem ninguém pode nos separar do amor de Deus (Rm.8 38-39).

Paulo conclui este capítulo magistral fazendo algumas perguntas:

SE DEUS É POR NÓS, QUEM SERÁ CONTRA NÓS? 

Deus é por nós como protetor (Rm. 8. 31), como provedor (Rm.8.32) e como justificador (R,.8 33). 

QUEM É CONTRA NÓS? 

O diabo, o mundo, a carne. Mas se Deus é por nós, todos os inimigos estão derrotados. Você e Deus são maioria.

Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as cousas? 

Se quando éramos pecadores, Deus nos deu o seu Filho, agora que somos filhos ele porventura nos abandonaria? A cruz é a demonstração mais eloquente do amor de Deus.

Nem as agruras da morte, nem os problemas da vida, nem os poderes sobre-humanos, nem o tempo, nem o espaço, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

JOSÉ E A PROVIDÊNCIA DE DEUS


José, porém, lhes disse: […] Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em
bem. (Gn 50.19-20)

Algumas vezes, o Antigo Testamento extrai várias lições de uma única situação. A história de José é um bom exemplo. 

Primeiro temos uma lição de história. Deus usou o confronto entre os impérios (história secular) para preparar a história de seu povo (“história da salvação”). 

O Deus de Abraão, Isaque e Jacó reafirmou sua aliança a cada geração. Porém, quando Jacó ficou velho, o propósito de Deus foi ameaçado pela fome. Jacó então enviou seus filhos ao Egito para comprar grãos. E como José diria mais tarde, “Deus me enviou à frente de vocês para lhes preservar um remanescente nesta terra e para salvar-lhes a vida com grande livramento” (45.7).

A segunda lição se refere à providência de Deus. José foi vítima de uma série de injustiças. Ele foi capturado, escravizado, falsamente acusado, preso injustamente e esquecido por seus colegas de prisão, que haviam prometido interceder em seu favor. 

No entanto, em meio a toda essa maldade, Deus estava atuando de modo a promover o seu bem. Como José disse a seus irmãos: “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem, para que hoje fosse preservada a vida de muitos” (50.20).

Por último, temos uma lição de perdão. José poderia ter reagido de forma diferente em relação a seus irmãos, vingando-se deles ou deixando-os envergonhados. Mas, em vez disso, ele preferiu colocar à prova seu aparente arrependimento. Para isso, ele exigiu que seu irmão mais novo, Benjamim, ficasse no Egito, como refém. 

Foi um momento dramático. Os irmãos já haviam sacrificado José; teriam agora coragem de sacrificar Benjamim? 

Não! Judá adiantou-se, implorando pela libertação do rapaz e oferecendo-se para ficar como escravo no lugar dele. 

Como os irmãos de José estavam mudados! O arrependimento deles era evidente. José ficou satisfeito, e então se revelou a eles, demonstrando seu perdão ao abraçá-los. Veja Gn 50.15-21 

Retirado de A Biblia Toda, o Ano Todo. [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

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Graça e Paz

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

O QUE FAZER PARA SER TRANSFORMADO?

 


A vontade de transformação em si já externa certa mudança no ser. É quando nos inquietamos com a vida que surgem as indagações e a necessidade de respostas a nos desvendar novos caminhos. A transformação verdadeira ocorre de dentro para fora, ela faz uma reviravolta na alma que percorre lugares antes desconhecidos. E essa novidade que chega por vias espirituais só renasce quando ocorre o arrependimento, simbolizado tão perfeitamente no batismo por imersão e emersão: mergulhar e ressurgir nas águas. 

A etimologia da palavra Batismo comporta também a inteira simbologia da ação de sepultar um morto "baptizein" = mergulhar, imergir. Sepultado na imersão (mergulho nas águas) e renascido na emersão ( retornar à vida). 

"Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade, te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus." João 3:3-5 

O novo nascimento, simbolizado no batismo, é o encontro da alma com o Criador com Aquele que nos redime, limpa, perdoa, salva e liberta para uma viva esperança. Não é um encontro superficial, mas de entrega. Confiamos nossa vida ao Pai para que Ele passe a dirigir nossa vida como filhos, de fato. Herdeiros oficiais do testamento cumprido na Cruz do calvário que de forma sobrenatural traz beneficiários os que reconhecem Cristo como Salvador e Senhor. Em simbologia: recebemos um seguro através da morte e ressurreição de Cristo. O prêmio é a vida Eterna com Ele.

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Rm 6:23 

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que segundo a sua misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança,mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. I Pedro 1:3. 

O novo nascimento é obra do Espírito Santo de Deus. Ao buscarmos a Deus com todo nosso coração, Ele se revela a nós. Isso é feito de forma muito simples. Na oração intensa e sincera, realizada de forma solitária, ou em grupo. No conhecimento da Palavra de Deus: ler e ouvir. A Palavra de Deus em Si é suficiente para conduzir e sustentar a todo e qualquer homem que em ato de humildade e reconhecimento dos pecados se entrega a Cristo para ser transformado. 

Disse-lhe Jesus: Eu sou O caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6

Jesus é o Único intercessor dos homens diante de Deus. Além dele, não existe nenhum outro. Ele é o Único caminho pelo qual os homens recebem essa transformação para nova e eterna vida. 

NOVA VIDA EM VERSOS BÍBLICOS:

I. O QUE SIGNIFICA SER TRANSFORMADO?

- Arrepender-se e crêr no Evangelho (Mc 1.15); 

- É o reino de Deus na vida (Mt 4.17); 

- Receber o Evangelho do reino de Deus (Lc 4.43); 

- Crucifica o velho homem (Rm 6.6); 

- Nascer de novo (Jo 3.3); 

- Não permanecer nas trevas (Jo 12.46) 

II. COMO ALCANÇAR A TRANSFORMAÇÃO?

- Transformai-vos pela renovação da vossa mente (v. 2); 

- Pela lavagem da regeneração (Tt 3.5); 

- Nascer da água e do Espírito (Jo 3.5); 

- Através da graça (2Tm 1.9);

III. EFEITOS DA TRANSFORMAÇÃO DA VIDA

- Oferece o corpo em sacrifício a Deus (v. 1); 

- Conhece a vontade de Deus (v. 2); 

- Não fica conformado com este século (v. 2); 

- Vitória sobre o mundo (1Jo 5.4); 

- Subirá para o reino celestial (2Tm 4.18);

É de fundamental importância que os novos convertidos procurem se congregar em uma igreja que preze pelo ensino da Palavra de Deus. Entre outras coisas, a comunhão com os irmãos produz consolo e crescimento. 

Wilma Rejane 

Por Litrazini

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Graça e Paz

terça-feira, 20 de outubro de 2020

O HOMEM AMANHÃ: VIDA ETERNA


Deus fez o homem para viver eternamente, isto é, sem nunca morrer. Mas o homem falhou, pecou e tornou-se mortal. Infelizmente o homem estragou o plano inicial de Deus e agora... Hb 9.27: “E, como aos homens está ordenado morrer uma só vez , vindo depois disso o  juízo”. AQUI NÃO EXISTE LUGAR PARA REENCARNAÇÃO. NEM PARA PURGATÓRIO!

Que juízo é este que vem depois? Ele está bem descrito, por Jesus Cristo, em Mt 25.31 a 46. O que encontrarmos nestes versículos é uma clara separação entre dois grupos de diferentes pessoas. São dois destinos eternos. Vejamos: 

1º  VIDA ETERNA COM DEUS 

Mateus 25.34: “Então dirá o Rei (Jesus) aos que estiverem à sua direita: “Vinde, benditos de meu Pai. Possui por herança o reino que está preparado desde a fundação do mundo" salvos, colocados à direita, são as ovelhas do aprisco de Jesus. 

Em João 10.9: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens”. Existem muitos outros textos bíblicos que atestam a vida Eterna (CÉU) para os salvos em Cristo Jesus.

2º VIDA ETERNA SEM DEUS 

Mateus 25.41: “Então dirá aos que estiverem à sua esquerda. Apartai-vos de mim, malditos,  para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos!”. Esta pode ser uma dura doutrina da Bíblia. Mas é verdadeira! 

Os perdidos, os que não são do aprisco do Senhor, herdarão, tristemente, o castigo eterno. Veja o final do Juízo em Mt 25.46: “E Jesus concluiu assim: E irão estes para o castigo eterno, mas os justos  para a vida eterna”.  Também há muitos textos bíblicos que falam deste castigo eterno.

Seria Deus injusto ao propor esta separação? 

Não. Ele criou o homem para ser imortal e feliz. O homem escolheu, e vive escolhendo, desobedecer. Portanto, Ele será fiel e justo ao recompensar os homens com o fruto da sua justiça. 

Cabe ao homem buscar, através de Jesus, a salvação eterna. Ele não precisa ter medo do Inferno. Ele precisa crer na salvação em Jesus. De que lado Jesus irá coloca-lo?

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

COMO ALCANÇAR A GRAÇA DO PAI EM TEMPOS DIFÍCEIS


"Se Deus é por nós, quem será contra nós?"  

De acordo com a Bíblia, Deus responde aos nossos suspiros, às nossas lágrimas, aos nossos murmúrios. Até mesmo os nossos anseios podem se interpretados como um clamor. O Senhor está perto de todos os que o invocam; sim, Ele é capaz de sentir a respiração e as lágrimas, quando a voz não pode ser ouvida, por ser fraca demais. Enfim: Não tenha medo do amanhã porque Deus já está lá! 

Se você estiver passando por grandes provações, se sente cansado, desanimado e sozinho, levante-se ...pois Deus tem força, ajuda, consolo e recompensa para você! O segredo da graça Este é um segredo a respeito da graça - nove pequenas palavras que explicam tudo o que você precisa saber: "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" Isso é realmente tudo que você precisa. Embora pareçam simples, essas palavras contém uma mensagem profunda. Deus é por você! Vamos examinar quatro palavras neste versículo que merecem a sua atenção. 

Ouça atentamente a frase: "DEUS É POR NÓS". Espere um momento antes de continuar. Deixe-me ler novamente, em voz clara pra você: "Deus é por nós". Vou repetir, enfatizando cada palavra: DEUS...É...POR....NÓS...! 

Deus é por nós. Ele não esquece você... Deus é por você. Seus pais podem tê-lo esquecido, seus amigos, professores podem tê-lo negligenciado, seus irmãos podem tê-lo esquecido; mas ao alcance das suas orações está o criador dos oceanos. Deus! Sempre ao seu lado... Deus é por você. Não "talvez seja", não "tinha sido", não "foi", nem "será", mas "DEUS É"! 

Ele é por você hoje. Nesta hora. Neste minuto. Não é necessário esperar na fila ou voltar amanhã. Ele está com você. Não poderia estar mais perto do que está neste segundo. A sua lealdade não vai aumentar se você for melhor, nem diminuir se for pior. Ele é por você. 

Deus é por você. Quem sabe você esteja cansado demais para continuar? Ele vai carregá-lo. Desanimado demais para lutar? Ele está pondo você de pé. 

Deus é por você. Sabemos que ele tem algo gravado que diz: Isaías 49.16: Nas palmas das minhas mãos te gravei! "Acaso pode uma mulher esquece do filho que ainda mama? Isaías 49.15. Que pergunta estranha. Muitas mães me ouvem neste momento, será que poderiam amamentar seu filho e depois perguntar "Qual o nome desta criança"? não. As mães cuidam de seus filhos, tocam seu rosto, cantam seu nome. 

Pode uma mãe esquecer de seu filho? A maioria de modo algum esquecerá. "Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti, diz o Senhor" Is 49.15 - É Deus quem promete. 

Mais uma vez grave isto: Deus é por você. Sabendo disso, quem é contra você? Pode a morte fazer-lhe mal agora? Pode a doença roubar sua saúde? Pode o seu propósito ser tirado ou seu valor diminuído? 

Não. Mesmo que o inferno se voltasse contra você, ninguém poderia derrotá-lo. Você está protegido. Deus é por você! 

É esse também o significado da graça! ...em momentos difíceis e em lugares inesperados ela se manifesta: a graça do Pai!

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

domingo, 18 de outubro de 2020

OS PRINCIPAIS ALVOS DE UMA ESTRATÉGIA MISSIONÁRIA

A igreja de Cristo foi implantada com objetivo de levar o pecador de todas as partes do mundo a ter um encontro com Cristo, essa é a sua missão. 

PODEMOS DEFINIR OS MACROS OBJETIVOS DA IGREJA:

Estabelecer igrejas em cada povo do mundo através de diferentes meio de evangelização

Oferecer a cada indivíduo de cada grupo humano uma oportunidade efetiva de entender a mensagem do Evangelho e levá-lo ao encontro com o Senhor Jesus e servi-lo na comunhão de uma igreja local.

O discipulado deve ser um objetivo irrevogável da missão da igreja. Não podemos nos contentar simplesmente com a evangelização porque isso não reflete na totalidade a ordem de Cristo na grande comissão.

O lugar geográfico é algo muito importante a definir. Nessa hora não devemos ser egoístas. Muitas igrejas se preocupam somente com a região onde elas estão implantadas.  A igreja deve ter essa preocupação sim em relação as pessoas circunvizinhas, mas não pode deixar de pensar nos lugares que não existe uma igreja se quer. Mesmo existindo varias igrejas em uma mesma região, muitas vezes existe grupos específicos de pessoas que ainda não foram alcançadas, ex: crianças de rua; estrangeiros; etc... 

A igreja precisa olhar para o mundo percebendo os seus desafios e problemas:

- A crescente densidade populacional; A diversidade cultural; A diversidade linguística; A diversidade religiosa; Complicações geográficas. Ex: deserto; montanha; lugar muito frio; etc.; Complicações financeiras; Complicações sociais ex: guerra, fome, refugiados; epidemias; rebeliões;  Perseguições

O PRINCIPAL OBJETIVO E O ALVO ESTÃO NA BÍBLIA:

 OBJETIVO: Pregar; Batizar e discipular.

ALVO: O mundo

A igreja não deve transformar a grande comissão na grande omissão estreitando o Foco

Deus tem uma vocação para cada indivíduo sendo assim podemos perceber que cada grupo de crente (uma igreja local) é um potencial em vocação. 

O corpo de Cristo deve trabalhar dentro de sua vocação. Não adianta uma única igreja querer abraçar todos os desafios missionários do mundo que não conseguirá, porque o desafio missionário é para todo o corpo e não para uma única igreja . Na verdade a igreja deve encontrar a sua vocação. Qual o propósito especifico de Deus para a sua igreja?

Será que é evangelizar o povo de Bangladesh? Ou será que é evangelizar um pequeno povoado na Groelândia?  Através do conhecimento do próprio corpo e a ampliação da visão missionária da igreja, junto com o poder da oração se tornará possível encontrar esse propósito especifico.

A igreja tem o desafio de focalizar a sua atuação dentro das suas possibilidades. A missão da igreja deve ser proporcional à capacidade da igreja. Claro que nessa hora a fé também deve estar prevista no desafio. 

A igreja deve ser ousada porque temos um Deus ousado ao nosso favor. Existem igrejas que são pequenas em bairros simples que sustentam missionários na Europa. Por que isso é possível? Provavelmente porque eles têm uma visão missionária, tem um compromisso e principalmente porque tem fé.  O contraste também é verdadeiro: Existem igrejas grandes em bairros bons que não consegue cumprir os seus compromissos missionários. Porque que isso é possível? Provavelmente porque faltou planejamento, visão e fé.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

sábado, 17 de outubro de 2020

ATITUDES DIANTE DAS PERSEGUIÇÕES


Inúmeras mensagens, estudos e livros têm abordado a vida do patriarca Jó, e de todos eles são tirados ensinamentos preciosos para a vida do cristão.

Sua firmeza, integridade e retidão diante de Deus dão-nos a certeza de que mesmo diante de adversidades profundas, jamais o Senhor nos abandona.

Os olhos do Senhor passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele”. (IICr 16.9)

Percorremos os mais diversos caminhos, ao longo da vida cometemos erros, comemoramos conquistas, e Deus vê tudo isso.

Na verdade estamos, a todo instante sob o olhar de Deus. Mesmo diante de atos que desagradem o coração do Senhor, estamos sob o olhar dEle. È preciso lembrar que o olhar de Deus não é como a idéia pregada durante o período da Idade Média, ou seja, um olhar ditador, um olhar que soma erros para nos “castigar” depois. O olhar de Deus é amável, mas, sobretudo justo.

Porém nos deparamos com algumas situações tão desgastantes a ponto de duvidar desse olhar atento do Senhor sobre a nossa vida.

O sentimento da dúvida é pior do que o conhecimento da verdade. Muitas vezes a verdade abala, surpreende, mas a dúvida corrói, ela mantém a chama da esperança latente, a dúvida não deixa as feridas cicatrizarem.

O mal entra nesse ponto, o diabo tenta, a todo instante, colocar em dúvida a integridade, a sinceridade, o temor, o amor de Deus por nós e o nosso relacionamento mútuo.

É por isso que seguidas vezes o pneu do seu carro fura sem nenhum motivo aparente, ou o carro é roubado, embora estivesse seguro no estacionamento, você sofre afrontas, é humilhado, enfim sofre o pior da maneira mais infeliz. Muitos se dizem acometidos pela famosa Lei de Murphy, que diz o seguinte: “Se alguma coisa pode dar errado, dará.

E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”

Estamos todos sujeitos a essa lei, porém a grande diferença está na maneira como reagimos. Sua reação determinará o ponto máximo de sua integridade à Deus.

 “Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” (Ef.6.16)

Nesse ponto temos a história de Jó como referencial para proceder frente a essas difíceis situações. Ele foi provado por cerca de 7 anos e não levantou uma palavra sequer de acusação contra Deus. Sua integridade e seu temor a Deus permaneceram intactos. Mesmo sendo instigado, Jó manteve-se íntegro e reto diante do Senhor.

Mantenha-se firme diante de Deus. A situação pode ser como um deserto com sol escaldante durante o dia e um frio insuportável ao cair da noite, mas não desista! Persevere!

“Não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram conta nós, e nos teriam engolidos vivos, quando a sua ira se ascendeu contra nós...” (Sl 124.2-3)

Pr. Jorge Linhares 

Por Litrazini

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sexta-feira, 16 de outubro de 2020

POR QUE JESUS TEVE QUE PASSAR POR TANTO SOFRIMENTO?

Isaías 52:14 declara: "Como pasmaram muitos à vista dele (pois o seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência, mais do que a dos outros filhos dos homens)".

Jesus sofreu de forma muito cruel durante seu julgamento, tortura e crucificação (Mt 27, Mc 15, Lc 23, Jo 19). Por mais horrível que Seu sofrimento físico tenha sido, não foi nada comparado ao grande sofrimento espiritual pelo qual passou. 2 Co 5:21 diz: "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus."

Jesus tinha o peso do pecado do mundo inteiro nos Seus ombros (1 Jo 2:2). Foi o pecado que fez Jesus clamar: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mt 27:46). Então, por mais brutal que o sofrimento físico de Jesus tenha sido, não foi nada em comparação com o fato de que Ele teve que carregar os nossos pecados - e morrer pelos nossos pecados (Rm 5:8).

Isaías 53.3 e 5 especialmente, prediz o sofrimento de Jesus: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

Salmos 22:14-18 é uma outra passagem poderosa que predisse o sofrimento do Messias: “Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim. Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte. Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes.”

Por que Jesus teve que sofrer tanto? Alguns acham que a tortura física de Jesus fazia parte do processo de ser punido pelos nossos pecados, em nosso lugar. De uma certa forma, esse é provavelmente o caso.

Ao mesmo tempo, a tortura pela qual Jesus passou fala mais do ódio e crueldade da humanidade do que da punição de Deus pelo pecado. O ódio tão forte de Satanás por Deus e Jesus com certeza fez parte da motivação por trás da tortura e abuso contínuos. O sofrimento de Jesus é o exemplo máximo de como o homem pecaminoso se sente diante de um Deus santo (Rm 3:10-18).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

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quinta-feira, 15 de outubro de 2020

LIBERTAÇÃO DAS GARRAS DE SATANÁS.

“...E eis que estava ali uma mulher que tinha um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos; e andava curvada, e não podia de modo algum endireitar-se. E, vendo-a Jesus, chamou-a a si, e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade. E pôs as mãos sobre ela, e logo se endireitou, e glorificava a Deus...” Lc 13.10-17.

Esta mulher doente estava presa por Satanás. Satanás impedia que ela olhasse para o Senhor.

Hb 12.1,2 “...Deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé”.

Oprimia-a com preocupações e sofrimentos. Segurava sua presa nos lugares mais escuros.

Mc 5.3-5 “o qual tinha a sua morada nos sepulcros; e nem ainda com cadeias podia alguém prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas; e ninguém o podia domar; e sempre, de dia e de noite, andava pelos sepulcros e pelos montes, gritando, e ferindo-se com pedras,”.

A mulher estava totalmente impotente. Ninguém, nem mesmo ela ou outros, conseguia arrebentar as correntes de Satanás. Todos os seus esforços falharam.

Rm 7.19 “Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico”.

Porém Cristo morreu pelos fracos. Rm 5.8 “Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós”.

A mulher procurava ajuda (Ef 2.8). Apesar de ser uma filha de Abraão, estava presa.Ela era religiosa e ia, aos sábados, à sinagoga. Assim chegou no tempo certo, pois o Senhor estava presente. Foi liberta pelo grande Libertador (Lc 4.18,19).

A MULHER EXPERIMENTOU UMA LIBERTAÇÃO INESPERADA.

O Senhor chamou-a para Si, E, vendo-a Jesus, chamou-a a si, e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade. Lc 13.12. Teve uma boa mensagem, v.12. Impôs-lhe as mãos e curou-a, E pôs as mãos sobre ela, e logo se endireitou, e glorificava a Deus. Lc.13.13.

O resultado para a glória de Deus (Sl 103). Ela agradeceu ao seu Salvador, v.13. Houve grande alegria entre os fiéis, E, dizendo ele isto, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e todo o povo se alegrava por todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele. v.17. Os adversários foram envergonhados, v.17.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz